Ótimo, estarei esperando pelo próximo
Eu e a caçulinha
Estava só em casa, minha outra irmã estava de férias, minha irmã quatro anos mais nova chegou da balada, estava bêbada, deitou na minha cama, tentava me beijar, me apalpava, me agarrava, tentando tirar minhas roupas.
Inicialmente resisti, levei-a ao banheiro, liguei o chuveiro, retirei parte de suas roupas, me molhei junto, ela persistia tentando me agarrar, até que retirou suas roupas totalmente, seus peitos medianos durissimos, boceta depilada rosinha, pele de pêssego.
Aos poucos perdendo o controle, nos beijamos, um beijo quente, doce, enebriante, pensamentos em um turbilhão, eu tentava me conter, mas o tezão, e a sensação de proibido me deixava cada vez mais exitado.
Sua mão me apalpava, pensamentos turvos, retribui aquele beijo, sentindo um gelo no estômago, nossos corpos se colaram, meu pau entre suas coxas quentes parecia derreter.
Fomos direto para o sofá sentada de pernas abertas mergulhei em sua grutinha, perfeita, rosada, depilada, os lábios externos cobria completamente, não aparecendo nada interno, escorria um líquido delicioso de cheiro delicado.
Por alguns minutos deliciei naquela fonte de desejo, perdi a noção do tempo, suas pernas contraíram me sufocando, suas mãos agarraram meus cabelos ora arrancando, ora empurrando minha cabeça pra dentro.
Ela gozou entre gemidos e contrações, em minha boca, voltei a beijá-la, e após mamei seus peitinhos duros, rosas, voltei a mim, minha consciência retornou e decidi não passar desse ponto.
Sem falar uma palavra sequer ela me segurou e jogou no sofá, retribuindo o ato, me chupou, uma boca quente, entre mordidas e chupadas, quase arrancando minhas bolas, disse me deu mais tezão ainda.
Puxei e a joguei de costas, e num só movimento entrei, parecia um vulcão em erupção, encharcada, rebolando como uma putinha, nunca havia visto dessa forma, de joelhos sobre o sofá segurei seus braços para trás.
Seu rosto precionado noutra o encosto do sofá eu a penetrei com muita força, minhas bolas esmagadas contra seu corpo, esfregava, arrombava como um vadia.
Gememos e gozamos, dormimos no sofá, ela sobre mim, quando acordei eu estava sozinho, ela não estava em casa, retornou dois dias depois, passamos dias sem conversar, até ela pedir segredo e que estava bêbada.
Até hoje sonho com essa noite e desejo que volte embreagada para casa