Swing no Rio - 2a2 : primeira vez numa casa de swing - parte 1

Um conto erótico de Loiro Safado Juntado
Categoria: Grupal
Data: 02/08/2020 14:20:33
Última revisão: 15/08/2020 19:57:03

Ok! Me rendi a escrever 'homeopaticamente' como fazem alguns outros escritores da casa kkkkk e este relato ficará em partes - esperava duas, mas já publiquei a segunda; e acredito que terminará na terceira, enfim rs!... Continuaria aqui mesmo, editando e atualizando o mesmo mas logo volto à casa com a terceira parte, após algumas demora na publicação da segunda... Bem, vamos a ela nesta primeira parte...

§

Com I. tive um 'relacionamento' (entre aspas mesmo) de mgrande engodo... como me iludi e custei a perceber - que seguia na condição de 'juntado (não era casado; e com pouco tempo de convívio nem mesmo me sentia assim: como juntados com ela) e nossa 'relação' não merecia tal palavra... Quem leu meu primeiro conto sobre a Aika (busquem em meu perfil) entenderá o que digo mas tive experiências bem loucas (muito mais que tinha tido até o momento, mesmo com a Ne, sobre quem renderam vários relatos aqui - adianto que TODOS SÃO DE EVENTOS REAIS que realmente ocorreram em minha vida) e cedi à ideia de contar aqui.

Um outro parênteses curioso... Um psicólogo certa vez me contou (algo que depois outros colegas de profissão dele - ou amigos e amigas do ramo - também concordaram): quanto mais neurótica é a mulher com quem vive, melhores serão as transas que experimentar com ela... o cuidado é no quanto a sua cabeça aguenta as neuras da louca! kkkk.... A minha não aguentou e após um tempo bem conturbado, enfim larguei daquela coisa e me distanciei dela... porém, ainda hoje, continuo aturando aquele pistoleira!!!

Mas, desabafos à parte, sigamos pro que quero contar...

§

Pra tudo tem uma primeira vez, não é mesmo?

Seja mais cedo, ou mais tarde, seja por desejo nosso, estímulo dos outros, ou fantasia que vem surgindo na mente, as novas experiências vão enriquecendo nossa vida - pra melhor e (vale lembrar) também pra pior, claro!...

E, animado pelo assunto do swing andar bastante presente no chat do site aqui na casa, resolvi vir aqui contar algumas das coisas loucas que vivi em casas de swing, onde minha primeira vez foi com a I....

Após algum tempo vivendo juntos, e com ela só 'acalmando' suas neuras na cama - quando a comia sem dó até que gozasse um bom tanto e cansasse para então dormirmos - pensava que talvez esse fosse o caminho em o que, à época, ainda era o início de um namoro (ou 'juntação') que vivíamos. Alertas e avisos para eu parar, inclusive da própria irmã que morava com ela, não faltaram...

Depois de um relacionamento anterior com uma mulher 'doente' de tantos ciúmes (a Ne, sobre quem escrevi uma longa série de aventuras aqui - por enquanto, a maior delas, inclusive) eu que era - até conhecer a Ne - bastante ciumento, com a Ne deixei de ser (realmente deixei!!!) e passei a preferir dar voto de confiança a ficar me aborrecendo em 'regular passos' de qualquer um, até porque sempre pensei (e constato regularmente) que mentira tem perna curta; e logo a gente dá uma 'banda' nela e descobre tudo que realmente houve (assim como penso que aquilo que se faz de errado aqui também se paga aqui)... e era assim com I.: não regulava, e essa confiança me trazia alguma paz (obs.: ainda assim não durou muito - argh!)...

§

Descrevendo a mim e I., eu sou o tipo 'ectomorfo' com 1,75m, loiro (como já sabem do meu apelido kkkk) de ombros largos, pernas grossas e um tanto peludo nos braços e pernas, rosto que insistia em deixar liso e livre de pelos nos dias de trabalho... já I. é o tipo 'mignon', bem baixa (1,53m) cabelos escuros (nunca soube bem a cor) corpo esguio de um fogo que só...

No sexo tínhamos alguma sintonia mas I. começava a enveredar por um 'caminho perigoso': queria começar a se aventurar mais 'abertamente' (num 'relacionamento' entre aspas isso não seria tanto problema) de forma que eu mesmo nunca tinha ido; no máximo, apenas na fantasia, como com Lá (sobre quem já contei aqui em outro relato) e não sabia bem se queria realizar/concretizar esse desejo.

Vez ou outra saíamos para lugares movimentados e ela queria ficar solta, nos colocando como se fôssemos amigos para que então - mais distante e com pouco contato comigo, que a observava de longe - outros caras se aproximassem, se apresentassem (com um ou dois beijinhos de cumprimento - ao menos era o que eu via) e, por vezes, ousassem um pouco mais chamando-a para dançar junto, ou mesmo colado (quando em um forró)... Não me via excitado com aquilo. Na verdade, até me incomodava um pouco; e por outro lado me fazia pensar que já que ela seria (ou queria ser) uma puta - lamento tais palavras mas com o tempo se mostrou o termo mais cabível a ela - então iria 'usar' dela também...

§§

Com isso, entre alguns altos e muitos baixos (brigas e stress constantes) ela propôs irmos a uma casa de swing... respondi que, apesar da idéia me animar pela curiosidade e até me excitar um tanto, como já havia contado pra ela (por algum tempo fui assinante da Swingers do Brasil - site de onde só conheci uma pessoa em anos kkkkk) mas não via como algo que eu realizasse de fato. Por sua vez, ela insistia no assunto e quando me percebia incomodado parava com isso.

#ficaAdica : swing é algo que mexe muito com os conceitos de amor numa relação, e mesmo de amor próprio e auto-estima - apenas uma opinião de quem já foi e frequentou casas, 'juntado', 'armado' (fazendo casal com uma amiga com quem não era casado) e solteiro...

Porém I. ia seguindo - água mole em pedra dura - e numa destas vezes propôs que eu ficasse como o dono da situação, que ela só faria o que eu permitisse, mandasse, deixasse enquanto no local; e isso me soou melhor e comecei a pensar na idéia e, sem contar a ela, passei a pesquisar mais, lia comentários sobre casas no Rio de Janeiro, como a Pigalle, Girassol; e também em São Paulo, como a Nefertiti; e seguia quieto.

Comecei a gostar da 2a2, uma casa de swing no bairro do Peixoto um 'sub-bairro' - de fato, algo 'inventado' - em Copacabana; que fica na região do túnel para Botafogo... Visitei o site deles, cheguei a mandar mensagens e também ligar pra casa em busca de informações, segurança, limpeza, público, atendimento, estacionamento; ou seja, tudo o que me via a mente para me sentir mais tranquilo com a ideia.

Uma atendente muito simpática me orientou sobre tudo - estacionamento fácil e com manobristas (na época, não estou certo, mas acho que o custo era incluso no ingresso) ingresso de casal à quase metade do valor de solteiro (para estimular o público de casais, sendo que em algumas noites não eram permitidos solteiros) seguranças respeitosos e atentos espalhados discretamente, espaço duplo (um andar de boate, cercado por balcão de bar e atendimento em mesas à volta de pista, com banheiros ao fundo; e outro andar acima onde rolava de tudo - camas redondas grandes, mezanino com 'varanda' para olhar a pista, cabines para casais e para grupos, um corredor estreito para aumentar o contato, uma grande sala com cama enorme cercada por um sofá para as brincadeiras grupais/gang-bang, e mais banheiros ao fundo) higiene e limpeza constante nos banheiros, bar e espaços comuns quando eventualmente esvaziassem... parecia tudo muito bom! Até a voz da atendente convidava o cliente rs...

Comecei a 'balançar'' com a idéia e me pegar excitado pensando a respeito... e então voltei ao assunto com a I. comentando sobre minha pesquisa, impressões e a 2a2 de onde tinha gostado e tido uma boa impressão pelo site, no bate-papo virtual e pelo telefone. Acertamos um dia, combinamos tudo e fomos...

§§§

Chegando ao local, apesar de conhecer a região, preferi entregar o carro ao manobrista pois tenho conhecidos na região e temia ser reconhecido por algum destes na rua e então assim já poderia entrar rápido no local. Fomos à porta com dois seguranças, onde um já havia chamado o manobrista que logo veio. Lhe entreguei a chave enquanto entrávamos com as portas se abrindo pra nós (e rapidamente se fechando tão logo passamos por estas - gostei da discrição).

Ali em um ambiente BEEEEM escuro fomos atendidos por uma mulata linda, de sorriso também lindo e largo e uns olhos que pareciam nos devorar com lascívia. Fosse algo combinado (ou teatral) gostei daquilo, tanto que me deu tesão na situação (o que I. percebeu depois) e reconheci aquela mulata como quem falou comigo ao telefone - e naturalmente pensei em safadezas e talvez 'tirar uma casquinha' daquela mulher deliciosa (safado que sou eu rs)...

Ela nos orientou sobre as regras da casa, valor a acertar, e pediu que fôssemos aos armários (com cadeados) deixar nossas coisas para aproveitar melhor da casa; e, assim que terminássemos e, segundo a mulata, por ser nossa primeira vez na casa, ela nos guiaria pela casa fazendo um breve 'tour' conosco...

Na sala dos armários, I. notou que estava 'meia-bomba' e riu... apenas respondi que estava entre nervoso e excitado e desconfiava que a mulata que nos atendeu era quem havia falado comigo pelo telefone e praticamente foi quem me vendeu (bem) a casa - e eu comprei a ideia de ir lá... não comentei porém que meu tesão era na mulata e nos poucos minutos ali ficava pensando se faria algo, ou se me conteria... complicado kkkkk

Bem... então guardamos chaves de casa, bolsa no armário e fomos pro nosso 'tour' com aquela mulata linda que nos recebeu sorridente e ia ora à nossa frente (acredito que para deixar a entender aos seguranças e outros funcionários que éramos novos na casa - e então nos darem melhor atenção) ora ao nosso lado (como se estivéssemos os três juntos, algo que me atiçava o tesão fortemente)... passamos por todo o primeiro vendo o que já descrevi anteriormente: o espaço de mesas ao redor da pista ainda apagada (chegamos cedo rs) o balcão do bar, os banheiros, enquanto comentava e respondia algumas outras perguntas (nos preocupava a segurança e a discrição).

A mulata sempre muito profissional nos assegurou que ficássemos tranquilos. Segundo ela. além dos seguranças em ternos, algumas pessoas também eram seguranças (a paisana) e, no caso de qualquer problema, bastava olharmos ou sinalizarmos pra um que nos acudiriam... muito bom isso!

E então voltamos à entrada - e pensei que nosso 'tour' terminara, mas não... um tanto 'escondida' atrás do balcão da entrada tinha uma discreta escada que ela sinalizou com olhar (charmosa aquela mulata) e nos contou que no primeiro andar acontecia umas brincadeiras mas no segundo é que pegava fogo nos mirando com malícia nos olhos - aquilo me acendeu mesmo o tesão e então começamos a subir.

A escada mal tinha espaço para um casal lado a lado (em três pessoas seria inevitável os 'esbarrões' e 'esfregadas' leves entre os que passassem... nesse momento a mulata nos deu lugar para subir... uma das poucas pessoas na casa desceu passando por nós, nos obrigando a ficarmos todos só de um lado da escada, I. na frente, eu atrás com um braço meio 'cercando' ela pro lado dos que descessem (pra dificultar a quem mais descesse o contato com ela) e a mulata ficou atrás de mim... I. virou uma de suas mãos pra trás e pegou no meu pau apertando ele (e eu sussurrei no ouvido dela: sossega vendo ela apenas rindo e largando - talvez também com certa vergonha de não estarmos sozinhos exatamente) e minha surpresa foi, com o cara que desceu, após passar pela mulata, esta colocou a mão em mim pegando na lateral do meu corpo quase na cintura... eu, que já estava no tesão, resolvi arriscar, fiz um carinho em sua mão e entrelaçamos os dedos (PQP) e aí puxei sua mão para ela pegar no meu pau que ela apertou rapidamente e soltou (ao mesmo tempo que se aproximou da minha nuca e sussurrou no meu ouvido: sei que falamos ao telefone)... Nossa! Que tesão da por..!

Ainda na escada continuamos a subir, e começamos a ver algumas pessoas paradas no caminho (o que complicou um tanto nossa subida) e até um segurança que nos abriu passagem... Ufa! Eu, dividindo entre não querer ninguém passando a mão na I. e tesudo com a provocação que rolou com a mulata (minha vontade era largar I. e trocar uns agarros com aquela mulata) fiquei meio perdido. O ambiente era bem escuro, mal conseguíamos ver os rostos das pessoas - um pouco porque a pouco luz no local vinha da frente deixando nossos rostos (um pouco) visíveis mas na penumbra os de todos os demais à frente... fomos de ambiente em ambiente, em um deles dei um 'junta' rapidamente da mulata comigo que sorriu porém demonstrou que não ia dar pra mais (até pela I. ali do lado rs) e eu sosseguei enquanto a mulata abriu um sorriso safado (e me fez pensar um monte de safadezas)...

Ao final de nosso 'tour', mais perguntas e 'encaixei' a que queria fazer de forma um tanto disfarçada, que a mulata perceberia mas I. não (ainda mais porque percebia que eu não estava de todo à vontade ali - e ainda não desconfiava do meu tesão na mulata e do pouco de loucura que tinha rolado com ela e eu)...

- Você fica atendendo aos clientes à noite toda ou a casa vai dispensando os funcionários à medida da redução do movimento? Tipo você porque não vêm mais clientes, o bar pára com os petiscos e comidinhas porque o cozinheiro precisa ir embora, um ou outro segurança que vai quando o público começa a ir...

I. não responde e a mulata me olha com orgulho pra mim dizendo que às vezes fica mas para se divertir também... ela diz que é solteira e a carne é fraca... PQP!!!

Ouço isso e entendo o recado. Se houver oportunidade, a gente dá um jeito kkkk.... I. ri da ousadia da resposta e então ela se 'despede' da gente dizendo que espera que tenhamos gostado e que curtamos a experiência, sugerindo irmos ao bar para tomar algo pra relaxar, e que precisava voltar ao atendimento dos clientes.

§§§§

Entendemos e seguimos a sugestão, indo ao bar... pedimos algo que tomamos (I. bebe muito mais que eu, e eu ainda iria dirigir e assim não poderia exagerar) e ficamos olhando o espaço encostados em uma das paredes do local... não sabia o que a noite prometia mas acho que nós dois víamos que seria boa!

Sem a mulata e com poucas expectativas quanto a algo com ela (pensava comigo se toda aquela situação que passei não era um certo 'teatrinho') eu voltei a ficar um tanto 'tenso' enquanto I. parecia se sentir em casa e aquela postura dela me deixava um tanto surpreso, apesar de que (pelas história que I. me contava, ainda da época que namorei com ela - antes de me 'juntar') imaginava que poderia se sentir bem naquele ambiente que apesar de tudo, segundo ela, lhe era novidade, algo no que acreditava pelos olhos brilhando atentos a tudo.

Ficamos ali num canto sentados naquelas cadeiras altas de bar olhando o movimento que ia aumentando... muitos casais chegando, em sua maioria nos pareciam mais velhos que a gente, alguns destes bem mais velhos; e cochichei com ela que não ia rolar nada com a velharada e rimos.

Mais casais chegavam, alguns poucos solteiros, umas (raras) solteiras, alguns casais que nos faziam suspeitar de serem casais 'armados' e ficávamos observando a tudo... há algum tempo tocava música, agora com um DJ começando a dar as faíscas pra chamar pra dançar... a pista ia sendo ocupada timidamente, os casais mais velhos ficavam mais à vontade e eu, ainda bem travado, sugeri ficarmos mais próximos, e ocupamos uma mesa perto da pista...

§

E... pararei por aqui... sim, no meio da história rs!... Novamente - como no conto 7 da Ne e o da Adriana - resolvi mais uma vez fazer isto e publicar um conto incompleto mas prometo (como já prometi antes em outros relatos nesta situação, vou cumprindo aos poucos rs) que o continuarei editando, atualizando e complementando até seu final [ acabei resolvendo criar uma 2ª parte, como atualizei hoje no início deste texto ] que, imagino, irão gostar, ainda que servidos aos poucos rs... dependendo dos comentários e avaliações que venham aqui, eu passo a atualizar este relato mais rapidamente rs...

* / />

** enfim terminado, espero que curtam toda a história! rs....


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Comentários

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18/08/2020 22:59:42
Owmmm! Que bom que já peguei a história atualizada rsrs. Estou indo correndo pra parte dois. Nota 10 e 3 estrelas como sempre. Amos seus detalhes! Não fiquei com ciúme da I... rsrsrs
15/08/2020 21:44:16
Relendo seu conto , não entendi por que não dá nome a sua companheira,? Nem que seja fictício! E também não entendi os espaços entres os parágrafos ?
12/08/2020 15:40:50
Ops conto!!!
12/08/2020 15:40:42
Adorei seu xonto
04/08/2020 12:36:29
Katita, adorei seus comentários (duplo - que delícia)... não deixo de ser safadinho não, delícia! Estive lendo seus contos e já abri mais um pra me divertir (logo comento)... e - pode deixar! - que, como contei ao Kabel, logo vem outro relato continuando esta história (e talvez também uma 'série' de contos de minhas brincadeiras no swing - pensei aqui de te levar rs)... Adorei a idéia de 'uma mão lava a outra'... melhor ainda seria lavarmos o corpo um do outro rs.... Aguarde, tesão...
04/08/2020 12:34:10
Kabel, pensei se iria continuar; mas me impressionou a quantidade de comentários que chegaram no primeiro dia da publicação deste conto; e... ok! Me animei... porém farei em uma segunda parte, que já comecei a rascunhar... aguardem! rs
03/08/2020 16:52:10
Loiro se quizer passa lá nos meus, uma mão lava a outra e as duas o corpo todo ok kkk
03/08/2020 16:50:27
Amando,como como seu nome já diz, deixa de ser safadinho kkk e posta logo o restante,ansiedade e foda com ph de farmácia
03/08/2020 09:06:01
Cadê a parte 2a1.? Entrei em seu perfil mas não tem . Parabéns pelo conto
02/08/2020 17:06:14
...obrigado pelos comentários, Anjo Discreto (vez ou outra presente em meus contos e não consigo te retribuir como deveria - me desculpe) e também Amora (se quiser boa companhia, eu topo rs)... JÁ EDITEI O CONTO (hoje mesmo pouco depois de publicá-lo) e amanhã - ou em algum tempinho, não sei bem quanto/como o site opera isto - deve estar disponível para verem ;-)
02/08/2020 15:52:48
Excelente
02/08/2020 15:34:45
Morro de vontade de ir em uma casa de swing. So falta a companhia certa, e em quem eu confie. Muito excitante!

Listas em que este conto está presente



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