Minha vida dupla de esposa e amante

Um conto erótico de Fogosa_demais
Categoria: Heterossexual
Data: 28/05/2017 00:13:29
Nota 9.36

Escrevo para todos aqueles que têm amantes, sejam homens ou mulheres. Aqueles que pedem conselhos na internet e são duramente criticados por pessoas moralistas e que vivem num mundo perfeito. A sociedade gosta de julgar, mas se todos agissem conforme seus julgamentos o mundo não estaria uma merda, cheio de violências inimagináveis, corrupção, miséria, disparidades sociais.

Bom, quando eu tinha três anos de casada conheci um professor na faculdade que me atraiu demais. Eu tinha 25 anos e ele 49 na época. Quase tivemos um caso, era inegável a atração que nos unia, sempre que eu chegava perto dele eu podia ver as mãos dele trêmulas, ele ficava nervoso, não conseguia disfarçar e falávamos coisas totalmente sem sentido. Mas até então eu nunca tinha traído meu esposo, então passou, terminei minha faculdade, tive meu segundo filho com meu esposo. Mas quando estávamos com sete anos de casados e meu bebê com apenas três meses de vida tivemos uma briga feia. Nisso ele começou a sair a noite, e nessa vida noturna conheceu uma mulher mais velha. Eu estava com 29 anos, meu esposo com 33 e ele se envolveu com uma mulher de 40 e poucos anos. Dizia até estar apaixonado, mas não queria sair de casa. Queria continuar com a vida em casa, eu lavando, cozinhando e ele saindo a noite para se encontrar com ela. Na época eu só trabalhava em casa, gerenciando a empresa de prestação de serviços que tínhamos, pois as crianças eram muito pequenas. Mas naquela situação humilhante eu decidi que tinha que me separar e ser independente. Arrumei um emprego para trabalhar fora. E foi aí que vi o quanto isso impactaria na vida dos meus filhos. O bebê ficou 4 meses sem ganhar peso, ficou internado várias, vezes, eu passava o dia todo longe deles. Chegava em casa cansada e era só tempo de dar banho, alimentação e eles já iam dormir para ficar dia todo na escola no outra dia. Eles choravam muito vendo as nossas brigas, que algumas vezes chegaram até a ser físicas. Então percebemos que seria melhor para nossos filhos se tudo ficasse bem. Ele me pediu perdão e se eu não pudesse perdoa-lo ele iria arrumar um apartamento para ele. Mas se eu continuasse com ele eu poderia ficar com meus meninos, cuidar deles sem ter que trabalhar tanto para sustenta-los. Decidi perdoa-lo para poder cuidar das crianças. EU já tinha uma profissão, então eu investi na minha especialização, se tudo mais desse errado, eu poderia ter um bom emprego para cuidar das crianças e poderia pagar alguém para me ajudar. Mas percebi que eu não poderia mais amar meu marido. Não sentia mais intimidade com ele, confiança. Estávamos sempre unidos nas reuniões escolares, éramos sócios na empresa e tínhamos estabilidade financeira. Sempre procurávamos ser exemplo para os meninos. Todos nos viam como a família perfeita e depois da traição meu esposo sempre procurava me agradar de alguma forma como se isso fosse um pedido de desculpas. Mas a gente não se tocava, beijos eram apenas selinhos na hora de ir para trabalho e na chegada. Não namorávamos mais. Nos tornamos grandes amigos. Sexo era sem graça, ele tinha ejaculação precoce e isso nunca foi problema para ele. Muitas vezes eu tinha que gozar no chuveiro ou assistindo filmes eróticos. Eu era uma mulher atraente, chamava atenção por onde ia e ele tinha ciúmes disso mas nunca fez questão de apimentar nosso casamento. Não adiantava eu comprar lingeries, produtos de sex shops, ou qualquer tentativa para eu me sentir desejada. Descobri que éramos muito bons pais, que a nossa presença trazia equilíbrio e paz para o desenvolvimento dos nossos filhos. Mas eu não estava feliz. Eu não me sentia mais mulher. Então me lembrei do meu professor. Comecei a mandar e-mails para ele, mas ele tinha muito receio de se envolver. Ele amava a esposa e tinha dois filhos também. Ademais, ele era uma pessoa muito exposta e se um relacionamento extraconjugal viesse à tona poderia prejudica-lo... Mas eu insisti. Eu me sentia tão viva quando escrevia para ele, lembrava dos nossos olhares, do sorriso dele. Ele não era fisicamente atraente, mas tinha um carisma e havia uma química incrível entre nós. Eu mandava fotos sensuais para ele, escrevia contos, estava louca por ele, como se a existência dele fosse uma fuga para meu marasmo sexual. Mas por um bom tempo não fui correspondida. Na verdade, ainda não estava claro para mim o que poderia haver entre nós ou como as coisas ficariam. Das poucas vezes que desabafei nunca fui incentivada. As pessoas me diziam: “como pode você abrir mão da sua vida perfeita, e como ficarão seus filhos?”, “vão te chamar de vagabunda para cima”, “tomara que seu esposo faça o mesmo com você”, “não é justo você enganar as pessoas que você ama dessa forma”, “se você largar tudo para ficar com ele, achando que tudo vai ser perfeito, não vai”...... Mas eu não queria abrir mão de tudo para ficar com ele. Eu tinha medo de que a rotina, o compromisso e as responsabilidades acabassem com aquele desejo tão gostoso. Meus filhos eram felizes em ver pai e mãe juntos. Eu tinha estabilidade com meu esposo. Então um dia eu me arrumei para ficar bem linda e cheirosa para me encontrar com meu ex professor. Ele já tinha seus 50 e poucos anos. Descobri o local e horário onde ele estaria dando aulas e decidi aparecer de surpresa para que ele dissesse olhando nos meus olhos que não me queria. Se ele dissesse eu nunca mais insistiria naquela história e me conformaria de que o que eu tinha era o que de melhor a vida poderia oferecer. Faz onze anos, mas eu nunca me esqueço daquela manhã. Era cerca de onze e meia quando os alunos começaram a sair. Ele como sempre rodeado de jovens fazendo perguntas para ele. Enchi o peito de coragem e fui tira-lo para mim. As meninas olhavam curiosas. Eu me virei para elas e falei que eu era apenas uma velha amiga que estava precisando conversar com ele. Ele ficou sério, tentou disfarçar, mas eu percebi que ele estava nervoso. As meninas se olharam e se despediram dele. Se perceberam algo ou não... Não sei. Sei que meu coração saltava pela boca, eu suava frio, a boca estava seca, corpo inundado de adrenalina. Caminhamos um pouco em silencio. E ele impessoal, me perguntou o que eu queria falar de tão importante para aparecer por lá. Argumentei que ele não me respondia... Então pedi para irmos para outro lugar, que não demoraria muito o que eu tinha para falar, mas que não dava para ser ali, que tinha de ser só nós dois. Ele concordou mas não poderia demorar, os filhos sempre almoçavam com ele, era corrido aquele horário. Então saímos da universidade e algumas quadras depois paramos na sombra de uma grande árvore. O silêncio começava a incomodar. Então eu disse que estava enlouquecendo. Eu sonhava com ele, acordava molhada, desejava ele mais do que tudo, eu só precisava de uma oportunidade, que ele me mostrasse que era tudo fantasia, que ele me libertasse daquela paixão louca que me arrebatava. Ele estava sério, mandíbulas cerradas. Eu mal conseguia me expressar, tremia muito, a voz saía embargada, confusa, chorava de desespero. Fui de encontro à boca dele. Ele me pegou pelo braço e me afastou. Sem me soltar e olhando no fundo dos olhos pediu para eu parar. Disse que não queria, que se ele quisesse já teria acontecido há muito tempo. Disse que não poderia correr o risco de alguém saber de nós. Me apertava, machucava. Eu sentia a face corar, queimar de vergonha. Ele repetiu não, não, não várias vezes e de repente os olhos desviaram para a minha boca, e desceram para os meus seios, ele então percebeu a alcinha da minha blusa caída no ombro, o sutiã de renda preta à mostra, me olhou, eu estava assustada. E do nada ele beijou a minha testa. Pediu desculpas. Eu levantei o queixo pedindo um beijo sem falar. Ele passou a mão ao redor da minha boca, com a outra mão segurava a minha cabeça pela nuca, eu fechei os olhos para sentir a carícia. E então senti a respiração dele perto do meu rosto, e depois a boca dele cobrindo a minha, retribuí sugando-lhe os lábios. E depois nos beijamos devagar, um sentindo o sabor da boca do outro, as línguas se acariciando, os lábios macios. Um beijo carinhoso, doce, como se o mundo fosse só nosso e tivesse parado. Então ele me levou para um motel. Pediu um quarto, eu do lado dele estava aérea, me sentia dopada. Era como se eu não estivesse lá. De repente tudo que eu tinha sonhado estava prestes a acontecer, mas eu ainda não me sentia preparada. Eu queria, mas não queria. Queria mas não esperava. Queria mas não acreditava. Então quando chegamos ele abriu a porta para mim, pegou a minha mão e depois a beijou. Eu o beijei em retribuição, encostei ele na parede e senti que ele estava excitado, apertei o pênis dele por cima da calça, senti todos os contornos, enquanto ele apertava meu bumbum para que eu colasse meu corpo no dele. Fomos caminhando aos poucos sem parar de nos beijar, eu abrindo o cinto dele, a calça, para alcançar aquele membro gostoso, ele acariciando meus seios por baixo da blusa. Nós não falamos nada. Eu me deitei na cama e ele veio por cima de mim. Eu tirei os óculos dele, devagar, coloquei na cabeceira da cama e puxei a camiseta dele pela gola. Ele estava um pouco contido, eu acariciei o rosto dele, observei seus olhos, a boca, os braços, o peito, sentia o calor do corpo dele me aquecer. Eu penso que ele estava tímido por conta da nossa diferença de idade, ou receoso de que não pudesse me satisfazer, ou que eu me decepcionasse com ele. Mas eu não me importava com nada daquilo. Eu estava muito excitada com aquele homem carinhoso e tímido que eu havia desejado por tantas noites. Enquanto ele me beijava pescoço, me arrepiava, eu comtemplava pelo espelho do teto as costas largas daquele homem, a pele clara, os músculos se movimentando enquanto ele explorava meu corpo, dominado pelo prazer. Eu gemia baixinho, passiva, ouvindo a respiração dele, ofegante, e continuávamos sem falar nada. Eu mordia de leve o ombro dele, roçava as unhas pelas costas, cruzava as minhas pernas na cintura dele, as minhas coxas fortes prendendo ele no meu quadril. Com os pés desci as calças dele, senti o corpo quente só de cueca. O membro muito rígido, quase como quando se está prestes a gozar. Então eu fiquei por cima dele, sentei com as pernas abertas pouco abaixo dos testículos dele, nas coxas. Soltei meus cabelos longos, olhando nos olhos daquele homem, tirei a blusa e joguei no rosto dele, ele cheirou profundamente e continuou me olhando. Abaixei uma alça do sutiã, depois a outra. Depois desabotoei e libertei meus seios fartos. Me arrepiei. Tomada por tesão os mamilos estavam eriçados, sensíveis. Me abaixei e deixei que ele inspirasse profundamente o cheiro do meu perfume no vale entre eles. Ele tomou cada seio em uma mão, acariciou, sugou cada um deles delicadamente e eu sentia um frio delicioso que descia da garganta até o estômago. Me sentia poderosa por cima dele, queria dizer tanta coisa, mas não queria estragar aquele momento. Eu me sentia mulher como há muito tempo não me sentia, apesar da nossa diferença de idade eu sentia que ele me completava. Ele sabia como me tocar e onde me tocar para me dar prazer. Eu amava o cheiro dele, o calor, os pequenos gemidos que ele soltava, as mãos fortes dele deslizando na minha pele... Então eu me levantei da cama e me virei para poder tirar a minha calça. Arrumei a renda da minha calcinha que combinava com meu sutiã e fui descendo até que a minha calça estivesse perto dos meus tornozelos, quando me levantei olhei para ele, que se tocava olhando para o meu bumbum, e a minha calcinha pequena enfiada, e a tatuagem nos meus quadris. Sorri para ele, liguei o som, escolhi uma música gostosa, enquanto ele acompanhava cada gesto do meu corpo quase nú. Pensei em pedir um vinho para nós, mas era quase hora do almoço, então pedi duas ices bem geladas. Ele abriu para mim, eu tomei um gole, beijei a boca dele, e a gente continuava sem se falar. Então ele derramou aquele líquido congelante nos meus seios, escorrendo imediatamente para minha barriga, minha calcinha, minha vagina. Eu estava tão quente, aquilo foi um choque para o meu corpo, então ele veio me lambendo, me tomando inteira, eu deitei sorrindo, aquela vertigem gostosa dos primeiros goles, amando ser consumida por ele, até que ele chegou na minha calcinha. Tirou devagar com os dentes, me olhando. Ele afastou os meus joelhos e me olhou. Eu fiquei envergonhada e excitada. Eu respirava rápido e encarava o rosto dele, então ele bebeu mais um pouco, guardou o liquido na boca e fez uma piscininha de vodca no meu umbigo. Entendi que eu deveria ficar quieta o suficiente para que aquela vodca permanecesse lá. Ele abriu minha vagina e com a ponta da língua tocou a ponta do meu clitóris... Aquilo era muito bom, começou com movimentos circulares, somente lá, e eu estava muito louca, sem poder me mexer, tentando fazer ele introduzir pelo menos um dedo dentro de mim, sem sucesso. Ele ficou assim até que eu senti que ia gozar na boca dele, então ele parou, e com a mão recolheu o mel que me deixava toda molhada, lambeu os dedos e sugou a vodca do meu umbigo. Então aquilo era um sinal para que eu pudesse prosseguir, joguei ele na cama, fui imita-lo, tomei um gole de vodca e coloquei o pênis dele na minha boca, abaixei o prepúcio e comecei a chupa-lo como se ele fosse um doce, inteiro, o corpo, os testículos, a virilha, ele suspirava, gemia, me apertava. Me sentei sobre ele de costas para que eu pudesse ser penetrada. Me levantei um pouco, posicionei seu pênis na entrada da minha vagina, e ele em um movimento único e rápido se colocou inteiro dentro de mim, eu gemi alto, me empinei e me abri toda para que ele tivesse a melhor visão do seu membro entrando e saindo de mim, devagar, todo molhado. Ele estava prestes a gozar e eu cavalgava devagar, para provocar, ele puxava meus cabelos e eu me arqueava.. Então eu me virei de frente para contemplar o rosto dele cheio de prazer, nós estávamos entregues, eu queria ele todo dentro de mim.. Metia forte minha bucetinha no pau dele.. Então tirei e comecei a masturba-lo, olhava para ele mordendo os lábios e sorrindo, quando senti que ele ia gozar, eu quis introduzi-lo inteiro para que pudesse terminar em um anal bem gostoso, mas não deu tempo, ele me lambuzou toda de esperma e só os últimos espasmos de gozo entraram em mim, com a cabeça do pênis dentro da minha vagina. Depois, fiquei do lado dele o beijando, ele tinha a respiração forte, o coração disparado, corpo suado. Eu estava levemente embriagada, não pelo álcool, mas pela força das emoções, sentindo um sono pesado me invadir. Então ele pegou a minha mão e me levou para a ducha. Enquanto isso preparava a banheira para nós, jogou bastante espuma, pegou as toalhas. Se juntou a mim no chuveiro, me ensaboando inteira enquanto eu esfregava meu corpo no dele. Me virei de costas e ele roçava o pênis quase ereto novamente no meu bumbum, sentia a minha carne macia e brincava de querer introduzir o dedo em mim. Eu me abria toda a cada investida, tentando beija-lo, vez ou outra acertando o canto da boca. Ele me pressionou no azulejo gelado e introduziu um dedo na minha vagina e outro no meu ânus. Aquela sensação de dupla penetração era maravilhosa e logo eu fui ficando mais confortável para receber as investidas dele. Quando estava prazeroso o suficiente, tirei o dedo dele da minha vagina, guiando-o para que introduzisse os dois dedos no meu rabinho guloso.... Com muito carinho ele foi fazendo, sempre me beijando, me deixando toda babada, mordendo meu pescoço, o lóbulo da minha orelha, suspirando de prazer. Eu ainda não havia gozado mas sentia que não podia mais suportar, então ele me conduziu para a banheira, ficamos um bom tempo nos beijando, sentindo o prazer de morder, de chupar a boca, de engolir a saliva um do outro, de brincar com a língua, de tocar o corpo sem pudor. Ele me virou de costas para ele e pôs o membro que estava prestes a explodir novamente na entrada do meu cuzinho, foi forçando lentamente enquanto eu tocava o meu clitóris. Ele segurava as minhas nádegas bem forte, se controlando para não me machucar. Não demorou e ele estava inteiro dentro de mim, colocava e tirava, metia com vontade e eu só gemia para ele, entregue, a agua batendo violentamente nas nossas coxas. Ele puxou o meu cabelo e eu senti que ele iria gozar, tirei o pênis dele e coloquei bem fundo na minha buceta, ele me inundou de porra e eu gozei várias vezes seguidas, contraindo o pau dele com os músculos da minha buceta molhadinha. Naquela tarde namoramos muito.. Sem falar nada. Fomos embora mortos de fome e cansaço, pois já era quase quatro da tarde e eu nem tinha comido ainda. Ele me deixou algumas esquinas antes da minha casa e essa foi a nossa primeira vez de muitas vezes. Ele entendeu que estarmos juntos não anularia a presença dos nossos cônjuges, que nessa vida ninguém nos pertence. Nós conseguimos sustentar a nossa família e ser excelentes pais e esposos sem que ninguém precisasse sofrer. Passamos por muito nesses onze anos que estamos juntos. Ele já teve crises de consciência e quis terminar tudo, eu também. Mas ficarmos longe e brigados sempre nos deixou desesperados e na volta o sexo sai melhor ainda, violento, intenso. Esse tesão também já se transformou em paixão, e quase nos levou à loucura, mas sempre um ajudou o outro a encarar a realidade, nem eu nem ele nos permitimos a separação nunca. Somos felizes assim. Ele me completa como mulher, a gente transa muito, de todas as formas possíveis. Ele me dá carinho, suporte, conselhos e muito leitinho na boca... O meu casamento continua pacato sexualmente, mas os amigos nos invejam sobre como somos parceiros e como estamos fazendo um bom trabalho com as crianças. Eu sou uma mulher feliz, se o meu marido tornou a me trair não me importa. Eu vivi para fazer meus filhos felizes, e consegui fazer isso sem abrir mão da minha felicidade. Vivam sem se importar com o que as pessoas irão pensar, meu conselho é, não se sacrifiquem e nem aos filhos em prol de moralismos hipócritas. Sempre há uma maneira de conciliar tudo nessa vida. Só não se dá jeito para a morte.


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Comentários

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15/09/2017 15:24:20
Que delícia!
15/06/2017 23:51:13
Amei gata fala comigo.
29/05/2017 19:00:04
olha seu conto não tem como comentar ele ja fala por si. mas gostaria muito de conversar pois tem muitas questões em comum com vc e é sempre bom ter alguem que nos entende para conversar. meu e-mail e skaipe
29/05/2017 11:20:49
Ótimo conto!!!
29/05/2017 01:57:59
Parabéns seu conto é muito bom a vida nos ensina a se feliz não importa o problema o importante é levanta a cabeça e segui o encontro da felicidade
28/05/2017 23:06:26
belo conto. ultimamente tenho refletido muito quanto ao modelo tradicional de relações. sempre fui muito reprimido sexualmente, tive alguns relacionamentos frustrantes e atualmente, tenho uma namorada mas acabo comendo outras fêmeas, pois ela não quer transar por causa de questões de religião, apesar de não ser virgem. assim, acabei procurando mulhres na net, e de lá para cá já comi umas 10 fêmeas e cada dia que passa, sinto mais vontade de comer novas mulheres, e manter meu namoro frio, quase fraterno. as vezes penso em terminar tudo, mais apesar disso, tenho um certo afeto pela namorada falsa puritana. acho que não sinto tanto tesão mais por ela, sinto vontade de continuar comendo outras. este professor é um sortudo por conseguir manter a vida com a família dele, e ao mesmo tempo ter uma fêmea só para ele disfrutar as delícias de outra mulher. Procuro uma mulher comprometida para um envolvimento assim, com muito sigilo.
28/05/2017 18:42:45
Um relato real de muitas familias. Infelizmente ainda tem mulheres que suprimem sua sexualidade apenas para parecer correta perante a sociedade. Parabéns pela coragem e pleo seu relato muito bem escrito. Nota 10.
28/05/2017 12:14:32
Seu conto eh uma realidade de mtos ótima escrita adorei
28/05/2017 12:02:28
O conto não é tão excitante, não tem termos chulos, nem muita vibração. E acho que essa não era mesmo a intenção da autora. É uma crítica social, um relato terno, de uma veracidade cortante. Siga bem com sua felicidade
28/05/2017 11:10:37
Eu não sou chegado em traição, mas cada caso é um caso, no seu você teve seus motivos sua historia é envolvente parabéns por ter conseguido conciliar o útil ao agradável.
28/05/2017 10:30:51
Parabéns pelo conto minha querida, acima de tudo parabéns pela história em si, Ninha filosofia é que nada é errado se te faz feliz, e a respeito do conto "UAL" foi tão bem inscrito e detalhado que me senti na história
28/05/2017 06:17:26
És deliciosa demais, minha querida. Leia minhas aventuras e me escreva ou adicione no skype: . Estou certo de que poderemos ser deliciosos confidentes.

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