Minha Quarentena - Capítulo 04

Um conto erótico de StayyRayy
Categoria: Lésbicas
Data: 06/01/2021 18:10:19
Última revisão: 06/01/2021 18:15:35

Capítulo 4

Certo momento, Rebeca me puxou para dançar , aquela mesma música que outrora Julia dançava. Rebeca dançava sensualizando para mim, com os braços em volta do meu pescoço. Bruno e Lipe se pegando, enquanto Carla não saía do celular, e Julia ao seu lado, parecendo perdida... Volta e meia nossos olhares se encontravam, mas Rebeca me tirava a atenção, fazendo-me olhar pra ela a minha frente.

Bruno percebeu que sua amiga estava triste e a puxou para dançar, já que a namorada não fazia né. Carla continuava no celular, parecia está longe daqui, resolvendo assuntos ou num papo muito interessante.

Rebeca foi colocar música e eu aproveitei pra ir ao banheiro, lá no meu quarto; quando saio do quarto, Júlia estava passando na minha porta, e quase esbarramos uma na outra.

Eu: Eita, isso aqui é um perigo rsrs

Ju: É sim...

(Disse toda sem graça)

Eu: Cansou da festa?

Ju: Não... Vou ao banheiro...

Eu: Ah, se quiser usa o meu.

Ju: O seu o quê?

Eu: Meu banheiro ué kkk

Ju: Ah é mesmo kkk

Sorrimos e nos encaramos em silêncio, até que ela diz:

Ju: Então, vai me deixar usar?

Eu: Oi?

Ju: O banheiro... Vai me deixar usar?

Eu: Aaah sim, claro... Por aqui.

(Eu estava viajando em seu olhar)

Ju: Tá com o pensamento longe é?

Eu: Pior que não... ele tá pertinho daqui...

(Falei olhando pra sua boca)

Ela ficou tímida, e voltou a falar do banheiro, fugindo de mim a todo custo.

Ju: Então, vai me deixar passar?

(Falou arqueando uma sombrancelha)

Eu: Sim, claro.

(Saí da frente, deixando o caminho livre pra entrar no meu quarto e seguir até o banheiro)

Ela entrou no banheiro e eu resolvi esperar dentro do quarto, trancando a porta.

Quando saiu do banheiro, Júlia levou um susto quando me viu sentada sobre a cama.

Eu: Desculpa, não queria te assustar...

Ju: Não foi bem um susto rsrs tudo bem...

Silêncio total.

Eu: Bom.. então vamos né, sua namorada já deve está te procurando.

Ju: Ela teve que ir embora...

(Falou um pouco triste e ao mesmo tempo raivosa)

Eu: Ah que pena, sinto muito.

(Só que não né kkk)

Ju: Tudo bem... Mas é melhor mesmo irmos, ou sua namorada vai vim atrás de você rsrs

Eu: Minha namorada?

Ju: É. A loira gata lá na sala rsrs

Senti um a voz dela um pouco enciumada, ou é coisa da minha cabeça? Coisa da minha cabeça ou não, respondi apenas com a verdade.

Eu: Ela não é minha namorada.

Júlia sorriu, como se eu tivesse em contradição, então eu perguntei o pq do sorriso.

Eu: Tá rindo do que?

Júlia: Nada não... Só achei engraçado você dizer que ela não é sua namorada...

Eu: Ué, pq?

Júlia: Bem, é que ela pode não ser tua namorada, mas ela tá louca pra transar com você, a julgar pela dança e a letra da música, a qual ela dançava rsrsrs

Nesse momento lembrei da música que Rebeca dançava e realmente a letra insinuava sexo e aí achei engraçado também. Olhei pra Júlia e comecei a rir, involuntariamente; porém eu ria pelo fato que Júlia estivera dançando essa mesma música momentos antes hahahaha

Júlia: Qual a graça??

Eu: Nada, é que você também estava dançando a mesma música...

Nesse momento, Júlia perdeu toda a graça e corou de uma forma, que eu achei que ela iria explodir de tão vermelha que ficou. Ela ficou em silêncio e eu sorria por dentro.

Júlia: Vou voltar pra sala...

Eu: Espera...

(Falei pegando em seu braço)

Eu não sei bem pq fiz isso, só fiz, e na hora eu não soube o que dizer, só fiquei olhando em seus lindos olhos.

Ela ficou me olhando, esperando que eu dissesse algo, mas nada saía.

Júlia: Ellis...

Ao ouvir sua voz chamando meu nome pela primeira vez, foi como escutar uma linda canção, que me fez acelerar os batimentos. De repente me deu uma vontade de querer ouvir meu nome mais vezes saindo da boca dela, de várias maneiras diferentes... Que louco. Só sei que fiquei hipnotizada, até ela falar novamente:

Júlia: Ellis, você tá bem?

Nesse instante a hipnose passou e eu respondi abobada:

Eu: Oi?

Júlia: Você tá bem?

Eu: Tô ótima...

Júlia: Então você pode soltar meu braço pra que eu possa voltar pra sala?

Eu: Posso... Mas não quero.

Júlia: Quê?

(Perguntou surpresa)

Eu: Desde o momento que te vi, só pensei em uma coisa...

(Me aproximei dela, ainda segurando seu braço)

Júlia: Eu acho melhor a gente parar por aqui sabe...

(Falou trêmula)

Eu: Pq?

Júlia: Pq eu sou comprometida...

(Disse quase que inaudível)

Eu: Eu sei... Mas hj é seu aniversário, e eu queria muito te dá um presente... Posso?

Ela me olhou sem jeito, meio que desconfiada, meio que nervosa e muito corada.

: Pode...

(Disse ela, com a voz falhando)

Não pensei duas vezes, segurei sua mão e dei um beijo bem na palma, um beijo demorado, sentindo o cheiro de suas mãos. Eu vi os pêlos de seu braço arrepiar, enquanto ela ficara alí, parada sentindo minha boca em sua mão. Em seguida, beijei a outra palma de sua mão, da mesma forma, demorado, sem pressa e fazendo seus pelinhos continuarem em pé.

Acho que quando ela despertou daquele transe, imediatamente puxou suas mãos para si, me assustando.

Júlia: Desculpe, mas isso é inapropriado...

Eu: Você não gostou?

(Falei olhando em seus olhos)

Júlia: Não é isso... É que...

Eu: Então você gostou?!

(Interrompi)

Ela me olhou de uma forma que a fez ficar sem graça, como se me reprovasse, e me fazendo sentir inconveniente.

Ellis!

(Disse ela, em alto e bom som)

Sim?

(Respondi)

Você está sendo inconveniente com essa pergunta

(Disse ela)

Com a pergunta que fiz se você gostou do beijo em sua mão?

(Perguntei)

Isso!

(Falou ela, meio que brava)

Bom, se somente a pergunta foi inconveniente, creio que o ato em si não. O que me dá liberdade para meu próximo ato.

(Eu disse)

Em seguida, me aproximei rapidamente dela, olhei em seus olhos, que estavam interrogativos, segurei em seu rosto e colei nossos lábios. No primeiro momento, ela ficou imóvel, não correspondeu ao meu beijo, mas em seguida eu dei uma leve mordida em seu lábio inferior, fazendo-a abrir a boca e me deixando entrar, com minha língua sedenta por aquele beijo.

Coloquei a lingua lentamente dentro de sua boca, enquanto descia as mãos para seu quadril, segurando firme, apertando contra meu corpo.

Ela não resistiu e reagiu ao meu beijo, beijando tanto quanto eu, sugava minha boca com tanta vontade que eu já tava enlouquecendo. Encontrei sua língua e dei uma chupada deliciosa, fazendo ela segurar em minha nuca com suas unhas cravando em meu pescoço, gemendo em minha boca.

Ela se entregou totalmente, e antes o que começara lento, foi ficando voraz, nos deixando sem fôlego e foi quando ela parou para respirar.

Ficamos respirando, olhando no olho uma da outra, eu ainda com as mãos em seu quadril, ela com as mãos envolta meu pescoço, em silêncio, apenas respirando. Passado alguns instantes ela quebra o silêncio.

Júlia: Isso não podia ter acontecido...

(Falou baixinho)

Eu: Pq não?

Júlia: Você sabe pq...

Eu: Shii!

(Coloquei o dedo na sua boca, calando-a)

Eu: Não quero ouvir o que vai dizer.

Júlia: Mas eu preciso falar, Ellis...

- Eu não posso te beijar, tenho alguém.

(Disse retirando as mãos do meu pescoço e se afastando um pouco)

Eu: Mas você gostou do beijo, não gostou?

Júlia: Isso não vem ao caso, preciso sair daqui!

Ela falou isso e foi em direção a porta do quarto, saindo, me deixando sem resposta.

Ainda que ela não tenha respondido, eu sei que ela gostou, eu pude sentir, seu corpo trêmulo, o jeito que ela me beijou, com seus lábios doces, sabor de melancia... Nossa! Foi o melhor beijo que já dei em toda a minha vida.

Fiquei sentada sobre a cama, ainda maravilhada, tocando meus lábios, tentanto sentir o cheiro daquela boca, que há pouco estava colada na minha.

Continua.


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