Me vingando do meu irmão.

Um conto erótico de Mrpr2
Categoria: Gay
Contém 1693 palavras
Data: 26/02/2025 19:39:21

Me vingando do meu irmão.

Dizem que a vingança é um prato que se come frio, mas o meu veio bem quente.

Ola me chamo Baltazar estou de volta para contar mais um capitulo da minha história, mas desta vez com um final diferente do ultimo.

Desde que Arthur destruiu minha confiança e me roubou Fernando, jurei a mim mesmo que, um dia, ele sentiria o mesmo gosto amargo da traição. Não bastava pagar na mesma moeda; eu queria que ele sentisse sua vitória se desfazer entre os dedos, impotente para impedir o inevitável.

E a oportunidade veio na forma de Daniel.

Nos encontramos no aniversário da minha mãe. Arthur chegou com ele como se fosse um troféu, os dedos possessivos pousados na cintura do novo namorado. Daniel era do tipo que chamava atenção sem esforço. Barba bem feita, olhos escuros e penetrantes, um corpo desenhado por horas de academia. Mas o que me interessava ali não era sua beleza. Era o efeito que ele tinha sobre Arthur.

_ Esse é o Daniel.

Arthur apresentou, com aquele ar de superioridade nojento.

Daniel estendeu a mão. Segurei-a firme, sentindo a pele quente, e sorri levemente antes de me recostar na cadeira com desinteresse.

Quando o rapaz foi ao banheiro murmurei, fingindo avaliar.

_ Achei que você tivesse um gosto mais refinado, curtisse mais intelectuais, Arthur e não um troglodita de academia.

Arthur riu, balançando a cabeça.

_ Quem desdenha quer comprar, maninho.

Mirei seus olhos e soltei, frio como gelo e disse:

_ Nem de graça.

Arthur jogou a cabeça para trás e riu alto, satisfeito. Ele achava que me conhecia. Mas ele não sabia que, a partir daquele momento, Daniel já era meu.

Naquela mesma noite enquanto Arthur estava distraido conversando algo com meus pais, me aproximei de Daniel e puxei assunto de modo casual como se eu estivesse fazendo sala para um convidado, Mas na frente de meu irmão eu me mantinha distante, quase indiferente.

Até que, uma noite, criei a primeira oportunidade. Após escutar uma conversa entre Daniel e meu irmão descobri onde meu cunhado estaria sozinho foi ai que nosso primeiro encontro casual aconteceu ou pelo menos, ele acreditava nisso. Peguei minha cerveja e, "sem querer", sentei ao lado dele no bar que sabia que ele frequentava.

A conversa deslizou fácil, como um fio de seda sendo tecido na escuridão.

— Seu irmão diz que você sempre foi arrogante.

Daniel comentou, bebendo um gole.

_ Não sei de onde ele tirou isso, na verdade acho que sei... do espelho

Retruquei, sorrindo de canto.

Ele riu. E foi aí que a primeira peça do meu jogo caiu no lugar.

Trocamos redes sociais e, a partir dali, tudo ficou mais facil, pois eu souberia exatamente onde ele estaria e quando.

Agora era só manipular os encontros.

A proxima "coincidência", encontrei Daniel na academia. Me fiz de surpreso, deixei escapar um sorriso breve e acenei antes de continuar meu treino.

Em outra , nos cruzamos no supermercado. Dessa vez, conversei um pouco mais.

Os dias passaram e, como eu previa, Daniel não tirava os olhos de mim sempre que nos encontrávamos

Então fui um pouco mais longe: quando Arthur chegou na casa dos nossos pais, encontrou recibos de restaurante deixado propositalmente sobre a mesa. Meu nome e o de Daniel apareciam neles.

Arthur ligou na mesma hora.

_ Você estava com o Daniel?

Fiz uma pausa, dramatizando.

_ Sim, mas foi casual. Nos encontramos sem querer.

Do outro lado, ouvi a respiração dele acelerar.

_ É bom que tenha sido.

Sorri. Ele estava mordendo a isca.

_ Mas qual o problema irmãozão? Não confia no teu taco? Ou medo de eu fazer com você o mesmo que você fez comigo?

E assim continuei. Pequenos rastros. Um comentário aqui, uma marcação em uma postagem ali. Cada pista deixada estrategicamente para atiçar a paranoia de Arthur.

Daniel estava cada vez mais curioso sobre mim. E, no momento certo, deixei ele se aproximar, afinal das outras vezes eu pouco conversava com ele, era só para instigar, deixar um mistério no ar, funciona principalmente para caras que são acostumados com elogios e cantadas se você não faz eles ficam confusos e instigados.

Nos encontramos em um café discreto, onde sabia que um amigo de Arthur trabalhava.

O ambiente era aconchegante, a conversa fluía naturalmente, e o toque ocasional dos nossos dedos sobre a mesa era suficiente para plantar dúvidas.

No dia seguinte, recebi uma mensagem furiosa de Arthur.

_ Seu desgraçado! Você acha que eu não sei o que está fazendo?

_ Como assim? Você invadiu e colocou câmeras no meu apartamento?

_ Não se faça de engraçadinho, estou falando de você e do Daniel.

_ Daniel? Aquele novo vizinho da mamãe? Por mim pode ficar ele é muito velho pra mim, mas pra você que pega qualquer um...

Senti daqui a raiva de Arthur.

_ Larga mão de ser sonso Baltazar, sabe muito bem de qual Daniel estou falando. Do meu namorado, aquele que você se encontrou ontem, no bar que o Moises trabralha ele me contou tudo.

_ Contou? Contou mesmo? Tudo o que? Que eu estava com uma ameaçando seu namorado a conversar comigo? Que eu o levei amarrado, obrigado? Ha me poupe Arthur! Se tem algo a dizer sobre com quem seu namorado pode eu não falar deveria conversar com ele e não comigo né?

E desliguei o telefone.

Naquela noite, Arthur foi visto sozinho, bebendo no mesmo bar onde antes exibia Daniel como um troféu e pelas postagens de indiretas que Daniel postou em suas redes sociais eles haviam brigado era minha chance de dar o check mate.

Pelas redes sociais descobri onde Daniel estava. Tomei um banho caprixado se é que me entendem, me perfumei todo, coloquei uma bela roupa e fui a caça.

Primeiro entrei discretamente e de longe localizei a presa. Furtivamente me posicionei proximo puxando assunto com umas pessoas que eu nunca tinha visto antes, mas funcionou fui notado por Daniel.

_ Ue, você por aqui? Cadê meu irmão?

Perguntei sondando.

_ Sinceramente não sei e nesse momento, desculpe falar assim sei que é seu irmão, mas quero que ele vá para o raio que o parta!

_ Parece que vocês se desintenderam, mas eu não vou tomar partido. Vocês ja são grandinhos e sabem o que fazem.

_ Valeu.

_ Sei como meu irmão pode ser controlador e manipulador.

Disse tentando ganhar ainda mais a simpatia de Daniel, afinal o que mais une duas pessoas que apontar os defeitos de quem estamos com raiva?

_ Ele acha que pode mandar em mim? Com quem eu converso, onde vou?

Desabafa Daniel secando outro como de cerveja e enchendo novamente o copo.

_ E isso é só o começo, mas como eu disse ele é meu irmão e não quero tomar partido.

_ De boa, você não é nada parecido com o que ele me contou.

Disse Daniel, enquanto dividíamos outra cerveja no balcão.

_ Por estas palavras creio que não eram coisas boas.

Disse com um sorriso nos lábios e Daniel também sorrindo talvez um pouco pelo efeito do alcool disse.

_ Não, não eram, mas nunca acreditei, pois desde a primeira vez que te vi te achei um cara legal. Acho que ele me falou mal de você para eu não me aproximar de você.

_ É a cara do Arthur fazer isso. Ele mente e manipula como subestimando as pessoas ao redor. Na cabeça dele somos todos burros e ele é o unico inteligentão, rei da porra toda.

_ É verdade, ja percebi isso. Cara eu sei que ele é seu irmão, mas refletindo agora... Como eu fiquei tanto tempo com alguem assim?

_ Porque ele é um fingido, ele se faz de perfeito para te esfaquear pelas costas e quando você percebe é tarde demais, ao menos foi isso que aconteceu comigo.

_ Sério? O que aconteceu? Pode se abrir comigo.

Disse Daniel, se inclinando para perto de mim e colocando a mão em meu ombro.

_ Eu nem devia te contar isso, porque é passado e me doi muito relembrar, mas ele me traiu com meu namorado e ainda tentou dizer que eu estava louco.

_ Mas esse seu ex tambem era um idiota, hem? Trair um homem bonito, gente boa, cheiroso como você.

Sorri, fingindo timidez, mas, por dentro, sentia o gosto da vitória.

Dali para o motel foi um passo.

A pele de Daniel era quente contra a minha, o corpo definido pressionando-me contra os lençóis enquanto eu sentia o gosto do seu mastro, Daniel fodia minha boca como se fosse um cu. Depois me puxou para um beijo intenso sentindo o seu proprio gosto em minha boca. Diferente de muitos ativos, Daniel não me deixou na mão, tambem me mamou gostoso meu pau, mas se fartou mesmo foi com meu cu, enfiando sua lingua e seu dedos e por fim cada centimetro de seu mastro rigido como aço. Gemi e ele tambem, suamos, nos arranhamos e gozamos. Fiz questão de memorizar cada detalhe para quando meu irmão descobrisse.

E ele descobriu. Talvez tenha sido o recibo do motel amaçado no porta luvas que coloquei sem que Daniel percebesse e uma foto minha na banheira que postei com a localização do motel e uma legenda "Chegou minha vez". Não demorou para Arthur aparecer na minha porta, furioso.

_ SEU DESGRAÇADO!

Ele empurrou a porta sem cerimônia invadindo meu apartamento aproveitando quando eu ia fechar a porta.

Cruzei os braços, encostado no batente.

_ Algum problema, Arthur?

_ Você dormiu com ele!

Inclinei a cabeça, fingindo inocência.

_ Como é mesmo que você me disse aquele dia? Ah, sim… "Você tá inventando coisa na sua cabeça!".

O rosto dele ficou vermelho. Ele cerrou os punhos, mas sabia que não tinha o que fazer.

_ Você não presta, Baltazar.

Dei de ombros.

_ Só estou devolvendo o favor, mano. Agora você sabe como é e outra fizemos muita coisa, mas dormir não foi uma delas.

Disse gargalhando

Arthur me encarou por longos segundos antes de se virar e sair batendo a porta. E, pela primeira vez em muito tempo, eu me senti vingado.

Autor: Mrpr2


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Comentários

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Mr, que delícia é a vingança ermida fria. Conte-nos mais... traga Fernando à narrativa, mais uma vez, e feche esse ciclo. Aguardo...

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UAI, SE ARTHUR TE ROUBOU O FERNANDO, COMO ELE ESTÁ COM DANIEL AGORA? POR ONDE ANDA FERNANDO? QUE FIM TOMOU. VC TEM QUE SE VINGAR DE FERNANDO TAMBÉM, SÓ ASSIM ESTARÁ TOTAÇMENTE REALIZADO. RSSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS

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