Marido desleixado, chifre acertado

Um conto erótico de danadinho45
Categoria: Heterossexual
Data: 21/07/2021 16:25:25

Priscila estava deitada em sua cama. Acabara de acordar e lia um romance. Dentro daquele livro, sua mente viajava, acompanhando as aventuras da personagem principal. Passou a mão direita em seus seios e depois levou o indicador até a boca. Coberta até a metade do corpo com lençol fino, sua mente pensava em repetir os desejos mais secretos daquela protagonista. Havia um problema para Priscila: casada, ela nada podia fazer. Seus olhos castanhos e cabelos lisos compridos pretos, recebiam os raios do Sol. As pernas cobertas, longas e bem definidas, escondiam sua nudez. A pele branca, no alto dos seus 19 anos, mostravam os traços de um ninfeta em amadurecimento que poderia muito bem entrar na Mitologia Grega.

Levantou-se e foi banhar. Abriu o chuveiro, experimentou a água com as mãos. Tirou o resto de pano que a cobria. Seus seios, bem definidos, foram tocados e a água, degustando seu corpo, parecia entender suas vontades. Ensaboou e tocou em sua genitália. Ela manifestou desejos após ida e vidas daquele sabonete excitante. Na tentativa de controlar suas reais tensões, mordeu os lábios e penetrou o indicador. Assim, naquele ato masturbatório, deixou correr suas vontades! Lavou bem o corpo e enxugou-se. Ela, Priscila, havia tomado a decisão: precisava buscar um jeito de resolver e amenizar sua loucura. O corpo pedia. O marido, sempre ocupado, não a atendia. Sexo rápido e básico, coisa pré-determinada em horários que sobravam após deitarem para dormir. Viajou, assim como sua protagonista, nos caminhos da liberdade escondida. Trocou-se, maquilou-se e saiu. Entrou no carro e guiou sem destino.

Sua mente pensava em alguma coisa para saciar aquela vontade. Parou o carro, estacionou na rua e foi até o porta-malas. Colocou umas coisas lá e notou que o estepe precisava de reparos! Nossa! Como seu marido havia esquecido disso! Voltou para seu bairro e logo encostou o carro na borracharia do experiente e velho Valmir. Saiu e foi chamá-lo:

- Seu Valmir!

Valmir, um senhor negro de 55 anos, baixo, bigode ralo, corpo magro, boné malhado e sujo, regata no corpo e bermuda com chinelo de dedo, surge diante dela. Sorriram e ele falou:

- Oi..como está? E o marido?

- Está bem. Vim para consertar o estepe.

- Deixa ver...

Ela abre o porta-malas, curva o corpo e suas pernas ficam visíveis para ele. O velho, só olha, passa a mão no saco mas rapidamente retoma sua finalidade.

- Pode deixar que eu tiro, dona Priscila!

- Obrigada!

Ela senta no sofá bem ao fundo do local. Imóvel comprido, ela ficava escondida atrás daquelas enormes barreiras de pneus. Cruza as pernas e vê uma cesta ao lado com revistas já surradas e pega para ler. Seu vestido preto de alças, suas unhas vermelhas e salto chama a atenção de Valmir. Fazendo o serviço, ele não se intimidava, olhava e recebia um sorriso pelo esforço do trabalho. Os olhares ficaram mais contantes e os sorrisos também. Vendo uma oportunidade, não pensou e disse:

- Seu Valmir...onde tem um banheiro?

- Te levo, espera.

Levantou-se, caminhou e abriu a porta. Maliciosa, ela já foi tirando a calcinha antes mesmo de fechar a porta. Sua boceta pelada ficou à mostra. Constrangido, ele iniciou o fechamento mas Priscila estava decidida.

- Entra, seu Valmir!

- Posso?

- Claro!

Entrou e trancou a porta por dentro. Ela sorriu e sentada no vaso, falou:

- Vem cá.

Chegou perto e ele falou:

- O que você quer?

- Posso ver teu pau?

Ela sorriu olhando para cima e ele tirou. Uma grossa rola preta surge na frente dela. Ainda flácida, começa a dar sinais de vida, levantando. Ela sorri, olha e segura dando umas masturbadas.

- Muito bonita!

- Chupa!

Ela cai de boca e o experiente Valmir deixa aquela tesuda agir. Sua sede por pau era intensa. Nova, ela parecia insaciável, engolindo até onde alcançava, promovendo o endurecimento do caralho em sua boca! Aos pouco, a vara enrijece e o papel se inverte. Segurando a cabeça de Priscila com a mão, ele força contra sua boquinha jovem, todo o poder do seu pau!

- Nossa...que pau gostoso...não conta para ele não, tá?

- Não vou falar nada, chupa, gostosa!

O vai e vem da cabeça de Priscila e bem rápido, mostravam a sede por pica. Passando a língua com vontade na glande do pau, sua adrenalina subia, a boceta pelada piscava, o caralho já molhado pedia algo mais. O batom em seus lábios já borrado, mostravam bem o trabalho de sua boca! Lambuzou tudo em volta e levantou.

- Vem me comer!

Encostando as mãos na parede, empinou, ofertando sua bunda para Valmir.

- Tô sem camisinha aqui.

- Vai assim mesmo...

Ele não pensou e alisou seu cacete. Encostou na porta da boceta e invadiu! Hummmm!!! Aos poucos, dezoito centímetros de pau sumiram dentro daquela apertada boceta! Ela fechou os olhos, gemeu, mordeu os lábios! Ele fodia com rapidez, precisava dar atenção para a borracharia. Ela fazia caretas de dor e tesão! Sua carne rosada abria para um novo mundo, aquele mundo que sua protagonista do livro vivia!

- Ai, aiiii...come...mete...arromba minha boceta! Aiii...que delícia!

Nesta altura, a pica preta, esfomeada, atravessava todo seu útero, num vai e vem rápido, ele segurando naquela cintura jovem, fazendo-a ir aos céus! A vontade de meter era tanta que a porta da boceta batia quase em seu saco.

- Gostosa...teu marido não te come, não? Fala...

Puxou os cabelos dela e pediu resposta.

- Fala...

- Desse jeito, não...ohhhh...delícia!

Enterrou e deu uma travada. Segurou nos seios dela com suas mãos e disse:

- Quando precisar, é só vir aqui. Não tem miséria!

Ela fez uma careta, sorriu e confirmou. Ele deu outra estocada forte e continuou.

- Delícia de boceta.

- Fode...ohhhhh!!!

A intensidade, o calor, o cheiro de sexo, deixaram Priscila num prazer fora do comum. Gemendo, ela soltou seu prazer líquido. O pau preto estava sendo recompensado pela inércia sexual do corno, vulgo marido!

- Ohhhhhhhh...ahhhhhhh...ahhhhhhh!!! Loucura...ohhhhh!!

Ela sorriu e ele continuou sua saga. Perfurando fundo e alcançando limites que Priscila jamais imaginaria, ela estava feliz e louca de tesão, após algumas pintadas, tirou e jorrou seu leite na bunda daquela jovem carente e agora realizada!

- Ohhhh...toma leite, putinha, deliciosa...

Uma jato de leite tomou conta do seu cu. O pau lançou tudo que podia, fazendo escorrer o sêmen até a boceta aberta, melando anel do cu, espalhou com o pau e ela olhou para trás, sorrindo.

- Delícia...muito bom!

Ele devolveu o sorriso, ela tratou de se limpar. Levantou sua roupa e disse:

- Te espero lá fora.

Priscila sentia sua boceta queimar e latejar muito. Riu safadamente enquanto seu macho saía do banheiro. Pegou papel e limpou-se. O cheiro de boceta comida era evidente. Vestiu-se, ajeitou-se, arrumou os cabelos, passou batom e saiu. Foi ao encontro dele.

- Tá pronto. Depois manda ele passar aqui e pagar.

- Tá bom, delícia.

- Quando quiser, é só aparecer.

Sorriu e trocaram piscadas. Ela voltou para casa e foi banhar-se. Lavou bem sua boceta. O marido poderia fazer uso. Da sua cabeça, a rola preta não saía mais. Seu corpo sentia duramente em forma de latejamento, os resultados daquela sacanagem perversa. Assim, sua personagem principal, ensinara algo importante. Deitou na cama e continuou sua leitura. Apagou, ali mesmo pelada, lembrando do seu desejo realizado.


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Comentários

Maravilha, muito tesão o conto!

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