Minha primeira vez - Aldo era lindo e gostoso - #4

Um conto erótico de Junior Santos
Categoria: Gay
Data: 18/02/2021 20:20:12

Naquele mesmo dia, Firmino foi à casa do Aldo para saber sobre mim, ele viajaria naquele mesmo dia.

— Como você tá? — Me perguntou.

— Ótimo! — Respondi.

— E você, Aldo, está precisando de algo? — Ele colocou a mão no bolso e pegou um envelope branco. — Digo isso porque o pai dele me mandou perguntar, na verdade sugeriu que ele ficasse lá em casa, mas como ele ficou contigo, queria saber sobre os gastos.

Eu o interrompi dizendo que houve gastos sim, que ele lhe desse uma boa quantia por isso. Aldo ficou de uma certa forma ofendido com o que falei, me diria isso depois.

— Não precisa de nada, não houve gastos com ele. — Disse Aldo.

Percebi que, depois dele ter dito isso, o melhor era realmente não dizer para lhe dar dinheiro. Soou estranho para ele e para mim.

— Então, Junior. Vai ficar lá em casa? Minha mulher perguntou sobre você o dia todo. Você ficaria no quarto com meu filho até seu pai voltar de viagem. — Ele meio que olhou para cima, como se estivesse comparando a casa do Aldo com a dele.

Olhei para o Aldo e ele estava parado, como se não quisesse dizer nada. — Posso ficar contigo, Aldo? — E dessa vez, ele realmente não quis se opor. — Prometo que não vou dar trabalho a você.

Firmino olhou para mim e deve ter pensado que fiz algo nesses dois dias que o deixou preocupado, mas nem imaginou que na verdade fora.

— Pode ficar sim! Seu pai não vai ficar com raiva? Aqui não é um lugar tão apropriado para você, visto que, a casa do Firmino é mais segura, mais confortável. Você deveria pensar melhor antes de decidir. — Disse o Aldo.

— Não tenho o que decidir. Ficarei contigo. — Virei-me para o Firmino e falei: — Avise ao meu pai que Aldo tem cuidado muito bem de mim. Gostei de ficar por aqui.

Firmino então entregou o envelope ao Aldo e se despediu de mim.

— Cuidado, garoto! Até breve!

— E a fazenda? — Quase gritei para que Firmino pudesse ouvir, estava na porta da frente para ir embora. — Meu pai falou algo sobre ela?

— Acho que ele a negociará com alguém. Vai ser difícil vende-la, mas é o que ele me disse que deseja que o faça.

Fiz um sinal de aprovação com a cabeça e nunca poderia imaginar que aquela seria a última vez que veria o Firmino bem. Ele faleceu quatro dias depois.

Mas ainda naquele dia fiquei inquieto com o envelope que ele tinha entregado ao Aldo. — Não vai abrir? — Perguntei, mais curioso que ele. — Esse envelope deve ter alguma coisa, meu pai é desses que ainda manda gratificações por envelope.

— Você acha que é isso? — Me perguntou.

— Já o vi dar cartas com dinheiro às pessoas. — Respondi.

Então ele abriu a envelope e realmente tinha dinheiro. Mas era poucas notas de cem reais enfileiradas que dava em torno de três mil reais. Tinha outro cheque, que ele poderia depositar no banco para sacar vinte mil reais.

— Seu pai é louco? — Perguntou-me.

— Não duvido! Mas essa quantia realmente me deixou impressionado. — Respondi.

Ele ficou tão inquieto que resolveu ligar para o meu pai naquele mesmo dia. E a resposta dele foi essa: “Amigo, Aldo. Não se atenha aos valores. Não estou lhe comprando com nada, nem lhe dando algo que não mereça. Você salvou o meu filho e esse dinheiro nada mais é do que uma ajuda. O dinheiro que não está no cheque é pelo esforço árduo em minha fazenda nesses últimos vinte e quatro dias de seu trabalho e dedicação. Fique bem! Gostei de sua atitude e lhe ajudarei sempre que puder.”

A mensagem foi comovente, e meu pai era realmente desses, mas eu fiquei chocado, pelo simples fato dele não ligar se quer para saber de mim no mesmo dia, ligou no dia seguinte aos acontecimentos da bomba de gás: era um amor estranho.

— Obrigado! — Disse Aldo a mim.

— Não me agradeça, por favor. Não tenho nada a ver com isso. Agradeça ao meu pai no dia que o ver por aí. — Fiquei constrangido.

— Por que quis ficar aqui com tanta empolgação? — Disse Aldo.

Parecia que ele tinha pensado a mesma coisa e ao mesmo tempo: — Por causa do seu pau grosso e gostoso.

Ele sorriu com empolgação.

— Sabe o que a gente poderia fazer? — Me perguntou.

— Não quero imaginar! — Falei e dei risadas.

— Que tal a gente pegar uma parte do dinheiro e ir para um hotel na cidade?

Aldo tinha umas ideias estranhas, mas até que eu gostei dessa. O tio dele estava para chegar nesse dia, e pelo que entendi, ele queria uma noite cheia de sexo gostoso.

— Concordo. Como iremos até lá? — Perguntei.

— Vou falar com um amigo para emprestar o carro dele.

E assim foi, ele subiu em sua moto velha e foi até a casa desse tal amigo, voltou com um carro preto e fomos até a cidade horas depois. Passamos em uma padaria e compramos bolo, entre outras gostosuras. Na farmácia o vi pegar camisinha. Pensei: “Será que é para ele usar comigo?” Então me deparei com o dilema de dar o cu pela primeira vez. Me empolguei, mas fiquei apreensivo.

Chegando no hotel, ele pegou o melhor, a diária era no valor de R$200,00. A recepcionista me conhecia.

— Junior, tudo bem? Como está seu pai, soube do que aconteceu contigo. — Ela falou com uma certa empolgação falsa.

Essa deveria ser uma das garotas que meu pai adorava trepar escondido da minha mãe, não fazia sentido ela me cumprimentar sem nunca a ter visto pessoalmente. Quase não lhe dei a atenção que queria.

— Quem é essa garota? — Perguntou Aldo enquanto subíamos no elevador.

— Não faço a menor ideia.

Ele percebeu minha falta de interesse nesse assunto e não disse mais nada. Ao entrar no quarto, fiquei aliviado, pois vi uma banheira que poderia facilmente servir como piscina de água quente. Eu adorava! Logo, tirei toda a roupa e corri para ela. Percebi que ele ficou me olhando ao correr, olhou minha bunda e todo o meu corpo. E um assunto viria à tona horas depois nesse dia.

— Finalmente uma cama confortável. — Disse Aldo.

— Não gosta da sua? — Perguntei de dentro da banheira.

— Gosto, mas tem hora que é preciso sair daquele ambiente. Meu tio é um porre, e sempre chega bêbado.

— E seus pais? — Perguntei.

— Eles moram em Natal. Mas são separados há anos. Meu pai mora com uma mulher que levou daqui; minha mãe morava sozinha, mas agora soube que arrumou alguém por lá.

— Você nunca os visita?

— Não!

Ele parecia não gostar desse assunto, então lhe perguntei: — E essa camisinha que comprou? Para que comprou?

Percebi que ele mudou de aparência e engoliu seco. Levantou-se rápido e veio me dizendo: — Sabe que o que a gente fez é errado né?

— Sobre eu ter chupado o seu pau? — Perguntei.

— Sobre isso mesmo. — Ele completou.

— Não acho que seja errado, gostei de você, e não estamos fazendo nada a força. — Lhe disse com total convicção.

— É que se alguém souber, isso vai dar errado para mim. — Ele falou.

E eu o entendi, eu era menor de idade e ele não, mas não era algo que estava sendo feito a força por ele, eu estava totalmente ciente do que estava fazendo naquela época. E lhe acalmei naquela noite.

— Venha tomar um banho comigo. — Falei.

— Não vai ser estranho? — Ele quis saber.

— Mais estranho que chupar sua rola? Acho que não vai. — Levantei-me de pau duro para ele ver que eu estava empolgado.

Ele me olhou e logo tirou a roupa.

— Deixa a cueca. Tenho muito tesão ao te ver de cueca. Nossa! — Falei.

Ele o fez e veio, ainda com o pau mole na cueca. Sentou-se na borda da banheira quase redonda e eu me aproximei para cheirar o pacote dele: esfreguei meu nariz em cima, depois passei a mão pelas laterais da rola grossa que, estava marcada na cueca, pesando como se fosse uma pedra.

— Você realmente gosta de rola. — Falou.

— Não! Gosto apenas da sua. — Falei.

Comecei a massagear o pau dele com carinho e leveza, ele se remexeu com certa empolgação e abriu as pernas levemente.

— Passa a língua no meu saco. — Falou.

Eu passei a língua no saco dele, na rola e desci para o cuzinho dele. Ele se viu olhando para minha atitude, e apesar de ele não ter tomado banho, continuei. Não estava com cheiro ruim.

— Isso é bom! — Falou.

Pela frecha da cueca que ele usava pude sentir o pau querer sair de tão duro que estava ficando. O ajudei a tirá-lo de lado e comecei a sugar a cabeça da sua rola como tinha feito logo cedo pela manhã. Ele ficou quieto, mas repentinamente, seu tesão lhe subiu a cabeça e ele entrou na banheira, me levantou com força e me virou, colocando-me no lugar onde ele estava sentado. Abriu meu cuzinho com as mãos e começou a passar a língua com força.

— Aí que gostoso, Aldo. Que gostoso!

Eu estava com o cuzinho empinado para ele pela primeira vez, e sentir aquela língua subir e descer foi tão marcante que nunca vou esquecer. As vezes a rola dele tocava na parte inferior da minha coxa, e como estava dura, parecia um pedaço de ferro. Era grossa demais, e caso ele fosse tentar me comer, não imaginei como aquele tronco entraria no meu cu. E isso foi ainda mais latente quando ele tentou colocar o dedo dentro do meu cuzinho. Ardia como fogo, doía demais, como se estivessem empurrando um pedaço de madeira.

— Dói demais, Aldo. Não aguento.

E ele retirou o dedo, que por pouco não competiu com o tamanho do meu pênis.

— Queria te comer gostoso, mas você não vai aguentar.

Fiquei triste pois, não queria lhe desapontar. Então disse: — Tenta colocar o dedo novamente, vou tentar relaxar agora.

— Certo!

E ele o fez, com mais calma empinei meu cuzinho enquanto ele lambia e colocava o dedo, e aos poucos foi entrando com mais facilidade, apesar de doer quase do mesmo jeito. Não parei, continuei a deixar ele me penetrar o dedo enorme, até que não senti mais dor alguma, o que senti foi tesão, pois comecei a bater uma punheta com empolgação e um tesão que nunca imaginei sentir até aquele momento.

— Não goza agora, viadinho safado. — Ele falou.

Mas foi o mesmo que ter me pedido para gozar e gozei. E quando meu cuzinho começou a piscar, ele tirou o dedo e colocou sua língua, pegou no pau dele e começou a bater punheta também, e foi então que ele se sentou na borda da piscina, se deitou e fez um 69 comigo, sua língua estava sugando o meu cuzinho vermelho e eu agora passei a olhar ele bater punheta naquela rola enorme, e quando ele estava quase gozando, percebi sua rola ficando rígida como pedra, seu esperma saiu como tanta velocidade que pegou no meu olho, boca, nariz; foi tanta porra que pensei: “Como ele consegue gozar tanto assim?” E então me debrucei por cima dele, meu rosto do lado do cacete ainda duro, minha língua suavemente lambendo a porra que sobrou e escorria; e ele apertando minha bunda ainda com tesão.

Naquela noite ele foi super carinhoso comigo, nos deitamos na cama e ficamos assistindo, comendo e rindo.

Continua...


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Comentários

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19/02/2021 19:08:52
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19/02/2021 07:36:08
Adorei ver ele dar par o Aldo.
19/02/2021 07:35:46
Tesão
19/02/2021 04:49:03
Caralho q tesão continua


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