A irmã do meu amigo, acabou com a minha inocência. Parte 1.

Um conto erótico de AG
Categoria: Heterossexual
Contém 1291 palavras
Data: 27/02/2025 00:19:53

Meu nome é Airton, e vou narrar alguma experiências que eu vivi e outras que gostaria de ter vivido ao decorrer da minha vida, não se apeguem a detalhes e sim aproveitem a narrativa.

Cresci cercado de amigos na infância, eu sou filho único, então por isso passava muito tempo na rua ou nas casas dos meu amigos para me divertir. Tinha um amigo mais próximo, o Diego, que a irmã mais velha dele sempre vinha zoar com a gente por sermos mais novos.

Eu sou negro, na época estava no início da adolescência, sempre tive o porte atlético por praticar esportes e o cabelo raspado. Diego tinha o físico parecido com o meu, mas era branco do cabelo crespo e 1 ano mais velho que eu. Carla, sua irmã, era mais velha que nós pelo menos uns 5 anos, mas tinha a nossa altura, era loira do cabelo curto e encaracolado, olhos castanhos, peitos pequenos e pontudos, uma bunda larga mas não arrebitada, coxas grossas e uma buceta que ficava marcada em qualquer coisa que ela vestisse.

Eu e o Diego sempre frequentamos muito a casa um do outro, nossos pais trabalhavam e quase sempre em sua casa, ficávamos só nós e sua irmã.

Tudo começou a mudar quando um dia eu passava pela janela do quarto dela e a vi trocando de roupa, a primeira mulher nua que eu via ao vivo. Fiquei paralisado, analisando todo seu corpo e até hoje lembro cada detalhe: seus seios pontudos e com auréolas claras e grandes, sua barriga chapada com um piercing no umbigo e sua bocetinha gordinha com somente um risco fino de pelos bem no centro… Fiquei ali em transe até ela gritar:

_ O que foi Airton ? Nunca viu uma mulher pelada… - disse ela em tom de brincadeira.

Eu não consegui responder nada, só sai da janela e fui pra dentro da casa, muito envergonhado. Cheguei lá e falei com o Diego tentando disfarçar meu nervosismo e ereção, bebemos água e fomos pro quarto dele jogar vídeo game, mas mal começamos e Carla apareceu lá, com um shortinho jeans e uma blusa de alcinha, sem sutiã:

_ Você tem que dar mais educação pros seus amigos Diego, falei com o Airton agora pouco e ele nem me respondeu… - disse ela com um riso safado.

_ Ih você já é de casa, vai ficar com vergonha da minha irmã agora ? - me perguntou Diego.

_ Não cara, é que eu estava entrando e não entendi o que ela disse, me desculpe Carla - disse eu tentando disfarçar.

_ Você pode não ter entendido, mas tenho certeza que me viu, eu te desculpo seu bobo. - ela falava isso rindo e me deixando mais envergonhado.

Ela ficou ali mais um tempo, e depois nos deixou jogando. Os dias passaram e eu não conseguia tirar aquela imagem da cabeça, o que virou a inspiração de todas as minhas punhetas por um bom tempo.

Certo dia fui chamar o Diego e ele não estava em casa, havia ido no mercado, mas a Carla insistiu pra eu entrar e esperar por ele lá. Na verdade eu não tinha maldade, e nunca achei que pudesse rolar alguma coisa, entre eu e Carla, então só entrei para esperar pelo meu amigo mesmo e aproveitar pra secar a gostosa da irmã dele, que estava com um shortinho e uma camisa regata cumprida e larga, bem à vontade. Entramos e ela me ofereceu água, eu aceitei e sentamos na varanda, ela sentou de frente pra mim, com as pernas dobradas na cadeira, e conforme ela mexia as pernas, eu podia ver aquele pacote apertado no meio das suas coxas… Até que ela quebra o gelo:

_ E aí, quer dizer que aquele dia você não me entendeu né ? - disse gargalhando.

Eu nem consegui responder e ela emendou:

_ Vocês moleques são muito bobos mesmo né ?! Parece que nunca tinha visto uma mulher pelada antes…- e ficou parada esperando uma resposta.

Sem tirar os olhos do seu pacote eu disse gaguejando:

_ De verdade não…

E ela riu muito dizendo:

_ Mas você devia estar acostumado, eu fico sempre quase pelada aqui.

_ É que é diferente, ver com roupa e imaginar como é e ver sem nada…- respondi, já sem tremer a voz.

Nessa hora na minha mente já se misturava a imagem de agora com a lembrança dela nua, e meu pau estava duro, mas eu disfarçava mexendo as pernas e me inclinando pra frente. É claro que ela sabia o que causava num garoto e se divertia com a situação:

_ Ah quer dizer que você ficava me imaginando sem roupa ? Seu safado! Pelo menos agora matei sua curiosidade. - disse com um sorrisinho de canto de boca.

_ Não consigo imaginar você e meu irmão com as garotas na escola, vocês são muito atrasados… Esta azarando muito por lá ? - continuou ela.

_ Na verdade não, a menina que eu gosto não me dá bola… - respondi cabisbaixo.

_ Ah pelo amor de Deus, você já é bem grandinho pra ficar atrás da menininha que você gosta - disse Carla indignada. Eu fico com os caras que eu gosto e com os que eu quero me divertir, a gente tem que aproveitar a vida…

_ Ah é que…- fiquei sem jeito.

_ Ja sei, você não sabe chegar numa menina né? Deve mandar cartinhas ainda… - ela se divertia me zoando.

Até que o portão se abriu e chegou o Diego pra cortar o clima de sarro. Ele me cumprimentou e foi lá dentro guardar as sacolas que trouxe do mercado, nisso a Carla cochichou:

_Eu gosto de você, é tão inocente, vou te ensinar como se trata uma mulher, mas vai ser um segredo nosso viu?- disse ela levantando e fazendo biquinho.

Eu só consegui acenar com a cabeça, concordando.

_ Vamos lá pra dentro atrasado, vem logo.

_ Vou esperar o Diego voltar aqui - eu disse, não querendo levantar de pau duro.

Ela percebendo o porque de eu não querer me levantar disse:

_ Se eu fosse homem, só ia andar de short e sem cueca, com o saco balançando pra todo mundo ver - e caia na risada. O pau do meu irmão eu já vi, é bonito e tem um tamanho bom, quero ver se o seu é de negão mesmo como parece… - completou ela olhando para o meu pau.

Nessa hora eu já estava com o pau todo babado, doendo por estar de lado na cueca, e o short esticado. Só consegui colocar uma mão em cima dele e ficar com vergonha.

_ Ih não precisa ter vergonha de mostrar o pau, ainda mais para mim. Já vi tantos, e vou ver o seu logo logo. - afirmou ela, falando em tom sério dessa vez.

Nesse momento eu tirei a mão do meu colo, e ela continuou olhando para o meu pau, mordeu a boca, se virou e entrou rebolando, e disse enquanto saía:

_ Vem aqui na sexta às 14h, vou estar sozinha de novo…

Eu fiquei ali admirando sua bunda, até o meu amigo voltar de dentro de casa e me chamar. O dia transcorreu normal, mas não parei de pensar no que ela disse, e realmente ele estava certa. Eu nunca havia passado de beijinhos com as meninas do colégio, naquela época não haviam festas no interior para menores de idade e a juventude não era tão “pra frente” como hoje, sexo não era nem cogitado com a nossa idade. O máximo que fazíamos era nos acabar na punheta vendo filmes escondidos.

Mas agora algo mudou, não eram só atrizes que eu podia ver nuas, eu tinha visto uma mulher real, safada e que estava perto de mim na maioria dos dias… Continua


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