A Ilha: Prazeres e Ilusões

Um conto erótico de Contador de Lendas
Categoria: Heterossexual
Data: 25/06/2020 02:22:50
Última revisão: 25/06/2020 11:52:35
Nota 9.67

Raios cortavam o céu escuro. A ondas tomavam proporções perigosas e homens escorregavam quando não encontravam no que se segurar. Gritos por toda parte. Alguns marinheiros rezavam, baixinho, de boca aberta sentindo o vento forte lhes visitar a garganta e os olhos cerrados.

Nós vamos morrer!

A embarcação chacoalhava e por vezes subia e logo descia. As velas tremiam em velocidade frenética e, vez por outra, ruídos de madeira rachando podiam ser ouvidos, abafados pelos espasmos das águas no chão da nau. A estibordo, breu de via. A bombordo, falta de esperança se construía enquanto outra embarcação se partia em duas e as metades afundavam em sintonia, se inclinado para cima. E cordas se desprendiam e se recolhiam em movimentos rápidos e abruptos.

Pedaço maciço de madeira se despregou, voou da parte de trás da nau e, ligeiro, rumou em direção ao leme, acertando de surpresa O’Connor, o capitão, bem na face, pois este se virou, curioso, como se previsse este evento. Foi ao mar. E a visão borrada da profundeza o permitia apenas sentir pedaços de barris e tantas outras coisas caindo em torno de si.

Segurou a respiração.

Olhou para os lados. Confuso. Procurou esboçar movimento similar a nado, mas, confuso, só conseguiu se debater. Ao seu lado estava o mesmo pedaço de madeira responsável por sua queda, voltando devagar à superfície. O’Connor se abraçou a isto e, com o auxílio do braço livre, aos poucos foi voltando. Saiu em nado em direção à costa. Ao chegar na areia, cansado, olhou outra vez para o mar. A embarcação terminava de afundar. A tempestade continuava forte.

Não aguentou. Desmaiou, já sem forças.

Quando O’Connor reabriu os olhos, o dia estava bem claro. E à distância pôde ver destroços boiando. Na extensão da praia, corpos atirados, sem vida, assim como caixotes e barris ali dispostos. Machado enorme soterrado apenas com o cabo visível. Creu estar alucinando. De boca bem aberta, segundo o cabelo comprido e olhos bem arregalados, correu em direção à outra ponta da praia, vendo os destroços pelo caminho e a mata ao seu lado, com coqueiros e outras árvores típicas da vegetação da ilha. Corria, gritava e chorava. Até, quando, cansado, se pôs de cócoras e gritou ao céu. Logo estava ele de joelhos e cotovelos na areia, batendo com a mão no chão quase fervendo, choroso. O sol imperava no horizonte.

Estava perdido. Estava morto.

Quando, de repente, ouviu da mata sons de canto e de risos. Delirava. Tomado por coragem, decidiu seguir os gritinhos. A cada novo passo floresta adentro a vegetação se diferenciava, até tomar formas bem familiares de árvores comuns a ele. Umas com frutos, outras com troncos roliços e, se olhasse para cima, veria apenas ralos raios de sol infiltrando o ambiente. Continuou seu caminhar até, ao longe, ver Carvalho estranho no meio da mata, recoberto por brilhos similares aos de vagalumes. Era a fonte dos sons.

Curioso, abobado, foi se aproximando do Carvalho O’Connor. Passinho de cada vez, meio ajoelhado. Incrédulo e assustado. Das raízes, abraçada com o tronco, seminua, tento apenas faixa de pano envolvendo seus seios e sexo, cabelo muito marrom e expressão muito descontraída, estava Dríade ali, vaidosa, linda. De olhos muito verdes.

O’Connor, ainda escabreado, procurou analisar a bundinha da Dríade, gingando para lá e para cá, firme, redonda... Os pulinhos, excesso de movimento e tempo no mar deram ao homem coragem o bastante para, num único salto, procurar a pegar e a dominar, atribuir a ela a redução dos efeitos hormonais provenientes de dias longe de companhia feminina.

A Dríade, porém, ao ouvir movimento estranho por entre os arbustos, atrás do Carvalho se escondeu. Era tão esguia a ponto de desparecer totalmente. O’Connor, nada arrependido, começou a investigar com a cabeça e nada viu, mas ouviu risadinha e mudou a direção do olhar, nada viu novamente. Estava confuso. Onde poderia ela estar? E com o indicador coçou a cabeça, com expressão de curiosidade no rosto. Muito tímida, ela o observava, de dentro do Carvalho, fundida com este. E ainda sem jeito, lhe tocou o ombro, de leve.

O’Connor sentiu choque percorrer por todo o corpo diante de mãos tão macias. Tirando o rosto de dentro, foi saindo, mansa, a Dríade. Inocente? Nunca vira homem antes? E curiosa, sorridente, foi colando os seios com o peito dele. Era pouco mais baixa, e sua testa colidiu com a barba do queixo do marinheiro. Logo estava ela de braços envolvendo o pescoço dele. Seu sexo encontrou no dele e ela o percebeu duro e pronto para práticas. Ambos sorriram. O’Connor, embora ainda maravilhado com a situação, se viu hipnotizado de tesão e prazer.

Roçou seu nariz com o dela. Ela ainda pálida, talvez não tivesse sangue humano nas veias, ou termo que o valha. Ela tirou em poucos movimentos a camisa dele. Ele, após tirar o tecido a cobrir as vergonhas dela, pôs cada uma das mãos nos peitos grandes como peras e começou a os acariciar. Logo estavam perdidos em beijo romântico. O’Connor forçava a entrada da língua, mas a Dríade desconhecia esta forma de prazer e não seguiu este protocolo. Ele creu ser estranho, mas logo sucumbiu à inocência da menina.

Baixou as calças. Ela via, sem entender bem, a ereção forte do homem. Seu pênis pulsava como se pronto para o gozo. Um som de ave se ouviu ao longe. A Dríade se apoiou no Carvalho, já virada de costas. Abriu as pernas, enquanto fitou O’Connor por cima do ombro, sorridente e safada. Ele, após ajeitar a si e ao pênis usando a mão direita, encaixou na menina, devagar e afetuoso, enquanto ela cessou o riso e deu início a gemidinhos suaves. Seus gemidinhos pareciam abafados, como se medo ela tivesse de ser percebida pelo restante da mata. Ele a segurou pelas ancas e continuou a penetrando devagar, sentindo em seu peito desnudo a brisa florestal e sons de insetos em arbustos. O’Connor observou o Carvalho e lhe pareceu feliz, não soube bem como, mas também sorridente.

Sexo diferente e único. Quando mais penetrava, mais distante ficava o gozo. Em seu parvo conhecimento místico, creu no fato de poder continuar o gesto por todo o sempre. E esta ideia fez seu tesão crescer em paulatino. A ideia de jamais gozar deixou seu transe mais forte. Agora, além de se divertir com os cabelos marrons da ninfa, os puxando com certa força, também se perdia em pensamentos, se dedicando ao puro prazer a se reiniciar por horas e horas até quase anoitecer. Podia permanecer ali por dias, mas seu corpo precisava de comida. Ainda era humano, afinal. Beijou sua Dríade com fervor e decidiu fazer dali sua nova morada. Iria apenas voltar até o local onde houvera o náufrago para retomar pertences e logo estaria ali.

Agora, em vez de raios solares por entre o topo das árvores, via calma luz azul bem pálida.

Ao tocar com os pés na areia fria da praia, somada às ondas congelantes do mar. A luz, cheia e maior se comparada às lembranças de O’Connor. No horizonte imperava. Em passos largos, meio dançantes, gargalhando como louco foi reunindo materiais por ele vistos como necessários para a nova vida. Ouviu bela canção... Fechou os olhos e empinou o nariz, como se a ouvisse e a cheirasse... Ao longe, sentada em pedra, estava Sereia. Ruiva, seus cabelos cobriam um de seus seios enquanto o outro, exposto, ficava abaixo dos cabelos sendo penteados. Olhos muito azuis. O’Connor, outra vez curioso, adentrou o mar e seguiu andando. Viu as ondas se colidirem com a pedra onde a Sereia sentada estava, aos choques. Distraído, não pode perceber quando as águas já alcançavam a região do peito e pouco a pouco já alcançavam sua barba e pescoço, enquanto ele abria caminho espaçando os braços para frente, como se obstáculos removesse. A Sereia continuava seu ritual noturno.

O’Connor subiu, veloz na pedra e logo estava ele de pé, diante da Sereia ainda desatenta. Seu membro já rígido. Ela o notou, mas nada fez. Somente instantes depois se voltou e, além de pênis ereto e homem barbudo a lhe observar de cima, pôde ela ver o céu cosido por constelações a orientar marinheiros distantes dali.

Eu te trouxe, meu amor. Te trouxe para ficarmos juntos. Desde o início, quando partiram do Forte Berkeley tenho meus pensamentos em ti. Desde o começo, quando sua nau destes mares se aproximou, quis eu ser só tua. Tu meu homem.

O’Connor ficou fascinado com esta declaração. Começou a se masturbar ali, diante da Sereia. Ela, faceira, pôs a mão sobre a dele e agora o ajudava no gesto. Os dois subiam e desciam, cobriam e descobriam a cabeça. O toque suave das mãos da Sereia parecia veludo. Ela aproximou seu rosto e, além de masturbar, também passava a língua na cabeça do pênis, mas somente isto. Continuou estes gestos, entreolhando O’Connor com ares de safada. Ambos riram. Ele, com a mão livre, passou a acariciar o rosto dela e por vezes tirava os cabelos a cobrir parte do olho azul e a fazer cócegas no seu sexo.

No momento seguinte, estava ela abocanhando por completo a glande de O’Connor e ele agora a segurava com as duas mãos, pelas orelhas. Começou a estocar com vigor a garganta dela. O toque suave o inebriou. Muito parecido à vagina era. Além da garganta, podia ele também sentir o corpo do pênis percorrendo à superfície da língua dela. Passando no movimento de entra e passando outra vez no movimento de sai. Ela com a mão acariciava o saco dele, o apertava e fazia pressão com as unhas. O’Connor já havia feito sexo por horas no dia, só não tinha ejaculado. E agora, com todos estes estímulos, logo estava ele soltando jatos espessos de esperma na boca da Sereia. Ao término, tirou ele o pênis e, ainda se masturbando, conseguiu ejacular outros dois jatos. Estes foram prontamente engolidos. E ela, formosa, ainda passou a língua pelos lábios após a colar no céu da boca, deixando claro não haver local para esconder.

Quero você só pra mim. Ela. Ela afundou sua nau. Ela vive se o Carvalho vive. Pega o machado. Vai até o local do Carvalho e o derruba. Volta pra ser só meu. Vem ser o rei desta ilha inteira e não só da floresta. Ele a beijou com vontade e afeto. E a envolveu nos braços, tenro amante apaixonado era. A apertou por alguns segundos, ciente de sua escolha.

Desceu da pedra e voltou à ilha. Se uma só vez arrancou o machado da areia e dele se armou. E marchou em direção à floresta outra vez. Iria fazer a vontade de seu amor. No horizonte nascia o sol em raios dourados e vermelhos.

Ao chegar no Carvalho outra vez, a Dríade, linda e faceira, de olhos muito verdes, dançava, meio tímida, a esperar por seu novo amigo de brincadeiras. O’Connor deixou vários materiais ali perto antes de a cumprimentar. Dentre os materiais, envolto em lona preta, estava o machado, o melhor escondido possível.

Outra vez beijou sua amiga e desta vez não forçou a entrada da língua. A Dríade deitou de costas na pedra e abriu bem as pernas. O’Connor se deitou por cima dela e começou a sugar seus peitos. Mordeu os biquinhos, carinhoso. A Dríade fechou os olhos como se procurasse sorver cada gota daquele prazer novo e estonteante. O’Connor, ao notar este devaneio, fitou furioso o machado ali perto. Começou a enfiar seu pênis na Dríade outra vez e novamente sentiu como se jamais fosse gozar. Horas e mais horas passaram... O prazer parecia de fato infinito, mas logo se pegou raivoso por ter a nau afundado por ela. Acelerou as estocadas.

Agora não de prazer, mas sim de ódio. Perdeu a mão do gesto e logo não estava mais em cima dela. A menina reabriu os olhos ao notar o movimento de seu amado e, no momento seguinte, o viu desenrolando o machado e partindo para atacar o Carvalho.

Ela, desesperada, de joelhos, o pedia para não fazer isso. Se mais força tivesse, o impediria, mas sua pele delicada e ausência de músculos a impossibilitava de sequer chamar para si a atenção do marinheiro. O’Connor não era lenhador e a empreitada iria requerer esforço o qual ainda não tinha devido ao fato de não ter descansado a contento, por isso os primeiros cortes foram fracos e sem jeito. Cada nova machadada no Carvalho resultava em dor no abdômen da Dríade. Ela começou a segurar a barriguinha, dolorida, e chorando implorou para ele parar. Logo o grito da Dríade foi ouvido por toda a floresta, enquanto o Carvalho ia ao chão. Ela, partida ao meio, esmaeceu em diversos pontos de luz similares àqueles rodeando o Carvalho a irem, um a um, em direção ao céu.

Com sensação de vingança e revendo outra vez o cair da noite, O’Connor deixou ali mesmo o machado e saiu correndo para o reencontro com a amada. A lua, porém, não estava presente no horizonte desta vez. Negro estava o céu, sem estrelas e sem constelações, apenas nuvens espessas. Mas lá, ao fundo, estava a Sereia a, de braços abertos, esperar por seu amado.

O’Connor teve muita dificuldade em subir na pedra, devido ao fato de estar cansado e até certo ponto, afobado e ébrio de paixão. Quando finalmente conseguiu, a abraçou e riu, como se louco.

Ela o segurou bem forte. Muito forte. Como rocha. O’Connor se viu sem condições de se soltar ou debater, enquanto a Sereia, brincalhona e sorridente, o arrastou. A escuridão os aguardava, percebeu ele ao sentir os corpos colidindo com o mar. E ambos desapareceram no fundo do oceano.

Com carinho, para Bia! e Pepper.87


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Comentários

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26/06/2020 22:38:36
Uauuu, quanta honra.... Que gostoso ler tão belo conto. Ficção? Realidade? Um pouco de tudo, ao menos foi assim que me senti. Um ar de mistério, um ar de sedução! Vivi tudo ao ler. Grata querido vc realmente sabe me prender em seus contos. Me senti honrada pela dedicatória. Bjs
26/06/2020 22:13:47
Adorei!
26/06/2020 19:32:07
Voltei dei as estres e esqueci a nota, agora tá tudo certo
26/06/2020 19:31:27
Nossa Teacher Pra mim foi o que eu mais gostei ,vc sabe que gosto dessa linha romantica, nota máxima. Obs. Me senti tocada por esse conto,coisa minha nem tente entender kkkk
25/06/2020 15:12:57
Gostei do seu conto! Continue assim

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