Adolescência corrompida - Episódio 2 - As consequências do baile funk - O garanhão virou potranca

Passados alguns dias da curra que levamos na favela, as imagens de tudo aquilo ainda pairavam em minha mente. Eu lembrava de cada detalhe, e ao fechar os olhos ainda podia ver cada milímetro das picas diversas que nos arrombaram naquela noite. Eu estava mais recluso e compenetrado, sem sair de casa há dias, e passei a evitar Claudia. Se eu estava com vergonha até de mim mesmo no espelho, imaginem da mulher que me viu chupando e sendo enrabado. Ela me ligava várias vezes ao dia, e eu não atendia nenhuma. Guardei aquele segredo apenas para mim mesmo, que já estava se remoendo em meu peito, quase fazendo-o explodir.

Era começo de dezembro, e em um final de semana resolvemos ir até a casa de praia que tínhamos no litoral. Achei que seria uma boa idéia mudar de ambiente para tudo aquilo passar, e foi neste encontro que entra em cena mais uma pessoa que teve parte em toda esta história; minha prima Klara.

Klara era cinco anos mais velha que eu. Era médica e estava terminando sua residência em psiquiatria. Apesar de ser uma mulher linda, muito parecida com a atriz Helena Ranaldi, eu nunca havia pensado nela no aspecto sexual. Crescemos brincando juntos, na adolescência ela me ajeitava suas amigas para ficar, e minha fama de pegador se deve muito graças a ela. Éramos íntimos até hoje, e eu até lhe contava detalhes das transas que eu tinha com suas amigas. Ela ouvia a tudo maravilhada, e também me contava coisas suas, mas nem sequer por um segundo me passou pela cabeça contar-lhe do acontecido na favela.

Chegamos numa sexta-feira no fim da tarde, e Klara com sua família chegou logo depois. Nos cumprimentamos afetuosamente como sempre fazíamos, abraços longos e beijinhos no rosto. Começamos um churrasco e em poucos minutos de conversa o que eu temia aconteceu. Klara percebeu que eu realmente estava mais introspectivo. Ela de fato me conhecia bem.

- Você parece abatido, priminho. Quer conversar sobre algo?

- Nada demais, Kla. É só essa fase de vestibular. Estou um pouco estressado.

- Já passei por isso e sei como é. Fica tranquilo que tudo vai dar certo.

(Nesta hora pensei: não! Definitivamente você não passou pelo que eu estou agora).

- E a Claudinha? Como vocês estão? Formam um casal tão lindo. Parecem um casal de modelos nórdicos.

Gelei ao ouvir este nome. Minha vontade era abraçar Klara e lhe contar tudo. Tirar aquela bola de ferro do meu peito. Ela poderia ficar assustada no começo mas com certeza me ouviria, saberia o que fazer e estaria disposta a me ajudar. Ela era inteligente e prestativa, uma mulher determinada. As palavras já estavam na ponta da língua mas me contive e apenas respondi:

- Eu e ela estamos dando uma pausa.

Ela me olhou compreensivamente, passando a mão em meu pescoço e deitando minha cabeça no seu ombro, dizendo:

- Vai ficar tudo bem, priminho. Eu estou aqui para qualquer coisa.

Ficamos assim por alguns minutos. Já estávamos dividindo a terceira caipirinha, quando Kla, já meio alta igual a mim, sussurra em minha orelha:

- Sabe o que eu acho que você precisa, priminho? Esvaziar sua cabeça comendo umas bucetas. – Ela disse terminando com uma risada baixinha e gostosa.

Fui surpreendido com sua sinceridade e a olhei surpreso. Sorrimos juntos e ela completou.

- Amanhã a noite combinei uma balada em Camboriú com minhas amigas. Você vai comigo!

Camboriú ficava a poucos quilômetros da casa onde estávamos. Da maneira como ela falou, aceitei na hora.

Quando todos foram dormir, eu e Klara ficamos a sós, bebendo juntos até alta horas da madrugada. A conversa com ela fluía muito bem sobre todos os assuntos, e definitivamente eu estava ficando mais relaxado, principalmente nas partes que diziam respeito a sacanagem.

Na manhã seguinte fui surpreendido com Klara entrando em meu quarto repentinamente, me acordando com um beijo na testa e trazendo café na cama. Ela realmente estava determinada a fazer eu me sentir melhor, e eu expressava minha gratidão a ela por isso. Me convidou para corrermos na praia antes do almoço e sem seguida descansamos no restante do dia, para estarmos prontos para a balada que se aproximava.

Ao cair da noite nos arrumávamos cada um em seu respectivo quarto, e logo em seguida começamos o esquenta na piscina da casa, com caipirinhas de vodka que já nos deixou altinhos. Fomos de über até a boate onde nos encontraríamos com as amigas de Klara, as quais ela já me dava detalhes sobre como eram e do que gostavam, me deixando animado e pronto para dar o bote nas garotas da boate. Klara sabia como me deixar feliz, era uma companhia sensacional. A noite foi maravilhosa. Minha prima me apresentou para as amigas como “o mais novo e lindo solteiro do pedaço”. Paguei um combo de absolut com energético que deixou as garotas empolgadas, e em minha primeira descida à pista de dança eu já havia ficado com três amigas de Klara. Eu estava voltando e me sentir homem de novo.

Mal sabia eu o que estava prestes a acontecer.

No auge de minha excitação por estar conseguindo abstrair o acontecido e voltando a beijar meninas, resolvi ir até uma área externa da boate fumar um gudang. Eu estava sozinho e distraído quando senti repentinamente uma atrevida e forte passada de mão na minha bunda, daquela que a ponta do dedo agressor chega a tocar acintosamente e no local certeiro, a entrada do cuzinho. Virei para trás atônito e o que vi fez minha alma se arrepiar. Aquele olhar que me penetrava em cada célula do meu corpo e me fazia gelar de medo.

O bandido que dias atrás havia feito eu e Cláudia de gato e sapato me fitava com seu olhar profundo, que me deixava paralisado. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa ele me pega pelo braço e me leva até um beco mal iluminado numa travessa próxima à boate. Ele era muito forte, e pude sentir isso quando me deu um mata leão me prensando em um muro, aproveitando para me encoxar me fazendo sentir o grosso volume dentro da calça se posicionar bem no meio de minhas nádegas. Todas as memórias voltaram naquele momento.

- Então a vadiazinha fica um tempo longe de mim e acha que vai voltar a ser homem só porque beijou algumas vagabundas aí?

- Como assim, cara?

Levei um tapa de mão aberta e ele continuou:

- Cara é o caralho. Você me chama de senhor Sérgio, sua puta. – disse ele me estrangulando mais.

- O que você quer? Quer dizer, o que você quer senhor Sérgio?

- Escuta só, vagabunda: estou te seguindo há dias porque gostei do seu cuzinho. Agora te achei e vou te comer de novo, e saiba que aquela loira gostosa da sua namorada eu já comi hoje a tarde. Meus capangas pegaram ela e agora ela está lá no meu barraco. Qualquer gracinha sua eu esmago suas bolas na paulada aqui mesmo, e quem vai sofrer as consequências é ela.

Fiquei sem resposta e ele completou:

- Agora vai tirando a roupa aí. Peladão! Vamos!

- Mas estamos no meio de um beco, ca...digo, senhor Sérgio.

Ele só me respondeu com um soco no estômago. Entendi o recado e comecei a me despir. Peça por peça fui ficando nu e indefeso para aquele macho fisicamente muito superior a mim. Quando eu estava completamente pelado ele me virou de costas me fazendo apoiar as duas mãos na parede.

- Empina a bundinha! Se ofereça toda, putinha!

Obedeci e ele então me aplicou algumas palmadas. Começou a passar a ponta do dedo médio bem na entradinha, me causando um arrepio estranho enquanto fazia movimentos circulares com uma leve pressão para me invadir. Depois da primeira enrabada eu e Cláudia ficamos dias com os cuzinhos doloridos. Agora que ele estava se recuperando, lá ia eu levar vara de novo.

- Já está apertadinho de novo! Vai ser uma delicia arrombar. Depois da segunda vez você vira meu freguês, vou te deixar viciado na minha piroca – ele disse para me humilhar enquanto já me massageava por dentro com um dedo, depois dois, o terceiro deu um pouco de trabalho para entrar e ele foi obrigado a dar uma bela cuspida no meu orifício anal, enquanto já me golpeava nas nádegas com aquela jeba. Eu, que me achava irresistível para todas as mulheres agora levava uma surra de pau mole num beco escuro. Quem diria.

Ele posicionou a cabeça do pau na entrada e foi empurrando devagar, para eu sentir cada milímetro daquela giromba a me deflorar e me fazer sentir como uma puta. Pelas carícias que ele fazia em meus mamilos, estava claro que ele não queria só me comer, queria que eu gostasse, pois com certeza pela força daquele homem ele poderia muito bem enfiar tudo num golpe só e me fazer desmaiar. Foi metendo até eu sentir seus pelos pubianos encostarem em meu reguinho. Mais uma vez o destino me deixava com vinte e cinco centímetros de caralho cu adentro, e eu só podia aceitar tudo caladinho. Com aquele pau todo me ocupando como um exército invasor domina uma nação mais fraca, ele simplesmente parou, como se quisesse que meu cuzinho se acostumasse com as dimensões colossais daquele cacete e a dor desse lugar apenas ao prazer. Tentei me concentrar para não mostrar que estava sentindo um certo prazer mas meu corpo me traiu, fazendo meu pau ficar involuntariamente duro. Ele se irritou com isso e apertou minhas bolas, dizendo que putinhas como eu não podem ficar de grelinho duro. Amoleci em instantes, e enquanto ele começava com as estocadas meu pau flácido agora balançava como um mero enfeite entre minhas pernas.

Eis que fomos surpreendidos pelo meu celular tocando no bolso de minha calça jogada no chão. Ele pega o aparelho sem tirar o pau de meu rabinho e fico abismado ao ver a foto de quem me ligava. Ele perguntou quem era a gostosa. Respondi que era minha prima Klara e ele podia desligar, mas ele não desperdiçaria a oportunidade de me afligir mais uma humilhação.

- Atenda! – disse ele sem parar com o vai e vem daquele mastro que me castigava a entrada dos fundos. Isso deixaria minha dignidade tão fodida quanto meu cuzinho. Comecei a chorar e levei mais um apertão nas bolas. Ele repetiu a ordem dizendo:

- Dá teu jeito de trazer essa gostosa aqui, não importa como, senão levo tuas duas bolas comigo e guardo num jarro como troféu. Teu pauzinho nunca mais vai funcionar.

Assustado, atendi a ligação com um caralho violando meu cu e lágrimas escorrendo pelas minhas bochechas (as do rosto, pois as da bunda já estavam ocupadas levando tapas).

- Priminho, você sumiu. Está tudo bem? – disse Klara ao telefone.

- Kla...Klara...passei mal e vim tomar um ar aqui fora (ofegava enquanto era fodido e de vez em quando soltava um “ai, ai, ui”). Você pode vir aqui um pouco comigo? É no beco atrás da boate, um pouco depois da caçamba de lixo.

- Estou indo aí já! Não sai daí! – disse a garota num tom preocupado desligando o telefone.

- Boa menina! – disse Sérgio – um cuzinho a mais sempre é bem vindo.

Qual não foi a surpresa e o choque de Klara ao se deparar com aquela cena. Seu primo, sempre tão malandro e mulherengo, pelado, sendo atacado por trás por um negrão musculoso. Sua perplexidade apenas foi interrompida quando Sérgio tirou a arma da parte de trás da calça e apontou para ela.

- Priminha, não é o que você está pensando.

- Calado! Seu Puto! E você, gostosa, se aproxime e já vai tirando a roupa.

- Olha, se isso for um assalto e você quiser dinheiro, eu tenho. Apenas pare e...

- Calada você também, piranha. Se quiser salvar seu priminho fica pelada agora e venha para cá.

Sem opção Klara andou na direção deles receosa. Abriu o zíper de trás e deixou o vestido tubinho que usava escorregar por seu corpo. Abaixou o fio-dental preto que usava revelando o monte de vênus coberto por um pequeno triângulo invertido de pelos negros, ficando nua de salto alto.

Eu e Klara nunca havíamos nos visto pelados, o que tornava a experiência mais abissal e surreal. Meu algoz tirou o pau do meu cu e mandou-a ficar na mesma posição que eu. Eu e minha prima, pelados apoiados num muro empinando a bunda, e confesso que a bunda dela me surpreendeu de tão linda. No instinto de me salvar ela empinou, dobrando suas costas e revelando um cuzinho rosado e delicado. Nosso dominador repetiu o processo de preparo anal com ela, dedo após dedo, penetrando-a e arrancando gemidos e suspiros. O fato dela estar gostando realmente me deixava com a cara no chão. Colocou nós dois de joelhos, submissos, e disse:

- Agora vocês vão sentir o gosto desses dois cuzinhos de vocês. Me chupem.

Preferimos não hesitar e dócilmente aceitamos que fomos colocados para mamar por aquele que nos escravizava. Nossas línguas volta e meia se encontravam. Não resistimos e começamos um beijo alucinado com aquela piroca enorme no meio. Era nosso primeiro beijo. Ele mandou lambermos suas bolas, cada boca em uma delas, enquanto ele acelerava na punheta. Gozou na minha boca e mandou eu cuspir dentro da boca de Klara. Ela abriu sua boquinha e recebeu obedientemente, engolindo tudo. Eu não podia acreditar, minha priminha tão segura e decidida, que sabia sair de qualquer situação de saia-justa, agora sorria olhando para mim após a sessão de dominação.

- Priminho, se você gosta de dar o cu não precisava ter escondido de mim. Eu disse que sempre vou estar com você para tudo.

- Não! Não é isso...é que... – eu tentava juntar as palavras desconcertado.

- Conte para ela tudo o que aconteceu! – bradou Sérgio.

Fui obrigado a contar para Klara com riqueza de detalhes tudo aquilo que explicito no primeiro episódio desta série. Eu tentava dar a minha versão dos fatos, e surpreendentemente ela me responde:

- Esta história me deixou molhada.

Ao final, Sérgio deu seu golpe de misericórdia:

- Sexta-feira que vem quero vocês dois na minha favela ás sete da noite. Atrasos serão punidos severamente. Lembre-se que sua namorada está comigo, e se quiser ver a puta de novo, é melhor me obedecer.

Ele não apenas dava as ordens, mas se certificava de que seriam cumpridas. Tanto que, antes de autorizar que nos levantássemos e nos vestíssemos de novo, tirou um objeto de seu bolso que eu nunca havia visto. Era um cinto de castidade de metal, daqueles que prendem o pau e as bolas num dispositivo em formato de tubo. Orientou passo a passo Klara que obedientemente colocava o objeto em minha região genital, trancando-o e entregando a chave para ele.

- Estou tomando posse do seu pau. Acabaram-se para você até as punhetas, e pode esquecer de sair enfiando-o em qualquer mulher que ver pela frente. Se quiser ter a liberdade desse pauzinho de novo, é melhor estar no lugar e hora marcada que eu te disse. Quanto a você, gostosa, vou colocar um piercing com o meu nome nesse grelo aí.

Os olhos de minha prima Klara brilharam assustados. Não haveria jeito, teríamos que estar na favela em breve, como ele ordenou. Sérgio guardou minha cueca em seu bolso e me obrigou a vestir a calcinha de Klara. Com o cinto de castidade ficou mais fácil acomodar meu pau lá dentro. Foi permitido que nos vestíssemos e voltássemos para a boate, Klara sem calcinha por baixo do vestido, e eu, por baixo de minhas vestes de homem, de calcinha preta. Ela me acariciava dizendo que ficaria tudo bem, enquanto Sérgio sumia na escuridão da noite.

A voz dele ainda bradava em nossa mente: “Sexta-feira, sete da noite, no mesmo lugar de antes”.

(Dependendo da repercussão deste conto, publicarei a terceira parte. Sugestões são sempre bem-vindas. Agradeço a Todxs que leram até aqui. Beijos).


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Comentários

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19/05/2020 19:27:22
Super excitante !! Muito ansioso para os próximos
19/05/2020 17:46:52
sssul: até quem não gosta, acaba gostando Lady Renata: bom saber que causo isso em você, também quero saber o destino de você e sua irmã na quarentena. A prima Klara terá papel fundamental no decorrer da história. renan.renan: hmm..me dá mais ordens assim, gato AnjoNegro: a continuação já saiu, o final sai em breve. Obrigado por acompanhar. FSantiago: não vai se arrepender, pode apostar. Posto ainda essa semana. Deweek: muito obrigado, vou tentar manter no mesmo nível. nayarah: o tesão só vai aumentar, lindinha. clarapompoarismo: ainda não fui acometido por este problema, mas valeu pela sugestão. Beijinhos, moçada.
18/05/2020 19:51:04
Putz q merda, mas pra quem gosta né, parece muito bom
18/05/2020 14:29:00
Maravilha! Gostei muito, já conquistaste uma leitura, aguardo excitada a continuação. Se puder dá uma olhada na minha série "Presas na quarentena", adoraria sua opinião sobre. Fiquei bastante interessada na prima Klara...
18/05/2020 08:20:28
Continue
18/05/2020 03:23:51
Quando sai a continuaçao?
18/05/2020 01:24:52
Muito bom, ansioso pela próxima parte
18/05/2020 00:10:39
MARAVILHOSOOOOOO
17/05/2020 19:31:14
Q tesão, continua
17/05/2020 19:10:27
Tá sofrendo com ejaculação precoce? Chega ai pra dar uma olhada no nosso material, certeza que vai te ajudar! />

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