02 - Diário de uma ninfomaníaca - Os garotos

Um conto erótico de Ninfo
Categoria: Heterossexual
Data: 09/06/2021 18:09:23

Demorou mais de mês até ter a oportunidade de Doty dormir na minha casa, sem minha mãe estar presente. Mas numas seis sextas mais pra frente, aconteceu e minha melhor amiga apareceu logo após o almoço, sabendo que minha mãe só voltaria na manhã seguinte. Dias antes, falei para Doty que a parte de baixo do consolo, colava em vidros, como os do banheiro e no piso como o do meu quarto, como uma ventosa e falei que testei bastante.

Estávamos na sala ainda, esperando minha mãe sair. Havia uma tensão sexual entre nós duas, mas a mãe nunca ia perceber. Quando ouvi o carro saindo, corri para o quarto e gelei quando não encontrei o consolo na gaveta. Comecei a procurar em tudo que era lugar, com medo de ter sido descoberta, foi quando achei no fundo da sua gaveta de meias, preso à um cinto, que eu já tinha visto, mas nunca relacionei com o consolo. Levei para o meu quarto e deixei lá. Voltei até a sala e ela levantou e pus a mão na barriga dela e empurrei devagar até ela tocar a parede com as costas. Levantei seus dois braços e segurei pra cima pelos punhos, sem fazer força e apertei seu seio, dentro do sutiã. Nossa respiração ficou ofegante. Segurei sua blusa pelas alças, pegando as alças do sutiã vermelho junto e soltei seus braços e puxei as duas alças, exibindo suas tetinhas e a beijei com muito desejo. Segurei ela pela mão e levei até o meu quarto, ajudei a tirar a roupa, tirando a minha ao mesmo tempo e quando ela sentou na cama, peguei o consolo na minha gaveta e quando ela viu o cinto seus olhos brilharam. Larguei ele na cama e subi nela pra beijar Doty.

Ajoelhada na cama, vesti as tiras, com velcros prendendo tudo, mas coxas e na cintura. Ficou muito firme. A beijei muito, forte e molhado, brincando com sua língua e a deitei atravessada na cama, de barriga pra cima, abrindo suas pernas. Engatinhei, encaixando meu corpo entre suas pernas, tentando deixar o consolo mais perto o possível de sua bucetinha, esfregando por cima dela, enquanto Doty mordiscava minha boca. Eu segurei a ponta do cacete de borracha e direcionei, abrindo seus lábios bem e forcei até entrar a cabecinha, e mesmo apertado nada impediu de ir até o fundo, sem tirar sangue da minha virgem. Meti, fundo e forte, deslizando gostoso dentro dela. Nossas tetinhas balançavam e ela inclinava as costas pra trás, se torcendo de prazer, apertando os travesseiros. Coloquei até o fim dentro dela e liguei a vibração e nos beijamos, enquanto ela aproveitava aquela onda de tesão. Doty começou a chupar violentamente minha língua, como se fosse um cacete e mordeu, até sangrou um pouco quando gozou com o consolo dentro dela.

Ajudei ela a vestir nela o consolo e me coloquei de quatro abrindo bem as pernas e ela segurou minha cintura com força e meteu em mim com firmeza. Como não sabia até onde ia, colocava mais força que eu, e o consolo entrou muito mais fundo que quando eu estava sozinha. Ela era rápida e por isso dificultava de eu me masturbar ao mesmo tempo. Empurrei ela pra trás um pouco e quando tirou o consolo, arrebitei mais o rabo e apontei a cabeça no meu cuzinho. Até a cabeça entrar eu senti me rasgando por trás, mas não queria demonstrar, pra ela não tirar e eu queria saber até onde eu aguentava. Comecei a chupar meu próprio dedo, pra não gritar e ela meteu até um terço do consolo em mim. Depois de pouco mais de dois minutos, fiz ela tirar e deitei ela na cama e sentei em cima do consolo, enfiando fundo na minha buceta e me tocando muito rápido, gozei tão forte que quase gritei.

Deitamos as duas realizadas, e ela disse que por mais que gostasse muito das nossas aventuras, queria provar os garotos, e eu também, embora pra mim um não anulasse o outro. Ela era a fim de um colega nosso de aula, o André, que era um negro alto, dois anos mais velho e que tirava nós duas pra juvenís. Eu tinha atração por vários, mas não era a fim de ninguém, e foi Doty quem disse que nós tinhamos os fãs nerds. Eu perguntei se ela teria coragem de dar pra eles, ela disse que achava que sim, e eu não achei a ideia de todo ruim.

Os garotos não eram da nossa sala de aula, mas já estudamos juntos. Nenhuma garota minimamente popular ficaria com eles em público na nossa escola em pleno segundo grau. Num dos recreios, Doty grudou o braço no meu e fomos falar com eles. Ela tomou a frente e disse que a nossa turma precisava fazer um trabalho sobre a cultura geek, videogames, internet e que ela pensou que talvez eles pudessem ajudar. Os tapados concordaram, mas disseram que nos enviariam links. Doty disse:

- Que link nada. Aí o trabalho das duas vai ficar igual. A gente pensou em cada um de vocês ajudar uma de nós. Tipo na nossa casa. A gente só não sabe se junto, ou separado.

O mais ligado deles era o Marquinhos e disse que fariamos separados, e se ofereceu pra ir na casa da Doty, e o Gui, o mais esquisitinho concordou e ficou de ir na minha casa.

Dois dias depois ele bateu na minha porta e eu disse pra ele não ficar envergonhado, que minha mãe tinha saído e não tinha ninguém em casa. Ele sentou no sofá tenso, com a mão entre as pernas. Peguei meu note, coloquei no meu colo em cima das coxas, de short e abri uma aba do navegador esperando ele me falar algo a respeito. Ele estava apavorado, pra dizer a verdade, aos dezessete anos, ele tinha medo de garotas, então perguntei na lata.

- Você é a fim de mim, ou o Marquinhos é a fim da Doty?

Ele gaguejou, virou o rosto vermelho. Dizendo coisas como de onde saiu isso, nada a ver. Tirei o note do meu colo, peguei ele pela mão e levei para o meu quarto. Quando ele entrou eu disse:

- Pronto. Agora você só sai do meu quarto quando me contar.

Gui baixou a cabeça e quase sussurando disse:

- É verdade. Os dois, a fim de vocês. Como você ficou sabendo?

- A Doty me contou.

Sentei na minha cama e puxei ele pelo braço e sentou ao meu lado. Ele era bem mais alto que eu, mas um bobão. Eu sabia que teria que fazer tudo sozinha.

- Como você gosta de mim, se não me olha?

- Eu sei, sou um medroso mesmo.

- Medo de que?

- Rejeição eu acho.

- E você acha que sentaria na minha cama, se eu rejeitasse?

Ele levantou o rosto e me olhou, ainda com medo, foi o suficiente pra ganhar um beijo, tenso, mas um beijo. Cruzou os braços nervoso e passei a mão na perna dele, pra acalmá-lo. Então o beijei novamente e quando a mão dele tocou meu rosto, a minha subiu um pouco mais em sua perna. Pra provocar eu disse:

- O que você vai fazer se eu tirar a blusa?

- Morrer. Claro.

Levantei a blusa bem devagarinho e deixei meus peitinhos expostos, menos brancos do que ele. Pus a mão atrás de sua cabeça e puxei até a lingua dele tocar meu biquinho. Aí parece ter ligado, pois sua mão passou por toda a parte exposta do meu corpo enquanto ele chupava meus peitinhos. Eu tirei a blusa toda e estiquei o braço até tocar mais ou menos o seu pau dentro da calça. Tirei a sua camisa, sem ele parar de chupar por mais de cinco segundos, até mesmo enquanto eu tirava o short e a calcinha. Gui me beijou na boca e a mão, finalmente independente, tocou minha buceta e ele se ajoelhou fora da cama, para chupá-la. Chupava muito forte, com mais lábio do que lingua e eu estava prontinha.

Me ajoelhei na cama, e abri sua calça e baixei, com cueca e tudo. Era menor e menos grosso que o consolo, mas ainda assim era um pau bonito, com poucos pelos pretos no saco e me ajoelhei no chão para chupar. Ele segurou meus cabelos e usei todos os truques que aprendi com o de borracha, fazendo o garoto tremer inteiro. Chupei forte a cabeça, as bolas e lambi por tudo o que alcançava. Deitei de pernas abertas na cama, e ele segurando na perna, arregaçou ainda mais, me segurou pela cintura e enfiou o pau todo em mim, fundo e forte e em poucos segundos tirou apavorado. Então me ajoelhei na cama, arrebitei a bunda e fiquei de quatro pra ele que depois de uns segundos de descanso, voltou a meter. Tava claro que ele ia gozar a qualquer momento e fiz de tudo pra adiar. Mas ele tirou o pau rapidamente e literalmente, em pé em cima da cama, correu, segurou meus cabelos e eu abri a boca pra receber aquele jato de porra, que pegou abaixo do meu nariz e pingou na língua e depois nos peitos, e soquei a cabeça na boca pra provar o resto do gosto de leite.

Em não mais de vinte minutos, fiz ele ir embora. Doty me ligou pra saber como tinha ido e contei, e ela disse que o garoto dela não apareceu no horário combinado.

Desde o consolo da minha mãe, eu não fiz nada que me envergonhasse, até este momento pra mim foi tudo muito natural, mas os fatos que seguiram, me fizeram procurar terapia quando mais velha e são os fatos que estão no meu diário trancado.


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Comentários

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10/06/2021 08:24:28
Continúa, to curioso pra saber oq aconteceu depois! Muito bom!
10/06/2021 08:21:42
Olá! Minhas fotos e vídeos de nudez aqui: />


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