Abusada pelo marido, adoro 2

Um conto erótico de val.anal.vadia
Categoria: Sadomasoquismo
Data: 18/11/2020 21:45:09
Última revisão: 18/11/2020 21:47:52

Ola.

Voltei.

Sou a Val. 42 anos, casada e hoje muito feliz com o senhor meu marido.

Lembrei de acontecimentos pos casamento e antes de meu Vitor nascer.

Meu marido me ensinava a cada dia a ser como ele desejava.

Eu mantinha a casa em ordem. Recebia ele sempre de banho tomado, cheirosa e com a refeição pronta.

Tinha dias em q ele era carinhoso e gentil. Mas na maior parte minha rotina se mantinha a mesma.

Lembro depois de um mês em nossa casa. Fui avisada q teriamos visitas no sábado. Só não imaginava o q seria.

Acordei com meu marido enfiando os dedos no meu cu as 5h30.

- Bom dia, meu senho.

Levei um tapa no rosto e vi ele levantar rapidamente. Pegou a cinta e me bateu. Me ajoelhei pra chupa-lo pois estava de pau duro e sabia o q devia fazer.

Sentia minhas costas queimar. Comecei a chorar, pois doia muito. Eu chupava sem parar enquanto apanhava sem entender, mas sabia q tinha algo errado.

Me pegou pelos cabelos e me atirou contra a cama.

- Me mostra os peitos.

Apanhei até ficar toda marcada. Fui fodida pela lanterna e depois por abjetos de borracha, um mais grosso q o outro.

- Satisfeita cadela. Meus amigos querem me visitar. Eu casado com a prostituta deles. Sabe as piadinhas...

Levei um tapa atras do outro no rosto e nos peitos.

....sabe os apelidos, pois hoje eles vêm. Não esquece que esse rabo e essa buceta são meus, é você quem vai ter que defender pra eles não comer nada, pq não vou brigar com meus amigos por uma ramera e não vou fazer ceninha de ciúmes. Mas isso foi só um pedacinho do q vou fazer com vcs se der pra eles.

Comecei a chorar e implorar pra ele não deixar.

Ele amarrou uma cinta, onde ficava um pau no meu cu e outro na buceta. Escolheu um vestido branco, curto, colado. Onde era possivel ficar expota minhas marcas e onde o vestido tapava, marcava o sangue.

Desci com dificuldade. Preparei o café e o chamei.

Comemos em silêncio. Ele me olhava com uma gana, parecia q continuava me batendo no pensamento.

- Senhor, me come o rabo? Por favor. Preciso te fazer feliz, quero q fique satisfeito em me rebentar. Por favor.

Levantei, me posicionei entre ele e a mesa, sentei no colo e comecei a rebolar. Senti o pau dele tomando forma, tirei da calça e comecei a forçar pra meter junto com o q tava no meu cu. Minha nossa, comecei a chorar sentindo tudo me rasgar, mas tinha q conseguir. Quando entrou comecei a meter e cavalgar. Ele apertou meus seios e me empurrava com força contra o pau, enquanto me mordia as costas e pescoço.

- Morde mais, por favor. Arranca meus peitos. Acaba comigo antes q qualquer visita chegue. Me destroi todinha.

Enquanto eu falava e ele fazia, derrepente foi vindo uma onda pelo meu corpo, feito um choque q parecia sair de algum lugar entre a buceta e o umbigo, aquilo foi aumentando até q veio feito uma explosão. Ele riu e gozou.

- Minha vagabunda gozou, sabia. Vc realmente gosta do seu senhor te rebentando. Sou ciumento com o q é meu. Faça o q fizer, não quero ninguém te comendo.

- Então me diga o que devo fazer e como devo fazer pra lhe agradar e não deixar q meu Senhor vire piada.

- Deixa eu pensar. Não vou me importar se vc conseguir dar um show, talvez. Faça eles gozarem sem q metam em vc.

- Mas posso tocar ou chupar?

Levei um tapa no rosto e fui empurrada.

- Isso reponde sua pergunta. MINHA esposa.

Eu me senti amada e sorri, sabendo q eu era importante pra ele.

Tirei a mesa, lavei a louça. Fui pra sala chupar meu marido, quando a campainha tocou.

Ja sabendo como devia me portar diante de outras pessoas, fui atender a porta.

Abri a porta olhando pro chão, dei oi e deixei espaço pra entrarem.

Tive os peitos apalpados por um deles e os outros dois me olharam com espanto, se olharam e voltaram a me olhar.

Foram pra sala, enquanto fui arrumar o quarto.

Tempo depois fui chamada por meu marido. Todos estavam bebendo muito.

- Val, eles acham q vc não está bem, isso é verdade?

- Não meu senhor, estou muito bem, amo meu marido, minha casa e estou feliz com meu casamento.

- Mas vc está toda machucada, isso não é normal.

Um dos amigos parecia preocupado.

- Vc ta reclamando do quê? Eu q queria casar com uma cadela assim. Gostosa e puta. Vai dar pra geral hj, cadela?

Fui puxada pela cintura e tive a bunda apalpada. Onde ele percebeu q eu estava amarrada e ergueu minha roupa. Endireitei, me afastei e fui pra perto do meu marido.

- Estou muito bem, se fui castigada mereci, pois sou puta e meu marido tenta me tornar uma mulher melhor. Se quiserem posso meter o que quiserem pra rasgar meu cu e buceta pra divertir os amigos do meu marido, mas pra me tocar, apenas ele. Vcs mandam e eu obedeço, mas não me toquem.

- Essa cadela manda agora Rafael?

- Não manda, mas vcs acham q eu vou ser otário de no futuro me chamarem de corno?

Se quiserem ela da um show, posso ajudar a lanhar ela pra vcs verem um pouco do dia a dia q ela tanto ama, mas corno não.

- Então mata minha saudade e fode ela com a garrafa q tanto me masturbei pensando naquele dia.

Fui até a cozinha trouxe uma garrafa e entreguei ao meu marido. Fiquei de 4, esperando por ele.

Não percebi, mas ele estava com o cinto e começou a me bater as costas, arrancou minha roupa e a cinta q me prendia.

Meteu com tudo, enquanto me segurava pelos cabelos. Eu urrava.

- Olha pra eles.

Olhei e apenas um se masturbava enquanto os outros olhavam com reprovação.

Então comecei a rebolar e pedir mais força na garrafa.

- Mais, preciso q meta mais. Por favor me rasga no meio.

Eles olharam entre si, surpresos.

- Deixa dentro e me bate, bate...

Ele obedeceu e começou a bater enquanto eu rebolava com a garrafa no cu.

Estiquei meu braço e peguei a cinta e comecei a chupar um dos paus q tinha nela, olhando olhando para os três.

- Cara de sorte. Olha só.

Me virei e fui abrindo a calça do meu marido e abocanhando ele todinho, sem esquecer de rebolar.

Tirei a garrafa, posicionei o pau da cinta e sentei enquanto chupava meu homem.

Quando olhei para os três, ohhh. Os tres estavam se masturbando.

Levei um tapa e fui virada de 4.

Com o pau de borracha no cu, ele posicionou e meteu na minha buceta. Me puxando pra trás com os indicadores nos cantos da minha boca, parecia q ia rasgar meus labios.

Ficou metendo assim ate gozar.

Gozou, me empurrou e mandou eu meter a garrafa no cu e ir fazer o almoço.

Olhei e percebi q todos tinham gozado.

Sai e deixei eles conversando.

Almoço pronto fui até a sala, me ajoelhei e abri a calça do meu marido.

- O que é isso? Assim de graça?

- Está me chamando pra almoçar, podem ir lavar as mãos e ir pra mesa q ja vou.

Dois se levantaram e sairam, um ficou de pé ao meu lado batendo punheta.

Um gozou na minha boca, o outro na minha testa.

Me levantei, fui ao quarto, me limpar e me ajeitar pra almoçar, enquanto eles se dirigiram a mesa.

Almoçamos, voltaram pra sala com a bebedeira, fiquei pra limpar a cozinha. Como de costume, terminei e fui procurar meu marido.

Cheguei, todos pararam pra me olhar.

- Posso senhor?

Ele fez q sim com a cabeça.

Tirei a garrafa e fui direto até ele. Me sentei em seu colo e esperei pra ver o que ele faria.

- Boa garota.

Sussurrou em meu ouvido. Pos uma das mão em meu seio por baixo da blusa e continuou conversando.

- Trás a sobremesa, por favor.

Me levantei e ao passar pelos três fui puxada, todos me passaram a mão enquanto eu lutava pra sair. Consegui me soltar e voltei com a sobremesa.

Me ajoelhei ao lado do meu marido e permaneci quieta. Ele terminou a sobremesa e abriu a calça. Foi meu sinal, cai de boca e fui sufocada e fodida até ele terminar e não sei porquê sempre quando tinha bebida, demorava mais. Gozou e me colocou novamente em seu colo.

A tarde passou, eles foram embora.

Meu marido me pos contra a porta assim q se depediu e me comeu ali.

Subiu e dormiu.

Acordou perto da hora do jantar, ja estava tudo pronto, eu de banho tomado, nua aos pés da cama com o rabo virado pra ele, só esperando. Cheguei a cochilar, mas sabia q deveria esperar.

Ouvi ele levantando e rebolei, ele meteu e me puxou pelo canto da boca novamente.

- Minha vadia, cadela arrombada. Quero te demolir fodendo.

- Rebenta.

Ao falar, eu me desmanchei mais uma vez. Aquela sensação era viciante.

Ele gozou e quando terminou me encheu de tapas, me segurando pelo cabelo e me batendo ate q fez meu lábio sangrar.

- Tua mãe ligou ontem pro trabalho nos convidando pra ir domingo q vem na casa pro almoço, eu disse que iriamos. Amanhã vc vai ligar pra ela e convença de que vc não quer ir, pois eu ja disse q sim.

- Sim meu senhor.

Depois da janta voltou a beber e veio a cozinha reclamar da demora pra terminar a limpeza. Me puxou pelos cabelos e me atirou contra parede. Saiu pro quarto.

Levantei e acelerei pra terminar.

Chegando no quarto, ele estava dormindo, vejo 4bananas, o socador de caipirinha e a cinta q ele me amarra com os paus de borracha.

Entendendo o que tenho q fazer, descasco as bananas e meto no rabo, ajeitando com o socador, depois meto e amarro a cinta. Ao me ajeitar pra dormir, tudo enfiado em mim começa a me deixar inquieta, agoniada e começo a rebolar sozinha. Rebolar e apertar meus peitos com força, me viro de bruços e coloco o travesseiro entre as pernas, fico me roçando e aquela agonia não passa. Começo a pensar na garrafa e os pensamentos me fazem o corpo enlouquecer. Então aquela explosão acontece. Gozei. Definitivamente aprendi a gozar.

Acordei com minhas costas sendo acariciada.

- Bom dia meu senhor. Me fode o rabo, por favor.

Retirou a cinta, me pos de bruços e me fodeu. Fui me contorcendo, procurando aquela explosão. Levei minha mão a boceta e rebolava naquele pau. Mas não perecia o suficiente.

- Mete com força. Rasga meu cu.

Ele se empenhou pra me atender.

Parecia uma furadeira, enquanto eu empurrava mais meu cu contra ele.

- Rasga meu peito.

Ele posicionou as mãos no meu peito e espremeu com garra, enquanto esmurrava o corpo contra o meu.

Eu enxerguei o pau de borracha e o arrastei por baixo do meu corpo pra meter na buceta. Rebolava e metia.

- Senhor acaba com meu cu, rasga meu peito.

Ele sorria enquanto me comia. Quanto mais eu falava, mais sentia aquele fogo me consumir.

- Minha ramera, vagabunda rasgada, goza com o pau atolado no rabo.

Quando ele falou ao meu ouvido foi o ponto certo. Eu via tudo girar enquanto percebia ele gozar também.

Deitamos, um ao lado do outro sem falar nada.

- Senhor?

- Diga.

- Eu realmente gosto muito de ser usada pelo senhor. Quero que judie e rebente mais minha... na verdade meu corpo todo, mas gosto de sentir meus buracos esgaçando. Quero aprender a ser perfeita pra vc.

- Você está ficando perfeita pra mim e está gostando disso.

Levantei pra preparar o café e senti q ia me sujar toda.

- Cuidado pra não perder teu café da manhã. Tira numa vazilha e acrecenta cereal e leite.

Desci e obedeci.

Chamei pro cafe e quando o vi chegar, eu só conseguia sorrir.

Eu só pensava em agrada-lo e não conseguia parar de pensar em algo dentro de mim.

Ele me olhou e me mostrou um dos brinquedos de borracha.

Estiquei a mão e perguntei onde?

- No cu. Quero sempre cheio. Vou comprar uns plugs pro teu rabo hj. Umas mordaças tambem.

Posicionei na cadeira e sentei.

Tomamos café, ele foi se arrumar pra trabalhar e eu me apressei pra terminar a cozinha antes dele sair.

Quando ele desceu eu estava esperando de joelhos perto da saída.

Ao me ver, foi ate a porta da cozinha, olhou, sorriu e abriu a calça.

Meteu com tudo na minha boca.

- Rapido q tenho reunião vadia.

Fodeu sem pensar até gozar, rapido, sufocante, dolorido e satisfatório. Finalizado com um beijo na testa e um bom dia.


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Comentários

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19/11/2020 07:50:33
Delícia mande fotos vadia....
19/11/2020 05:08:59
Adorei o conto tenho um tesão danado nesta luxuria, não sei se já experimentou uns pepinos, vai gostar e se puder mande fotos e vídeos desta aventura.
19/11/2020 02:00:19
Vou amar receber umas fotinhas

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