Dois é ímpar - cap. 04

Um conto erótico de Gui F.
Categoria: Homossexual
Data: 20/07/2021 18:42:07

Essa história começa com cenas hétero, portanto leia os capítulos anteriores para dar sentido a história. Esperando agradar a todos vocês.

Amava, e amava pra caralho.

Por isso quando ele ganhou a rua naquela noite eu fiquei puto quando vi a uma lembrança de homem que chegou vomitando pela manhã, ele estava tão, tão, tão abaixo de si mesmo, que era muito pouco parecido com o homem que era, era um alienígena maligno habitando um corpo conhecido. Muito pouca gente devia ter visto esse cachaceiro nas ruas, recesso do judiciário, foda-se, resolvo depois, empurrei ele no banheiro, e ele não colaborava, dizia pra sair da casa dele, da cidade dele, da vida dele, pra eu morrer.

Juninho ficou assustado, a mãe o levou para nossa casa. Estávamos a cinco meses juntos e a quase quatro na casa dele. Era muita intimidade.

- Porra, Flavinho, deixa e te ajudar, colabora, vamos tomar um banho.

- Para que? Você vai me alisar, me ensaboar, me deixar limpinho, tesudo, querendo rola e vai embora.

- Flávio, você meu irmão, eu quero que você pare.

- Você vai me comer?

- Flavinho, eu te amo parceiro, mas como um irmão.

Ele chorou, e que merda é um pudim de cachaça chorando, aí o abracei, senti seu corpo ao redor do meu, nada me faria abandonar aquele momento.

- Não é porque esse amor por você não é o amor que você merece, que ele não é imenso. Eu te amo, e você e meu filho são os únicos homens que já amei.

- E você nos conheceu praticamente no mesmo dia.

- Não. Foi no mesmo dia, eu te conheci de verdade com o olho roxo, eu prometi a mim que aquilo nunca mais ia acontecer a você, eu te adotei pra ser minha família. O dia em que eu ganhei família foi um dia maravilhoso. Você não ia preferir tomar um banho?

- Você não ia preferir me soltar primeiro, não que esteja ruim, e o meninão tá aparecendo.

Eu estava realmente ficando de pau duro, mas… fui coberto por uma quantidade incrível de vômito, e o telefone tocou.

- Não, hoje eu não vou poder trabalhar. Um problema de saúde aqui em casa, eu sei, sei sim senhor, mas minha família é tão importante para mim quanto o seu comércio é pra o senhor, tente me perdoar de desligar agora, mas eu tô ocupado e não posso mais falar ao telefone. - Desliguei.

- Desculpe, eu não vou fazer de novo.

- Vomitar em mim.

- Beber.

- Vai sim. Mas não desse jeito, por que você es… - achei uma estupidez a pergunta que eu faria, agora eu sei o porquê, bebia por minha causa. - Vou te pôr no chuveiro.

Liana abre a porta e fecha o nariz com a mão, peço a ela roupas limpas, e que ela peça na farmácia, soro pra reidratar, um remédio para o fígado, ele pede que ela acrescente o remédio dele pra dormir.

O cabelo dele é fino e macio, a pele dele é diferente da aspereza da minha e mais forte que a delicadeza de Liana, os músculos eram mais firmes e maiores do que eu recordava, os fios que subiam de sua cueca formavam uma linha reta até o peito, pelos claros como os das pernas, diferente da barba que era cheia de falhas. Mamilo clarinho, baixei a cueca dele, a bunda dele era alta, era uma beleza diferente da de Liana, era uma beleza que merecia uma rola, e meu cacete, você não quer limpar?, o meu era maior, mas aquele caralho era responsa, branquinho e reto, chapuleta rosa larga, eu queria ele. Cacete, eu… Liana entrou, quase me vendo com a mão naquele cacete. E ele vomita novamente. Ninguém fica com tesão naquele momento. Oitenta por cento, eu estava cem por cento com Liana, mas os oitenta do Flávio… não entendia como isso podia ser, mas era, ela era a minha mulher, minha outra parte, mas ele também era meu, meu outra coisa, e eu o queria.

Eu era veado.

Liana recolheu a roupa, Flávio a ficou olhando como um bosta humano, novamente sujo e com o pau na mão, assim que ela sai ele fala:

- Gostosa pra caralho, tu tem muita sorte, fode ela direitinho, se não der conta, fala comigo que eu te ajudo - ri alto.

- E tu não é bicha, seu fresco?

- Não cem por cento, e eu sou cem por cento homem de frente pra uma boceta, te cuida gostoso - segurou minha caceta por dentro da roupa - sua pica pode ser melhor que a minha, mas eu tenho as manhas...

- Tu não tá nem bêbado, né veado?

- Só bem pouquinho.

Passamos o dia cuidando do Juninho e do Flávio, em um momento da tarde meu filho foi a cama dele levando biscoitos e leite para assistirem um filme juntos, dormiram abraçados. Vendo aquilo resolvi falar com Liana, disse que estávamos muito íntimos dele, que era melhor nos afastar um pouco, ter e dar mais espaço.

- Quando você me deixou grávida, eu te procurei, eu rastejei, meus amigos se afastaram de mim por eu ser a prostituta que você fez parecer que eu era, outros quase me violentaram porque você deixou claro que eu cedia fácil a qualquer um. Eu não tive apoio, nosso filho passou por necessidade, sabe família, puts, não tenho família...

- Me perdoe, eu nunca vou cansar de me desculpar, mas era sobre o Flávio, ele… - eu a cortei, e ela me cortou.

- Eu sei. Sobre o sujeito a quem eu fui pedir apoio pra que ele fosse falar com você. Sobre o sujeito que pagou todas as minhas contas, mandou uma feira com tudo pra meu muquifo, como você chama e foi comer comigo e com meu filho naquele mesmo dia? Sobre o sujeito que disse que em quinze dias ia resolver o problema ou me dar um emprego? Talvez seja sobre o homem que te orientou, que te deu um sacode numa grade de delegacia, todos naquele Fórum sabiam o que estava acontecendo, e aconteceu como ele disse que você ia reagir.

- Eu não sabia…

- Esperou a quarta-feira com a grade aberta, se você fosse me procurar antes da quarta você era só um bandidinho, depois da quarta um aproveitador, mas quando eu cansei de te esperar na quarta você apareceu, você demorou, mas foi…

- Eu estava com ele, ele estava machucado.

- Não mais que agora, ele te disse alguma coisa naquela quarta?

- Não.

- Certeza?

- Ele mandou eu procurar minha felicidade, disse pra eu ir procurar quem pudesse me fazer feliz.

- E onde você foi.

- Fui ficar de joelhos pra você.

- Eu te amo, e ele é só um chefe muito bom e um grande amigo, mas se eu tiver de escolher entre você ou ele, eu vou estar com ele. Vou repetir, eu te amo, mas eu e meu filho precisamos mais que amor, ou ao menos, um amor que não tenha medo da responsabilidade.

Filho de uma puta, desgraçado do inferno, lazarento sem vergonha, e eu xingava por dentro, não sabia se a ele ou a mim. Eu ainda não sabia, mas os esfregas dela na caceta dele estavam fazendo o seu efeito também.

Dormi na edícula sozinho, foi minha primeira briga com minha mulher, e eu pensava em cada erro que eu cometi, em meu filho, em como Flávio era mais exemplo pra Juninho que eu, como minha esposa era mais fiel a ele que a mim, e eu queria trepar com ela. E beijá-lo.

A barriga dele e as coxas fortes dela, a nuca dela, o nariz dele, mãos de ambos, eu queria enfiar meu cacete em um cu, em uma boca, mas de quem? Bati uma bronha pesada, mas a fantasia se esfarelava e eu morgava, era madrugada, e eu entrei na casa pela cozinha, ele estava sentado na mesa, chupando uma laranja.

- Desculpa eu…

- A casa é sua doutor Flávio, quem pede desculpas sou eu.

- Ela brigou com você? Você está com raiva de mim, eu sei, e eu sei que eu não queria complicar nada.

- Flávio nós somos um casal de dois, não somos um casamento de três. Às vezes fica difícil saber quem é par de quem.

- Seria melhor nos afastar um pouco.

- Eu também acho, mas se eu der um passo pra longe de você eu perco minha esposa. Só me faz um favor, não aumenta o volume, não diminua ainda mais a distância.

- Eu amo sua família.

- E você é amado por nós, mas você não é o chefe dela, nem meu senhorio, nem nosso amigo, que porra somos?

- Eu…

- Sente muito. Eu também sinto muito, sinto tanto tantas coisas que eu nem sei o nome. Mas agora eu estou com medo. Vamos só respirar.

- Quando eu te conheci eu pensei que eu ia me arrepender se fodesse contigo, que você era só um tabaréu, um jagunço, um animal em duas patas com a mania de usar cueca folgada.

- E hoje?

- Eu queria que você morresse para tomar seu lugar, e queria que todas as pessoas do mundo morressem para ter você só para mim.

- Se eu pudesse eu ia para tão longe para nunca mais te ver, mas eu não posso.

- Eu não queria que você me odiasse.

- Não odeio, mas não consigo sentir aquela alegria leve do passado.

- Melhor se nunca tivesse te conhecido, e se eu não sentisse o que é tão evidente que sinto por você. - Levantou saindo.

- É, às vezes eu sinto a mesma coisa que você. - Disse saindo esperando não ser ouvido.

O domingo foi melhor, Flávio ficou com o pequeno e Liana chegou em nossa casa, ela entrou e me encontrou no sofá, sentou de frente para mim com uma perna em cada lado de meu corpo, ela esfregou a calcinha em meu pijama e falou que eu era um animal, me deu um tapa, aliás O tapa (estava começando a gostar de apanhar dela), disse que eu era um canalha, um porco, um asno, e que eu só sabia foder direito, nada mais. Me senti desnorteado, reage cacete, me come, deixa marca em mim em todo canto, me arromba e não me deixa ficar sem teu corpo um dia nunca mais, me come.

Levantei do sofá e rasguei o vestido dela, dele amarrei os braços em suas costas, enfiei a calcinha em sua boca e a deixei sobre a mesa, disse pra ela não se mover, fui tomar um banho, voltei dez, quinze minutos depois, um pouco molhado cheguei ao ouvido dela e disse que eu era um marido fiel, apaixonado e limpinho, e ela era uma cadelinha suja, enfiei dois dedos na bucetinha dela, o melzinho dela escorreu pela perna, a outra já subia pela mesa, enfiei só a cabecinha, essa cadelinha não sabe obedecer o dono, ela empurrava a buceta em direção do meu caralho, mas eu a prendia longe e me forçava para trás, essa cadelinha merece um castigo?, ela já estava sendo castigada, vou enfiar a boca na bucetinha da minha cadelinha, e quando isso acontecer ela vai gozar imediatamente, não sei como isso acontece, mas é foda, não é que isso acontece?

Estava deixando crescer a barba, ela se ensopou tão logo minha língua entrou naquela buceta, novamente quando chupei o grelinho devagar, minha putinha agora não goza mais até eu dizer que pode, eu vou foder a bocetinha e o cuzinho de minha quenguinha até quando eu quiser, se ela rebolar o rabinho ela leva uma palmada, e se ela gozar antes da hora, a bocetinha dela fica de castigo sem caralho, entendeu cadelinha? gemia balançando a cabeça que sim, arrastei ela pelos cabelos, deixei ela ajoelhada no sofá, enfiei meu pau de vez, ela estava dilatada, grelhuda, ensopada, bombar era a coisa mais fácil do mundo, enchi minha boca de cuspe, mas acabei tendo outra ideia, putinha, goza na minha mão, eu quero muito mel de cachorra, ela ficou obediente, os peitos duros, apertei pra machucar, goza fora de hora não, aproveita o pau do pai de família e sente os dedos de um homem de bem no teu rabo, ela rebolou, dei com os cinco dedos em sua coxa, enfiei três dedos naquele cu, um, dois, três, se doeu não sei, os tremiliques de sua xota em meu pau desmentem quem disse que ela não gostou, me afastei, fui a cozinha, ela gemia, mas não tirou a calcinha da boca, voltei com uma latinha de cerveja apoiei nas costas dela e fui enfiando no cuzinho dela sem preocupação, não derruba minha cerva, ou não te como o cu por uma semana, ela nem respirava.

Quase que eu viro a cerveja, tirei ela dessa posição, desamarrei seus braços e lhe dei um gole de cerveja, ela tremia, desculpa, não é da lata que putinha bebê, enchi a boca e fui jateando da minha para a boca dela, ela estava suada, descabelada, cansada, ofegante, ela nunca esteve tão linda, tão gostosa, chupa, uau, calma, gostosa, devagar, ou você arranca meu caralho, abre a boca, gostoso de morder aquela língua, me deitei no chão, senta com a buceta no meu pau, vagabunda. Fiquei com isso um tempo, cu, buceta, cu, buceta. Goze na minha boca, parecia que ela urinava, gozei me punhetando, ela sentiu um jato em suas costas e correu pra limpar minha porra como uma cadela, de quatro.

- Nunca mais quero brigar com você.

- Eu vou brigar com você todo sábado - eu disse. - Por uma trepada dessa, eu corto um braço, por um domingo de manhã assim eu brigo contigo.

Rimos, tomamos banho e fomos ver Juninho e fazer o almoço do domingo.

Depois do almoço Liana só queria descansar e levou Juninho. Fiquei lavando os pratos, Flávio quis ajudar, mas eu não deixei, ele foi pra sala, terminei, fui avisar a ele, tá bom, obrigado, mas eu era uma abelha e fiquei por ali, e saía, e por ali e saía, por ali e saía.

- Vai, - disse ele estressado - me conta como foi essa foda.

- Como você sa…

- Quando vocês treparam para não me contar? Se ela esquece é você quem conta, ela não está aqui, então…

Contei, ele manteve aquele sorriso de Monalisa do início ao fim do relatório, eu estava tão empolgado que nem percebi o tom blasé. Esticou-se como um felino ao final, bocejando e esticando os braços, levantou e apontou com o dedo para mim.

- Fico feliz pelo casal. E novamente você nos aproxima, exatamente como disse para eu não fazer ontem, o que somos?

Saiu e a minha vontade era de… dar-lhe um murro, uma surra, um tiro, e de me abraçar com ele a tarde inteira, sentir sua respiração. Noventa por cento.

Cheguei em casa, Juninho dormia abraçava um coelho de pelúcia, Liana o abraçava, me deitei ao lado das costas dela e a abracei, éramos um universo completo, naquela cama não faltava nada.

Quando acordamos, Flávio não estava, vasculhei a casa apreensivo, jantamos cedo como sempre, ele é adulto, ele é mais velho e mais responsável que você, tá Liana, mas e daí? Havia horas que ele havia saído, e daí que a casa é dele, ele não deve satisfação? Resolvi sair também, para o bar ele não foi, ele tinha palavra. Ele estava frustrado depois de minha palestra sobre a boa foda dada, ele foi atrás de cu e rola. Aqui não tem puteiro gay, não tem bar gay, sauna gay, gay aqui é para se esconder. A menos que ele esteja pagando, quem? Quem pode ser discreto e querer grana rápido? Os noias, construção sem vigilância.

Nada na primeira, devo estar paranóico. Segunda construção, dois fudidos e mais nada, opa, opa, chão, cretino burro que gosta de apanhar, fui pegar Flávio, deixa esse baitola aí, pois é, não prestou, o mais marrento correu no primeiro murro, porque cacete, uma faca deixa um frouxo pensar que é homem? Como foi bom me vingar de Flávio na cara daquele estorvo, sete, oito porradas, tenha cuidado, seu merda, eu não vou estar aqui pra sempre, que raiva de você, ele me empurrava para longe do maloqueiro e eu não me arredava, coloquei o pinto pra fora e mijei no patife. Flávio já ia longe, fui atrás dele, ele quase corria, como eu, a medida que as ruas iam ficando mais movimentadas diminuíamos o passo, passávamos uma cara pouco crível de normalidade, cheguei em casa puto de raiva, vontade de dar uma surra em Flávio e deixar ele de castigo. Dedo podre pra macho do caralho, inclusive eu.

Você não pode isso, quem você pensa que é pra dizer o que posso, eu posso isso, porra, muita posse, muita pose. Vou tomar meu remédio e dormir, amanhã colocamos os pingos nos is, saí da sala fui ao banheiro buscar o remédio, Liana foi com ele para o quarto, toma o remédio, Flávio, tremia minha mão, tremia a vontade de partir pra briga com ele, não, eu…, por que ele não me deixa cuidar dele?, enfiei o remédio na boca dele e segurei firme a boca e nariz dele até ele engolir. Para, Henrique, para, para, Henrique, gritava Liana, Juninho acordou chorando, ele já havia tomado, eu dei o remédio dele, aqui a cartela em minha mão, ele tinha tomado dobrado e aí vem você, que merda você fez?

O mundo rodou.

Sentei no chão, o mundo continuava rodando.

O menino estava com medo de mim se agarrava a mãe.

Flávio estava com medo de mim, Liana estava com medo de mim. Eu estava morrendo de medo de mim. E eu ainda ia piorar tudo mais um pouquinho.

- Flávio eu vou ficar com você e Juninho…

- Não, ele fica, ele monitora minha pressão, se ela cair, eu confio que ele vá lhe chamar, preciso de alguém que goste de mim por perto, mas seu filho está mais vulnerável que eu.

- Eh…

- Cala a boca, Henrique, você não acha que seu silêncio é um presente agora?

Não foi isso que foi dito nem dessa forma, mas era um contexto parecido, Liana no quarto de hóspedes assustada, eu sentado no chão monitorando cada movimento dele, ele dormiu, e eu o observava, eu queria que ele desaparecesse e me levasse. Caramba, era isso, 100%.

O filho da puta era quem eu queria.

Liana finalmente dormiu.

Voltei a ver a pressão dele, a minha se alterava, olhava o celular, nenhum aplicativo, nenhuma rede social, nem nada me distraia. Acho que algo me distraia, o tórax se movendo com a respiração, a pontinha de barba abaixo do lábio inferior, o hálito dele, e aquela boca. Queria voltar no tempo e não ter batido na porta dele naquela quinta-feira, não ter ido pra canto algum na quarta, não o ter conhecido, não ter me aproximado, nem me envolvido, nem me apaixonado.

Sentir o calor de sua respiração era tão…

Beijar aqueles lábios foi…

Nada que me fizerem vai me fazer esquecer, eu era dele, e eu o queria muito, eu precisava dele.

Corri ao outro quarto, eu tinha de vê-la e ela estava mais incrível, eu não queria estar em outro lugar senão com ela.

E se eu fechasse os olhos ela estaria ao meu lado, e ele estaria ao meu lado.

A pressão dele estava bem, não havia se alterado.

Fui beijar aquela boca mais uma vez.

Se eu tivesse ficado nisso seria doentio e bonitinho.

Mas aí eu fiquei lá me punhetando e beijando ele, e isso já é filme de terror.

E tive a mais brilhante ideia de fazê-lo beijar minha rola.

A cabeça do meu pau apontando para a boca de um homem dopado enquanto eu me masturbo.

Sim, dá pra piorar.

Dá pra esporrar.

Dá pra piorar.

Ele acorda assustado com o primeiro jato.

Dá pra piorar.

Ele fala, Henri?, e eu saio galando seu corpo inteiro.

É, não dá mais pra piorar. É dessa forma que você arromba com qualquer chance de paz interior, fode sua vida e arruína um relacionamento.

Mas eu sei ser bom em piorar.

Daqui pra frente a história é bem mais votada para esse cara gay, o outro bi e a mulher hétero, como um trisal, se conseguirem. Por favor votem e comentem.


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