A Pizzaria 29

Um conto erótico de Carlao
Categoria: Heterossexual
Data: 29/09/2017 23:55:03
Última revisão: 02/10/2017 16:41:33
Nota 9.89

A PIZZARIA 29

ATENÇÃO: ESSA É A PARTE 29. ANTES DE CONTINUAR, LEIA O PRIMEIRO CAPÍTULO. OBRIGADO.

Após transarmos no quarto do casal, Rose optou por vestir novamente o shortinho e a blusa, sem a calcinha e o soutien. Coloquei a sunga de banho, e em seguida saímos.

Quando retornamos à piscina encontramos o Leleco sozinho. Ele também vestira seu short de nadar, e agora cuidava dos espetos com as carnes que terminavam de assar.

Após eu lhe perguntar pelos três, e ele me respondeu:

—Infelizmente, a Giovana se excedeu na bebida, e a sua mulher está no quarto da velha, dando-lhe assistência, Edu.

—A Giovana apagou, Edu. Mas o Caio está com ela no quarto. Completou.

Preocupado, o indaguei:

—Mas como vocês vão fazer para dar os remédios da Dona Cida, e colocá-la para dormir, Lelis?

Ele reperguntou-me :

—Porque vocês não dormem aqui hoje, Edu?

Eu lhe respondi:

—Não podemos.

—Amanhã é sábado, e estaremos super atarefados, Lelis.

—Nossos filhos irão chegar antes do almoço, e à tarde uma sobrinha da Denise virá nos visitar.

—E ainda temos que ir ao sítio levar a Rose de volta. Mas almoçaremos com eles.

—O marido dela – Rose - a espera, compreende?

—Sim, Edu. Mas como iremos fazer com a velha? Insistiu.

Daí eu lhe sugeri uma alternativa:

—Eu posso conversar com a Denise para que ela fique até a hora que a Dona Cida for tomar os remédios e dormir.

—Depois, você ou o Caio levam a minha mulher em casa. Completei.

Então ele me perguntou:

—Certo. Você vai embora, e a Rose vai ficar aqui com a Denise né Edu?

—Não! Tá louc...ops. A Rose vai embora comigo agora, Lelis.

E dando-lhe um beijinho no rosto, pergunto a ela, na sua frente:

—Daqui a pouco você irá pra casa junto comigo, né amor?

Ela sorriu timidamente, e então lhe dei outro beijo na face, diante do Leleco, para que ele entendesse de uma vez por todas, a minha situação com a loirinha.

Depois, avaliei que a insistência de o Lelis querer tirar a Rose de mim, já começava a me incomodar. Eu já estava abrindo mão para que a minha mulher ficasse com os dois homens na casa, e mesmo assim, ele teimava em se insinuar para a minha gatinha.

Assim que a Denise deixou o quarto da Dona Cida, eu mesmo lhe expliquei o que havia combinado com o Leleco, ou seja, ela fazer companhia à idosa, até que a mesma dormisse.

Denise aceitou, e pediu ao Lelis que fosse comprar sal de frutas para dar à Giovana, quando ela acordasse. Depois, dirigindo-se a mim e à Rose, nos disse:

—Então vocês podem ir.

—Mais tarde o Caio me leva em casa.

A seguir, eu e a Rose nos despedimos de todos, e deixando a Giovana dormindo bêbada no quarto do Caio, fomos embora.

No caminho Rose me falou:

— Eu percebi que o Caio estava querendo pegar a Denise de novo, Edu.

—Mas o Lelis não desgrudava dela. Completou.

—Mas, se mais tarde ele trouxer a Denise em casa, poderá ficar à vontade com ela. Falei.

—Nossa, Edu! Exclamou.

—Será? Perguntou-me.

Daí, eu percebendo que a loirinha demonstrava tesão só de imaginar a possibilidade de o Caio comer a Denise na nossa casa, fui lhe alimentando a libido, dizendo:

—Sim, Rose.

—Eu também já notei que o Caio está doido de vontade de pegar a Denise.

—Humm.

Então lhe perguntei:

—Você nunca viu um casal transando, Rose?

—Ao vivo não. Mas em filmes e vídeos, claro que sim.

—E várias vezes. Completou.

— Hoje você não quer ver o Caio comer a Denise na nossa frente?

—Mas, será que por ser na minha presença ela deixaria, Edu?

—Claro, Rose.

—Ela nunca te contou que já fizemos assim? Perguntei-lhe.

Ela respondeu:

—Sim, já me contou.

—Mas eu penso que se eu estiver perto, talvez comigo ela não queira fazer. Completou.

—Imagina, Rose.

—O que a gente faz entre quatro paredes, fica entre as quatro paredes, entende?

—Hummm...

Animada com a ideia, ela disse-me:

—Ah, Edu. Eu quero ver sim!

—Então, querida. A nossa cama é grande, e daí eles trepam gostoso. Depois eu e você também fazemos amor ao lado deles, benzinho.

Em seguida, lhe perguntei:

—Você já viu o Caio pelado, e ele também a viu nua. Então ficará fácil né amor?

—Sim, Edu.

—Pois é, amorzinho. Nós vamos meter bem gostoso ao lado deles, entende?

—Quero foder muito a sua bucetinha amor.

—Aii, Edu.

—Você ficou com tesão, Rose?

—Sim, Edu. Você é bem safado!

—Aposto que você já está com o pinto duro. Finalizou.

Finamente chegamos em casa. Quando entramos, Rose pegou suas roupas e o biquíni molhado que trouxera, e os colocou na área de serviço para secar. Enquanto isso, eu entrei no banheiro e fui tomar banho.

Ela voltou, e vendo-me embaixo do chuveiro, me diz:

—Deixe-me ensaboar você querido.

Daí ela veio, ensaboou-me por inteiro, e depois ajoelhou-se diante de mim. Ao lavar-me o pau, meio espantada, me disse:

—Nossa. Ele está muito nervoso!

Em seguida, tirei rapidamente a espuma do sabonete do meu corpo, e desliguei o chuveiro. Ainda de joelhos ela veio até mim, segurou-me o cacete, começou a beijar a cabecinha, e a foi engolindo aos poucos.

Foi uma delicia sentir sua boquinha no cacete, porque ela era uma safadinha quando mamava. Fechava os olhos e passava a língua nele todo. Depois o engolia fazendo-o sumir na boca, até que a cabeça encostasse na campainha da sua garganta.

Nessa hora, segurei-a pelo rosto, enquanto ela me acariciava o saco com a mão, e continuava a chupar-me o pau. Comecei um vai e vem na sua boca, até que lhe enchi o fundo da garganta de mel.

Era assim que ela gostava de viver seus momentos de putinha safada. Adorava terminar com a boquinha soltando porra entre os lábios.

Após eu tirar lhe o membro da boca, insatisfeita, ela ainda espremeu a cabecinha com os dedos, colheu o resto que saía, e o levou novamente à boca.

Terminou por enxugar meu pau com a língua. Depois eu fiz o que havia aprendido com a Giovana, e a beijei ardorosamente na boca.

Deixei-a sozinha no banheiro, fui até a cama, e liguei a TV. Quando ela saiu do banho, deitou-se ao meu lado. Pelados, nos cobrimos com o lençol, e acabamos por dormir abraçados, com a TV ligada.

Fomos acordados pelo som da campainha. Caio e Denise haviam acabado de chegar. Vesti uma bermuda, e deixando a Rose me esperando nua embaixo do lençol, fui atendê-los.

Quando Denise e Caio entraram, minha mulher queixou-se do cansaço, e depois perguntou pela Rose:

—A Rose está no quarto dos meninos, Edu?

—Não, Denise. Ela está no nosso quarto, deitada na cama.

Então Denise nos falou:

—Estou morta de cansada.

—Venha tomar um banho comigo, Caio.

Imaginando que o banho dos dois seria no banheiro do corredor, dirigi-me ao nosso quarto, para estar novamente com a Rose. No entanto, com Denise puxando o Caio pela mão, eles me seguiram e adentraram junto comigo. Ao ver a loirinha na cama, coberta pelo lençol, Denise lhe falou:

—Desculpe a gente atrapalhar vocês, Rose.

—Mas minhas “coisas” e meus cremes estão nesse banheiro, e por isso eu e o Caio tomaremos banho aqui, se você não se importar.

Rose lhe respondeu:

—Imagina, Denise. Eu que lhe peço desculpas.

—Vou lá pro outro quarto. Completou.

Então, Denise lhe disse:

—Nada disso, amiga. Pode ficar onde está mesmo!

—Aqui a cama é grande!

Após dizer isso, minha mulher começou a se despir e ordenou ao Caio que ele fizesse o mesmo. Depois, foi ao guarda roupas, pegou duas toalhas e os dois entraram no banheiro.

Quando os vi adentrando no toalete, meu pau endureceu. Então, tirei a bermuda e fui fazer companhia à Rose, que continuava nua debaixo do lençol.

Eu lhe disse baixinho:

—Quando eles saírem do banho, o Caio irá comer a Denise do nosso lado, amor.

—Você quer ver o pauzinho dele entrando na bucetinha dela, quer amor?

—Quero ver sim, Edu.

—Você também vai dar a bucetinha pra mim perto deles, vai benzinho?

—Aiii, Edu. Não sei.

—Você tem vergonha de fazer assim, amorzinho? Perguntei.

—Tenho, Edu.

—Assim eu nunca fiz. Completou.

—Mas o Caio já viu sua bucetinha.

—E você também já viu o pintinho dele duro, né amorzinho?

—Vi.

—Então, querida. Eu vou por na sua bucetinha devagarinho pra ele também ver, entende?

—Aiii, Edu. Estou com tesão!

Após essa conversa, eu a descobri do lençol para que eles vissem-na peladinha, quando retornassem. Quando ela se aproximou de mim, coloquei lhe a mãozinha no meu pau.

Enquanto aguardávamos a volta dos dois, eu lhe falei:

—Primeiro, o Caio irá comer a Denise, enquanto eu e você só espiamos os dois, entende?

—Depois é a nossa vez do Caio ver meu pau entrar na sua bucetinha, e você dar gostoso pra mim amorzinho.

—Hummm.

—Você gosta de dar? Gosta safadinha?

—Pra você eu gosto de dar, Edu!

—Então eu vou te comer bem gostoso, tá amorzinho?

—Aiii, Edu. Já tô com vontade.

—Me abraça!

—Calma que eles já vêm querida.

Logo os dois saíram do banho nus, com as toalhas nas costas. Eu e a Rose, nos acomodamos no canto do colchão, deixando grande área da cama para que se amassem.

Aproximando-se de nós, Denise soltou seu corpo nu sobre a cama e ficou deitada de bruços, com os braços abertos.

Ao vê-la assim, Caio ficou de pau duro, e foi logo subindo na Denise. Talvez com receio de que ele quisesse lhe comer a bunda, nessa altura dolorida pela enrabada do Leleco na casa da Dona Cida, minha mulher virou o corpo, se esquivando. Então, os dois ficaram deitados frente a frente, mas com o Caio ainda por cima dela.

Eu abraçava Rose de conchinha. Por trás, lhe dava beijinhos no pescoço, enquanto observávamos Caio e Denise se beijando na boca.

Daí, eu comecei a falar bem baixinho no ouvido da princesa, para que eles não me escutassem:

—Ele vai colocar na bucetinha da Denise agora, Rose.

—Preste atenção.

Daí minha mulher que estava deitada de costas, flexionou as pernas e as abriu na frente do Caio. Ele ajeitou o cacete entre as coxas da Denise, e a penetrou na posição papai e mamãe.

Denise gemeu dizendo:

—Aiii, Caio. Que delicia meu amor!

Daí eu perguntei baixinho à Rose:

— Você viu entrando amorzinho?

Ela respondeu-me:

—Vi, Edu.

—Me come agora!

—Não aguento mais!

Daí eu lhe falei:

—Calma benzinho. Vamos ver a bucetinha da Denise esporrada!

—Depois é a nossa vez. Completei.

—Aiii Edu. Anda logo!

Enquanto o Caio bombava a Denise com o seu pequeno cacete, ela rebolava cada vez mais forte e passou a lhe dizer:

—Me come filho da puta!

—Fode essa buceta!

—Aiiii....Eu vou gozar, safado!

—Aiiiiii

Um gemido mais forte do Caio, também anunciou o seu gozo. Então, ele foi diminuindo o ritmo, até que ficou parado em cima da minha mulher. Depois, tirou o pau, e a deixou sozinha, com buceta escorrendo porra sobre o lençol.

Ainda no canto do colchão, eu deitei-me de costas, com o pau duro para cima, e chamei a Rose:

—Agora venha cavalgar do jeito que você gosta, princesa.

Nessa hora, descansando quase no centro da cama, Denise e Caio passaram a nos olhar. Antes de a Rose subir em mim, eu a virei de frente para o lado deles, para que ambos pudessem ver lhe a bucetinha rosada, com o bigodinho de pelos loiros.

Rose pareceu não se importar em estar sendo observada, pois, sem o menos pudor, levou um dedo à boca, o molhou com saliva, e na frente de ambos, lubrificou a sua grutinha.

Depois, subiu em mim, segurou-me no cacete, e veio cavalgar.

Daí eu passei a lhe falar alto, para que todos me ouvissem:

—Que bucetinha gostosa você tem, Rose.

—Isso. Cavalga gostoso benzinho.

Agora gemendo alto, ela dizia:

—Aiii, Edu.

—Que loucura tudo isso!

—Me fode amor!

Rose parecia um vulcão tremendo na minha vara. Rebolava sem cessar, pouco se importando com o Caio e a Denise que estavam ao nosso lado nos observando.

Quando comecei a acariciar e lhe beijar os seios, ela explodiu:

—Aiiiiiiiiiii amor!

—Aiiiiiiii, Edu!

Enquanto gozava, Rose mordiscava meu pau com a buceta, até que chegou a minha hora de acompanhá-la no prazer:

—Aiiiiiiiiii

—Aiiiiiiiiiiii.

Ela ainda me disse:

—Goza amor!

—Meu tesão!

Finalmente entregues, ela saiu de cima de mim, sendo atentamente observada pelo Caio. Porém, num ímpeto, Caio acabou por acariciar lhe a gruta rosada que derramava leite sobre o lençol. E Rose tremeu quando sentiu lhe a mão no seu sexo molhado.

Ele ainda acariciou a bundinha da loirinha, mas ela resolveu deixar a cama, indo ao banheiro se lavar. Agora, a menina tímida já desfilava nua, e sem o menor pudor na frente de dois machos, que ela sabia que estavam ávidos por fodê-la.

Senti-me frustrado por Rose ter deixado a cama mas, pelo menos, tive um bom momento quando vislumbrei as duas safadas descansando na cama com as bucetas repletas de porra.

Minha mulher parecia ter adorado gozar no cacete do Caio, ainda mais sabendo que eu e a Rose nos deliciávamos enquanto os víamos foder.

Infelizmente, ao retornar do banheiro, Rose optou passar a noite sozinha no quarto dos meninos. Talvez por já ter transado bastante nesse dia, preferiu usufruir de alguns instantes de privacidade. Além do mais, suas roupas e pertences já estavam no outro quarto.

Como já havíamos transado bastante, decidi dar um descanso à loirinha, e a mim também, claro. Mas, se continuássemos, certamente o Caio iria acabar comendo a Rose. E eu estava sem a menor vontade de foder a Denise.

Após isso, como de costume, minha mulher vestiu a camisola sem usar a calcinha, e foi se preparar para dormir.

Vendo-nos cansados e sonolentos, Caio despediu-se da minha mulher com um beijo na boca. Após beijar a testa da Rose, deu-me um aceno de mão, e se foi.

Continua no próximo capítulo...

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Comentários

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24/10/2019 11:58:43
Adorei
24/04/2018 13:31:08
Excelente
03/10/2017 16:28:33
Muito bom!!!! Continue sua série. Destaque para a Rose.
01/10/2017 08:37:46
Acompanho desde o início e fico na expectativa da publicação do próximo conto. Muito bom!
01/10/2017 02:24:01
sempre excitante e de bom gosto. continue
01/10/2017 00:04:10
cada relato que faz fica ainda mais gostoso e o tesao ao ler aumenta ainda mais
30/09/2017 10:55:04
Maria um capítulo dessa deliciosa história. E um dez merecido!
30/09/2017 06:35:15
Sempre muito bom os seus contos. Continue assim.
30/09/2017 05:48:39
Eita tesao ! Muito tesudo este relato ! Espero a continuação, e envio meu DEZ com louvor.
30/09/2017 01:37:36
Delicioso como sempre. Aguardo o próximo com ansiedade.


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