Laurinha, feia, magrinha e gostosinha

Um conto erótico de KCTGOSTOSO
Categoria: Heterossexual
Contém 1372 palavras
Data: 26/02/2025 15:22:10

Laurinha, feia, baixinha e gostosa.

Laurinha... Baixinha, bundinha empinadinha, magrinha e não muito bonita, mas chamava a atenção por onde passava. Morava numa cidade vizinha à que eu tocava e sempre a gente se apresentava por lá. Dois amigos meus já haviam transado com ela e diziam ser muito gostosa na cama. Todas as vezes que a gente ia tocar lá, ela ia nos shows, conversava com todos, era bem descolada e divertida. Eu sempre jogando piadinhas pra cima dela, mas respeitando, porque um dos meus amigos ainda estava pegando.

O tempo passou, mudei de banda e numa apresentação em uma boate na cidade de Laurinha, antes do show, ela apareceu. Conversamos na porta da boate e perguntei se ela viria mais tarde, ela confirmou que sim. Arrumei um ingresso grátis pra ela, até então, sem segundas intenções.

À noite, chegando na casa noturna, de dentro do ônibus da banda, a vi sentada num banco da praça, sozinha. Entramos pro show e assim que começou, ela veio pra frente do palco, bebendo e dançando com outras meninas. E sempre dirigia o olhar pra mim, e eu retribuía, com sorrisos e acenos discretos.

Intervalo do show, fui ao camarim, peguei uma bebida e fui pra pista. Logo ela se aproximou, com uma amiga. Nos apresentamos e perguntei, em meio ao som alto: cadê o namorado? Ela respondeu que estava solteira. Pensei: hoje é minha vez...

Falei pra esperar, que após o show a gente ia tomar umas e conversar fiado. Tudo combinado, voltei ao palco e no final, enquanto o DJ ajeitava seus equipamentos, procurei por ela no salão e localizei próximo ao balcão. Mais que depressa guardei meus equipamentos e meu instrumento e parti pro ataque. Cheguei por trás dela e disse sussurrando ao seu ouvido: demorei?

Ela se virou, assustada e deu um belo sorriso quando me viu. Conversamos abobrinhas por um tempo e chamei pra irmos ao hotel onde a banda estava hospedada. Ela hesitou um pouco, disse que não ia pegar bem, pois conhecia todo mundo na cidade, etc, etc. Mas a convenci que naquele horário, ninguém reparava mais em nada. E ela topou. Me perguntou se os meus amigos tinham falado algo a respeito dela e eu apenas disse que foram só elogios.

Chegando no quarto, fui pra cima, beijando demoradamente, apertando o corpinho magro dela contra o meu. Ela sentiu a pressão do kct junto à sua barriga e disse: nossa, parece que é bem grande, né? Disse pra ela conferir. Ela se afastou um pouco, tirou minha blusa e começou a abrir minha calça. Quando o bichão ficou de fora ela se admirou e falou que não ia aguentar tudo aquilo entrando nela. Falei pra ela que, com jeitinho, tudo se resolve e se encaixa. Fomos pro banho e então pude ver aquela mulher pequena peladinha, magrinha, seios pequenos, pontiagudos, apontando pra cima, as coxas torneadas e um pouco grossas, bumbunzinho empinado e uma bucetinha carnuda, com um grelinho saliente saindo dos grandes lábios. Entramos na ducha juntos, lavei meu kct e ela ajoelhou e abocanhou o que conseguiu. A cena era bonita de se ver. Um rostinho pequenininho, com meu kct grande e grosso na boca. Ela mamou um tempo, terminamos o banho e fomos pra cama. Deitei ao lado dela, nos beijamos e fui descendo a boca pelo pescoço, dando mordidinhas de leve até chegar nos peitinhos. Parei pra admirar: pequenos e empinados, com os biquinhos marrom clarinho... Chupei e continuei meu caminho até a bucetinha. Ela se contorcia toda, sentindo muito tesão. Quando encontrei a grutinha ensopada, enfiei a língua o quanto pude e ela se agarrou aos meus cabelos, prendendo minha cabeça entre as coxas. Gozou gostoso na minha língua. Lambi seu grelinho e subi, fazendo o caminho inverso, mordendo e chupando tudo que aparecia pela frente. Me encaixei entre suas coxinhas, dei uma encarada e falei: relaxa, pois vai aguentar tudinho em você. Comecei a forçar a entrada, buceta apertada, revelando que há muito tempo não via um kct dentro dela. Foi entrando forçado, tirando gemidos de dor e prazer daquele rostinho feio, que a cada investida, fazia mais e mais caretas. Era até engraçado, pois a cada centímetro que entrava, o rosto dela se desfigurava e ela sorria. Com jeitinho, fui metendo até quase sentir o saco bater no bumbum dela. Esperei ela se acostumar com o kct na pepeka e comecei a socar, a princípio devagar e aumentando a velocidade, fazendo ela gozar forte e melar ainda mais a buceta, agora arrombada pelo meu pau.

Foi quando resolvi colocar meu lado dominador e sádico em ação. Coloquei ela de "frango assado" e meti tudo, de uma vez. Ela gritou. Parei com o kct lá dentro, olhei bem fundo nos olhos dela e disse: se prepara putinha, agora você vai sofrer. Soquei forte e dei um tapa em sua cara. A reação foi de espanto e sem deixar que ela reagisse, emendei outro tapa e falei: tá gostando de apanhar, não está putinha vagabunda? Ela não sabia o que falar. Me abaixei entre suas pernas e dei um beijo safado, mordendo os lábios dela, enquanto socava o kct todinho na buceta. Ela, entregue, apenas gemia, gemia e dizia que ia gozar de novo.

Aumentei o ritmo das estocadas, com força. Parei e mandei ela ficar de quatro. A visão era maravilhosa: o bumbum pequeno, empinado, a pepeka arrebitadinha pra trás, os cabelos longos jogados nas costas. Me posicionei e dei um tapa forte na bunda, quando meti o kct sem dó, com força. Ela tentou se jogar pra frente, mas a puxei pelos cabelos, fazendo ficar quietinha e aguentar minhas estocadas rápidas. Senti meu gozo se aproximar, mas ainda não era hora. Parei de meter e me deitei com o kct pra cima e mandei ela sentar, pois assim ela podia controlar o quanto ia entrar na buceta. Assim que ela posicionou na entrada melada, começou a sentar devagar. Segurei na cintura e dei uma estocada forte pra cima, fazendo entrar quase o kct inteiro. Ela gemeu gostoso, apoiou as mãos no meu peito e começou a rebolar, enquanto eu dava socadas fortes pra cima. Senti o gozo escorrer no meu pau e me sentei na cama, abraçando aquele corpo magro e pequeno. Me levantei com ela no colo, o kct latejando dentro da bucetinha totalmente preenchida. Fiz ela balançar no pau e deitei novamente, avisando que ia encher a buceta dela de porra.

Ela pediu pra eu gozar nos peitos dela. Comecei a socar forte e rápido, dei mais uns tapas no rostinho dela, deixando tudo vermelho. Quando senti o gozo se aproximando, tirei o kct e mirei nos peitinhos. A porra saiu forte e deixei o rosto e os peitinhos bem melecados com o leitinho quente.

Fomos pro banho e nos deitamos pelados. Logo que amanheceu, comecei a dar beijinhos no pescoço e fui descendo pelas costas, alisando o bumbum dela e buscando pegar na bucetinha, que ainda estava inchada. Ela se abria todinha e logo meti dois dedos e comecei a socar devagar. Ela se agarrou no meu kct e desceu pra chupar, deixando ele em ponto de bala novamente. Deitamos de lado e meti devagar, com carinho dessa vez. Fui socando tudo e ela começou a rebolar, dizendo que estava muito gostoso. De bruços, me deitei por cima dela, sem tirar o kct, comecei a meter mais forte e senti ela gozando mais uma vez. Estava perto de vencer a diária, o horário da banda viajar também se aproximava e tive que acelerar minhas metidas pra gozar e deixar minha porra bem no fundo da bucetinha de Laurinha. Coloquei ela de quatro e meti tudo, dando tapas na bunda e acelerando os movimentos, puxei pelos cabelos e gozei... bem fundo, com o kct todinho dentro dela.

Mais um banho rápido e nos despedimos, na certeza de que não era o final, mas o inicio de belas trepadas que ainda viriam. E vieram, mas essa é uma outra história, que vou contar em breve como tirei o cabacinho do cuzinho dela, com uma prima recém separada assistindo a tudo no sofá da sala.

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