Entre senhores e escravos - Cap 2: Relações de Família

Um conto erótico de Fmendes
Categoria: Homossexual
Data: 07/01/2021 15:46:59

Estava em dúvidas sobre o que senti mais falta no tempo em que estive fora. Mas ao ter aquele jantar, não me restavam mais dúvidas: a comida de Nana era a campeã, com grande margem de liderança.

Abracei e beijei a velha escrava que estava na família há anos, como quem beija seu salvador. Ela riu e agradeceu. Gostava de agradar com sua comida, e era uma mestra no que fazia.

O assunto correu amistoso entre mim e meus tios durante toda a refeição. Todos rindo bastante, até que o rumo da conversa começou a seguir para temas menos agradáveis, mas inevitáveis no atual contexto. Começou quando meu tio foi informado da tentativa de invasão da fazenda do Coronel Juscelino, vizinho nosso. Grupos de jovens abolicionistas estavam cada dia mais comuns e seus membros mais ousados. Se reuniam para invadir fazendas e libertar cativos. Alguns desses grupos eram compostos de filhos de donos de escravos

- Esses abolicionistas não devem ter nada na cabeça. Atiçando os escravos com essas anedotas da Europa, nos colocam como opressores, como se todos nós fôssemos assassinos. Ficam encantados com essas idéias do velho continente, mas não passam de uma juventude desmiolada, que não entende como é a vida de verdade. Espero que essa coisa passe logo, tal como passa uma febre.

Meu primo imediatamente olhou para mim, como quem tenta evitar que eu falasse o que ele sabia não conseguir impedir.

Eu limpei a boca antes de refletir a respeito.

- Temo que seja mais que uma febre, meu tio. A questão da abolição é um fato. E não só aqui, o governo inglês está mais empenhado do que nunca. A ponto do imperador assinar uma lei considerando a entrada ilegal de navios negreiros

- Fábio, meu sobrinho. Tu vivestes muitos anos na Inglaterra. Talvez os ingleses tenham um jeito mais rígido. Mas aqui no Brasil, somos muito mais flexíveis. O que o imperador fez foi apenas acalmar nossos aliados. Os navios continuam chegando. Apenas temos de ser mais discretos. Imaginei que viria com idéias assim de seu período longe daqui. Mas espero que não tenha comprado essas idéias absurdas e me coloque como vilão de uma história.

Eu apenas sorri condescendente antes de falar.

- Não tio, obviamente. Sei que aqui tu procuras ser o mais justo possível. Mas não podes negar que o senhor é uma excessão a regra. O fato é que esses homens e mulheres são expostos a própria sorte quando aqui chegam. Você sabe as barbaridades que ocorrem na fazenda de Juscelino mesmo. Me arrepio apenas com as história e sei que não são apenas histórias, e o senhor também. Mas para além de questões filantrópicas, não creio que do ponto de vista econômico a coisa irá se manter. Acredito que esse sistema esteja a se praticar insustentável em poucos anos.

- Então você acha que o melhor para o Brasil e para os Escravos seria a libertação em massa?

- Sim e não - ponderei - o império irá se manter. Logo outras formas de trabalho vão surgir. Mas dizer que os escravos vão estar bem depois de libertos, duvido. Ainda são estrangeiros nessa terra, sem posses, alguns sequer sem um tostão. Não vejo nossa terra fazendo essa transição de uma forma que os proteja. Infelizmente, continuarão seguindo pela própria sorte quando isso ocorrer. E vai ocorrer.

Minha tia, sempre muito astuta, tratou de mudar de assunto.

- Por favor, rapazes. Estamos a nos reunir após muitos anos e ao invés de vocês falarem de assuntos agradáveis, estão ai a discutir política. Barbaridade. Vamos falar de coisas mais agradáveis. - e não esperou ser contrariada e mudou ela mesma o assunto - Devo dizer Fábio, que além de nós, tem uma pessoa muito ansiosa em lhe ver. E que ficou arrasada em saber que não estaria aqui em sua chegada.

- E quem seria? - eu quis saber. Embora já imaginasse.

- Ora pois. Falo de Carmen, obviamente.

- É verdade, primo. Sua prometida não cansava de nós perguntar quando você voltaria - Rodolfo continuou o assunto, aliviado em sair da situação desconfortável que minha conversa com meu tio estava causando.

Carmem era minha amiga de infância. Durante muito tempo eu, ela e Rodolfo éramos inseparáveis. Eu e Rodolfo chegamos a brigar muito na infância pelo direito de namora-la. Mas ao fim, a dama havia me escolhido, algo que não causou nenhum atrito entre nós após a chegada da maturidade. Continuavamos muito amigos. Antes de eu viajar, ficamos noivos e ela prometeu me esperar. Algo que não esperei cumprido, ainda mais após o ocorrido as vésperas de minha viagem. Mas sempre mantivemos contato e, ao que ela informava pelas cartas e pela conversa, nosso noivado foi mantido.

Eu também estava muito ansioso em falar com ela.

Ao fim, o jantar foi se acabando e eu me retirei para meus aposentos. Perto de chegar ao meu quarto, Rodolfo me agarra por trás, envolvento meu pescoço e passando minha cabeça por baixo de eu braço. Me deu alguns castudos de brincadeira, enquanto me dava uma bronca.

- O que diabos estavas pensando, Fábio? Falar desse assunto com papai.

Eu ri e me libertei de sua opressão.

- Foi seu velho quem me atiçou. E eu não disse nada demais. Apenas um fato. Queiram ou não ,seria interessante vocês se prepararem para a alforria. Logo não serão mais aceitos escravos no império. E seria bom vocês estarem preparados para isso. Por vocês, e pelos escravos daqui, que vão estar lançados a própria sorte se não puderem ser encaixados.

Rodolfo me deu um sorriso em sinal de desistência e deu de ombros.

- Falo sério - insisti - ninguém melhor que tu para trazer teu pai a razão.

- Eu sei. Mas vamos fazer o seguinte primo, não vamos mais falar dessas coisas por hoje. Venha - e me fez entrar em meu quarto - há muito estou com saudades de seu corpo.

E sem dar margem para eu responder, Rodolfo foi me beijando, enquanto desabotoava minha camisa.

Não pude fazer muito contra aquilo. A verdade era que meu corpo também implorava por ter Rodolfo de volta em meus braços. Deixei ele me despir e me acariciar com a destreza que apenas ele tinha. Rodolfo tirava minha roupa, jogando as peças pelo chão. Me deitou na cama apenas de ciroulas, e foi me beijando enquanto me arrancava risos e gemidos. Boca, rosto, pescoço, barriga... Causando arrepios e prazeres graças a barba macia e sua lingua atrevida.

Logo arrancou minha ultima veste, deixando-me nu em pelo.

Então se levantou e ficou admirando meu corpo nu, com aquele sorriso atrevido e sedento.

Foi então tirando as próprias roupas, deixando cair de lado. Eu acompanhei cada momento. Aquele peito volumoso, cujos pelos iam afunilando conforme desciam, até formar uma estrada negra em direção a seu órgão grosso e excitado.

Então, em igual condição a mim, deitou por cima de mim, pegando minhas pernas e entrelaçando-as pelo seu corpo. Encaixou a glande na entrada e, sem rodeios, encravou.

Meu corpo se envergou, num misto de dor e êxtase. Ficou lá dentro, paradinho, até a ardencia em meu corpo passar. Só então sorriu e comecou a penetrar, jogando todo seu peso em mim.

Fui comido como há muito ansiava. Os europeus eram muito comedidos no sexo. Não tinham aquele fogo. E Isaque, apesar de prodigioso, não era capaz de competir com Rodolfo. A interação entre nós era insuperável. Adorava ver seus olhos azuis contemplando meu rosto enquanto me fodia. Sentir os pêlos de seu peito, seus músculos rigidos. Agarrar sua bunda carnuda enquanto esta se contraia a cada estocada.

O gozo de Rodolfo veio logo. Ele se desculpou, mas eu não podia julgar. Se ele estivesse com metade da ansiedade que eu estava por aquele encontro, não era de se esperar que conseguisse segurar a onda.

Mas ele falou que não ficaria só assim, iria me recompensar. E no mesmo instante virou meu corpo, pondo-me de bruços. Montou novamente em mim, abraçou-me por trás, e voltou a galopar pesado. Golpeando seu corpo contra meu traseiro. Estalos ecoando pelo quarto. Sua mão foi ao meu rosto, acariciando. Eu abri minha boca e começei a chupar seus dedos, embebido em êxtase.

O segundo gozo veio, mas Rodolfo não se cansou. Insaciável como um garanhão.

Me deliciei com cada metida, cada cheiro exalando de sua pele suada, cada sensação de seu corpo escorregando sobre o meu

Quando acabou, caiu exausto por cima de mim. Ainda caído, como um animal abatido que insiste em lutar, ele ainda me penetrou três vezes. Com força. Dei um grito, mais pelo susto que por qualquer outra coisa. Então caímos na risada e aos poucos pude ir relaxando, conforme seu pau ia amolecendo e saindo de dentro de mim.

- Como tenho imaginado esse nosso reencontro - ele suspirou atrás de mim, conforme mordiscava minha nuca.

- Eu também. Posso te fazer uma pergunta?

- Você pode me perguntar qualquer coisa, primo.

- Falaram de Carmem hoje no jantar. Saí do Brasil e ela era minha prometida. Sabe se ela ainda tem interesse em nosso casamento? Trocamos muitas cartas durante esse tempo, mas sabe que não confio nas palavras trocadas por papel e tinta. Prefiro o olho no olho.

- Confesso que pouco falei com ela durante esse período. Apesar de sermos amigos desde a infância, você era o elo que nos ligava. E com sua partida, nós dois apenas não tinhamos a interação necessária para manter a intimidade.

- Então você nunca falou com ela a respeito do que nos viu fazer?

- Nunca. E você, jamais falou com ela por correspondência?

- Jamais - confessei - Como disse, prefiro a conversa íntima à troca de cartas. Esse era um assunto que gostaria de tratar com ela pessoalmente.

- Entendo. - Rodolfo rolou para o lado, e ficou de barriga para cima. - Como disse, não troquei intimidades com Carmem. Mas minha mãe, que é também sua madrinha, a mantém como grande amiga e estima. E pelo que me conta, ela está ansiosa para lhe ver. Ficou imensamente triste quando teve de viajar com a mãe para a província de Minas justo no período de seu retorno. Mas voltará a fazenda em uns 3 dias, se não me engano.

- Sim, eu soube. Também quero muito falar com ela

- Mas me diga, primo. Ainda queres se casar? Sei que sempre foi louco por Carmem, mas o fato de ela ter descoberto sobre nós, me fez imaginar que a coisa se perderia

- Estás enganado. O fato de ela ter descoberto e saber que manteve nosso segredo, me fez a querer ainda mais - confidenciei.

Rodolfo me olhou profundamente, estudando meu rosto, então sorriu.

- Você sempre foi aluado assim mesmo - deduziu por fim, achando graça.

O beijei nos lábios e fui correspondido.

- Como será que deve ser, fuder um varão casado? - atiçou.

- Não sei. Mas é algo que em breve irá descobrir. Se tudo der certo.

Ele sorriu mais e seus olhos azuis brilharam

- Fico feliz em saber que ainda terei a propriedade desta bunda, mesmo após o laço do matrimônio.

- Propriedade não. Preferência - brinquei, fazendo sorrir cheio de malícia - não sou seu escravo. Mas devo te lembrar que você ainda sim. Pelo menos por uma vez.

Rodolfo me olhou sem entender, mas bastou vasculhar um pouco a memória para seu rosto se iluminar com o entendimento. Para depois, cair na gargalhada.

- Mas tu ainda te lembras dessa aposta boba?

- Claro - repliquei - achas que eu ia esquecer? Tu ainda es meu escravo por um dia, direito de propriedade que posso exigir quando e como bem entender.

- Aquilo foi uma brincadeira de jovens - lembrou

- Mas que não te impediu de usar para me amarrar no Pelourinho e me dividir com alguns amigos teus.

- Se me lembro bem, tu gostastes - sorriu maldoso.

- Exatamente. E providenciarei para que gostes também - prometi.

Nos beijamos novamente e logo seu órgão já estava duro de novo. Não demorou muito para tê-lo novamente dentro de mim.


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Comentários

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12/01/2021 02:57:15
Gostaria que fosse mais longo, o conto está muito interessante e o Rodolfo é um macho muito gostoso
09/01/2021 16:47:01
Folgo por constatar o seu regresso Fmendes. Os seus contos têm sempre uma construção de personagens muito consistente e este ainda tem uma reconstituição histórica de uma época machista e esclavagista em que as mesmas personagens se enquadram perfeitamente. Desde o escravo para "todo o serviço" à mulher como mero "objeto decorativo social e reprodutor familiar. Este conto está fascinar-me mais do que os anteriores, precisamente pela sua credibilidade no contexto moral, social e político da época que retrata tanto no Império do Brasil culturalmente marginal como noutras áreas geográficas mais progressistas. Ultimamente a CDC tem estado bastante pobre pelo que só venho aqui esporadicamente. Consultei os "Rankins" e vi a ótima posição do "Colégio Militar". Selecionei o autor e encontrei este seu novo conto que já me conquistou e que vai ser o motivo para visitar com mais assiduidade a CDC.
08/01/2021 14:49:38
Conto gostoso de ler, esperando pela continuidade!
08/01/2021 08:05:11
Um deleite... Conte-nos mais...
08/01/2021 06:00:05
Maravilhoso como sempre
07/01/2021 21:01:20
Espero que carmem seja um adicional que se encaixe no relacionamento dos dois
07/01/2021 21:00:35
Sua linguagem de época e perfeita
07/01/2021 21:00:06
Que delicia de conto
07/01/2021 20:55:04
Perfeitoooo!! Ansioso p o próximo
07/01/2021 20:06:12
UAUUUUU. QUANTAS FORAM NA NOITE??? COMO RODOLFO CONSEGUE TANTAS ASSIM SEGUIDAS?
07/01/2021 16:59:00
Ainda bem que vc tem seu primo pra te comer.
07/01/2021 16:58:25
muito bom, mas seja mais detalhista.
07/01/2021 16:28:19
Apesar de ser mulher, gostei continue.


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