Macho alfa casado alugou meu cu e me fez de cadela

(ps: mais do que um simples conto de dominação, submissão e objetificação, essa é uma história sobre cadelização, serventia e adestramento. se você tem problemas de coração, não leia)

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Sentamos na mesa pra jantar.

- "Quem foi que me comeu?" - eu mastigava o macarrão e tentava resolver mentalmente essa charada. - "Será que.. foi aquele moleque Neymar?"

Neymar era o filho do tio Breno, um molecote largado, da cintura ignorante e bruta, que passou uns dias com a gente nas últimas semanas e que foi o primeiro macho pra quem eu dei na vida. Tal qual seu paizão, o garoto era um viciadinho em cu e também tinha acesso ao notebook, por isso considerei possível de ser ele o intruso que deu canseira no meu lombo horas atrás. A sensação da queimação era até parecida.

- "Ou será que foi.. O Inácio?" - continuei pensando, sentado na mesa de jantar. - "Ou foi o Cadu? Lembro que era alguém meio moreno, mas não consigo me lembrar quem.. Afff!"

Inácio e Cadu eram amigos do tio Breno, e lembro de ter visto um convite do Cadu chamando meu padrasto para a despedida de solteiro de um tal Reginaldo, ou seja, era tudo um bando de macho safado e capaz de traçar um cu anônimo feito o meu. Além disso, também existia a possibilidade de eu ter sido hackeado, ou até mesmo de ter errado algum e-mail e enviado fotos do meu cuzinho pra algum dos amigos do maridão da minha tia. Outra possibilidade era a do tio Breno ter encontrado algum imprevisto qualquer e, por conta disso, optou por mandar um amigo em seu lugar, mas eu particularmente duvido que ele deixaria qualquer um deles comer sua "fã" número um pela primeira vez, sem ele próprio ainda tê-la comido. Em tese, ele quem estrearia o lombo e nenhum dos colegas poderia substituí-lo nisso.

Achei a situação do motel muito suja, safada e gostosa, porque, enquanto fingi que era uma fã do tio Breno e mandei e-mails anônimos pra ele, comentei que queria dar o cu sem compromisso, sem ver a pessoa e sem a pessoa me ver, tal qual dois completos desconhecidos cruzando. Falei isso na intenção de me esconder debaixo do edredom durante a foda, assim ele não perceberia que se tratava de um viadinho abusado e doido pra liberar o rabo feito eu. No fim das contas, bem como pedi a ele por e-mail, acabei sentando de verdade num estranho completamente desconhecido, sem ver e sem ser visto, incapaz de dizer quem comeu meu cu naquela tarde.

Enquanto eu pensava em todas essas coisas e jantava, ali estava o tio Breno na minha frente, mastigando a comida e me olhando todo sorridente e piadista, agindo feito um verdadeiro bobão com suas brincadeiras.

- Tá vendo esse sinal aqui, moleque? - como sempre fazia, o coroa apontou pro sinal no meu braço e riu, mostrando os dentes. - Aqui, ó, bem aqui. Tá vendo? Hehehehe

Por mais que eu soubesse que era piada, fui pego muito distraído, tentando entender o que poderia ter dado errado no meu plano. Assim, acabei olhando pra baixo sem querer e caí na brincadeira sem graça que ele insistia em fazer.

- Qual sinal?

O macho parrudo não perdeu tempo, subiu a mão grossa e calejada de bombeirão e me deu um tapa leve no rosto. Daí começou a rir, todo bobalhão e inocente, me mostrando mais uma vez o quão moleque ingênuo era em suas atitudes.

- Quando um burro abaixa, o dono dá um tapa! - falou. - Heheehehh!

- Para com isso, Breno! - minha tia riu e novamente o repreendeu. - Deixa o menino, caramba! Não tá vendo que ele tá cansado? Deve estar com dor de cabeça e você batendo nele!

- É brincadeira, é brincadeira! - o maridão respondeu. - Ele sabe que é só brincadeira! Hehehehehe!

Eu sabia que o tio Breno era o maior filho da puta da face da Terra, só pelo jeito tarado com o qual ele conversava com sua amante via e-mail e também pela maneira dominadora com a qual tratou sua fã número um, a Cachorrinha.

- Relaxa, tia, é só zoação dele comigo! - fingi que achei graça. - Já tô acostumado! Hahahaha!

Só que, mesmo me dando um tapa no rosto e se achando o putão por ter uma amante casada, aquele macho parrudo e peludo não tinha a menor noção de que estava batendo na cara de um submisso de primeira categoria, feito eu.

- Ele sabe que é brincadeira, não sabe? - ele olhou pra mim e voltou a rir. - Ein, moleque?

- Sei, sei! É só brincadeira! Hehehee!

O marmanjo jamais imaginaria que eu era sua tão sonhada fã número um, sua Cachorrinha: a safada que criou um e-mail falso só pra falar putaria com ele; que tinha fotos do seu caralho ereto, babando em ponto de bala; e que só não deu o cu pra ele naquela tarde porque outra pessoa chegou antes no quarto do motel. No fim, eu fui embora do motel depois de dar a bunda pro desconhecido, ou seja, cancelei o encontro que havia planejado com o macho da minha tia e, por essa razão, ele jamais saberia de toda a reviravolta do que aconteceu lá. Levando tudo isso em conta, tio Breno não era TÃO cachorro vira lata quanto parecia, porque ainda estava há alguns passos atrás do meu plano, atrás de mim.

Esses passos atrás me fez considerá-lo um putão muito do inocente: putão por ter uma amante e ninguém nunca ter desconfiado disso, mas inocente por ter caído no meu plano desde o começo, achando realmente que estava conversando com uma ninfeta viciada em sexo anal o tempo todo.

No fim de tudo, foi até bom que nosso encontro no motel não tenha acontecido, porque se meu padrasto bombeirão chegasse naquele quarto e descobrisse que sua fã número um não era uma mulher, mas sim seu enteado, ele ficaria muito revoltado. E aí saberia do quão ardilosa, vagabunda e cachorra eu fui, ficando com meu destino em suas mãos. O coroa poderia simplesmente chegar em casa e contar tudo pra minha tia, e ela certamente me colocaria na rua, por isso eu tive muito mais a perder do que ele. No entanto, o bombeiro era um cachorrão domesticado, então consegui passar batido e me mantive no controle, apesar de ainda não saber quem foi que me comeu.

- Você tá muito distraído, aconteceu alguma coisa? - sentada do outro lado da mesa de jantar, minha tia olhou pra mim e perguntou. - Tá com essa cara por causa da brincadeira boba do teu tio Breno, né? Eu sabia, já falei pra ele parar com essa mania!

- Não, não, que isso, tia! - tentei apaziguar. - Relaxa, relaxa! Eu só tô com.. uma dorzinha de cabeça mesmo, não é nada demais.

Fiz uma cara de quem tava com dor e ela logo se prontificou de ir lá em cima buscar um remédio pra mim. Assim que ela saiu, tio Breno se ajeitou na cadeira e começou a despreguiçar o corpaço de parrudo adulto.

- MMMMffffffff! - ele se esticou todo, levantando os braços e mostrando os sovacos deliciosamente cheirosos, explodindo de virilidade e pentelhos. - Porra, que cansaço, moleque! Ssss!

Eu fiquei hipnotizado, mas tentei disfarçar e voltei a mastigar. O trintão abriu aquela boca enorme de predador, com a mandíbula bem desenhada, os dentes caninos pontudos e a marca da barba cerrada, e bocejou, me deixando muito focado. Aí terminou o movimento todo, estufou o peitoral e cruzou os braços na altura do peito, olhando pra mim com uma cara de quem queria rir.

- Tá cansado, tio Breno? - perguntei.

Ele não respondeu, só continuou me encarando e segurando a graça. Devagar, apoiou os cotovelos sobre a mesa, com as mãos cruzadas na frente da boca, e fechou os olhos, dando outro bocejo.

- Tô muito cansado, moleque! MMmmmfff, dormi o dia todo e ainda tô mortão, puta merda!

Em seguida, meu padrasto voltou àquela posição com os dedos das mãos cruzados e continuou me olhando. De fato, aquele foi seu dia de folga, então ele só teria saído de casa se fosse pra ter encontrado sua Cachorrinha no motel, mas isso não aconteceu.

- E tu? - quis saber. - Tá com dor de cabeça, né?

- É, é. - menti. - Fiquei muito tempo na rua e sem comer nada.

- Foda.

Estávamos só nós dois na cozinha, sentados à mesa de jantar, e minha tia ainda não havia voltado do quarto. Eu já tinha terminado a refeição, ele também, então ficamos basicamente sem ter o que falar ou o que fazer. Olhei pra baixo e vi o tio Breno mexendo a perna insistentemente, até que ele, meio que pra quebrar o momento, apontou pra pinta no meu braço e riu.

- Tá vendo esse sinal aqui, moleque?

Mas eu não quis cair na zoação de sempre, então tratei de responder sem dar muita trela.

- Bláblá, eu já conheço essa brincadeira do burro quando abaixa a cabeça. - fui falando isso e levantando da mesa. - Não vou tomar outro tapa, tio.

Foi aí que o coroa pigarreou e riu.

- Não, essa brincadeira é diferente. Essa você ainda não viu, é sobre outro bicho.

- Ah, tá, sei! E vai terminar comigo levando um tapa, como sempre! Quero não, hehehehee!

De pé, levei meu prato à pia e logo a minha tia voltou pra cozinha, me dando um remédio pra dor de cabeça que eu nem estava sentindo. Voltei na mesa pra pegar meu copo e vi o maridão abraçando e encoxando ela por trás, todo à vontade.

- Hmmmm, para com isso, seu safado! - minha tia riu, tentando se conter.

- Ah, eu sei que tu gosta, sua danada!

Eu parei perto deles, olhei pra essa cena e fiquei rindo, pensando no quão cretino aquele coroa era. Ela não devia saber um terço do que ele era capaz de fazer na cama, mas ali estavam eles, um roçando no outro, dois apaixonados. Até que, desatento, notei o tio Breno olhando pra mim enquanto sarrava na minha tia.

- Tá rindo do que, moleque? - ele perguntou.

Fiquei um pouco sem graça por ter sido pego de surpresa, e confesso que estava doido pra manjar o meu padrasto, porque sabia que ele tava ficando galudo se esfregando nela.

- Não, nada! - disfarcei. - É que vocês tão parecendo dois adolescentes apaixonados! Hehehehe!

- É, ele não para de me agarrar o dia todo!

Enquanto ela levava a louça da mesa pra pia, o marmanjo ficou olhando pra mim e eu sem querer deixei uma colher cair no chão.

- Foi mal, foi mal! - tentei disfarçar a falta de concentração.

- Tudo bem aí? - o coroa perguntou.

- Tá, foi sem querer. Acho que eu preciso dormir, tô bem cansado.

Minha mente estava uma bagunça, além do cansaço físico pela surra de pica desconhecida.

- É melhor ir descansar mesmo. - ele me fitou de baixo à cima. - Toma um banho e descansa, deixa que eu levo a louça pra você.

Educado e compreensivo demais, o putão nem pareceu que era um tarado piranho por dentro. Ele tomou as coisas da minha mão, se mostrou prestativo e levou tudo que eu tava carregando pra cozinha.

- Valeu, tio Breno!

- Nada, moleque! Tamo junto, vê se descansa.

Não fiquei muito tempo na sala com eles, só fui tomar um banho quente, depois escovei os dentes e segui direto pro meu quarto, pra debaixo das cobertas.

Eu ainda estava assado e ardendo, sem qualquer ideia de quem poderia ser o tal macho desconhecido que me visitou, me entrou e brincou de me foder no quarto do motel. Certamente tinha que ser alguém que estava por dentro da história dos e-mails, porém eu nunca contei sobre nada disso pra ninguém. A única possibilidade era se o tio Breno houvesse comentado com algum de seus amigos que ia comer uma fã evangélica num motel. Nesse caso, um deles poderia ter ido em seu lugar e me comido em segredo, tipo o Inácio ou o Cadu. Ou o próprio Neymar, filho do marmanjo.

Fui dormir cheio de dúvidas, mas com uma certeza: para todos os efeitos e possibilidades, o meu trunfo era o fato de ter dado a bunda escondido, isto é, ninguém sabia que a Cachorrinha do tio Breno era um viado. Àquela altura dos fatos, supondo que o bofe gostoso da minha tia mandou algum amigo seu fazer o serviço no motel comigo, o máximo que eles sabiam era que uma ninfeta sodomita deu o cu, nada envolvendo viado e tampouco o meu nome. Tecnicamente, isso significava que meu disfarce ainda estava de pé e que todos aqueles machos eram iguais: só pensavam com a cabeça de baixo, por isso caíam em truques bobos feito o meu.

Acordei por volta das 5h30 da manhã doido pra mijar e, mesmo zonzo, tive que levantar da cama. Saí do meu quarto, corri pro banheiro, mas dei de frente com a porta fechada. Minha tia normalmente acordava naquele horário, se arrumava e logo saía pra trabalhar, então não tive escolha, senão esperar até que ela saísse do banheiro e eu pudesse finalmente esvaziar a bexiga. Nesse meio tempo em que ela tomava banho, escutei um barulho de talheres na cozinha e resolvi descer as escadas.

- Tio? - chamei, mas não tive resposta.

Cheguei lá e vi meu padrasto só de samba canção, com as costas largas viradas pra mim e mexendo a colher dentro de um copo de café. Assim que eu apareci, ele me olhou e virou o corpo de frente, revelando o tórax parrudo e peludo de bombeiro trintão.

- E aí, moleque? Levantou cedo demais, ein?

Nesse movimento de virada de corpo, percebi que o putão tava sem cueca, com o minhocão grosso, pesado e volumoso balançando. Além disso, seu short de dormir estava COMPLETAMENTE esporrado, todo cremoso e carregado de argamassa esbranquiçada, ainda escorrendo na costura. Pareceu que o marmanjo tinha acabado de descarregar meio litro de esperma quente pra fora do saco de batatonas, direto na roupa, sem medo de ser feliz. Até o cheiro forte e suculento de cloro de macho me tonteou, porque jamais imaginei que passaria por uma situação tão explícita assim de um jeito natural.

- É que eu.. preciso mijar. - engoli a seco, fazendo o máximo de esforço pra não manjá-lo, porém sendo atacado pelo cheiro forte de macharia. - E você, tio?

Na minha mente, o maridão da minha tia simplesmente decidiu ir na cozinha todo gozado, sem saber que encontraria comigo, mas ali estávamos nós dois, um diante do outro. Foi nesse momento que o tio Breno pigarreou, riu e em seguida apontou pro meu braço.

- Tá vendo esse sinal aqui, moleque? Aqui, ó, bem aqui. Tá vendo?

Aquele era um sorriso diferente do típico riso brincalhão que eu via sempre. Foi algo mais perto do comportamento sexualmente dominador e excêntrico que ele devia ter com as vagabundas na rua.

- De novo a mesma brincadeira, tio Breno? Já disse que essa pinta é meu sinal de nascença, pô!

Mas não adiantou eu falar, ele novamente deu uma resposta parecida com a da última vez.

- Não é a mesma brincadeira, moleque, essa é outra. Não é mais quando o burro abaixa a cabeça, agora é um bicho diferente. - explicou, sorriu e insistiu em apontar pro meu braço. - Olha bem pra essa pinta aqui. Tu tá vendo?

Nesse instante, decidi cair mais uma vez naquela zoação sem graça e olhei pra baixo, mas algo diferente aconteceu. Em vez de me dar um tapa na cara como sempre fazia, o marido da minha tia levantou o meu antebraço e colocou bem perto do meu rosto, como se quisesse mesmo que eu prestasse atenção na pinta.

- Agora tu tá vendo o que eu tô vendo, garoto?

- Eu..

Minha mente imediatamente entrou num processo de implosão, como se um muro invisível batesse contra mim. Senti um calafrio subindo pela base da minha espinha e foi quase como se o tempo tivesse parado em nossa volta, só eu e meu padrasto podíamos nos mexer. Olhei pra frente e só vi o macho peludo me olhando imóvel, com a mão enorme apontada na minha marca de nascença e me encarando, sem piscar.

- Essa.. brincadeira.. é diferente, né? - até gaguejei pra falar. - Qual é o bicho diferente que você falou, tio?

- Qual bicho? - o marmanjo repetiu. - Adivinha?

Nesse instante, ele quebrou o tempo parado entre nós e me apertou forte no braço. Seu semblante foi de coroa simpático e brincalhão para bombeirão macho e dominador num segundo.

- T-tio Breno, o meu b-braço.. - senti o aperto e tentei me soltar, mas ele não permitiu. - Você tá.. apertando muito..

- Quando um viado abaixa, seu filho da puta, o dono dá um tapa!

Disse isso e encheu os dedos grossos da mão no meu rosto, fazendo isso com gosto e chegando a rir da minha cara. Assustado, olhei pra ele e vi a testa franzida, as sobrancelhas grossas e escuras quase se juntando de tão puto, pra não falar da veia mercando na testa, ou seja, o brutamontes tava PUTO.

- O que você tá faz-

Meu padrasto fechou a mão na minha boca e me obrigou a ficar quieto, ainda me segurando no braço e olhando pra mim com cara de irado. Me senti um boneco frágil na mão dele, prestes a pagar por toda a putaria que armei quando decidi aprontar com o macho da minha tia. Mas como? Como ele sabia?

Em quase todas as fotos que mandei do meu corpo pro coroa, aquela pequena e minúscula pinta aparecia no braço, mesmo sem eu perceber. No momento exato em que a minha ficha caiu, só tive tempo de dar um pulo pra trás e me soltar do aperto bruto do bombeirão parrudo.

- Aff, por que você tá fazendo isso, tio Breno!?

Tentei correr, mas estava cercado. Sem pressa, ele riu meio sádico e veio pra cima de mim.

- É agora que a brincadeira começa, seu viadinho! - falou baixo e sério, como se não quisesse que minha tia ouvisse do banheiro. - Já passou da hora da gente ter uma conversinha, tu não acha, não!? Ein? De macho da tia pra Cachorrinha da rua, que tal? Ein, seu dá cu?

Ele falava sem piscar os olhos, me encarando frente à frente e apontando o dedo na minha cara. Sem tempo, fui recuando pra trás do sofá sem saber o que fazer e sem ter pra onde fugir, puto por finalmente ter entendido qual foi o meu erro no plano de ser a Cachorrinha do tio Breno.

- Tio, o que o senhor tá fazendo?! Por favor, para com isso! - também falei baixo, pra minha tia não ouvir do banheiro. - Eu não fiz nada, te juro! Posso provar!

- Provar!? HAhaahhahaah!

Sem dificuldade, ele me puxou pela gola da blusa com uma só mão e me segurou pelo queixo, apertando meu rosto e me obrigando a fazer bico com os beiços. Em seguida, olhou no fundo dos meus cornos como se eu fosse uma cadela da rua, me deixando com calafrios pelo corpo todo, e foi nesse momento que eu tive a certeza de que procurar putaria com o marido da minha tia foi a pior coisa que já fiz.

- Isso daqui! É pra tu não esquecer! Que quando um viadinho submisso abaixa! O dono dá um tapa muito bem dado nas fuça dessa cachorrinha dos caralhos, tá ouvindo?! - em cada pausa dessas, ela meteu uma tapa cheia no meu rosto, me olhando cara à cara e falando com ódio, com os dentes serrados e só os lábios se mexendo. - Tu já devia saber que a minha dieta é diferenciada, né, seu viadinho inocente do caralho!? Já devia saber que eu só monto em cu se for pra desmontar, seu filho de uma boa de uma putinha rampeira!

Eu ainda não estava acreditando em tudo que tava acontecendo ali entre nós, de tão explosivo e repentino que foi o desenrolo da situação.

A mulher do meu tio tomando banho pra ir pro trabalho, eu simplesmente levantei pra mijar e agora estava com as pernas tremendo de medo, parado diante do macho dominante da casa e à mercê do que ele quisesse fazer comigo. Não era medo do tio Breno me machucar, porque ele não era maluco de fazer isso, mas era receio dele querer contar tudo pra minha tia.

- Tio Breno, por favor, me solta! - tornei a pedir, mas foi em vão. - Eu não sei do que o senhor tá falando! Para com isso!

- Tu achou mesmo que ia passar batido, né, seu pilantrinha dos infernos? Hehehehe, já pensou se eu conto tudo isso que tu faz pra tua tia?

Só agora eu vi o quão idiota fui, ao mandar fotos do meu corpo pra um cara que sempre me zoava com o meu sinal de nascença no braço. Talvez desde o começo o tio Breno tivesse se dado conta de que era eu nas fotos que enviei, ou seja, enquanto eu o tratava como um putão inocente que ficou pra trás no meu plano, a casa já tinha caído há algum tempo. Fui tapear e saí tapeado.

- Tio Breno, me solt-

- Ssshhh! - o cafajeste tornou a me calar, pra que minha tia não escutasse do banheiro, e continuou dando tapinhas no meu rosto conforme ia falando. - Primeiro, tio é o caralho, seu viadinho! Eu não sou teu tio e não tenho sobrinho viado da tua idade, seu filho da puta! Tu tá me ouvindo, seu cretininho?! Agora tu vai pagar por toda essa putariazinha que tu tá fazendo, escutou?

Ele falava bem baixo, porém visivelmente puto, com a testa franzida e me olhando sem nem piscar, bastante focado. Como se não bastasse a pressão do momento, ainda segurou meu rosto entre as mãos enormes, me dando noção do quão vulnerável eu estava naquela situação, perdido em meu próprio jogo.

- Esse tempo todo, moleque! Esse tempo todo a tua tia te dando teto, te dando comida e te dando vida. E o que tu dá em troco pra ela? Tanto macho no mundo pra tu dar a bunda, tanto leite quente pra tu engolir por aí, mas a primeira coisa que tu pensa em fazer é ir mexer logo com o macho dela, né, seu arrombado!? Um viado desses só pode ter perdido a noção mesmo, tu não acha, não?!

- Tio Bren-

- Tio é o caralho, porra! Tio é o caralho, seu sabonetezinho de macho! Toalha de quartel! - o puto me imprensou contra a parede e ficou com o corpaço colado no meu, me encarando há poucos centímetros de distância e deixando o creme da esporrada no short encostar em mim. - A partir de hoje tu vai entrar na linha, tá escutando, sua piranha? Vai começar a mudar um pouco essa rotina de vida que tu tá levando, seu viadinho, porque não vou criar um submisso à toa dentro de casa, escutou?! Ein, seu porra?! Tô falando contigo!

- Tio B-

- Sssshhh! Já não mandei tu calar essa boca, sua bicha? Se tu não me obedecer, a tua tia vai sair daquele banheiro e descobrir o quão vadia tu é, sua cadela pulguenta de rua!

Diante daquela ameaça feita, só abaixei a cabeça e assenti, concordando com o que ele tava dizendo. A última coisa que eu queria era ser jogado na rua, então achei melhor arcar com as consequências dos meus atos e vi que não havia mais volta, eu tinha mesmo que obedecer. Ao mesmo tempo, o marmanjo irritado ficou com o enorme e gordo tronco de pica mole encostado em mim, na minha coxa, nem aí pro contato físico entre nós. Em seguida, se afastou, foi andando na direção da cozinha e pegou um cesto de roupa suja.

- Todo dia agora tu vai lavar a louça, vai fazer a minha comida e vai aprontar a minha marmita, escutou? Ah, e também vai passar a minha farda e me dar massagem até tua tia chegar em casa, ouviu? Tu que vai fazer tudo, só pra me deixar satisfeito e agradar tua tia, entendeu? Agradando o macho dela dentro de casa, tu já tá fazendo um bem danado pra ela. Hehehehehe!

Cachorrão que só, aquele canalha gostoso ria e esfregava as mãos, olhando pra mim e enumerando tudo que queria que fosse feito. Fiz que sim com a cabeça novamente, até que escutamos a minha tia cantarolando desatenta no chuveiro. Ele abriu a geladeira, pegou alguma coisa e voltou andando na minha direção, trazendo consigo algo escondido nas mãos.

- De quatro, viado! - mandou e apontou pro chão. - Anda, agora!

- Que? - eu não entendi e não abaixei.

- Fica de quatro logo, seu filho da puta! - o bombeiro passou o pé entre os meus e me fez cair de joelhos por cima do tapete da sala. - Mandei ficar de quatro, porra! Tá maluco de me desobedecer? Acabou pra tu, porra, a partir de hoje esse cu é meu! Hahahahaha!

Sem perder tempo, o parrudo me colocou de quatro no chão da sala, de rabo empinado pra si, depois arriou meu short de dormir e revelou um pepinão que havia pego na geladeira. Grosso, enorme, roliço e verdão, todo duro. Com violência e muita pressa, tio Breno deu um cuspidão carregado na verdura, arreganhou meu cuzinho guloso com gosto e mandou-lhe salada de pepino dentro, sem perca de tempo, me fazendo gemer e sentir o mais delicioso tesão que algum macho já me fez ter.

- SSSSS, fFFFFFF! - cheguei a rebolar e me contorcer no chão, de tão excitado que fiquei com aquela dominação nua e crua. - OiinhSSS! MMmm, seu safado! SsSS!

Assim que comecei a gemer, o machão veio com a barba no pé do meu ouvido e grunhiu de volta, parecendo um cachorrão dominador e mandão.

- Se tu abrir a porra da boca mais uma vez, eu vou pegar mais três pepinos desse e socar tudo dentro no olho do teu cu, tá me ouvindo?! Eu acho que nem eu e nem tu queremos que a tua tia escute, né, meu viadinho submisso!?

Achei que não fosse pra responder e aí o cafajeste fez peso com o corpo parrudo em cima do meu, me desmontando no chão e ficando todo por cima de mim. Depois passou a mão no meu cabelo, me puxou pra trás e tornou a falar por trás do meu ouvido.

- Responde, Cachorrinha do tio Breno! Tô falando contigo, seu viado sujo! Quer que a tua tia escute, quer?

- Não, ninguém quer que a minha tia escute! Aaahnnn, ffFFF! - respondi. - SssSSS! Aff, me come logo, vai, seu gostoso?!

- Te comer?! HAHAHAHAHAAH!

Ele gargalhou alto e voltou a me encarar, rindo orgulhoso de si.

- Eu nunca comi cu de viado na minha vida e nem pretendo começar agora por causa de tu, seu abusadinho! Eu gosto é de xereca, moleque, e tu sabe disso, tanto é que veio mentir pra cima de mim, crente que ia entrar na vara! Tá vendo isso aqui, ó?

Nesse instante, o tio Breno apertou forte o minhocão grosso dentro do short e me deixou olhar pra baixo, pra manjá-lo. O cheiro de porra fresca e quente subiu pelo meu nariz e a boca encheu facilmente d'água. Pra completar, ele ainda deu aquela sacudida que fez mais pontes de gala morna despencar do cabeção flácido.

- Tu vai ficar só na vontade, sua cadela! Hehehehehe! Quem mandou ser viciada em macho casado?! Hehehehe! Nasceu pra ser amante, vadia!

Não acreditei no que estava ouvindo e vendo. Até porque, lá estava eu, de quatro no chão de sala, com um brutamontes bombeirão em cima de mim, todo parrudo, enfiando mais de vinte centímetros de pepinada no fundo do meu cu.

- Aff! Hétero? Você acabou de falar que a partir de hoje meu cu é seu, porra! Sssss, fffff! Como meu cu é seu e você é hétero, seu macho safado do caralho? AaahnsSSS!

Enquanto falávamos, ele voltou a fazer pressão com o vegetal no meu lombo, alargando minhas pregas na base da curirica, cheio de marra. O puto fez mais força com o peso em cima de mim, nem aí pro fato da rola pesada e corpulenta estar em contato com meu corpo.

- Esse cu é meu pra eu fazer o que eu quiser com ele, menos comer. Heheheheh, tu vai sofrer muito na minha mão, sua ordinária! - puxou meu rosto e ficou cara à cara comigo, ao ponto deu sentir seu hálito quente na minha cara. - Tu ainda não tem ideia do quanto eu vou judiar de você, minha putinha! Minha cadela! HEheeheh! Tua tia que te criou, mas agora eu vejo que foi pra mim! Hahahahaha!

Ouvir cada frase daquelas tava me deixando louco, porque, mesmo que fosse na base da dominação bruta, ter aquele macho me comandando era um dos meus sonhos de princesinha ninfeta. Mesmo assim, eu quis desafiá-lo, só pra ver até onde o cafajeste iria.

- Que engraçado, tio Breno! - falei bem debochado, mesmo estando muito por baixo. - Se você é tão hétero assim, por que me mandou várias fotos de pau durão, batendo punheta, gozando?

- Tsc! Porque eu sabia que ia fisgar uma piranha, se desse linha na vara. Meu esporte favorito é a pesca, seu ninfetinho barato! E olha só o que eu puxei no anzol? Como é que são as coisas, né?

- Ué, mas hétero que manda um monte de foto do cacete pra um cara que ele sabe que é viado? Nossa, muito suspeito!

Ele não se aguentou com a minha ironia.

- Tu tá de sacanagem com a minha cara, moleque?! Só olhar não arranca pedaço, porra! Tu acha que isso diminui meu gosto por buceta?

- Olhar não arranca pedaço? Ah, é? Então fica pelado pra eu ver? - provoquei.

- Porra, tu tá falando pra caralho, filho da puta! Vem aqui!

Bruto e apressado, ele tirou o próprio short todo esporrado e me mostrou o caralhão flácido e minhocudo, recém gozado e com um cheiro delicioso de leite. Fez isso sem sair de cima de mim, aí balançou pros lados e me revelou a tromba sem medo.

- Tu nunca viu pica assim, não, bicha? É? Nunca entrou num vestiário, não? Putinha do caralho, tá pensando o que? Ein? - aí começou a bater forte com o pauzão na minha cara, amassando meu rosto e sem medo do contato físico comigo. - Tá achando que só porque eu sou macho não esfrego a piroca na tua fuça, sua cadela? Ein, porra!? Responde, caralho!

Nesse instante, ele me deu um tapa no rosto e me fez abrir a boca.

- SSsssS, isso, porra! - falei. - Me bota logo pra mamar, vai? Gostoso, safado! Me domina, porra! SsSS!

Diante da minha boca aberta, o pilantra enfiou uma meia usada lá no fundo da minha goela, indo com o dedo grosso e salgado até lá, e me fez ficar calado.

- Isso, quero você quietinho, quietinho, viado! Nem mais um pio!

Aquela era a mesma meia que ficava o dia todo dentro do coturno dos bombeiros, e agora ela estava na minha garganta, espalhando o delicioso gosto salgado do pezão do macho da minha tia dentro de mim.

Eu arreganhado no chão da sala, com um pepino do caule grosso socado no cu, tio Breno cachorrão, devasso e peladão diante de mim, enquanto sua mulher ainda estava no banheiro, tomando banho pra sair pro trabalho. Como se não bastasse, o machão ainda vestiu a samba canção esporrada na minha cabeça, deixando as manchas pesadas de gala grossa bem na frente do meu rosto, junto com o cheiro suculento do gordo saco de batatas. Me senti um fantoche, um brinquedo humano parado imóvel na sala, saturado da macharia e da testosterona do marido da minha tia, com sua meia suada enfiada na boca e seu short de dormir esporrado no meio da cara. Até que ele voltou ao meu lombo e começou a tirar e enfiar o pepinão no meu cu, nem aí pro fato de a qualquer momento minha tia sair do banheiro.

- Mmmmffff! - gemi, mesmo lotado de meia, e me senti usado da forma mais deliciosa possível, sendo lentamente dominado como uma verdadeira cachorra pelo meu padrasto. - HHhfffff!

- A partir de hoje, como pagamento por toda essa sacanagem que tu tentou fazer comigo, seu putinho, tu vai ser o meu empregadinho pessoal dentro dessa casa, tá ouvindo? E ó, vai fazer tudo que eu mandar bem pianinho, que é pra tua tia não descobrir nada. Se ela descobrir qualquer coisa, é tu quem paga! Escutou?

- Uhum, uhum! - concordei.

Respirei fundo e senti os melhores cheiros empesteados no meu rosto: do sacão, da pentelhada de macho peludo, do suor de bombeiro parrudo e do mingau extraído direto do saco, diretamente da gorda bola esquerda daquele que era o marmanjo mais safado que eu já havia conhecido.

- Tu pensou mesmo que alguém com apelido de Cachorrinha do tio Breno ia fazer reserva naquele motel e eu não ia ficar sabendo, seu viado burro? - ele grunhiu no meu ouvido, sem parar de bater uma curirica estupidamente safada com o pepinão no meu cu. - Tu sabe quanta cachorra eu já levei praquele canil, sua cadela vira lata?! Ein, tua safada? Aquilo lá é praticamente o meu açougue, seu bobinho! Inocente! Olha onde tu parou por causa desse erro?

Mesmo com seu short de dormir na minha cabeça, à cada pergunta feita eu tomava um tapinha no rosto e sentia aquele dedo grosso e impositivo apontando no meio da minha cara, me desafiando e dando tudo aquilo que sempre quis ter: o lado devasso do tio Breno, sem precisar do disfarce de uma personagem feminina. Ele me olhava de cima pra baixo, me segurando pela franja do cabelo e com semblante de quem tava muito puto, doido pra me rasgar no meio.

Até que escutamos o barulho do chuveiro desligando e logo soubemos que minha tia estava prestes a sair dali. Nesse momento, o macho safado tirou a meia da minha boca e também removeu o short de dormir da minha cabeça. Voltou a se vestir, mas não deixou eu tirar o pepino do cu.

- Olha pra mim, viado! - puxou meu rosto pra si e falou apontando pra minha cara. - Teu castigo já começou. Tu vai ficar sentado aí, com esse bagulho enfiado no talo do cu até ela sair pra trabalhar. Ouviu, cachorra?!

- Ouvi, tio Breno! Seu gostoso!

- Tio é o caralho, filho da puta! - me deu um tapinha no rosto e voltou a dar esporro. - Já falei que não tenho sobrinho cheira pica que nem tu! E depois que ela sair, a gente vai bater um papo, eu e você. Preciso repetir?

Fiz que não com a cabeça e ele foi pra cozinha pegar seu café. Em seguida voltou, sentou na poltrona perto de mim e ligou a TV, bebericando e começando a ver as primeiras notícias da manhã, como se nada tivesse acontecido. Sentado no sofá, eu estava com o cu pegando fogo, sentindo uma verdura de mais de um palmo estacionada dentro de mim, alargando pecaminosamente todas as pregas que ainda estavam se recuperando da surra anônima do dia anterior.

- Bom dia, queridos! - minha tia já apareceu na sala arrumada, como bem gostava de fazer.

- Oi, amor! - meu padrasto respondeu.

- Oi, tia. - também fui educado.

- Já acordou, menino? Tá muito cedo!

- Ah, é.. Eu meio que perdi o sono. - menti. - Daqui a pouco eu deito de novo e tiro um cochilo.

- Aposto que acordou por causa do teu tio Breno com essa TV ligada no volume máximo, né? - ela começou a reclamar. - Breno, vê se dá um tempo pro garoto, poxa!

Nesse instante, o bombeiro peludo passou o braço por trás do meu ombro e começou a rir, fazendo cena pra mulher.

- Ah, que isso! Esse moleque aqui me adora! Hehehehe né, garoto? Conta pra tua tia o quanto tu se amarra em mim!

O macho peludo disse isso e me olhou, todo inocente e carismático, como sempre foi. Meus mamilos intumesceram na hora, meu cuzinho começou a piscar que nem um putinho no cio, ciente da presença de um trabuco dentro de mim, me ocupando a mando do meu tio, e eu quase rebolei na poltrona, de tão excitado que fiquei com todo esse fingimento. Entrei no personagem e tratei de responder.

- É verdade, tia! - sorri, bastante dissimulado. - Acho que eu sou o fã número um do tio Breno! Hehehehehe!

Eu estava incendiando de tesão por dentro, querendo que ele me comesse ali mesmo, na frente dela. Ela viu a gente sendo amigo e também começou a rir.

- Duvido! Ninguém tem essa paciência toda com esse homem, meu querido!

Agindo super naturalmente, o maridão deu um beijo no pescoço dela e fingiu que nada estava acontecendo. Nem pareceu que tinha sido ele o responsável por enfiar um pepino inteiraço no meu cu e me deixar dilatado e lotado de vegetal, tudo isso enquanto mantínhamos aquele papo na sala.

- Já tá indo, amor? - o bombeiro quis saber.

- Já, tô atrasada, Breno. Já era pra eu tá na rua há muito tempo!

- Poxa! - o trintão fez cara de triste e roçou a barba no pescoço dela, pagando de charmoso logo de manhã. - Não vai nem tomar café com a gente, gostosa? Eu ando tão carente..

Novamente meu rabão piscou e mastigou aquele fruto enorme estacionado dentro da carne. Eu era uma espécie de agasalho que meu padrasto criou, doido pra ser comido e morto de tesão com a cara de pau dele, dizendo pra mulher que estava carente. Tão carente que teve que socar um pepino no meu cu e me dominar na marra naquele chão onde ela estava pisando.

- Não vou tomar café hoje, não, preciso correr. - minha tia se soltou do abraço dele, pegou a bolsa e já foi saindo. - Desculpem, queridos. Acordei atrasada!

Enquanto se despedia, minha tia passou pelo cesto de roupas usadas do meu tio e não entendeu o que aquilo estava fazendo ali na cozinha.

- Que isso, Breno?

- Ah, decidi lavar tudo hoje, por isso deixei aí. - o puto respondeu.

- Você vai lavar a sua roupa? Que milagre é esse!?

- E ainda vou limpar a casa, você não viu nada! Heheheehe!

Eu tive certeza de que ele não faria nada daquilo e sim me colocaria pra fazer, isso estava evidente. Só que o jeito tão relaxado e normal com que o pilantra se comportou diante da minha tia foi simplesmente muito devasso, no limite entre o excitante e o sádico, de tão fingido.

- Nossa, que raro! Quero só ver se a casa vai tá limpinha quando eu voltar.

- Pode apostar que vai, gostosa! - o peludo deu um beijo na boca dela e se despediu.

Aquele que parecia um maridão dedicado dentro de casa na realidade não passava de um alfa dominador nato, que me fez engolir um pepino com o cu e aguentar o legume lá dentro até a dona da casa sair pro trabalho.

Assim que levou minha tia no portão e voltou pra dentro de casa, o macho parrudo e peludo já fechou a porta rindo, mas agora portando aquele sorriso diferenciado, que com certeza só as piranhas que ele comia na rua conheciam. Nem mesmo a minha tia sabia da existência daquele lado dele e isso me deixou ainda mais excitado, pronto pra ser possuído como uma verdadeira Cachorrinha do tio Breno.

- É isso que eu gosto de ver, obediência sem questionar. Tu só tem que obedecer, nada além disso. Ouviu, minha putinha? Minha cadela?

Deu um tapinha no meu rosto, me fez abrir a boca e cuspiu aquela saliva quente e farta na minha língua. Quando eu ia fechar a boca pra engolir, ele impediu e me obrigou a ficar com a língua de fora.

- Assim que eu quero ver. Não engole, não.

- Mas vai pingar no chão. - avisei, tentando não engolir.

- Foda-se, depois a minha putinha limpa. Heheheheeh!

Sem perder tempo, o cafajeste segurou minha camiseta de dormir e rasgou com violência, parecendo um predador se livrando da minha pele. Em seguida, me botou de quatro e fez a mesma coisa com o short de dormir.

- Pra que isso, seu puto? - rebolei. - SssSSS, piranho! Vai me comer, vai?

- Cala a boca, porra! - ele deu um tapa no meu lombo e voltou a cuspir na minha língua. - Só obedece, cadela! Tu não queria ser a minha Cachorrinha, arrombada? Então, é isso que eu vou te dar, seu viadinho!

Tomei outro tapa, empinei o lombo e senti que ele voltou a mexer no pepino socado no meu rabo, brincando de cutucar o fundo do meu cu e de alargar minhas pregas ao seu bel prazer.

- SSsSSSs, seu pilantra! FFff, aposto que foi algum conhecido teu que me comeu naquele motel, né? MMmffff!

Mesmo sendo alargado por ele na penca do pepino, minha curiosidade não diminuiu, principalmente agora, que estava finalmente sendo dominado pelo meu padrasto peludo e viril.

- Conhecido meu? Hehehehe, é, é, foi um conhecido mesmo! Eu sou um mestre da putaria, pode falar! - tio Breno ria e me empalava no legume. - Tu tava doido pra dar esse cuzinho pra um desconhecido e foi tudo exatamente como eu planejei! Hehehehehe!

- Affff, ssSSSS! Seu desgraçado, fala logo quem foi que me comeu naquele motel, porra! FffFF!

- Se tu não sabe quem é, é porque deu tudo certo, moleque! Hahahahaa!

- Para de graça e me conta logo, seu puto! FFffFF!

- Não vou contar porra nenhuma, viado! A partir de hoje, eu só vou te dar tudo que tu pediu pra mim por e-mail, filha da puta! Tu não queria ser minha cachorra, cretino? Não queria ficar de quatro pra mim, me olhando e me obedecendo? Então, porra!

O marido da minha tia me deixou completamente nu depois de rasgar minha roupa. Aí pegou balde, vassoura, sabão e desinfetante, me levou pro banheiro e me colocou dentro do boxe, ainda com o pepinão socado no meio do olho do lombo.

- Pode começando a limpar isso aqui tudo. Depois vai varrer a casa. Ao invés de aprontar com o macho da tua tia, era isso aqui que tu devia tá fazendo por ela, seu sem vergonha!

- Eu sou sem vergonha? - eu ri. - Olha só quem fala, ein?

- Cala a boca, porra! Dei autorização pra tu responder teu macho?

Disse isso e começou a mijar em mim, me enchendo daquele mijão dourado de bombeiro parrudo e da caralha gordona, inchada, um pouco mais escura do que a pele branca, além de cabeçuda. Quando acabou, avisou que ia pra sala ver TV e tava me esperando pra limpar o resto da casa. Ainda fez chantagem, dizendo que se eu deixasse alguma coisa fora de ordem ele contaria tudo pra minha tia.

Lá estava eu, completamente nu, indefeso e me sentindo completamente submisso ao meu padrasto delicioso, de um jeito que jamais imaginei que estaria. Com medo de ser expulso de casa, só obedeci, sem nem questionar. Depois que limpei o banheiro, limpei também a sala e a cozinha, tudo isso enquanto o filho da puta me olhava e ria da minha cara. Até que ele pegou o celular e começou a falar animado com alguém.

- Opa, coé, meu irmão?! Tudo beleza? Deu, deu certo sim, o viadinho submisso tá aqui dando uma faxininha na casa. Tá, ele tá na minha mão agora, sou eu que tô adestrando esse filho de uma puta! HAhahahaa! Enfiei até um pepino no cu do palhaço, pra ele ver quem manda nessa porra dessa casa! Ih, duvido, pode chegar sim! Bora tomar uma cerveja e assistir essa cadela deixando a casa no brilho! Hehehehehe! Já é, até mais!

Ao escutar isso, senti que meu cu logo amassaria o fruto atolado no rabo, de tanta piscada que dei, cheio de tesão e com os mamilos duros. Como se não bastasse me deixar completamente nu e ainda me fazer de empregadinho pessoal, tio Breno ainda ligou pra algum amigo e o convidou pra se juntar a nós naquela exposição, como se eu fosse um pedaço de carne no açougue.

- Chamou alguém pra me ver nessa situação, é? - perguntei pra ele.

- Mas é claro! Essa é uma oportunidade única de adestramento, tive que chamar um parceiro pra ver esse espetáculo comigo e tu vai pegar cerveja pra gente assim que ele chegar, ouviu? Vai receber ele na porta com educação, pra ele se sentir em casa que nem eu.

- Sério que um macho devasso e safado que nem você vai expor a sua cadela

Diante do meu abuso, o maridão da minha tia me puxou pro sofá e me fez sentar ao seu lado. Em seguida, apontou na minha cara e voltou a falar no tom dominador alfa de sempre.

- A cadela é de quem, viado? - perguntou. - De quem é essa puta dessa Cachorrinha?

- É sua. - falei.

A ideia da submissão e da servidão a um cafajeste daquele naipe me deixou muito excitado e ainda mais afim de deixar a coisa pegar fogo de vez.

- E de quem é a farda que essa cadela cheira, ein?

- É sua. É do seu cheiro que essa cadela gosta!

- Isso, boa cadelinha do tio! - o bombeiro pôs a mão por dentro do short e começou a mexer no caralho enquanto conversava comigo. - A Cachorrinha do tio Breno gosta de cheiro de pica, gosta? Hehehehee!

- Essa cachorra vive pro cheiro do macho dela! Sou viciada no seu cheiro desde que você veio morar aqui, seu gostoso!

- Ah, é?

Aí, com a mesma mão que tava dentro do short, ele me deu um tapa na cara e esfregou a palma no meu nariz, deixando eu sentir o cheiro apetitoso de sua masculinidade aflorada.

- Gosta, é? Perder a vergonha agora, minha puta? Sabia que a gente vai acabar virando uma boa dupla desse jeito? Tu fica bem melhor quando para de se esconder e assume que é vagabunda, que é rampeira. Não é isso que tu é, viado? Fala pra mim?

- É tudo isso que eu sou, tio Breno! Eu sou essa cadela e muito mais!

Quanto mais eu concordei, mais ele ficou nessa brincadeira de passar o mãozão na rola e depois passar em mim, na minha cara, no meu nariz.

- Bota a língua pra fora, pro teu macho ver.

Obedeci e ele fez a mesma coisa na minha língua, deixando o paladar e o odor da tromba exalar deliciosamente por mim. Era quase a realização de um sonho de muito tempo.

- Isso, cachorrinha. - ele falava baixinho, sem precisar se alterar. - Gosta do cheiro do teu macho, né? Eu suado, ainda nem tomei meu banho, mas é disso que tu gosta, né? SsSSS, piranho! Ninfeto! Cheira aqui, ó, cheira? Se faz no cheiro do teu dono, sua cadelinha no cio! Isso, fFFFF!

Eu fungava profundamente e botava o odor salgado e amargado daquele putão cafajeste todo pra dentro de mim, ele me segurando pelos cabelos e me conduzindo por seu físico adulto, parrudo e peludo.

- Boca de toalha do caralho, é de macho casado que tu gosta, né? SsSSS!

Me botou pra chupar seus pentelhos, subir pela trilha do umbigo e chegar no tórax. Depois me fez cair de boca no sovaco e não parou de me dar tapas na cara, parando a todo instante pra me olhar e enfiar o dedo na minha goela, só por vontade própria.

- Isso daqui é só pra judiar um pouquinho de tu, porque nesse caralho tu nunca vai tocar! Hehehehehee! - aí se afastou de mim e ficou de pé. - A partir de agora, além de limpar a casa pelado e com esse pepino enfiado no cu, tu só vai poder andar de quatro, que nem cachorra. Sempre que a tua tia sair por aquela porta, eu quero você de quatro no chão, pegando as coisas só com a boca! Ouviu, cadelinha?

- Essa é a sua vontade, seu macho safado?

- É isso mesmo que tu ouviu! - apontou pro tapete e deu a ordem. - De quatro, no chão, que nem a porra de uma Cachorrinha do tio Breno, que é o que tu é! Agora!

Cheio de tesão em cumprir a vontade do alfa, obedeci e já fui pro chão, totalmente nu, empinado e com um pepino ainda enfiado no cu.

Quanto mais eu me mexia pra terminar de limpar a casa, mais e mais o vegetal escorregava pra fora do ânus, porém a todo instante o trintão aparecia e tornava a enfiá-lo dentro de mim, fazendo questão de encher minha raba de palmadas cheias e volumosas.

- Tive uma ideia que vai combinar com uma cachorrinha feito tu. - ele falou.

Aí, no auge da devassidão, tio Breno pegou um coturno usado e colocou a parte interna presa na minha cara, bem aberta no meu nariz, só pra eu sentir o cheiro da sola do pezão gostoso de bombeiro parrudo.

- Agora sim, tá parecendo a porra de uma cadela adestrada mesmo! Safado!

Em seguida, usou os cadarços pra dar nós nas minhas orelhas e me obrigou a usar o calçado preso no rosto o tempo todo, como se fosse uma máscara de respiração de testosterona, tudo isso enquanto acabava de limpar a casa.

Apesar de achar estranho no começo, logo mergulhei de cabeça no jogo e fui tirando cada vez mais casquinhas daquele puto dominador, deixando ele fazer de mim o seu brinquedo. Até que, num determinado momento, a campainha tocou e o canalha veio colocar uma venda no meu rosto.

- Que isso, seu pilantra?

- Shhhh, cala a boca e só me obedece, cadela!

Obedeci, curioso pelo que aconteceria a seguir, e deixei o tio Breno me vendar, não conseguindo enxergar absolutamente nada ao meu redor, apenas escutar o que tava acontecendo.

- Demorou, cara! - o marido da minha tia cumprimentou seu amigo.

- Pô, tava pegado no trampo, foi mal! Vim direto! E aí, cadê?

- Tá ali ó, bora lá ver!

Eu estava completamente nu, com o coturno preso na cara, um pepino enfiado no cu e de quatro no chão da sala de estar, vendado por um pano escuro. Ouvi os dois machos chegando perto de mim e achei a voz do visitante familiar.

- Você.. Neymar, é você? - não acreditei naquilo e meu coração acelerou.

Mas o bombeirão dominador deu um tapa na minha bochecha e voltou a mexer comigo.

- Sshhhhh, fica quietinho, porra! Não quero o nome do meu filho saindo da boca de uma cachorra que nem você!

- Mas essa voz parece a do Neymar, tio Br-

- Shhhh, caralho!! Já mandei não latir o nome do meu filho, seu viado! Tá perdendo a noção de falar do meu moleque?!

- O senhor não gosta que fale do Neymar, tio Breno?

- Claro que não! Tu deixa o meu filho longe de toda essa cachorrada que tu faz, seu puto! Acho bom tu nunca mais falar o nome dele outra vez, seu arrombado! Escutou?

- Sim! - falei e sorri, mesmo vendado. - Desculpa!

Ao ouvir isso, meu plano B, de BRENO, já estava completamente arquitetado, mas ainda não era hora de usá-lo. De quatro no chão e sem poder vê-los, me senti deliciosamente exposto e totalmente à vontade de dois machos piranhos, sendo que um deles eu desconhecia, apesar de reconhecer a voz.

Ouvi o barulho das cervejas abrindo e continuei na minha, só de quatro no tapete, escutando os dois safados conversando sobre mim, como se eu fosse um pedaço de carne exposto na bancada do açougue. Ao mesmo tempo, pra mostrar o quão dominador era, tio Breno sentou no sofá, esticou as pernas e dobrou os pés por cima das minhas costas, me fazendo de assento.

- Porra, tu esculachou com esse putinho, ein, irmão? - o amigo o parabenizou. - Deve ser mó gastação de onda ter um viadinho empregado assim pra chamar de teu! Quem me dera!

- Ih, tu também curte essas porra, é? Pô, fica à vontade aí, irmão! É só dar uma ordem que esse filho da puta obedece, ele é adestrado. Quer ver só? Tsc, tsc, tsc, viadinho! Vem cá pro paizão, vem? Tsc, tsc, tsc, tsc!

O bombeiro começou a assobiar e estalar o dedo no chão, como se tivesse mesmo chamando um vira lata. Obediente que só, eu fui todo rebolativo até ele e parei feito um cachorro mesmo.

- Abre a boquinha, abre, Totó? - mandou.

Obedeci e senti a cerveja despencando na minha boca, do alto, e aí esse movimento fez um pouco do líquido cair no chão, perto dos pés massudos do meu padrasto.

- Lambe essa sujeira, lambe? Deixa tudo limpinho.

Como sempre, mesmo completamente vendado e sem poder enxergar, acatei a ordem, abaixei e comecei a lambê-lo. Diante disso, seu amigo secreto se mostrou animado e não escondeu a empolgação.

- Caralho, e não é que é a porra de uma cadela mesmo? Puta merda, que viado obediente!

- Ela obedece que é uma beleza, maluco! - tio Breno voltou a confirmar, todo orgulhoso. - Ela obedece, porque sabe que tá na minha mão e que eu acabo com a vida dela num instante. Tentou me passar pra trás, deve ter pensado, "ah, o tio Breno, aquele bobão com aquela brincadeira chata!", e agora tá aí, de quatro pra mim! HAHAHAHAAHAHAH! Quem diria!

- Ele tentou te foder, é? Que viadinho vacilão! Tem que botar pra foder em cima dele mesmo, então! Mas dá o papo, tu pegou essa cadela na rua ou foi do canil mesmo? Será que tinha mais dela lá pra eu adestrar uma pra mim também, maluco?

Parecia que eu nem estava ali, mas eu tava e doido de tesão, chupando o dedão bruto e salgado do pezão do marido da minha tia e sentindo o diâmetro de um pepinão grosso alargando meu cu, tudo isso enquanto o alfa e seu amigo falavam da minha submissão.

- Peguei essa cachorrinha no pulo, irmão! Esse viado é sobrinho da minha mulher. Começou a me mandar mensagem, se passando por uma fã, disse que queria me dar a bunda e teve o cuidado de não mostrar buceta, acredita nisso? Ele tava crente que ia me sabotar, esse arrombado do caralho!

- Puta que pariu, mas que vadia do caralho! Que vagabunda! Porra, não tô acreditando que essa ninfeta fez isso. Posso dar um tapinha na cara dela, pra ela ver que com macho não se brinca?

- Fica à vontade, essa rampeira merece!

Senti uma mão diferente estalando no meu rosto e foi como se eu tivesse nascido pra servir, pra ser sexualmente pisado e submisso na cama. Sentir que outros machos poderiam me explorar, mexer no meu corpo e abusar de mim sem eu ver era simplesmente o auge da objetificação, no mais delicioso pecado que pode existir.

- Porra, mas tu é uma cachorrinha bem vagabunda mesmo, né não? - o estranho perguntou pra mim. - Ein, sua puta? Tu deve se acabar num caralho, deve não?

Diante do meu silêncio, tio Breno se aproximou e deu a ordem.

- Responde pra ele, viado!

- Eu sou vagabunda sim! - falei, ainda vendado. - E você devia ver o que eu faço com um caralho grosso na goela, seu cachorro!

- Ah, é? Ssssss, sua cadela! Acabei de voltar do trabalho e tô todo suado. Tira meu sapato e cheira minha meia, vai? Cadelinha no cio, ssss!

Obedeci, removi os calçados daquele macho desconhecido e comecei a cheirar o odor forte da testosterona presa em seus pés massudos. Nesse instante, ouvi o barulho do celular tirando fotos e tive a certeza de que o tio Breno estava registrando tudo, fazendo vídeos e imagens de seu enteado absolutamente dominado e servente no chão da sala.

- Sssss, quer me mamar, quer, viadinho?

- Quero, tô desde cedo doido pra engasgar numa pica grande e salgada, será que é a tua?

- Não sei! - ele me deu um tapa na cara. - Pede então pro teu tio. Pergunta pro teu dono se tu pode me dar uma mamada caprichada.

Virei pro lado, sorri e me empinei no chão.

- Posso engolir o cacete do seu amigo, tio Breno?

- Pode, claro que pode! É bom que eu tô com a memória do celular vazia, vou gravar tudinho! Hehehehehe! Vem cá, deixa eu ajudar!

Rápido, senti o trintão segurando minha cabeça e esfregando minha cara contra o tronco da bigorna do visitante, fazendo meu rosto amassar o trabuco e a jibóia pulsar em resposta.

- FFfFFFF, zoa com a fuça dessa rampeira, irmão! - o coroa pediu e me deu tapas, não se importante de aparecer no vídeo sendo gravado. - Mostra pra ela o que tu faz com viado com fome de pica, mostra?

- SSssSSs, bota logo minha pica pra fora, vai?

Abri o zíper da calça do desconhecido e automaticamente um borrachão longo e empenado escorregou pra fora. Não tive como ver a aparência, o tamanho, o peso e nem a envergadura certa, mas senti o cheiro suculento de um caralho suado de macho trabalhador, aí a mão do safado veio fazendo pressão na minha nuca.

- Vai, mama, porra! Comigo tu não precisa ficar acanhado, não, que eu não sou teu parente e não tenho nada a ver contigo! Aqui é no seco mesmo, viado, só quero sentir garganta na vara. Pode vim sedento que eu me amarro em dar leite, tem vergonha não, viado!

Mal abri a boca e aquela tromba meia bomba foi atropelando os beiços, a língua e as amídalas, parando lá no fundo da minha goela e me fazendo ameaçar a engasgada.

- SSSsss, FFFFFF! Isso, porra! Tosse não, viado! Tosse não, caralho, sustenta! - ele me deu tapas no rosto e sentiu o próprio membro latejando contra minhas bochechas, de dentro pra fora. - Puta que pariu, que boca quente do caralho! MmmmfffFFFF, sss! Vagabunda mesmo, ein? FfFFF!

- Tá gostoso, irmão? - o cafetão bombeiro quis saber.

Enquanto eu me enchia de salame de macho e rola pentelhuda, o visitante desconhecido segurou as gemidas e mal conseguiu responder, quase que gaguejando de prazer, sentindo minha garganta dançando em cima da cabeça inchada do pacote.

- SSssss, porra! Af, tá perguntando sério, Breno? Caralho, maluco! OrrrgSSSS!

- HAhahaahahah! - meu padrasto começou a rir. - Não te falei? Essa cachorra daí é a minha Ferrari, porra!! Pode usar meu viado à vontade, que hoje a mamada tá 0800, não paga nada!

Ao ouvir isso, senti também a chapoca indo mais no fundo da goela, ficando perto de me engasgar novamente, porém mostrei do que era feito e sustentei o boquete da melhor maneira possível. Diante disso, o macho que tava me botando pra mamar esticou as pernas e forçou o quadril mais pra dentro de mim.

- SSSSSSHHH, PORRA! FFFFF, Mmmmmm! Boqueteiro profissional é outra parada, maluco! FFffFFFF!

Minha boca começou a ser arregaçada no talo grosso da uretra avantajada do sujeito, eu comecei a suar e logo senti a raiz dos pentelhos roçando nos meus lábios, de tão fundo no caralho que estava indo. Ao mesmo tempo, os barulhos de vídeos e imagens sendo gravadas no celular continuaram, com o trintão peludo mudando de posição e registrando a putaria de tudo quanto era ângulo.

- Orrrgggh, SSsSSSS! Caralho, vem cá, vem? Deixa eu foder essa goela de pé, viado. Abre a boca. Isso, fffFFFF!

De joelhos, continuei vendado e deixei o pilantra me controlar. Ele pôs as mãos nas minhas orelhas e fez ambas de gancho, brincando de calibrar a extensão da ferramenta ao longo da minha traquéia só com o movimento da cintura pra frente e pra trás. Senti que o abusado começou a suar e passei a chupá-lo com força, como se quisesse esporrá-lo na marra, na força.

- SSSssss, isso, porra! FFfffff, mmmm! Assim eu vou acabar querendo dar uma volta na tua Ferrari, Breno! OrrrsSSSsSS! Essa puta tá sugando o leite direto do meu saco, não tô aguentando a pressão da mamada, ffFFF!

- Tá afim de comer a minha puta, é? Bom, aí a parada já fica mais cara, né?

- OrrghssS! FFfff! Quanto é pra deixar o cuzinho dela cheio de porra? Quero essa vadia vestia só de calcinha pra mim!

- É pra já! - o bombeiro aparentemente já tinha pego um fio dental, ciente de que isso ia acontecer.

Diante isso, me senti a mais vagabunda de todas as bichas, sendo feito de moeda de troca e de aluguel entre um desconhecido e meu próprio padrasto cafetão. O cuzinho não parava de latejar, mascando o pepino desde cedo enfiado no rabo. Meu tio vestiu a calcinha em mim e deu um tapa no meu rabo.

- O cu é 20, mas como eu já deixei esse ninfeto alargado pra tu desde cedo, sai tudo a 30.

Com a mamada rolando, escutei o cafajeste que eu tava chupando abrir a carteira e se preparar pra pagar, agindo como se eu fosse mesmo um prostituto, cujo programa simplesmente foi tratado com outro macho.

- SSssss, isso, viado! FFfff, quinze, vinte.. - ele começou a contar as notas, ao mesmo tempo em que fez pressão na minha cabeça. - Trinta! Certinho! Porra, já tá até trocado aqui, ó? Agora vamo ver se a mercadoria é boa mesmo, heheheehehe!

O amigo secreto do tio Breno foi pra trás de mim e não teve perda de tempo: afastou o elástico da calcinha pro lado, tirou o pepino do meu lombo e o substituiu facilmente pelo caralho comprido e todo babado que eu havia acabado de engolir. Ficou atolado, atoxado, alojado, inserido e colado na minha carne quente, nua e crua, com a pele lisa da cabeçota do cacete se esfregando na minha próstata. Minhas pregas arregaçadas, brincando de mastigar o linguição e saboreá-lo por inteiro, todo lá dentro.

- FFFFFF, MMHhhh! - empinei e gemi. - Que delícia, porra! SSss, fode, vai?

- Quer que eu te foda, filho da puta? Mmmm, ffff, pois eu vou te foder, pode ficar sabendo!

O tarado segurou nos meus ombros e enfiou tudo, sem camisinha, parando contra a última das paredes da carne quente do meu ânus e se abrindo todo lá dentro, bem dilatado e pulsando no meu tranco.

- OOOrgggh, fsSSSSSS! Puta que pariu, caralho! Que bundão delicioso, porra! MMmfffff!

- Isso, seu gostoso! Acaba comigo, vai!? - com um poste atolado no meio do olho do cu, pedi bem manhoso, gemendo no ouvido do convidado secreto. - SSsss, acaba com a Cachorrinha do tio Breno, vai, seu cafajeste?! AAaihn, fFFFF!

- Pede pra eu te rasgar, pede, seu viadão? - ele me engatou e acelerou o tranco, me empurrando pra frente e fazendo voltar pra trás, pra dentro do cacete empedrecido. - Pede pra eu avacalhar teu cu de leite, vai? SSsSs, ffFFF! Safada! Piranha! Cachorrinha do caralho! SSsSS! Tô te comendo e teu tio tá filmando tudo, sabia?

- AAaaiihn, sSsSSSS! - decidi provocar. - Pode usar o meu lombo, vai? SSss, pode deixar largo, que ele é todo do tio Breno! FFFff, meu cuzinho é todo do tio Breno e ele tá deixando você experimentar, hhhmmmfff!

Na mesma hora, senti a mão enorme do macho da minha tia no meu rosto, segurando meu cabelo e abrindo minha boca à força.

- Repete o que tu disse, sua cadela!

- Meu anel é só do tio Breno! Pertence ao tio Breno e é só dele! FFFfff, mmmmmssss!

Tomei outro tapa, os empurrões no cu ficaram longos e o gostoso atrás de mim acelerou o movimento, quase me cobrindo com o corpo por trás.

- FFFFFFf, isso, porra! Empina o cu pra mim, vai, viadão?! SSSs, viadão do caralho! SSsSSS!

- Tá gostando de comer o viadinho do tio Breno, tá? Oihn, ssss!! - perguntei. - Aproveita que é só promoção, logo, logo esse cafetão vai cobrar mais caro pra quem quiser enrabar o viado dele! SSsSSS!

- Tô aproveitando pra caralho! FFff, tô arregaçando com a tua carne toda, seu putinho! Tá sentindo, tá? Arrghh, sSSS! - nesse instante, o putão segurou meu cabelo e grunhiu feito bicho no meu ouvido. - Tá me sentindo, tá, viado? Tô latejando dentro do teu cu, tá sentindo? Ó só? HHmmm, ffFF!

Ele parou o movimento e só pulsou o monumento, namorando minhas pregas e sendo correspondido pelo músculo anal se fechando e se abrindo em torno do caralho avantajado. Aí segurou minhas ancas com as mãos e aproveitou o empuxo pra se escorar e ir mais fundo.

- OOOORGH, SSSSSS! PUTA QUE PARIU, VIADO! FFfffff, ssss!

- AAAIHN, FFFF! HMMMM, sSSS! - eu mesmo quase não me aguentei, derretendo de tesão. - Que delícia, porra! Soca, vai? Abusa do viado do tio Breno, vai, putão! SSSS! Me faz de lolito, caralho! SSsSSS!

- Tô socando, porra! Tô socando, filho de uma puta! AAarfhh, SSSSS! Orrgggh, FFSssS!

Entre nós, só o barulho das estocadas ecoando lá no fundão da rabeta, o saco dele colidindo no meu e eu dominado, a gente colado. Nesse tranco delicioso, o visitante desconhecido empurrou meu corpo e fez a venda cair dos meus olhos.

- SSSSS, isso, porra! AAaihn, fFFFFSSS!

Quando olhei pra trás, me deparei com um mavambo da pele negra, todo socadinho e com o corpo rígido, montado no meu lombo e mandando ver no meu rabo. Cavanhaque, meio fortinho e todo suado.

- VOCÊ? - não acreditei.

Quem tava me comendo era o mesmo funcionário do motel que estava no balcão na tarde do dia anterior. Foi nesse momento que tranquei o cu e senti ele me possuindo de um jeito muito animal, muito carnal, parecendo a mesma sensação de quando o estranho me fodeu no motel.

- Hmmmm, ssss! Nada melhor do que comer cuzinho que a gente já comeu antes, né? SSSss, cabe certinho, a carne é macia, mais batida, mais lisa, mais acostumada com o caralho que já entrou antes! OrsSSS, vô deixar meu rastro em cuzinho que já tem dono, que delícia!

- Então é você, né? sSSSS! Pilantra do caralho! Aihnnn, que sensação gostosa, Junior! fffff!

- Tá gostando, tá? Que bom, porque agora eu vou gozar é dentro do teu cu! SSSS!

- FFFF, goza, vai? SSSSs! Faz o que você não fez ontem comigo no motel, seu cachorro! SSSs, fFFF!

- Tu já até sabe, né? Só de sentir meu pau fincado no olho, heehehehe! Assim que eu gosto, FFFf! Vô gozar, porra! SSSss, vô leitar no teu cuzinho, caralho! Viadinho, vai sair daqui quente hoje! FFFFF, orgggsSS!

Outra coisa que vi foi o tio Breno visivelmente excitado, galudão, com a mão dentro do short e provavelmente socando um punhetão com muita pressão. Além disso, vi também a placa que ele fez questão de pegar na minha mochila. A mesma que levei pro motel no dia anterior, dizendo "ENTRE SEM BATER E COMA SEM PEDIR!".

- Vô gozar, caralho! SSSSs, fFFFFFFFF! Arrgh, FFFFF!

Senti os tiros carregados de leitada quente se espalhando dentro do meu rabo, e aí o tal convidado surpresa do meu padrasto parou de se mexer, completamente travado com o físico no meu, só latejando do lado de dentro.

- AAArgh, sSSSS! Porra, viado! FFFf, ssSS!

Ele ejaculando dentro do meu ânus e uivando no pé do meu ouvido, parecendo até um vira latão. Só nesse momento reparei na aliança no dedo, ou seja, o Júnior era tão safado quanto tio Breno, já que ambos eram homens casados.

- AAihn, sssssSS! Caralho, que sensação mais gostosa da porra! FffFFF!

Ele não parou de pulsar e fez questão de ficar dentro até amolecer. Quando isso aconteceu, a caceta finalmente escorregou pro lado de fora e meu cuzinho piscou, cuspindo pra fora todo o leite em mim inserido. Eu era a porra de um depósito, ou melhor, um depósito de porra.

- Fechou, irmão! - o bombeiro cafetão foi logo apressando a gente. - Daqui a pouco a minha mulher chega aí, espero que tu tenha gostado. É só o começo!

- Tá zoando, maluco? Tá de parabéns esse teu viado de estimação! - Júnior foi se vestindo e eu fiquei todo arregaçado no sofá. - Cuzão de primeira, deixei cheio de mingau! Heheehehhe!

- Valeu, mano! Se eu tivesse mais uns três lolitos iguais a ele, juro que abriria um clube! Já pensou numa história dessas? Um clube de lolitos, ein? Heheheehhee! Ó as ideia!

- Porra, se tu fizer mesmo, me chama! Tô dentro, se for pra comer cuzinho apertado assim fácil! Hahahahahaha!

Eles não demoraram muito, logo se despediram e tio Breno o levou até à porta. Quando voltou pra sala e me viu todo fodido na poltrona, ele mostrou o dinheiro cobrado e riu.

- É isso que tu vale, seu viado! 30 reais, só pra eu comprar dois litrão e um maço de cigarro. Aliás, tô pensando aqui, eu te chamo de que, ein? De puta ou de viado, qual dos dois? Porque tu é os dois, né? Hehehehehe! Tá dando o cu e fazendo dinheiro, vai ter que escolher do que eu vou te chamar.

Mesmo tendo adorado a experiência, me senti muito cansado e decidi tomar um bom banho quente, até pra me limpar da nova surra de caralho que tomei, com o cu todo gozado.

Depois que saí, fui pro meu quarto e me joguei na cama, ciente que tinha cometido a maior de todas as loucuras da minha vida sexual. Nesse momento, tio Breno entrou no meu quarto e fez cara de sério.

- Ó, tua tia tá chegando aí. A partir de agora, não quero um pio fora da linha. Ouviu?

Escutei barulho na porta da sala e soube que a dona da casa logo subiria pra nos procurar. Ele viu minha demora em concordar e insistiu.

- Ouviu ou não ouviu, seu puto?!

Mas eu quis contrariá-lo.

- Depende. Quando você vai me comer?

- Já disse que nunca! - ele respondeu bem baixo, pro caso da minha tia já estar subindo as escadas. - Esse é o teu castigo por ter tentado me enganar esse tempo todo, arrombado! Eu poderia comer outro viado na sua frente, mas não te comeria, que é pra você aprender! Ouviu?

- Aff, pros seus amigos você me vende, mas me comer não quer, né?

- Já disse que não! E nunca vou te comer! - tio Breno fechou a cara e nós ficamos em silêncio. - Tu merece isso, agora vê se fica quieto!

- Nossa, que casa mais cheirosa! - escutamos ela dizer lá de baixo. - Cadê vocês, meninos?

- Aqui em cima, amor da minha vida! - o cafajeste respondeu todo carinhoso, porém me olhando com aquele olhar de dominador nato.

Quando ele finalmente virou pra sair do quarto e ir encontrá-la, eu decidi colocar meu plano B infalível em ação. Plano B, de BRENO.

- Tio Breno? - chamei.

- Que é? - ele grunhiu.

O puto virou e eu tive o tempo certo da subida da minha tia, porque escutei que ela já estava no corredor pro meu quarto. Abri um sorriso muito debochado pro marmanjo e falei sem medo, baixinho.

- Foi o seu filho Neymar que arrancou meu cabaço. Bem aqui, dentro dessa casa, debaixo do seu nariz. Ele não te contou?

Sem palavras, o coroa franziu a testa e arregalou os olhos. Fechou as mãos, de tão impactado pela frase, e vi a veia em sua testa crescendo e ficando tensa. Quando ele deu o primeiro passo furioso na minha direção e mexeu a boca pra responder, minha tia chegou na porta do quarto e sorriu pra gente.

- Boa noite, meus queridos! Comprei uma janta pra gente, vamo descer pra comer?

Olhei pra ele de frente pra mim e de costas pra ela, e vi a cara de ódio explodindo, com o sangue subindo. Mesmo brincando com fogo, só consegui sorrir.

- Claro, tia, vamos! Tô morrendo de fome. - aí parei, olhei pro meu tio querido e sorri. - Você não vem, tio Breno?

____________

parte 3.

AVISO: esse conto será renomeado em breve para "Cachorrinha do Cafetão"

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Comentários

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01/05/2020 00:44:31
Que dominação foi essa ? Tô chocado até agora , gozei aqui!
30/04/2020 22:49:28
Muito excitante como sempre, não demore a postar a continuação

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