COMENDO A NOVINHA GOSTOSA E MINHA IRMÃZINHA 1

Um conto erótico de Bob Barbanegra
Categoria: Heterossexual
Data: 17/10/2020 10:46:39

Conheci a Sonja, que depois viria a ser minha mulher, no condomínio onde eu morava com meus pais. Uma bela garota, com uma beleza incomum, ela transpirava sexo, maturidade e sensualidade que a fazia aparentar mias que seus 14 aninhos. Ela tinha a exata noção de que era gostosa e desejada por todos os homens do condomínio. Tinha os cabelos ruivos, olhos claros, esguia, pose de modelo, rabuda e com uma buceta que sobressaía quando ela usava aqueles shortinhos colados. Todos nós, mal saídos da infância, com os hormônios sexuais a flor da pele, ficávamos loucos pra comer aquele avião. Quando ela aparecia, toda sorriso, tinha uns “amigos” que diziam que iam pra casa que a mãe tava chamando, mas a gente sabia e se fazia de desentendido, que o cara ia tocar uma punhetinha pensando na Sonja. Ela era demais, a mais gostosa e a mais odiada no condomínio. Até mesmo os casados davam suas olhadas sorrateiras.

Fizemos até uma aposta para ver quem seria o primeiro a chegar junto dela. Quem ganhou essa aposta foi o cara que ninguém dava nada por ele, o Carlinhos, com um jeitão de viado.

Ela veio morar no condomínio com a irmã, que tinha tido bebê recentemente, e o cunhado. Os pais dela moravam no interior, numa fazenda.

Eu babava por essa mulher, muito embora nessa época eu tivesse muito acima do meu peso normal, devido ao corticoides que eu tomava por causa de meus problemas alérgicos (nessa época, eu tinha 16 anos, 1,78m e pesava 110kg). Mas terminei por me desiludir de vez dela quando certa vez, a gente já com certa “amizade”, por morarmos no mesmo condomínio, ela me pediu pra lhe ensinar matemática, no que eu era muito bom. Eu fiquei afinzão dela (toquei muita punheta pensando em estar comendo aquele avião) e ela dava a impressão de que também era a fim de namorar comigo.Perguntei se ela queria namorar comigo, no que ela respondeu:

- Vc acha mesmo que quero namorar com vc? Vc é muito gordo e eu gosto de carinhas mais lites, com uma barriguinha sarada, uma pegada forte... e vc não é nenhum desses padrões pra eu querer namorar com vc. Não fica chateado comigo, não, tá? Deixa a fila andar.

- Tudo bem, Sonja. Eu perguntei, mas eu sabia que a sua resposta ia ser não.

Continuei ensinando matemática na casa dela, mas não falei mais nada. No final do ano, ela foi aprovada e não me disse nem um valeu ou obrigado. Mas pra mim tava tudo bem, só eu estar perto dela, já era um belo agradecimento. Nesse meio tempo, em janeiro, meu pai foi transferido do Recife para Fortaleza, depois pra Canoas. Deixou nossa casa com fechada, com todos os móveis, e minha irmã e meu cunhado tomavam conta, já que eles moravam no mesmo condomínio. Sempre que víamos de férias, ficávamos na casa. Mas como agora eu fazia faculdade na federal, eu tinha pouco tempo pra tirar férias, até porque eu tinha conseguido um bom estágio numa multinacional e pretendia conseguir o emprego em definitivo. Talvez até casar lá mesmo no Rio Grande. Eu tava saindo de um namoro conturbado e trágico com uma modelo, a Melanie, que eu chamava Mel, que embora fosse uma pessoa doce, carinhosa... que teve a infelicidade de se envolver com drogas pesadas.

Eu tentei de tudo pra tirá-la dessa situação, e passamos a viver juntos. Ela ia muito bem, se recuperando, já pensava até em casar comigo, ter filhos, mas teve um dia que cheguei do estágio e ela me pediu pra leva ela ao pronto-socorro que ela não tava passando bem. Levei. Deixei ela na portaria do hospital, o pessoal botou ela numa maca e fui estacionar o carro. Quando voltei, o médico mandou me chamar e me comunicou que ela havia falecido, que ele não pode fazer nada. Ele perguntou o que ela havia ingerido. Eu disse que não sabia, já que estava trabalhando. Ele me disse que iria mandar o corpo dela pra autópsia, já que ele suspeitava de overdose, o que foi confirmado. Eu fiquei arrasado, entrei em depressão, não acreditava que ela havia feito aquilo comigo, jogando fora todos os nossos planos de futuro. Todos diziam que a gente tinha nascido um para o outro. Até mesmo os pais dela e os meus queriam muito que casássemos. As drogas me roubaram ela pra sempre de mim. Eu sabia que sempre haveria a sombra dela em tudo que eu fizesse dali pra frente, até mesmo se eu casasse. Mas eu estava disposto a viver, a lutar por mim e por ela. E fui em frente.

Dois anos depois desse episódio, fui, pedi 2 anos de afastamento do trabalho e fui tentar me recuperar no Recife. Fui pra casa de meus pais. Nesse ano, meus não foram, pois meu pai estava nos últimos meses de ser reformado e precisava ficar no Rio Grande. Achei até bom ficar sozinho, pra poder respirar, tentar de tudo pra sair daquele depressão, que tava me levando pro buraco. Minha irmã, a Paulinha, e meu cunhado, o Joaquim, não eram nada chegados a mim, por eles acharem que eu era muito mimado pelos meus pais e por eu já ter flagrado meu cunhado com uma travesti, mas que nunca disse nada a ninguém. Se meu pai soubesse de uma presepada dessa, mataria meu cunhado. Então, eu ficava na casa sozinho, ia fazer minhas refeições num self-service perto e jogava futebol society no time dos amigos, no qual eu era um goleiro até razoável.

Certa noite, fomos jogar num campo alugado, que promovia campeonatos periódicos. Tava lá, esperando o jogo começar, só de calção, me preparando pra terminar de me vestir e notei uma garota linda que não tirava os olhos de mim, mas fiz que não a tinha notado. Eu sabia que era a Sonja. Eu achava até que ela ia me comer ali mesmo. Ela chegou perto e disse:

- Oi, tudo bem? Roberto? Vc é o Roberto?

- Olá, tudo bem. Sou Roberto. E vc é?

- Sou a Sonja, lembra de mim?

- Sonja? Sonja?... ah, tá! Sonja. Agora lembrei. Te ensinei matemática antes de me mudar pra Fortaleza, né?

- É isso. Como vc mudou, menino. Tá lindo, um gatinho.

- E vc tá cada vez mais linda. Já casou, tá enrolada ou só tito-tico no fubá?

- Eu to noiva. Ele é aquele que vem ali...

- E quando casa?

- Depois a gente conversa, tá? É que ele é muito ciumento e eu não suporto isso.

- Bota um par de chofres nele, garota...

Ela ficou rindo:

- Amor, esse aqui é um amigo meu. Lembra daquele menino que eu disse que tinha me ensinado matemática?

O noivo dela mal falou comigo. Na verdade, me olhou com uma cara de desprezo. Entregou umas coisa a ele a foi jogar. Ela parecia que tava pagando o que a língua tinha falado quando perguntei a ela se queria namorar comigo. O cara era baixinho, meio barrigudo, feinho pra caralho. Ela ficou sentada ao meu lado e ficamos conversando. Eu só secando ela e ela notava.

- Pô, Sonja, mas tu continua linda e mais gostosa ainda. Vc não acha que é muita areia praquele caminhãozinho do seu noivo, não? Se quiser uma ajuda pra levar toda essa areia, to a disposição.

- Brigadão pelo elogio, menininho louco. Vou pensar no seu caso. E sua namorada?

- Ela faleceu faz seis meses. A gente tava vivendo juntos e ela se matou com uma overdose de drogas. Mas, por favor, não quero falar sobre isso, não, tá?

Ela ficou vermelha, mas no fundo ela viu minha tristeza, e completou:

- Desculpa, tá? Se a gente tivesse sozinhos agora, eu iria te abraçar até vc sussurar no meu ouvido que eu estava desculpada. Mas posso ir na sua casa na segunda a tarde?

- Por que segunda a tarde?

- É que meu noivo trabalha a semana toda fora e só volta na sexta à tarde.

- Ah, tá. Então fica certo na segunda.

O jogo do noivo dela terminou e ele voltou pra junto dela, que tava só conversando comigo. Ela fechou o riso quando ele chegou e disse “vamos embora?” Eu disse tchau e saí porque iria começar o meu jogo.

Juro que fiquei ansioso pra chegar a segunda. De manhã parecia mais que minha cama tava em brasa, de tão agitado eu tava. Finalmente deu 12hs. Saí pra almoçar. Voltei logo.

Por volta das 14hs. A campainha tocou. Abri e era ela. Tava linda, com uma minissaia que mostrava suas belas coxas, uma blusa que deixava a barriga de fora, sem sutiã... meu pau deu logo sinal de vida.

Ficamos parados, nos olhando, o fogo estava nos nossos olhos e no nossos corpos. Segurei a mão dela e fiz ela entrar. Fechei a porta e fui dar um beijo no rosto dela, mas nosso fogo era tanto que começamos a nos beijar de língua. A fogueira tava acesa. Meu pau subiu logo, ela sentiu e colou sua buceta na minha pica. Saí andando de costas, beijando e empurrando ela até o sofá. Me sentei e puxei ela pra cima de mim. A minissaia dela subiu e ela encostou sua buceta no meu pau, começando a nos esfregar. Agarrei a bunda dela e forçava ela se mexer em cima do meu pau. Foi tanto beijo e tanta sarrada que ela terminou por gozar. Ela deitou-se no sofá, fui tirando sua blusa, depois a minissaia, ela ficou só de calcinha, um fio dental que mostrava quanto ela tinha uma bunda gostosa. Fiquei louco pra comer aquela bunda. Mas caí de bca na sua buceta, que era bem grandinha, com um pinguelo lindo, estufadinho pra fora. Chupei demais, até ela gozar. Ela me puxou pra cima dela, abriu as pernas e nossos sexos se encaixaram. Meu pau doía de tanto esfregar naquela buceta gostosa. Foi uma loucura, a gente não parava de sarrar e se beijar, até que senti elaficar com a respiração mais acelerada e mais ofegante, até que ela gozou de novo.

Ela ficou de olhos fechados, sentindo que aquela gozada poderia ter acontecido uns 4 anos antes. Ela abriu os olhos, tavam cheios de lágrimas, me beijou, disse:

- Desculpa, amor.

- Por que?

- Vc era pra ser meu há muito tempo. Desde aquele dia que vc me perguntou se eu queria namorar com vc. Nunca me esqueci disso. Até hoje me arrependo de ter dito não.

- A vida é assim mesmo. Acho que vc e eu teríamos que passar por tudo isso pra chegar ao hoje.

- Eu quero ser toda sua... agora sei que nasci pra ser sua.

Eu ainda não tinha gozado e tava de pau duro dentro da bucetinha dela. Comecei a me movimentar, entrando e saindo daquele buceta gostosa, ela disse:

- Vai, amor, goza dentro de mim. Quero sentir todo seu prazer na minha pepekinha.

Acelerei meu movimentos, ela se remexia e me dava mais prazer, até que gozamos juntos, urrando na boca um do outro. Eu nunca tinha tido uma gozada daquela. Ficamos nos beijando e nos acariciando, ela me fez gozar como nunca eu tinha gozado antes.

Eu perguntei a ela:

- Quando vc me disse que viria hoje aqui, vc tava pensando em fazer amor comigo, né?

Ela deu um risinho maroto e disse:

- Tava, amor. Eu fiquei tão excitada quando reconheci vc no campo, que fiquei com minha calcinha toda ensopada. Era tanta tesão que eu tava, que quando cheguei em casa, fui correndo ao banheiro dizendo que tava me mijando, mas era pra trocar a calcinha e a bermuda, que tinham ficado molhadas. Claro que aproveitei e me toquei, amor, pensando em ter vc dentro de mim.

- Esse teu noivo não tá te satisfazendo, não?

- Na verdade, não. Ele é evangélico e só que ter relações quando a gente casar.

- Mas ele sabe que vc não é mais virgem?

- Sabe... mas não faz nada pra...

- E vc me pegou pra encher a cabeça dele de chifre. Não é?

- Não, amor. Eu tava com muita tesão por vc. Faz muito tempo que não dou uma trepadinha. Vc acha que não mereço ter vc dentro de mim?

- Tudo bem. E vc quer ser toda minha, é?

- É, sim, amor. Quero ser sua mulherzinha de dia, sua putinha de noite, sua vadia, tudo que vc quiser fazer comigo, eu aceito, amor.

- E se eu quiser comer sua bundinha, vc me dá?

- Ai, amor, vc tá sendo muito ruinzinho. Vc tem uma bucetona gostosa dessa pra vc comer, chupar, gozar em cima do pinguelinho... e vc quer comer meu rabinho... amor, diz que não quer... por favor!

- Então, pra que vc diz que quer ser toda minha e na primeira coisinha que te peço, vc diz não?

- Garanto que vc não comia a bundinha da mel, né?

- Ela sentia prazer quando eu comia a bundinha dela.

- Sério, amor? Tá bom, mas se doer, vc jura que tira?

- Tá certo, fronchone!

- Não é no seu cuzinho que vai entrar uma pica grossa e grande dessa, né, bonitinho?

- Vc vai sentir muito prazer e gozar com meu pau dentro desse cuzinho.

Voltamos a nos acariciar e nos beijar, ela ficou excitada de novo. Chupei os biquinhos dos seus seios, depois fui passando a língua na sua pele até chegar no seu grelinho, que a essa altura tava bem durinho. Coloquei ele na minha boca, prendi entre os lábios e fiquei passando a língua. Ela ficou maluca.

- Ai, amor, chupa meu pinguelinho... ai, ai, amor, vou gozar na sua boca gostosa. Me chupa, amor... ai, ai, amor, hummmmm, tô gozando amor, ai, ai... ela ficou desfalecida no sofá. Acho que ela já tinha gozado umas cinco vezes.

- Cê tava a perigo, né, menina?

- Não tava, não, amor. Ainda estou. Quero gozar mais. Vc é muito gostoso. Vou ficar tarada por vc.

Ficamos brincando de nos acariciar pra descobrir onde sentíamos mais tesão. Fui explorando o corpo da Sonja até chegar no seu cuzinho. quando toquei, fiz movimentos circulatórios, ela fechou os olhos e suspirou, me pedindo pra enfiar meu dedo dentro, que ela tava ficando toda molinha de tesão. Peguei um creme pra pele, passei no meu pau, encostei no seu cuzinho, fiz movimentos agora com a cabeça, ela ficou suspirando, me pediu pra enfiar só a cabeça, que de tão lubrificado, entrou sem dificuldade.

- Ai, amor, não sabia que era tão gostoso sentir a cabeça de seu pau dentro do meu cuzinho. Tô amando isso. Mexe um pouquinho, amor, bem devagarinho. Deixa eu sentir essa cabecinha tesuda.

Eu comecei a mexer, enfiava um pouco, ela delirava, empurrava seu corpo contra o meu, fazendo entrar mais meu pau, até que entrou tudo, minhas bolas ficaram encostadas na sua bunda. Elavirou seu rosto pra mim, voltamos a nos beijar, com uma mão eu brincava com seus seios e com a outra eu esfregava seu grelinho, bem intumescido. Comecei a me mexer, fazendo movimentos circulares, ela fazia meu pau entrar e sair do cu dela, até que não aguentei mais e assumi o controle e acelerei os movimentos, ela colocou seus dedos no grelinho e tocava uma siririca, até que gozamos juntos, eu enchendo aquele cuzinho gostoso de gala. Arriei sobre ela, com meu pau dentro, ela virou o rosto de novo pra mim e voltamos a nos beijar.

- Juro que eu tava com medo de doer, amor, mas adorei dar meu cu pra vc. Não senti quase nada, só um leve desconforto, que depois passou. Agora sempre vou dar meu cu pra vc.

Depois desse dia, a gente passou a ter relações todos os dias, de segunda a sexta, já que o cornoivo dela só chegava na sexta pelas 18hs. Como eu tava de 2 anos de licença do trabalho, por causa da depressão que tive depois da morte da Mel, ficamos corneando o noivo dela por cinco meses, até que exigi que ela tomasse uma decisão entre ficar em definitivo comigo ou só com ele. Ela me olhou séria e disse:

- Mas, amor, ele paga a minha faculdade e me ajuda nas minhas despesas. Como vou poder acabar o noivado?

- Que dizer que vc quer um gastoso pra pagar suas contas e um gostoso pra te dar prazer, né? Tô fora desse círculo. Isso termina dando em merda. A partir de hoje, a gente acaba, ok?

- Não, amor, não faz isso comigo, não... eu te amo, quero ser sua mulher...

- então acaba logo essa porra com esse corno, cara. Eu posso pagar suas contas.

- Sério mesmo, amor?

- Aceita assim? Vc acaba essa merda de noivado, a gente passa a namorar e eu pago suas contas. Mas se vc me sacanear, não olhe nem pra minha cara.

- Tá bom, amor. Sexta, quando ele chegar, eu acabo.

A gente tava ainda nus na cama, quando a campainha tocou. Vesti um calção de praia, fui atender. Era a minha irmãzinha. Eu abri a porta, ela me olhou de cima a baixo.

- Vc tá com alguém aí, perguntou ela discretamente. Esse volume todo no seu short não é algo normal.

- Tô com uma pessoa. Mas esse volume é normal. Meu exocet mede 20cm.

- Meu Deus, que loucura. Essa garota tirou a sorte grande. O do meu marido só tem 14. Bem que eu queria que ele tivesse um míssil desses.

Encostei minha boca na orelha dela e disse:

- Tá a sua disposição, quando vc quiser!

Ela ficou toda arrepiadinha. Notei que os biquinhos dos peitos dela acenderam.

- Ei, lembra que sou sua irmã, tarado? Deixa pra lá. Sei que vc é viciado em sexo. A Mel certa vez me disse. Vou fazer uma despedida pro Joaquim no sábado. Ele vai viajar pra Manaus e só volta em 15 dias. Quer ir? Vai ser na piscina do condomínio, de meio dia até umas 17hs. Pode levar sua piriguete, se quiser. Outra coisa, quem é ela? Eu conheço?

- promete ficar de bico fechado? Ela balançou a cabeça dizendo que sim. É a Sonja...

- Louco... essa doidinha é noiva! Além do mais, dizem que ela gosta de homem e de mulher. Toda vez que passo, ela fica me encarando e passando a língua nos lábios, como se quisesse me chupar. Mas tudo bem, vc é dono do seu nariz. Espero que vc não quebre a cara, maninho gostoso.

- tá com ciuminho do irmãozinho aqui, é?

Ela ficou me olhando dos pés à cabeça...

- Se vc não fosse meu irmão, meu marido seria corno ainda hoje.

- Mas se vc quiser, com toda discrição, tô a sua inteira disposição, irmãzinha!

Ela riu, balançou a cabeça e saiu. Aquele gesto dela me dizia que eu tinha uma grande chance de comer minha irmãzinha. Agora é que prestei bem atenção como minha irmãzinha era gostosa, mesmo com seus 30 aninhos. Tinha ainda um corpinho de modelo, que ela foi até casar, um bunda linda naquele vestido, seios pequenos, sem barriga, mesmo já tendo uma menina de cinco anos... fiquei observando enquanto ela se dirigia pra casa dela, um “rabolado” de menininha sapeca... quando ela dobrou a esquina pra chegar na casa dela, deu uma olhada pra trás e viu que eu estava olhando... acenou e fiquei pensando comigo: meu Deus, tenho que comer essa mulher, mesmo sendo minha irmã!

Mas isso fica pra segunda parte, quando eu e a Sonja começamos a namorar e também passamos a comer a Paulinha, minha irmãzinha.


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Comentários

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17/10/2020 16:57:05
Muito boa estória, bem narrada.
17/10/2020 16:49:17
Otimo relato, estarei esperando pelo próximo anciosamente
17/10/2020 14:32:01
Nossa que delícia, ótimo conto fiquei toda molhadinha... amo incesto.
17/10/2020 12:06:53
Ótimo conto.


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