Pezinhos embaixo da mesa...

Centrais de teleatendimento são um ótimo ambiente para os amantes de podolatria. Mesmo com a maioria tendo regras onde não é permitido ir de chinelo, é comum ver um desfile de pezinhos diariamente.

Sandálias, sapatilhas e mesmo proibidos, os maravilhosos chinelinhos!

O que facilita para a maioria das garotas ficarem descalças brincando com seus pezinhos embaixo da P.A. (mesa de trabalho onde fica o computador).

Eu que trabalhei por muito tempo nesse ramo, já vivi situações maravilhosas. Flagras de pés se tornaram rotineiros, tirei bastante fotos, fiquei muito de pau duro e bati várias punhetas no banheiro pra aliviar o tesão.

Porém, o que eu nunca esperava, ainda mais por ser bem tímido é que eu teria minha própria experiência fetichista com os pés de uma amiga dentro da própria central.

Em plena segunda feira eu estava sentado como de costume na minha P.A. no fundo do corredor quando Maria chegou. Sempre maquiada e bem vestida.

Coroa madura, com seus 40 e tantos anos, porém toda fitness e com o corpo atlético. Ela causava inveja nas novinhas da central que viviam fofocando e torcendo o nariz quando Maria passava. Morena, alta, com peitos fartos de uma delíciosa milf e uma bunda muito bem treinada na academia que ela ia todos os dias.

- Bom dia Felipe! Tudo bem?

Sua voz já me deixava excitado, bem suave e sempre com um toque de safadeza no seu jeito de falar e sorrir. Não só pra mim, mas pra qualquer novinho que trabalhava na central.

- Tô bem sim Mari, e você?

- Cansada... - ela se sentou bocejando - Não dormi direito ontem, se é que me entende...

- Eita! - eu fiquei sem graça - Alguém aproveitou hein haha!

- Com certeza! - ela riu maliciosa.

Falar bobagem sobre sexo eu e ela falávamos direto, eu contava das minhas transas com minhas ficantes e ela, casada, fazia questão de comentar como o marido dela era bom de cama. Um negão de 1,90 que segundo Maria era muito bem dotado. Algumas transas que ela me contava eu desconfiava que não eram com seu marido... Porém, nunca me atrevi a questionar sua fidelidade no relacionamento. Apesar de ouvir frequentes boatos nas rodinhas de amigos do call center de que ela não era nenhuma santa... Enfim, vamos voltar aquela segunda maravilhosa.

Enquanto ela mexia em sua bolsa, (naquele que era o grande momento que eu esperava todos os dias). Eu reparava em seus pés.

Solas morenas enormes (ela calçava 39) e muito bem hidratadas. Uma pele lisinha e bonita. Quase sempre de unhas feitas. Todos os dias ela chegava de chinelo, o que me permitia contemplar aqueles pés magníficos e depois, sem saber do meu fetiche, ela descalçava os chinelos na minha frente e calçava seus saltos.

Um mais bonito e sexy do que o outro e eu arfava de tesão vendo tudo tão de perto, tentando disfarçar pra ela não perceber minhas ereções. Quem já trabalhou em call center sabe que na grande maioria deles não é exigido roupas sociais pra ir trabalhar, porém Maria fazia questão de ir sempre bem arrumada. Vestidos, saia, camisa social, era motivo de comemoração quando aquela gostosa ia de calça jeans, o que quase não acontecia. Mas o que eu amava mesmo, eram seus saltos altos, admirar aqueles pés esculturais naquelas plataformas me faziam trabalhar o dia todo de pau duro.

Às vezes dava sorte e ela me pedia pra ajudar a calçar o salto e eu podia tocar àqueles pés ficando ainda mais excitado e sentindo sua suave pele tão desejada por mim. Eu não comentava nada com ela desse meu tesão, por achar que ela me achasse meio tarado, ter a amizade dela era coisa rara, Maria era muito fechada e quase não falava com ninguém do call center exceto eu e mais uma outra amiga dela que sentava perto da gente.

- Cadê meus saltos? - ela revirava sua bolsa e não parecia encontrá-los - Droga! Não acredito que esqueci!

Naquele dia, ela usava um vestido preto com um decote ousado até demais pra ir trabalhar e um par de havaianas pretas combinando, as mesma de quase todo dia. Eu morria de vontade de enfiar o nariz naquelas solas já bem gastas por seus pés.

- Vish, o Arnaldo vai te matar! Já veio com decote e ainda vai trabalhar de chinelo?

Maria riu tentando disfarçar o nervoso.

- Nem me fale! - ela fechou o zíper da bolsa - Pior que deixei mesmo em casa! Que azar!

Azar pra ela, sorte pra mim.

Sem outra alternativa, era iria ficar o dia todo de chinelo do meu lado, com aqueles pés maravilhosos me excitando durante todo o expediente.

Logo deu o horário e nosso supervisor chegou. Passou por todas as P.A's como de costume e sem deixar passar nada, notou os pés de Maria nos chinelos.

- Dessa vez passa, amanhã não tente de novo! - ele gracejou - E cuidado com o decote, os menininhos vão ficar doidos...

Maria achou graça e prometeu que não esqueceria mais os saltos e usaria algo mais comportado no dia seguinte.

O atendimento mal começou e eu não tirava os olhos de seus pés. Como estava de havaianas, ela nem ficou com elas nos pés e deixou seus pezinhos livres embaixo de sua mesa, mexendo os dedinhos sem parar e me permitindo admirar suas solas. Eu fiquei hipnotizado.

Mal atendia direito minhas ligações enquanto ficava babando de vontade por sentir o cheiro e o gosto daquelas solas morenas.

- Tá tudo bem, Felipe?

Saí do transe e olhei pra cara da Maria que me fitava intrigada.

- Meus pés são tão feios assim?

- Muito pelo contrário Mari, são lindos! Nunca te falei... Mas admiro muito eles! Você cuida bem, parecem tão macios!

- E são mesmo! Hidrato quase todos os dias.- ela sentou sobre as pernas e uma de suas solinhas ficou virada na minha direção - Passa a mão se quiser, pode sentir...

Meu pau latejou na calça e tentando disfarçar que estava super excitado passei a mão tocando aqueles pés tão sagrados pra mim. Maria não sabia, mas eu tinha uma galeria secreta só de flagras dos pés dela. Batia tanta punheta pensando naqueles solas e agora estava ali, passando a mão e sentindo seu pezinho.

- Macios mesmo! - sem perceber levei a mão ao nariz e cheirei, pra minha felicidade senti um chulézinho bem suave o que me deixou mais duro ainda.

- Credo menino! Tira isso do nariz haha!

Abaixei a mão envergonhado e dei risada. Nessa hora percebi que Mari olhava discretamente pra minha calça e notou meu pau marcando tudo.

- Eita! Você gosta disso... De pé?

Droga! Agora estava realmente envergonhado. Tanto tempo tentando esconder isso, pra coroa não me achar doido, pra entregar tudo agora graças ao meu pau...

- Nao, não! Nem sei porque cheirei... Foi sem pensar mesmo...

Tentei disfarçar e virei pro lado tirando meu pau do campo de visão dela.

- Sei... - Maria parecia gostar daquela situação - Que pena, hoje que tô descalça cairia bem uma massagem...

Ela não podia estar falando sério! Que maldita tentação! Mas seria muito arriscado...

Apesar que realmente dava pra massagear bem discretamente seus pés, sem o Arnaldo perceber. Naquele fundo de corredor, onde as câmeras não pegavam nada até daria... No máximo quem veria seria nossos outros colegas sentados na mesma fileira, mas não tô nem aí pra opinião de ninguém, estaria realizando uma tara bem antiga... Seria um sonho!

- Ah, uma massagem não recuso! Se você quiser mesmo...

- Claro que quero! Só não quero te obrigar a nada haha! Só se você estiver a fim, adoro suas mãos, você massageia muito bem meus ombros!

Sim, eu já fazia massagens quase todos os dias nos ombros dela. Começou por brincadeira e logo ela se acostumou e eu também. Sentir sua pele quente era muito excitante, adorava servi-la dessa forma. Agora, teria a chance de algo mais, seus deliciosos pés.

Ela esticou uma solinha pra mim, ajeitou o vestido pra não ficar exposta e eu acomodei seu pezinho no meu colo. Coloquei bem próximo ao meu pau duro e torci pra ela não comentar nada, Maria fez pouco caso e se entregou a minha massagem. Apertei, apalpei, aproveitei cada segundo daquele momento. Suas solas grandes me permitiam um verdadeiro passeio pelo seu pezinho. Meu pau já latejava e eu ia precisar bater uma no banheiro depois disso.

- Tá gostoso! Vou te alugar todo dia pra massagem!

- Eu adoraria!

Após uns cinco minutos daquela massagem deliciosa, caiu uma ligação e ela teve que se virar pra atender. Sem que ela percebesse, aproveite pra cheirar minhas mão e sentir aquele seu chulézinho suave.

Ah, que tesão!

Não via a hora daquela ligação acabar e eu voltar a massegar seus pés.

Infelizmente a ligação demorou um pouco e logo eu atendi também. Deu o horário da minha pausa e corri pro banheiro. Bati uma até gozar gostoso ainda cheirando minha mão e com a imagem mental das solas de Maria que eu acabara de tocar. Um sonho realizado... Mas, ainda teria mais aventuras naquele dia.

Quando voltei da minha pausa, ela estava inquieta mexendo em seu mouse.

- O que aconteceu Mari?

- Essa porcaria não tá pegando Fê! Já mexi no fio e não volta!

Eu me sentei na minha cadeira e percebi que tinha uma chance das boas com aquela situação.

- Deixa eu ver...

Primeiro mexi nas configurações do mouse e vendo que não voltava de jeito nenhum, me ofereci pra entrar embaixo da mesa e mexer no fio da CPU.

- Já verificou na CPU?

- Ainda não! Não gosto de abaixar ali... Pode fazer isso pra mim?

Mal sabia ela que era isso que eu mais queria.

- Claro que posso!

Me enfiei embaixo da mesa dela e comecei a mexer nos fios. Ali embaixo estava do lado dos seus pés, meu lugar tão almejado. Seus chinelos estavam num cantinho afastado da CPU e seus pés, um cruzado sobre o outro, bem próximos de mim. Tentava me concentrar nos fios, porém o que queria mesmo ela olhar àqueles solas.

Uma ligação caiu e mesmo sem o mouse Maria se virou pra atender. Percebendo sua distração aproveitei pra pegar suas havaianas. Como ela não podia me ver, a menos que se abaixasse , rapidamente dei uma lambida nas solas de seu chinelo. Cheirei o outro e fui revezando com elas. Cheirando, lambendo a sola. Sempre atento pra não ser pego por ela de surpresa, ou pior ainda, pelo nosso supervisor.

As havaianas estavam bem gastas mesmo e seu chulé estava concentrado nelas. Um aroma dos deuses pra mim.

A ligação terminou e eu larguei as havaianas ajeitando-as onde estavam antes de eu pegar. Mari deu uma abaixadinha pra me espionar.

- Tudo bem aí, colega?

- Sim, tô tentando fazer isso voltar!

- Eu agradeço! fique a vontade!

Voltei a atenção pra CPU e quando estava quase terminando senti um toque no meu ombro. Um de seus pezinhos bateu suavemente e pensei que tinha sido apenas um reflexo involuntário da Mari, mas logo em seguida fui tocado novamente pelo seu pé.

Estava começando a imaginar coisas ou ela fazia aquilo de propósito?

Na terceira vez que seu pé começou a vir em minha direção eu não tive dúvidas. Dessa vez, antes que acertasse meu ombro fui ousado e virei o rosto, quando aquela sola me tocou, dei um beijo gostoso naquele pé.

O tempo pareceu parar quando meus lábios sentiram o gosto tão desejado daquelas solas. Deliciosas como eu sempre imaginei. O cheiro do seu chulé encheu meu nariz e meu tesão estava fora de controle, tinha acabado de gozar mas meu pau estava novamente duro, pulsando de tesão.

Pensei que Mari iria tirar o pé da minha cara na hora, que se assustaria com o beijo, que gritaria comigo, faria escândalo ou qualquer outra reação de repúdio, porém foi exatamente o contrário.

Ela sem falar nada, continou tranquila na sua cadeira e nem olhou pra baixo. Manteve sua sola firme no meu rosto. Aquela delícia tamanho 39 cobria minha cara quase toda. A parte do meio estava bem na minha boca, pressionando meus lábios suavemente. Seus dedinhos na minha testa começaram a ser mexidos e eu nesse momento já tinha convicção que ela sabia muito bem o que estava fazendo...

Sem medo, respirei fundo deixando seu chulé me levar ao ápice do tesão. Completamente excitado não me importava com mais nada, a não ser aqueles pés.

Segurei com minhas mãos a sua perna e mantendo a sola no meu rosto comecei a beijar cada pedacinho daquele pé. Sentindo o sabor, o calor e a sensação de submissão daquele momento.

Maria gostava daquilo tudo, não falava nada, mas mexia seus dedinhos no meu rosto e logo levantou seu outro pezinho colocando também em mim.

Era o banquete da rainha!

Meu sonho de capacho se realizando!

Com aquelas duas solas no meu rosto, me entreguei aos pés da coroa e lambi tudo. Deixando suas solas brilhando com minha saliva. Ela pressionava seus pés como se quisesse pisar em mim, mostrando toda sua autoridade e me fazendo me sentir um cachorrinho aos pés da dona.

Eu sabia que aquele momento não iria durar muito, precisava sair debaixo da mesa dela antes que alguém nos pegasse. Tentei sair, mas fui empurrado pelos seus pés e um deles desceu até o meu pau. Maria começou a alisar meu pinto por cima da calça enquanto ainda pisava com seu outro pé em meu rosto, nessa hora eu já não queria saber de mais nada, apenas ficar ali o dia todo.

Meu pau pulsava quando sentia seu pezinho e eu lambia toda a sua sola como um bom capacho. Que maravilha de momento!

De repente, ela parou tudo e colocou os pés no chinelo. Sua cadeira se afastou da P.A repentinamente e eu pensei o pior, que nosso supervisor tinha entrando no corredor e visto algo.

Encaixei o fio na CPU e vi Maria levantar e sair tranquilamente de sua mesa, aí que me lembrei, era apenas o horário da pausa dela! E como se nada tivesse acontecido, ela foi almoçar sem nem falar nada comigo.

Quando saí debaixo da mesa dela, coloquei uma pausa e fui direto ao banheiro. Me masturbei uma, duas e ia até mandar a terceira, mas já estava tempo demais dentro do banheiro.

Voltei e me sentei na minha cadeira esperando o retorno da minha deusa. Não tardou muito e lá estava ela, voltou conversando normalmente comigo, nem parecia que tinha acabado de me masturbar com seu pé e me feito de tapete.

- Aí que delícia meu almoço, Felipe! Porções bem pequenas óbvio, tô na dieta, mas estava tão bom!

- Que bom hein Mari... - eu estava um pouco envergonhado e não sabia bem o que pensar depois de tudo aquilo - Eu também tive meu próprio banquete...

- Ah é? - ela entendeu e levantou a sombrancelha sádica - E gostou amorzinho?

Acenei com a cabeça concordando e já olhando novamente para os seus pés nas havaianas.

- Quem sabe você tenha mais oportunidades... - Maria olhou pros lados atenta e descalçou novamente seus pés e colocou o esquerdo no meu colo, sem pudor, em cima do meu pau - Aproveitando que o Arnaldo foi pro almoço e o pessoal do corredor também, porque não termina a massagem?

- Com certeza, minha Rainha!

Mari deu um sorriso de satisfação ao ouvir isso e eu estalei os dedos, peguei no seu pezinho e comecei a massagear...


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Comentários

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25/11/2019 23:50:49
Muito bom... ótimo conto
05/04/2019 17:37:48
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