Uma noite com a minha amiga

Um conto erótico de Vanessa Gaúcha
Categoria: Lésbicas
Data: 06/01/2021 16:07:44

Eu queria ficar com o Gustavo a todo o custo mas sempre fui a desengonçada da turma. Todas as amigas do bando tinham peitos grandes, cintura fina, sempre lindas e maquiadas e eu era a nerd magra. Eu vivia na casa da Marjorie nessa época, dormia lá direto e ela era uma das que os garotos queriam ficar e quando falei que estava afim dele ela riu da minha cara, mas depois prometeu segredo. Ela perguntou porque eu não contava pra ele e eu disse que não tinha coragem, nem jeito. Eu não era mais virgem, mas estava longe de ser experiente, como ela. Intrigada ela disse que era fácil e que fazia sempre do mesmo jeito e se ofereceu pra ajudar. Claro que eu aceitei, então aproveitamos que a casa estava vazia e ela começou as “lições”. Marjorie já tinha me dito que beijou a Neide uma vez, na casa dela, mas era normal entre minhas amigas eventualmente uma delas dava uns amassos na outra sem rótulo, mas por mim elas não iam se interessar.

Marjorie me pegou pela mão e me levou a sentar na cama, e disse:

– Antes de tudo sem stress.

Sentou atrás de mim, de pernas abertas e colocou meu cabelo pra trás. Nessa hora eu não sabia que papel ela estava interpretando, se o meu ou o do Gustavo. Ela alisou meu cabelo e pediu pra eu respirar fundo de olhos fechados pra aliviar o stress. Eu fiz e fui relaxando, encostando o corpo mais pra trás um pouco. Ela sussurrou perguntando se eu estava melhor e disse que sim, e ela continuou alisando meu cabelo desde a raiz na testa até as pontas escuras do meu cabelo, mais longo que o dela. Passou a ponta dos dedos atrás da minha orelha e desceu até o pescoço e eu me arrepiei. As mãos dela desceram pelo pescoço e braços até as minhas mãos e subiram novamente, lento e leve. Eu dormiria ali. Ela encostou suas costas na guarda da cama e me puxou devagar pra trás, escorando minha nuca no seu ombro. Ela disse: – Nesse momento, ele já é seu, não precisa perguntar. – Só que ela continuou as carícias e eu relaxei muito mesmo. Ela perguntou se eu queria que ela parasse e eu disse: “tá louca, amiga?”. Ela deslizou as mãos para a parte desnuda dos meus peitos, onde a pele estava livre e me arrepiei mais. Ela perguntou se estava bom e eu só murmurei. Depois disso ela fez umas pequenas e leves massagens no meu rosto, bochechas e testa principalmente e voltou do pescoço às mãos, depois a parte descoberta do peito.

Dei um suspiro fundo e fiquei levemente tensa quando ela passou as mãos, leves como sempre por cima dos meus peitos, cobertos pela blusa e depois voltou para a pele, fez isso algumas vezes, lenta e pacientemente. Sempre confirmando com sussurros no meu ouvido. As mãos desceram até a minha cintura e voltaram pela barriga, por cima da blusa. Perguntou se eu já estava relaxada e eu disse que sim. Ela empurrou meu corpo pra frente e achei que tinha terminado, mas ela só queria tirar o casaco leve que cobria parte dos meus braços e sem ele minhas costas ficaram mais expostas. Marjorie desgrudou as costas da guarda da cama e voltou a apertar meus ombros, um pouquinho mais forte e eu arrepiei muito. Comecei a sentir sua respiração na minha pele, e o arrepio não baixou mais, até que senti o toque do seu nariz no meu ombro e um beijo leve, depois outro mais pra cima nas costas e ela levou meu cabelo todo para um lado do ombro e beijou o outro. As mãos dela entraram por baixo da alça da minha blusa para acariciar mais minha costas e ombros. Ela alisou meu rosto de um lado só e devagar fui virando o rosto e quando olhei para trás um pouco vi que as alças do vestido dela estavam caídas. Marjorie me abraçou com as mãos sobre meus peitos e puxou pra trás e senti os peitos dela livres nas minhas costas. Já era sem dúvidas o maior tesão da minha vida e fiquei estressada e ofegante novamente sentido aquilo, e ela me acalmava beijando meu pescoço.

Mais perto, uma da outra, as mãos se esticaram pra puxar minha saia pra cima e minhas pernas finas foram se revelando. As pernas dela se encaixaram mais em mim, e suas mãos tocavam do meu joelho do lado de fora até a coxa do lado de dentro e eu já não respirava mais sem gemer. Descansei minhas mãos nos joelhos dela e quando ela abriu mais as pernas dela, ajudou a abrir as minhas e eu já enxergava minha calcinha de algodão. Ela tocou minha perna por trás fazendo eu flexionar um pouco e com um das mãos tocou minha xoxotinha por cima da calcinha úmida de tesão. Foi então que ela virou meu rosto pro lado com um pouco mais de força e me beijou quente e maliciosamente, com uma língua que vivia de procurar a minha. Ela baixou as alças da minha blusa ao mesmo tempo e como um clique, minhas tetinhas estavam livres e eu me virei de joelhos olhando para seu rosto pela primeira vez desde o primeiro toque. Eu tirei a saia timidamente e ela ficou de pernas abertas com seu vestido, sentada na cama, comigo numa posição mais alta de joelhos. Ela me tocou nas costelas, puxando pra frente e começou a beijar minha barriga e subiu até chegar nas tetinhas. Eu fechei meus olhos e senti arrepiada a sua boca quente brincando com meus sentidos. Era inevitável eu me abaixar a cada vez que ela aumentava a força nos chupões, até que meu pescoço voltou a ficar ao alcance dela fazendo-a chupar novamente. Minha mão esbarrou num dos seus peitos duros e maiores que o meu e mesmo sem estar olhando pra eles, comecei a tocá-los, e apertar na ponta. Nada mais acontecia sem um beijo. Cada chupão era um beijo, cada toque era um beijo.

Ela me fez encostar a cabeça do travesseiro e deitar, e se ajoelhou na minha frente, entre as pernas e voltou a brincar com meus peitinhos e foi descendo até beijar a barriga e eu gemer forte. As mãos dela no meu joelho mantinham as minhas pernas abertas e depois deslizaram pela parte interna da minha coxa. Ela parou se ajoelhou e tirou seu vestido e estava com uma calcinha de algodão quase igual a minha. Imediatamente ela se ajoelhou e puxou o elástico da minha calcinha, não como se fosse tirar, mas como quem estivesse curiosa e ela sorriu quando percebeu que eu tirava todos os pêlos e tirou minha calcinha e eu nervosa voltei a ficar ofegante. Ela sorriu, me olhou, e desceu o rosto beijando meu capôzinho. Depois beijou sobre a bucetinha, alisando de leve como sempre, como se estivesse procurando o lugar certo até que senti o primeiro chupão forte e de tanto tesão recolhi as pernas e gemi, e com uma das mãos entre os chupões, Marjorie alisava o biquinho do meu peito e com os chupões mais fortes ela recolheu a mão e foi enfiando dois dedos dentro de mim. Eu não olhava pra ela, só fechava os olhos e sentia, demonstrando com gemidos que ela estava me deixando plena. Eu comecei a gemer muda, com falta de ar e ela aumentando o ritmo e a força até que eu tremi toda e pela primeira vez na minha vida gozei com outra pessoa. Ela conseguiu o que nas outras transas com garotos eu não senti, e ela percebendo, escalou meu corpo e voltou a me beijar com força e vontade, esfregando seu corpo no meu e mamando forte nas minhas tetinhas.

Marjorie se ajoelhou e deixou suas tetas ao meu dispor e eu queria muito e com as minhas mãos juntei os dois bicos dela, para chupar as duas tetas ao mesmo tempo, depois me pendurei num dos bicos e mamei gostoso e estralado e com minha mão, procurei sua xoxota e alisei um pouco, desengonçada por cima de sua calcinha. Ela deitou onde antes eu estava, e ela mesmo tirou sua calcinha e ela tinha alguns pelos sobre a xoxota. Tudo ela tinha mais que eu, tetas, bunda, quadril, pêlos e um grelo que eu não tinha e me deliciei mordiscando eles no primeiro contato. Ela abriu seus lábios me indicando o caminho do clitóris onde meus lábios e língua massagearam por longos minutos, e senti que eu não chupava tão bem quanto ela ainda e subi em seu corpo para beijar por mais alguns minutos. Ela entendeu. Eu deitei do lado dela, encostei a cabeça no travesseiro e a beijei de novo. Ela se ajoelhou e me segurando na cintura, foi arrebitando minha bundinha até e eu ficar de quatro na cama e atrás de mim, me acariciava desde o ombro até as nádegas, com a ponta das unhas, arrepiando tudo. Quando ela tocava meu ombro, sua teta dura esbarrava na minha bunda e eu sentia um grande tesão, ainda mais naquela posição vulnerável, toda exposta pra ela. A carícia foi mudando de lugar, passava do capô, por cima da xoxota, cuzinho e voltava para a lateral da minha bunda e disse: “melhor parar por aqui”. Parecia que ela queria fazer mais alguma coisa e empacou. Foi a única vez que ficamos juntas aquele ano, mas me despertou pra um mundo de autoconhecimento, com prazeres sem rótulos.


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