MEU FILHO, QUE SURPRESA!

Um conto erótico de Simone, uma mãe inquieta
Categoria: Heterossexual
Data: 01/01/2020 17:21:27
Última revisão: 18/05/2020 11:21:24
Nota 9.40

Acabou de acontecer. Ou melhor, aconteceu hoje de madrugada.

Depois do reiveillon, que acompanhamos da sacada de nosso apartamento de frente pro mar, em Santos, meu filho, sob meus protestos, saiu para comemorar com amigos, e ficamos eu, meu marido, minha cunhada e seu marido, meu irmão. Detalhe: minha cunhada vestia um vestido aberto do lado e a parte de cima eram apenas duas faixas a cobrir os seios. Estava muito sensual.

Fomos dormir la pelas 3 da manhã e notei que meu marido estava super excitado – provavelmente devido a visão da cunhada, mulher de 38 anos e bem cuidada (para informação, digo que tenho 56 anos e meu marido 58). Não deu outra: meu marido me procurou e transamos, um pouco em silencio pois tínhamos receio de despertar o casal no quarto ao lado. Preocupação infundada, diga-se.

Depois da transa, meu marido virou-se para o lado e dormiu, como sempre faz desde alguns anos atrás.

Eu fiquei acordada, levemente insatisfeita, pois quase não houve preliminares e eu fiquei pensando na hipocrisia de nossa relação: fodeu comigo pensando na cunhada! No entanto, relevei, pois algumas vezes já me surpreendi, pasmem, masturbando-me e pensando em meu irmão, que tem um corpo perfeito aos 40 anos, ele que é instrutor de surf!

Não pegava no sono e nem sei quanto tempo assim fiquei, naquele estado de semi-dormência, quando me deu sede e decidi ir a cozinha tomar água. Peguei o copo de água gelada e tomei meio copo de uma vez, quando ouvi a porta da frente se abrindo. Era meu filho chegando e nessa hora olhei o relógio da cozinha: 5 da manhã. No corredor, ele voltou-se para a cozinha, iluminada parcialmente pela luz da lavanderia. Ele entrou dizendo “oi” e se aproximou de mim para dar mais um abraço de ano novo! Ele me enlaçou e para minha surpresa, enfiou a cabeça em meus fartos cabelos e encostando o nariz em meu pescoço, aspirou profundamente. Senti o forte cheiro de bebida, na verdade uma mistura de bebidas, cerveja, uisque, mas curiosamente era um cheiro atraente ou me senti atraído por aquele cheiro, pois o deixou com inacreditável desenvoltura. Senti calafrios com o toque de seus lábios em meu pescoço, aquela autenticidade. Fique gélida, sem ação com esse gesto que me arrepiou toda. Ouvi ele murmurar: “Que delicia...”

Não contente, abriu a boca e lambeu meu pescoço pra cima e pra baixo, enquanto sua mão apalpava meu seio esquerdo, parcialmente coberto pelo roupão. Ele continuava beijando meu pescoço, agora do outro lado. Eu queria afastá-lo, mas meus movimentos eram débeis, não tinha forças.

Sua boca buscou meu peito e me vi perdida. Encostou a boca aberta em meu peito e sua lingua aspera roçou o bico de meu seio, me arrancando arrepios. Não sabia como reagir e o pior é que aquilo me dava um prazer danado e também eu não tinha claro em mente se seus afagos eram de natureza sexual ou não ,se poderiam ser confundidas com carinho.

Essa duvida se dissipou quando sua mão encheu minha genitália. Ele tem a mão grande, o meu único filho de 22 anos, e sua mãozona encheu minha boceta, apalpando inteira, com vontade, com firmeza. Pra variar eu estava sem calcinha e aquela volúpia sedenta me deixou completamente sem ação. Minha xoxota, que duas horas antes tinha sido penetrada por seu pai, pareceu responder por conta própria sua ousadia, pois senti minhas pernas bambearem... Eu estava completamente a sua mercê e parecia não haver como reagir caso ele continuasse...

Nesse climão, quase desmaiei quando ele enfiou seu dedo médio em meu rêgo encharcado fazendo vários movimentos, com incrível habilidade, movendo a mão ritmamente. Uff, aquele dedão grande e grosso que me fez ver estrelas, eu me contorcia involuntariamente. Alguma coisa em mim queria reagir aquela invasão pecaminosa e proibida, mas como??? Então, aconteceu a coisa mais incrível de todas - se é que eu achava que ainda tinha o que acontecer: com um movimento rápido, fez-me ficar de quatro e postou-se atrás. (Oh, será que... aiaiai! Ele quer me comer? Eu duvidava do que ia acontecer até segundos antes.) Eu tinha, ainda, todas as dúvidas e todo o medo daquilo que estava prestes a acontecer, mas também tesão. Muito tesão, como jamais sentira até então - eu que havia acostumado com os anos àquelas fodas automáticas de meu marido, o que sempre fazia bater uma espécie de cansaço e eu achava que com o tempo todas as fodas entre casais acabam sendo daquele jeito. Agora, algo novo estava para acontecer mas, logo com quem? Meu filho! Meu unico filho! O que fazer?

Ele se posicionou atrás de mim, ergueu meu roupão até o meio de minhas costas e percebi abaixava suas calças. Senti a vista turvar e cerrei os olhos, esperando e ao mesmo tempo não desejando que se consumasse o que já era tão óbvio. Mas também era inacreditável a expectativa claramente desenhada e eu por um triz acreditava que no último momento 'aquilo' não aconteceria e ele fosse se afastar, cair em si no último momento quando se desse conta do que estava fazendo... com sua mãe! (mas como, ele não podia saber. Ou sabia?)

Algo no fundo de mim dizia "..ele não é capaz, não vai fazer, sou sua mãe!..."

"putz, voce tá sem calcinha! Tava me esperando?", ouvi-o murmurar. Fiquei muda.

Senti a cabeça roliça de sua pica encostar em minha vulva e a esfregar levemente, pra cima e pra baixo. Deslizava fácil, tão úmida estava minha encharcada xoxota que clamava por um pau daqueles, que eu nunca tinha experimentado antes (nunca tinha experimentado nenhum outro pau, meu marido foi meu primeiro homem).

Fiquei paralisada quando ele empurrou seu pintão para dentro de minha xota, a principio suave, levemente. Sem esforço me invadiu e minha boceta se abriu toda, aceitando seu pau que deslizava para dentro como se fosse o dono casa.

Senti minha boca abrir-se num grito sem som. Completamente repleta por aquele pauzão dentro de mim, pau vigoroso, latejante, eu queria ter urrado de prazer, mas tive de engolir em seco, crispando meus dentes. E percebi a clara diferença entre o cacete de meu filho e o de meu marido (por pudor, nunca tinha visto o pau de meu filho, mas pelo modo como preenchia cada cavidade, deveria ser o dobro do pai!).

Ao sentir aquela tora dentro de mim, avaliei que era grande e grosso, um pau descomunal, enorme, pois atingia lugares de minha xana nunca tocado antes. (Ou o pau de meu marido era pequeno, apesar de nunca dar motivos para reclamar... Pudera, nunca tinha experimentado outro.)

Eu tremia, de medo e prazer, enquanto aceitava. Sua vara agora se mexia vigorosa para frente e para trás. Era irresistível, eu sentia cada vez um incontrolável prazer e ao mesmo tempo torcia para ele gozar logo e parar, ele precisava parar ou eu ia gritar, estava incontrolável, eu estava a ponto de desmaiar; mas também queria que continuasse. Que sentimentos eram esses? confusos, de dúvida, mas, como era incontrolável o prazer daquela carne proibida, de meu filho! Sentir aquela piroca dentro de mim, o modo como ele segurava minhas ancas, senhor de si, tomava posse de mim por inteiro. Meu filho me violando, me submetendo como nenhum homem antes tinha feito comigo! Entra e sai entra e sai! Eu queria gritar, gritar! Aquele menino me submetera, me escravizara.

Eu estava inteiramente à sua mercê. Meu filho dominara não apenas fisicamente, me prendendo as ancas com suas mãos fortes, mas minha própria vontade, ele podia fazer comigo o que quisesse. Aquele pau grosso e vibrante dentro de mim provava o que tinha se consumado: nuns poucos minutos, decadas de proibição caíram por terra - eu que tinha prometido a mim mesma ser mulher de um homem só:e agora, nesse Ano Novo, outro homem me comia, e era meu filho, me traçando de quatro naquele final de madrugada, me tornando, finalmente, uma mulher completa!... Eu estava entregue, exangue, sem nenhuma capacidade de reação, sendo enrabada por aquele garotão que por acaso era meu filho. Estava literalmente de quatro, o rosto quase tocando o chão, bunda pra cima! Aiii, que doideira! Não consigo, nem hoje, visualizar a cena por completo, muito menos pensar o que seria se alguém visse a cena extraordinária. (Só no outro dia vi as ranhuras em meus joelhos, prova inequivoca do vigor da trepada). Meu filhooo, meu homem, meu varão!... E que vara! Que vara!

Estava quase gozando quando, ouvi sua voz, quase um grito contido, se surpresa e lamento:

“Caralho! É você mãe? Desculpe, pensei que fosse a tia...desculpe mãe!” E tombou de lado, no tapete da cozinha, cobrindo o rosto.

Fiquei confusa com o meu “quase” gozo e era a segunda vez na noite que tinha uma foda frustrada.Fiquei no "quase" por duas vezes! Um sentimento de inconformismo me tomou! Esse pensamento - da frustração, cortou minha mente, dando-me quase raiva, um sentimento que naquele momento superou a qualquer outro... Voltei-me para ele, deitado no chão e sua pica enorme que agora eu via plenamente. Ele cheirava a uísque e sua mão tentava cobrir seu rosto, parecia se debater de arrependimento ou sei lá o quê!

Um pensamento veio e mesmo com grande receio, fiz uma coisa por puro instinto: subi nele e direcionei minha boceta para o seu pau que apontava o alto, como um mastro. “Que desperdício seria...” pensei comigo. Não foi difícil fazer o pau que continuava teso deslizar todo dentro de mim e, senhora de mim, realizava movimentos circulares muito gostosos, coisa que não fazia a muitos anos com meu marido e seu sexo convencional. Nesse momento, entregue ao gozo, não pensei que era meu filho e que alguém nos poderia surpreender... Ele dizia, “Mãe, não! Pàra mãe...”

Mas eu não parava, não podia parar.

Pensei em minha irmã e entre aqueles pensamentos velozes, me deu certa raiva: que mulher abusada era minha irmã! Depois de meu marido que trepou comigo pensando nela, agora era meu filho que viera para cima de mim pensando nela (duvida estranha, pois somos diferentes, eu cheia de corpo, seios grandes bunda larga, ela esbelta...). Rebolando na pica de meu filho, pensei em minha irmã e seu vestido aberto, seus seios durinhos que quase saltavam para fora: que merda, que vaca disfarçada de santinha! Era o segundo homem que fodia comigo num espaço de duas horas, pensando nela! Mas a busca de meu corpo pelo gozo foi mais forte e fato é que gozei. Depois da gozada, detive-me. Senti que seu pau continuava teso, duro dentro de mim e aquilo me fez ter uma idéia: fiquei imóvel, só sentindo aquele pauzão que parecia preencher cada recanto de minha xota. Senti-lo me e ao pensar em quem era me deu uma sensação de frisson tão intensa que fiquei arrepiada todinha, e as ondas de arrepio iam e viam, tão intensas que sentia a vista turva, tanto que dei leves reboladinhas para fazer a circulação aumentar: ou fazia isso, ou desmaiava, acho! Gozei gostoso mais uma vez, e como gozei!

Faço questão de ressaltar: GOZEI COMO NUNCA! Que sensação! Depois daquele segundo orgasmo, saí de cima dele, que continuava com aquela expressão ainda sofrida, mas de pau duríssimo. Segura de mim, a segurança de uma mulher que aproveitou de seu macho tudo o que podia, aproximei-me de seu ouvido e perguntei:

“Gozou?” Ele balançou a cabeça que não... - Segurei seu pau.

“Nãooo...Mas, o que voce quer fazer?

Suavemente eu o punhetei, lentamente.

Nãooo! O que voce está fazendo caralho! Não faz isso!”

“Quieto, seu mentiroso... Não me diga que não está gostando?...”

Silencio. Eu insisti: “Então, meu cachorrinho, diz: está gostando ou não? Se não quer eu parom mas te encho de porrada seu deslavado. Então quer a tia, né?”

“Nãooo... pàra não, mãe, ta gostoso...

"Então fala, 'tá gostoso mãe'!

"Tá gostoso mãe! Não pàra..., repete!

"Tá gostoso... mãe!...

Segurei aquele pau comprido e grosso e chupei. Ele se assustou, certamente não esperava aquilo de sua mamãezinha comportada. Chupei longamente, como um sorvete e arrancava tremores de seu corpo. Quando que ele se mexia descontrolado, cismei que estava prestes a gozar e então tirei a boca, voltando a masturbá-lo bem rápido. Em poucos movimentos o jato de esperma subiu pro alto e caiu sobre sua barriga.

“Aiiii! Caralho! Uiiii... Mãe, o que voce fez?.. Voce!...” - ele gemia, entre espasmos.

Cai em mim! Como pude!?

E entre assustada, curiosa e amedrontada, corri ao banheiro de meu quarto onde tomei uma rápida ducha, com o coração aos pulos. Depois do banho fui a cozinha, ele não estava mais lá. Ouvi a água do banheiro principal ligada e veio uma tentação de ir lá, mas, colocando a mão em minha perequita, vi que ela estava ardendo. Um ardido gostoso.

Ainda perturbada, mas saciada, como se estivesse duvidosa do que aconteceu, fui para minha cama, onde me deitei ao lado de meu marido que ressonava. Logo adormeci, só acordando com o sol que entrava pelas frestas. Olhei ao lado, estava sózinha.

Eram mais de 10 horas. Meu marido já tinha levantado, ouvi movimentos na cozinha. Ouvi a voz de minha irmã e e de meu cunhado.

Levantei-me, fui ao quarto de meu filho, que dormia. Beijei-o no rosto e dirigi-me a cozinha, juntando-me aos demais. Minha irmã vestia um short cavado, metade da bunda a mostra. Meu marido ria nervoso, adoçando sua xícara de café. Meu irmão de óculos escuros parecia se divertir, certamente percebendo o desconforto que sua esposa levava ao cunhado. Tenho certeza, ee se divertia com aquilo. Ou era minha impressão, ou parecia haver uma atmosfera de sexo no ar?

Olhei o tapete, onde meu filho me comeu de quatro e eu chupei seu pau e bati uma punheta até espirrar um montão de porra! Confesso que fiquei um pouquinho envergonhada e tive certo medo de ver ali algum sinal do que tinha acontecido poucas horas antes. Não tinha nada, mas a lembrança fez minha boceta piscar... O que vai ser quando meu filho acordar? Se houver novidades, conto aqui.

(revisei o relato 3 semanas depois e não tinha novidades, apenas uma tremenda dificuldade de nos olhar! Por sorte, não ficamos sózinhos.) Mas, depois disso, lembranças foram aflorando e cada vez que penso naquela foda impressionante, lembro de detalhes interessantes e por isso venho aqui e relato. Mas evito o contato direto e solitario com meu filho. Ao menos por ora. Sem dúvida existe um pudor... Inexplicável, mas existe... De certo modo, evitamos...


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Comentários

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17/02/2020 20:18:31
Conto interessante. Manda fotos meu bem.
12/02/2020 08:34:50
Gozei gostoso Ótimo conto parabéns
04/02/2020 00:54:50
gostei mais poderia ser mais um pouco longo e ver os dois se pegarem em uma amor e sexo com prazer e espontaneo livre e os dois gorem rios de oegamos
28/01/2020 20:55:46
Que conto gostoso, a senhora deve ser uma delicia... Bjs Parabéns..
24/01/2020 22:45:54
Muito bom, leia a história que acontece em minha família no meu perfil. Beijos
21/01/2020 17:38:15
excelente
21/01/2020 15:38:12
Simplesmente demais Incesto é muito gostoso
20/01/2020 23:28:52
Insatisfeito com o tamanho do seu penis, não fique assim compre o xtragel e veja o resultado em pouco tempo... Aproveita e compre por um otimo preço: />
20/01/2020 19:01:50
vale aqui uma explicação: muita gente está cobrando uma explicação e devo dizer que por enquanto, não tem continuação. O que posso prometer são novas situações de que me lembro, detalhes que na pressa de escrever não foram mencionados. Outrossim: faço parte de um grupo que troca experiências de relatos, especialmente do tipo proibido entre parentes. As experiencias mais intensas são publicadas com a devida autorização dos envolvidos, tomando todo o cuidado de trocar nomes e situações, de modo a não identificar os envolvidos. Fora situações levemente alteradas por razões estilisticas, as experiencias são autenticas. Agradeço a todos e a todas o interesse demonstrado: a ideia principal é a troca de informações, experiencias, superações.
18/01/2020 17:57:48
muito bomm
14/01/2020 00:04:45
Ótimo conto. Mas o que me deu mais tesão é saber que estou bem perto de vc...posso ser seu filho?? Rsrs
10/01/2020 00:40:10
A.mudança de interrsses esta evidente de mais
09/01/2020 19:43:42
Conto muito bem escrito, excitante e muito interessante na forma como abordou a aceitação a seu filho. Os eventuais lapsos de pormenor de pensamentos entre familiares também nos passam despercebidos, elevando sempre a forma do encontro entre mãe e filho. Gostei e espero continuação. Parabéns.
06/01/2020 00:03:40
Manda fotos....
05/01/2020 14:48:01
Muito bom
02/01/2020 20:54:57
Bem excitante , porém confuso .Vc diz que a sua cunhada é sexy e que já se masturbou por seu Irmão gostoso , depois vc diz que é sua irmã e seu cunhado , no final voltam a ser cunhada e irmão , não entendi ...
02/01/2020 18:20:58
Delícia
02/01/2020 13:48:36
showwwwwwwww
02/01/2020 11:26:16
Adorei, esperando novidades.Se quiser trocar mensagens...
02/01/2020 11:17:40
Hummmm, que delícia de conto.

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