Este é o meu primeiro conto depois de uma decada a ler contos neste forum de maneira anonima com excelente escritores e amantes que me inspiraram a viver e escrever este conto. Um muito Obrigado aos que continuam, aos novos e aos que já partiram deste forum. Este conto está divido em 5 partes recomendo a leitura pela ordemDigo a uma amiga que tenho jeito para massagens. Ela ri, sem acreditar muito, e desvia o olhar. Mas, naquela noite, recebo uma mensagem inesperada:
"Vem cá a casa tomar um chá. Preciso relaxar."
Aceito o convite sem hesitar.
Quando chego, ela abre a porta com um sorriso tímido, ainda vestida com a roupa do dia. O cabelo desalinhado e o rosto levemente cansado dão-lhe um ar natural e desarmante. O cheiro do seu perfume paira no ar, misturado com um leve toque adocicado do chá que já está a preparar.
— Anda, senta-te no sofá — diz, apontando para a sala. — Só preciso de um banho rápido.
Desaparece pelo corredor e, minutos depois, ouço a água da torneira correr. O tempo passa devagar, a antecipação paira no ar. Então, uma voz suave ecoa pelo apartamento:
— Vem ao quarto.
Levanto-me e sigo pelo corredor. Ao entrar, vejo-a deitada sobre a cama, envolta apenas por duas toalhas — uma a cobrir-lhe o corpo e outra em volta dos cabelos húmidos. O quarto está na penumbra, iluminado apenas por um candeeiro de luz quente.
— Tens óleo ou creme? — pergunto, enquanto os meus olhos percorrem as curvas escondidas sob o tecido.
Ela aponta para a cómoda, sem dizer nada. Escolho um óleo leve e perfumado, aqueço algumas gotas entre as mãos. Subo para a cama e baixo a toalha até à sua cintura, revelando as costas nuas. A pele dela brilha sob a luz suave do candeeiro, quente e convidativa. O silêncio no quarto é quebrado apenas pelo som da respiração dela, lenta.
Aqueço o óleo entre as palmas das mãos e deixo-o escorrer em fios finos sobre os seus ombros, deslizando até o vale das costas. Ela estremece levemente com a sensação fresca e solta um suspiro profundo.
A ponta dos meus dedos espalha o óleo devagar, desenhando círculos pequenos sobre os músculos tensos dos ombros. Pressiono suavemente, sentindo os nós escondidos sob a pele. Trabalho cada um deles com precisão, os polegares aplicando uma força necessária enquanto deslizam pelas laterais do pescoço e descem, seguindo a linha da coluna.
O corpo dela responde ao toque. Pequenos arrepios percorrem-lhe a pele a cada movimento lento das minhas mãos, que exploram as curvas suaves das suas costas.
A cada passada, aumento a pressão, os meus dedos aprofundando-se na carne quente, libertando qualquer resquício de tensão. As minhas mãos deslizam pela omoplata, espalhando o óleo por cada centímetro, antes de descerem lentamente até a lombar.
Ela suspira novamente, afundando-se mais no colchão.
Deslizo as palmas pelas laterais pela cintura, um toque mais suave diferente de antes. Os meus polegares seguem a forma da coluna, pressionando delicadamente cada vértebra, sentindo-a relaxar sob as minhas mãos.
A cada novo movimento, desço mais um pouco. As mãos moldam a curva delicada da cintura, acompanhando a forma do corpo, o óleo permite que os toques sejam longos e fluidos. Os dedos deslizam devagar, descendo até a borda da toalha que cobre o rabo.
Deixo que o momento se prolongue. Com as pontas dos dedos, sigo o contorno da cintura novamente, num toque leve, apenas para sentir a forma como o corpo dela reage. A respiração torna-se mais profunda, o corpo move-se quase impercetivelmente sob as minhas mãos, um sinal mudo de que ela quer mais.
Espalho mais óleo e repito os movimentos, explorando cada linha da sua pele, sentindo o calor irradiar. As minhas mãos sobem e descem em ritmo constante, os dedos deslizando com precisão.
A minha palma desliza até a base da toalha, e sem pensar, os meus polegares afastam-na ligeiramente, apenas o suficiente para alcançar a nádegas. A pele ali é ainda mais quente, macia, reagindo ao menor dos toques. Sinto os pelos arrepiados
A cada deslizar das mãos, percebo-a a relaxar mais e mais, mas também noto a tensão latente a crescer. A respiração dela hesita sempre que os meus dedos se aproximam dos limites do permitido. O corpo dela molda-se ao meu toque, um convite silencioso para continuar.
E eu não vou parar.
Ela não diz nada. Mas eu percebo.
Derramo óleo na perna direita e começo a massajá-la, primeiro por fora, com toques profundos e ritmados. Aos poucos, vou avançando para a parte interna da coxa, subindo centímetro a centímetro. Os músculos dela reagem ao meu toque, e quando os meus dedos se aproximam da virilha, ela afasta timidamente as pernas.
Quase impercetível, mas o suficiente.
O meu polegar desliza devagar até a base da nádega, empurrando suavemente a toalha para cima. Ela não recua. Pelo contrário, arqueia as ancas num convite mudo. A cada toque, sinto a sua pele a ficar mais quente, o corpo cada vez mais entregue.
Troco de perna e repito o processo, demorando-me mais na parte interna das coxas. Os seus suspiros tornam-se mais altos, misturado com pequenos gemidos que escapam sem que ela consiga controlar. Quando a minha mão desliza até a virilha, ela empina o rabo ainda mais, procurando um contacto que finjo não perceber.
Afasto-me da virilha quando isto acontece. Estou a provocar.
Derramo um pouco mais de óleo sobre as suas nádegas que desliza entre as nádegas passando por zonas proibidas, vejo o cu a brilhar com o óleo. O espalho o óleo pelas nadegas. Os meus dedos pressionam, moldam, exploram. Primeiro com suavidade, depois com mais firmeza, usando a palma da mão para cobrir tudo, cada curva, cada detalhe.
O corpo mexe-se cada vez mais ao meu toque, e quando deslizo os dedos entre as suas coxas, evitando a virilha, ela solta um suspiro mais alto, uma súplica silenciosa.
Mas eu não cedo. Ainda não.
Permaneço ali, em círculos infinitos, a criar uma tensão deliciosa, até que sinto que já não há como voltar atrás.
— Vira-te — digo num sussurro.
Ela obedece.
O seu corpo está completamente exposto agora, a toalha da cabeça ainda cobre-lhe parte do rosto, mas a outra já não existe. A pele pálida brilha sob o reflexo do óleo, os seios de mamilos rosados estão rijos, arrepiados. Passo os dedos devagar, sentindo cada reação.
Deslizo a palma da mão sobre os seus mamilos, brincando com a ponta dos dedos, provocando arrepios. Os bicos endurecem ainda mais, e quando baixo a cabeça para os tomar entre os lábios, ela suspira profundamente, enterrando os dedos nos lençóis.
O cheiro da sua pele, quente e doce, faz-me perder a noção do tempo. Chupo levemente, depois deslizo a língua ao redor, ouvindo os gemidos suaves dela preencherem o quarto.
Desço lentamente, contornando a sua barriga, deslizando os dedos até as coxas. Percebo que está completamente entregue quando a minha mão encontra a vagina – quente, pulsante, húmida.
Jogo com a provocação, explorando os contornos sem nunca tocar diretamente onde ela deseja. Mas ela já não aguenta esperar. Geme baixinho, separando mais as pernas, oferecendo-se sem pudor.
Finalmente, rendo-me.
A ponta dos meus dedos desliza pelo clitóris, massageando-o em movimentos suaves. Ela arqueia as ancas contra a minha mão, ofegante. A resposta é imediata – em menos de um minuto, o corpo dela estremece num orgasmo profundo, intenso, esmagador.
Mas não termino por aqui.
Levanto-me ligeiramente e alcanço o bolso da minha calça. Lá dentro, está um pequeno presente que trouxe para tornar a noite ainda mais especial – um vibrador discreto, em forma de batom, perfeito para estimular o clitóris.
Ligo-o e encosto-o suavemente contra o ponto mais sensível dela. Os seus gemidos aumentam, tornando-se mais altos, mais desesperados. As pernas dela tremem, e os lençóis já estão marcados pela sua humidade.
Inclino-me e começo a chupá-la, a explorar cada detalhe da sua cona molhada. O sabor quente e doce da sua excitação preenche-me a boca. Ela geme alto, os orgasmos vêm em ondas, cada um mais forte que o outro.
Mas quero levá-la ainda mais longe.
Deslizo um dedo para dentro dela, sentindo como a sua cona pulsa à minha volta. A umidade quente escorre pelos meus dedos. Introduzo outro, depois um terceiro – é apertado, mas ela está demasiado excitada para resistir.
Acelero os movimentos e, de repente, sinto o seu corpo contrair-se. Ela grita, a voz embargada de prazer, e um jato de líquido quente escapa-se de dentro dela, molhando os lençóis numa explosão de êxtase incontrolável.
Ela desaba sobre a cama, a respiração descompassada, os músculos ainda a tremerem.
Passo as mãos lentamente pelas suas coxas, permitindo-lhe recuperar. Sorrio.
Isto foi apenas a primeira parte da massagem.
Isto foi apenas o começo. A noite mal começou, e ainda há muito a explorar.