Segredos na Cama da Mãe, Entre o Tesão e o Ódio PT4 FINAL

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 2175 palavras
Data: 26/02/2025 12:26:39
Assuntos: Grupal, mamae, Vizinho

Oi, eu sou o Daniel, e minha vida tava virando um caos que eu nem sabia como lidar. Depois daquela noite em que vi minha mãe, a Ângela, sendo comida pelo Mauro e aceitei o acordo dele no vestiário abandonado, eu voltei pra casa com a mala nas costas, o coração batendo forte e a cabeça a mil. Eu tinha 18 anos, loiro, alto, malhado, mas nunca tinha nem beijado uma mina, e agora tava entrando num jogo que eu não sabia se ia ganhar ou me ferrar de vez. Minha mãe, aquela mulher linda, loira puxada pro ruivo, 1,70, olhos cor de mel e corpo curvilíneo, era o centro de tudo, e o Mauro, aquele negão de quase 2 metros, musculoso e intimidador, tava mudando nossas vidas de um jeito que eu não conseguia aceitar.

Cheguei em casa às 7 em ponto, como ele mandou. Bati a porta devagar, a mala pesando no ombro, e vi minha mãe na sala, sentada no sofá, de short e camiseta, mexendo no cabelo como se estivesse nervosa. O Mauro tava ao lado, de regata, o braço musculoso esticado no encosto, tomando uma cerveja. Eles me olharam quando entrei, e eu senti um frio na barriga. “Oi, Daniel, que bom que tu voltou,” minha mãe disse, com a voz meio falhada, tentando parecer normal, mas dava pra ver que ela tava tensa.

“Fala, garoto,” o Mauro disse, com aquele tom grave que me dava arrepio. “Senta aí, a gente tem que conversar.” Eu larguei a mala no chão e sentei na poltrona, de frente pra eles, o coração na boca. Tava com raiva, com medo, mas também curioso pra caramba.

“Que que tá rolando?” perguntei, tentando parecer tranquilo, mas minha voz saiu seca. Minha mãe olhou pro Mauro, como se pedisse permissão pra falar, e ele assentiu, tomando um gole da cerveja antes de abrir a boca.

“Daniel, tu aceitou o acordo, né? Então agora a gente vai te ajudar, como eu prometi,” ele disse, me encarando com aqueles olhos escuros que pareciam me furar. “Tu vai aprender como se faz, como ser homem com uma mina, e tua mãe e eu vamos te mostrar.”

Eu pisquei, confuso. “Aprender como se faz? Que que tu quer dizer com isso?” retruquei, já sentindo o sangue subir. Minha mãe respirou fundo e falou, a voz baixa:

“Filho, a gente pensou que… bom, tu tá nessa idade, nunca teve experiência, e o Mauro acha que tu precisa ver pra entender. Então eu e ele vamos… transar, e tu vai assistir pra aprender.” Ela disse isso olhando pro chão, as bochechas vermelhas, e eu senti um soco no estômago.

“Que porra é essa, mãe? Tu tá louca? Eu não vou ficar vendo isso!” Eu levantei, puto, mas o Mauro levantou a mão, calmo, me mandando parar.

“Se acalma, garoto. Tu quer a Aline, né? Quer sair dessa timidez idiota? Então senta aí e escuta. Isso é pra teu bem,” ele falou, com aquele jeito dele que me fazia engolir seco. Eu hesitei, a raiva queimando, mas a imagem da Aline, morena, linda, com aquele jeito misterioso, passou pela minha cabeça. Eu queria ela, sempre quis, e se o Mauro tava falando sério que ela me olhava… caramba, eu precisava tentar.

“Tá, mas isso é doido pra cacete,” murmurei, sentando de novo, o coração disparado, as mãos suando. Minha mãe levantou, ainda sem me olhar nos olhos, e começou a tirar a camiseta. Eu vi os peitos dela aparecendo pelo sutiã preto, o corpo malhado brilhando na luz da sala, e, mano, eu fiquei duro na hora. Não queria, mas meu pau não obedecia, pulsava dentro da calça como se tivesse vida própria.

O Mauro riu baixo, me olhando de canto. “Se acalma, Daniel. Tu tá muito ansioso, vai gozar antes de começar se continuar assim,” ele disse, com um tom de repreensão que me fez ficar vermelho de vergonha. Minha mãe tirou o short, ficando só de calcinha e sutiã, e eu não conseguia tirar os olhos dela, mesmo querendo gritar que aquilo era errado.

Ele se levantou, botou a cerveja na mesa e abriu o zíper do short, puxando pra baixo com calma. Aquele pauzão monstruoso apareceu, pendurado entre as pernas dele, uns 30 centímetros de puro terror e poder. Minha mãe caiu de joelhos na frente dele, como já tinha feito na noite passada, e começou a chupar. Ela pegou com as duas mãos, a boca abrindo devagar pra tentar engolir a cabeça, gemendo baixinho enquanto lambia. Eu tava ali, sentado, assistindo, o pau duro quase rasgando a calça, e o Mauro virou pra mim, falando como se fosse um professor:

“Olha só, Daniel. Quando uma mina te chupa, tu tem que ficar tranquilo, aproveitar. Não aperta a cabeça dela, deixa ela ir no ritmo dela. Se tu forçar, ela engasga e não curte. Tua mãe tá aprendendo a lidar com o meu, olha como ela faz.” Ele apontou pra ela, a boca dela esticada ao redor daquele troço, os olhos fechados, concentrada. Eu tava hipnotizado, a raiva misturada com um tesão que me deixava zonzo.

Minha mãe chupava com dificuldade, gemendo, as mãos deslizando pelo pau dele, e eu não resisti mais. Tirei o pau pra fora, duro pra caramba, uns 20 centímetros, nada perto do Mauro, mas ainda assim grande. Comecei a me masturbar, maravilhado com a cena, o som dela sugando, o jeito que ela se entregava. Ela abriu os olhos, me viu, e soltou um: “Nossa, filho, isso também é grande! Não é igual o do Mauro, mas ainda assim é bem grande!”

Eu não sabia se me sentia lisonjeado ou ofendido. Meu pau era grande, sim, mas perto daquele monstro do Mauro parecia pequeno. “Valeu, mãe,” murmurei, sem parar de me tocar, o tesão tomando conta enquanto ela voltava a chupar ele.

O Mauro riu, puxou ela pelo cabelo e a levantou. “Chega de boca, Ângela. Vamos mostrar pro garoto como se fode de verdade.” Ele a virou de quatro no sofá, a bunda dela empinada, branquinha e perfeita, e alinhou o pauzão na buceta dela. “Olha, Daniel, tu tem que ir firme, mas com cuidado no começo,” ele disse, enquanto enfiava com força. Minha mãe urrou, um grito que misturava dor e prazer, as unhas cravando no sofá enquanto ele começava a meter, o ritmo agressivo fazendo o corpo dela tremer.

“Ahhh, Mauro, vai devagar, porra!” ela gemeu alto, a voz rouca, mas ele não escutava, socava sem dó, o pau entrando e saindo, as bolas batendo na bunda dela. Eu tava me matando na punheta, o tesão me dominando, a imagem dela gemendo daquele jeito me levando à loucura. O Mauro olhava pra mim, ensinando: “Quando tu meter numa mina, Daniel, usa os quadris, não só o pau. Faz ela sentir tudo, sacou?”

Minha mãe virou a cabeça pra mim, os olhos cheios de tesão, e me chamou: “Vem cá, filho.” Eu levantei, sem nem pensar, o pau duro balançando, e ela me puxou pra perto. “Deixa a mamãe te chupar enquanto o Mauro me fode,” ela disse, a voz tremendo. Eu gelei, a confusão me batendo forte, mas o prazer daquele momento era maior. Ela pegou meu pau com a mão, a boca quente me engolindo enquanto o Mauro metia atrás, e eu senti um choque elétrico subir pela espinha.

Era louco, mano, um prazer que eu nunca tinha sentido, misturado com uma culpa que me rasgava por dentro. Minha mãe chupava com vontade, a língua dela rodando na cabeça do meu pau, gemendo com cada estocada do Mauro. Eu tava quase gozando, o corpo tremendo, mas o Mauro me cortou: “Se segura, Daniel! Não goza ainda, aprende a controlar.” Eu respirei fundo, tentando aguentar, os dentes cerrados, enquanto ela me chupava mais forte.

Depois de uns minutos, ela me soltou, ofegante, e disse: “Senta no sofá, filho.” Eu sentei, o pau duro apontando pro teto, e ela subiu em cima de mim, alinhando minha rola na buceta dela. “Mauro, vem comer meu cu,” ela mandou, olhando pra ele com um fogo nos olhos. Eu tava chocado — minha mãe, a mesma que me criou, pedindo isso? Ele cuspiu na mão, esfregou no pauzão e na bunda dela, lubrificando bem, e começou a enfiar, devagar.

“É minha primeira vez dando o cu, Daniel,” ela disse, gemendo enquanto o Mauro forçava a entrada, o pau dele abrindo aquele buraco virgem. Eu tava dentro dela, sentindo a buceta dela me apertar, a mesma que me trouxe ao mundo, enquanto ela perdia a virgindade anal pro Mauro. O tesão era insano, mano, eu não conseguia pensar direito, só sentia ela quente, molhada, gemendo alto enquanto o Mauro ia mais fundo.

“Vai devagar, Mauro, tá doendo pra caramba,” ela gemeu, mas ele riu baixinho e aumentou o ritmo, ditando o passo. Eu comecei a bombar com força, os quadris subindo, metendo na buceta dela enquanto o pauzão dele entrava no cu. Era uma loucura, eu e ele, dois caras altos, fortes, erguendo ela do sofá, ela no meio de nós, suspensa, duplamente penetrada. O corpo dela tremia, os peitos balançando na minha cara, os gemidos dela enchendo a sala.

“Tá gostando, Ângela?” o Mauro perguntou, metendo mais forte, o pau dele forçando o cu dela a se abrir mais. Ela gritou: “Ai, sim, tá me rasgando, mas tá bom pra caralho!” Eu sentia o pau dele pelo canal dela, pressionando o meu, e aquilo me deixava louco. Levantei ela com as mãos na bunda, as pernas dela abertas, os pés balançando no ar enquanto eu socava por baixo, o Mauro empurrando por trás. O suor escorria, o cheiro de sexo tomava a sala, e ela gemia sem parar, “Me fode, me fode, seus dois!”

Eu tava perdido, mano, a buceta dela me apertando, o calor dela me envolvendo, o Mauro metendo no cu dela com um ritmo brabo, os gemidos dela me levando pro limite. “Tô quase gozando, mãe,” avisei, a voz saindo rouca, e ela olhou pra mim, os olhos vidrados.

“Segura, Daniel, deixa o Mauro ditar,” ele disse, firme, e eu tentei, mordendo o lábio, o corpo tremendo de vontade. Ele acelerou, o pauzão dele entrando e saindo do cu dela, a bunda dela vermelha de tanto levar, e ela gritava: “Ai, Mauro, tá fundo, tá me matando!”

De repente, ela se contorceu, o corpo inteiro tremendo, e gozou forte, “Tô gozando, caralho, tô gozando!” O Mauro riu, “Isso, minha vadia, goza pros teus machos!” Eu não aguentei mais, o tesão explodiu, e avisei: “Mãe, não dá, eu vou…” Ela me cortou, ofegante:

“Goza na minha boca, filho, eu quero os dois na minha boca!” Ela desceu de mim, o Mauro saindo do cu dela, e se ajoelhou no chão. Eu e ele ficamos de pé, um de cada lado, e ela abriu a boca, os olhos cheios de tesão. Comecei a gozar, jatos grossos saindo do meu pau, batendo na língua dela, enquanto o Mauro gozava junto, uma carga absurda, tipo um balde, caindo na boca dela, no rosto, escorrendo pro pescoço. Ela pegava tudo, espalhando pelo corpo, os peitos brilhando com nosso sêmen, gemendo enquanto lambia os lábios.

Eu tava zonzo, o prazer misturado com um ódio que eu não sabia explicar. Ela olhou pra mim, ofegante, e disse: “Foi só dessa vez, Daniel, pra fechar o acordo. Tu aceita eu e o Mauro agora?” Eu acenei, mudo, “Tá, eu aceito,” e corri pro meu quarto, o coração disparado, o corpo mole, a cabeça um nó.

No dia seguinte, o Mauro começou a me dar dicas sobre a Aline. “Ela é tímida, mas gosta de cara que toma iniciativa. Fala com ela, chama pra sair, mas vai devagar,” ele disse, enquanto tomava café na nossa cozinha. Eu ouvia, ainda confuso, mas decidido a tentar. Nos meses seguintes, eu me aproximei da Aline, aquela morena incrível que mexia comigo. Comecei tímido, só um “oi” aqui e ali, mas com o apoio do Mauro, peguei coragem, chamei ela pra tomar sorvete, depois pra ver um filme. Em poucos meses, tava namorando sério com ela, minha primeira namorada, e ela era tudo que eu sonhava.

Minha mãe virou noiva do Mauro, o anel brilhando no dedo dela, e eles tavam felizes, mas aquela dupla penetração não saía da minha mente. Eu aceitava eles, sim, mas dentro de mim tinha um peso que não explicava. Uma noite, já com a Aline dormindo do meu lado na nossa casa, eu me levantei, fui pro banheiro e me olhei no espelho, o rosto cansado, os olhos fundos.

“Foi só uma vez,” murmurei pra mim mesmo, tentando me convencer. Mas o prazer daquela noite, o gemido da minha mãe, o pauzão do Mauro, tudo voltava como um filme que eu não conseguia apagar. Eu aceitei, vivi, e agora tava com a Aline, mas algo em mim tinha mudado pra sempre. Respirei fundo, lavei o rosto e voltei pra cama, abraçando ela, tentando encontrar paz no calor dela, mas sabendo que aquele dia ia me assombrar pro resto da vida.


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Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 155Seguidores: 262Seguindo: 23Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail

Comentários

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depois dos 2 primeiros esperava um desfecho legal mas os dois ultimos foram bem decepcionantes

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Comecei a ler até a parte que o Mauro transa com a mãe na frente dele 🤔🙆🙆🙆🙆. Que história mais esdrúxula,sem pé nem cabeça. O Daniel é mais submisso que a mãe.. Começou rugindo igual um Leão e acabou virando um Gatinho.👎👎👎

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Olha... pela expectativa trazida no primeiro conto dessa história, eu pelo menos não imaginaria um final desses. Eu imaginava que o filho iria sair de vez de casa, poderia expulsar a mãe e o amante, ou que o cara fosse envolvido em algum crime e o Daniel fosse denunciar ele por isso, ou até que fosse rolar um relacionamento incestuoso entre a mãe e o filho, com a mãe totalmente submissa ao filho, mas esse final foi bem desanimador.

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Olá pessoal, vocês a cover comigo porra em todo site não tem uma história boa, tudo meia boca pra baixo, olha esse que merda de final, nota zero

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Que fiasco de conto você já foi melhor Gabriel

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Parece que ficou alguma coisa mau resolvida nesta história parabéns nota mil

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