SHAMIR ABUSA E AS COISAS SE COMPLICAM.

Um conto erótico de SHAMIR.
Categoria: Heterossexual
Data: 22/04/2017 18:47:42

As coisas não correm bem para Shamir. Nem sempre tudo é perfeito. Não se pode ganhar todas. Perseguir mulheres casadas é gostoso mas tem seus riscos. Leia os contos anteriores da série. (O autor)

Como sabem tenho uma vida confortável. Uma excelente condição financeira e estou longe de ser taxado como um playboy. Eu trabalho, e muito. Mas não preciso trabalhar oito horas por dia muito menos todos os dias. Acontece que os meus negócios rendem bastante e pago outras pessoas para administra-los. Sinto muito por você, mas não posso me desculpar pela minha qualidade de vida, mesmo porque já herdei minhas empresas do meu pai que herdou do meu avô.

Meu esporte, meu pecado e o que me domina é a caça. Não meus amigos...Eu não caço rinocerontes na África, eu caço mulheres de um tipo especial. As casadas, só as casadas me interessam...Não me julguem, eu faço isso desde sempre, nunca fui casado, mas tenho alguns filhos com amantes que engravidaram, algumas intencionalmente. Eu não crio filhos, deixo isso para minhas amantes e seus cornos.

Já fiz análise quando achei que eu estava exagerando. Um caso que eu nunca relatei e nunca vou relatar em muitos detalhes me abalou. Um cara que eu julguei corno manso se revelou mais valente do que o previsto e atirou em mim, foram três tiros mas valentia não significa boa mira então só um me pegou na perna. Escapei e procurei ajuda com o ferimento e ajuda mental. Pois bem, depois de analisado sei que minha atração é banal, sexualmente eu busco pegar o que é do outro, meu prazer é conquistar mulheres casadas, tirar elas do marido e claro foder elas bem gostoso também é importante...

Minha última conquista foi bem interessante. Um pouco diferente do que estou acostumado. Eu estava na praia em Canavieiras quando um casal se aproxima da minha mesa na esplanada à beira mar, pegam a mesa ao lado e eu nem presto muito atenção aos dois. Estou observando duas catarinas daquelas louras com dois metros de altura um pouco mais adiante. A tarde preguiçosa avança, eu estou só no suco de laranja porque é cedo para algo mais forte e o sol está abençoado. Lá pelas tantas não posso deixar de ouvir uma discussão entre o casal ao lado. A conversa começa devagar e normal, aos poucos fica mais acalorada e o assunto fica bem claro. O sujeito não gostou da biquíni que a esposa estava usando. Ela chegou coberta mas depois ficou só em traje de banho para aproveitar o magnífico sol, é claro. Eu nem tinha reparado nela até agora, mas discretamente olhei e gostei muito do que vi. Morena, cabelos pretos longos, seios volumosos e pernas longas. Mas as coxas e a bunda...Meu Deus!!! Aquilo tudo merecia um tratamento especial, foi meu pensamento instantâneo seguido do clássico: Eu vou pegar Na hora resolvi, vou tirar essa mulher do marido, vou come-la, fode-la bem gostoso e esfregar isso na cara do paspalho! Pareço mas não sou psicopata, é só meu jeito, além do mais o que eu penso e o que digo são duas coisas bem diferentes. Pessoalmente sou muito educado e cortês.

Eu usei meu método padrão. Infalível, sempre funciona e dificilmente falha. Chamei o garçom e mandei ele entregar uma garrafa do melhor champanhe para o casal em um balde com gelo. Assim que o pedido foi atendido o cara me olhou com cara de poucos amigos mas a esposa sorriu para mim. Eu então me aproximo, confiante e com meu sorriso mais simpático me apresento:

-Sou o Shamir!

Meio a contragosto o cara me estende a mão:

Prazer...Waldemar e essa é minha esposa Suely...Porque o champanhe senhor?

Eu cumprimento o Waldemar com um aperto firme mas educado, depois com toda calma do mundo pego na mão da Suely e a beijo quase sem encostar a boca. Com a outra mão aliso seu corpo nu começando nas costas e terminando nas costelas quase na barriga. Noto ela se arrepiar e o marido se atiçar. depois quase sem olhar para o cara e falando para a esposa eu explico:

-Me perdoem pela intromissão, às vezes eu extrapolo mesmo, mas faço isso com a melhor das intenções. Eu não pude deixar de ouvir o pequeno..ahm...Mal entendido entre vocês. Eu tenho um coração mole, sou um romântico incorrigível e acredito no amor, um casal tão simpático como vocês e um dia tão lindo na praia merece mais de vocês...então o champanhe que ofereço em nome da paz e do amor e talvez de uma nova amizade que estamos começando agora...

Então olhando firme nos olhos do marido eu disparo:

-E com todo o respeito Waldemar, a Suely está linda nesse biquíni, deixe ela aproveitar o sol à vontade.

Antes que ele pudesse responder abri o champanhe e comecei encher as taças dos dois:

-Agora bebam, esqueçam das bobagens da vida e namorem ao sol!

O Waldemar quieto segurando taça que coloquei nas mãos dele, a Suely se desmanchando em sorrisos chama o garçom e pede outra taça:

-Shamir! Venha para nossa mesa...não aceitamos recusa não é amor?

A outra taça chega, a Suely enche e me entrega. Eu puxo a cadeira para ela se sentar e depois me sento bem ao lado dela. O marido fica em pé sem saber o que falar ou fazer por um ou dois segundos então resignado se senta também, o que ele poderia fazer?

Depois disso eu conduzo a conversa para amenidades, passeios e praias da nossa bela Santa Catarina. De propósito dedico toda a minha atenção para a esposinha, o marido é posto sutilmente de lado. Aos poucos enquanto aumento o mau humor do Waldemar eu fico mais ousado. Um raspão aqui, uma passadinha ali e logo estou com a mão no joelho esquerdo da Suely por baixo da mesa. Levar minha mão para a coxa dela foi o próximo passo. Antes de acabar nossa segunda taça de champanhe eu estava acariciando a parte interna das coxas dela, a menos de quatro dedos da virilha que toda arrepiadinha não fez o mínimo movimento para me impedir.

Um pouco afastado, o garçom que nos trouxe o champanhe, velho conhecido meu se divertia vendo tudo acontecer, mas garçons profissionais são discretos, faz parte da profissão...

Quando o sol indicou que estava de partida nos despedimos. Eu passei meu telefone para a Suely sem o marido perceber e ela demonstrou seu agrado:

-Poxa Shamir, você tornou nossa tarde aqui tão agradável...não é amor?

O marido apenas resmungou, se eu fosse o Waldemar não estaria muito contente mesmo, a esposa estava dando a maior bandeira se desmanchando toda em sorrisos para mim naquele biquíni bastante revelador. Apertamos as mãos, dei um beijinho no rosto da Suely e me despedi do Waldemar elogiando a Suely:

-A tua esposa é sensacional, cuide bem dela cara...tem muito gavião na praia!

Quando virei as costas e me afastei ainda ouvi o mau humor do Waldemar:

-Se cubra assanhada, vamos embora! Só me faltava essa agora...

O fim de semana passou e segunda à tarde a Suely me liga. Dentro do esperado, no padrão que estou acostumado:

-Oi Shamir...sou a Suely, você lembra de mim, não? Lá da praia...

O jogo começa e para mim é tão fácil que chega a ser entediante às vezes:

-Claro Suely, é impossível esquecer você naquele biquíni, estou até hoje com tesão e não tenho dormido bem...

Ela dá risada ao telefone e mais segura:

-Pare Shamir...Eu estou ligando só para agradecer pela tarde que você me proporcionou, você foi maravilhoso...

Ela está ligando porque quer dar para mim, deve ser uma esposa negligenciada, presa a um casamento horrível com um marido desagradável. Eu começo a ser exatamente o que ela precisa:

-Minha querida Suely...você é muito gentil, eu não fiz nada! Não gostei como o teu marido estava tratando de você, uma coisinha tão adorável como você merece mais atenção, comigo você seria coberta de mimos todos os dias...E só aqui entre nós, naquele biquíni você realmente me conquistou...eu gostaria de te ver de novo...o que você acha?

Ela fica alguns segundos em silêncio, só pró forma é claro:

-Eu não sei Shamir...Tem o meu marido...Você sabe não é?

Eu então uso minha técnica que mistura psicologia, pressão e uma boa dose de firmeza:

-Olhe minha querida, somos adultos, você ligou para mim e ambos sabemos onde isso vai terminar. Teu marido não me importa em nada, se você é casada para mim não diz nada. Eu te quero e sei que você me quer...Então amanhã a tarde no restaurante do Hotel Houston às treze horas em ponto. Não vá com teu carro. Use um Uber.

Estou na minha mesa reservada com antecedência no horário combinado. Ela chega também pontual. Está linda! Um vestido de verão discreto mas que não consegue esconder o corpão. Ela é elegante, tem um andar bastante sensual, não é vulgar de maneira alguma. Vem toda sexy caminhando até nossa mesa. O restaurante congela todo para ver ela desfilar e quando ela senta na cadeira que gentilmente ofereço parte das suas magníficas coxas se mostra para a plateia, apenas o suficiente, nenhum exagero. Todos os presentes me invejam, homens e mulheres... Os garçons que me conhecem correm para nos atender, sugestões são apresentadas e vinhos mencionados. Eu faço a escolha, consulto minha acompanhante por educação e uma conversa, agradável e colorida começa. Ela não está nervosa, isso é bom. Não veio com aquele papinho horrível do se meu marido descobrir. Foi fina, soube se portar com elegância e educação durante o almoço. Faz o tipo de mulher que eu respeito.

Depois de um demorado almoço, acompanhado de um bom vinho exageramos nas sobremesas e nossa conversa na mesa com o restaurante praticamente vazio se estende praticamente até às três e trinta da tarde. Então eu passo para que realmente interessa:

-Vamos subir Suely? Eu já tenho a suíte reservada...

Ela não vacila, não pretende fazer charminho e sabe que isso é desnecessário:

-Claro Shamir, você é o tipo de homem que sempre está um passo à frente, não?

Eu apenas concordo, peço a conta, assino e subimos.

No elevador eu já encosto ela na cabine e lhe dou um beijo bem íntimo, muita língua e saliva, subo a mão por baixo do vestido e sinto ela todinha arrepiada. Ela não faz nada para me parar, veio pronta e sabe o que quer de mim...

Na suíte eu a pego por trás, e com ela ainda vestida começo a explorar aquele corpo de pecado. Afasto seus longos cabelos negros e beijo seu pescoço, a base da orelha e o ombro. Começo a mordiscar de leve enquanto minhas mãos sentem seus peitos e por baixo do vestido levantado chego às coxas internas e apalpo entre suas pernas. A umidade que encontro na minúscula calcinha denuncia, ela está pronta para uma tarde de amor e sexo proibido.

Ela mesma solta o vestido, ele cai no carpete e ela o afasta com os pés, o conjunto de lingerie que ela usa é matador, cheio de segundas e terceiras intenções, todas muito más. Uma micro calcinha, fio dental lógico e um sutiã meia taça, tudo em rendas preta e aplicações delicadas em vermelho. Um tesão, um pouco tipo puta, mas entre quatro paredes eu quero isso mesmo. Uma dama na sociedade, uma puta no quarto! Sua pele é macia, cor de mel e está toda arrepiada ao meu toque. Eu solto o sutiã, seus peitos ganham a liberdade e me fascinam, perfeitos! Redondinhos, volumosos e com os mamilos salientes, durinhos. Encho minhas mãos, apalpo devagar e pegando um dos mamilos aperto entre meus dedos, ela geme baixinho, se permite um tremor rápido e me beija suplicando:

-Eu quero você Shamir, eu preciso ter você dentro de mim...por favor!

É fácil perceber que ela é sincera, e nessas horas eu sempre me revolto com os maridos dessas mulheres, o que eles tem na cabeça? Como é possível um FDP negligenciar uma esposa desse jeito, um anjo assim deve receber atenção diária e tem marido que permite uma carência perigosa assim. Tem que levar chifre mesmo, é corno por merecimento!

Eu vou levando-a para a cama. Deito ela de costas e abro suas pernas, lindas pernas! Longas e bem torneadas, coxas grossas e tonificadas, eu gosto. Afasto a calcinha de lado e tenho a primeira visão da boceta lisa, depilada e pronta para mim, bem molhada parece pedir minha língua...Eu atendo ao pedido, começo a chupar e ela reage imediatamente, geme como se estivesse realmente precisando disso, e claro que estava precisando. Eu uso minha língua como um açoite, minhas lambidas são chicotadas e ela se contorce toda na cama. Eu vou onde minha língua manda, sem pedir permissão, sem pudor algum. Penetro ela o mais fundo que posso, chupo como se quisesse engolir a xana inteira e ao chegar no grelo dela as coisas ficam realmente difíceis, Ela corcoveia na cama, eu seguro firme seus quadris e capricho usando minha língua como um pequeno vibrador no botãozinho mágico dela, eu também chupo, beijo e mordo bem de leve o clitóris tão impertinente dela. Ela é realmente muito sensível e seu primeiro orgasmo vem devastador. Seus gritos enchem o quarto e ela se descontrola. Eu dou um tempo, menos de um minuto, então tiro minhas roupas, arranco a calcinha dela e ergo suas pernas para o alto.

Seus tornozelos se apoiam nos meus ombros e eu me preparo para mostrar à ela que nós não estamos aqui fazendo amor, eu estou fodendo ela, e não o contrário! Ela está ali naquela cama para ser fodida, não para foder comigo e esta pequena nuance faz toda a diferença com esposas que estão traindo seus maridos.

Eu meto forte, firme mas com calma, faço ela perceber meu pau abrindo o caminho e dou uma boa ideia das dimensões do meu pau enquanto ele mergulha rumo ao seu útero. A vagina dela se abre o suficiente para o invasor passar e vai abraçando meu pau com força. Tudo isso é acompanhado de um longo e desesperado gemido dela. Quando eu toco o fundo, bem lá dentro eu fico imóvel por um tempinho, o suficiente para ela respirar e se acostumar comigo. Assim que ela ameaça rebolar no meu pau tentando achar uma posição confortável eu começo a bombar forte, rude e a foda tem início de fato. Eu meto em uma cadência variável, tiro tudo e entro novamente rasgando, depois fico alguns segundos pressionando seu útero parado então volto a bombar com estocadas curtas e rápidas. É infalível, ela vai à loucura e goza, multi orgasmos disparam, gritos e gemidos misturando dor e prazer são ouvidos acompanhados de xingamentos mútuos. Ela me chama de gostoso, safado e FDP. Eu lhe atiro na cara o tipo de vagabunda que ela é, uma cadela vadia que não vale nada...

É assim que funciona, é isso que essas incautas carentes precisam e anseiam, elas querem um sexo com pegada, querem ser conspurcadas e tratadas como fêmea, elas não estão traindo os maridos para viver um amor, eles querem é sexo, serem fodidas para se sentirem vivas e desejadas.

Quando sinto que vou gozar, tendo ela já gozado inúmeras vezes, eu tiro meu pau e procuro sua boca, levo meu cacete prestes a explodir até seus lábios e forço o acesso, ela resiste um pouco mas acaba aceitando e eu faço daquela boquinha linda uma boceta para mim. É rápido e quando gozo descarregando uma grande carga ela engasga, tenta cuspir e acaba se babando toda. Eu termino de gozar no rosto e nos peitos dela, ela exausta desaba na cama:

-Nossa Shamir! Você veio com vontade...olha como eu estou!

Bom ela estava como tinha que estar, se tivesse engolido não teria se melado toda, mas de qualquer jeito a visão dela coberta com meu esperma me pareceu agradável...

Ela ainda vai aprender a chupar e engolir tudinho, é uma questão de prática e treino...

Tomamos um banho refrescante, brincamos bastante no chuveiro depois relaxamos na hidro. Mais tarde fodemos de novo até eu me sentir esgotado, ela me secou todo, e ainda queria mais. A noite começou a se manifestar então é hora de partir, mesmo porque o telefone dela começou a tocar sem parar, o corno a procura da sua vadia pelo jeito estava impaciente. Eu não deixei ela atender. Corno tem que sofrer imaginando onde sua esposa deve estar, com quem está fodendo e quando ela vai voltar para casa. Para não deixar barato e sendo muito eu, disse que ela tinha que jantar comigo e depois iríamos esticar a noite em algum lugar bom para beber e dançar. Ela se assustou um pouco, então, só então mencionou o marido pela primeira vez:

-Mas Shamir! Meu marido...eu não costumo fazer isso...quer dizer, eu sempre volto antes do anoitecer para casa. O Waldemar é muito severo, o que vou dizer para ele?

Eu olhei para ela e disse:

-Apenas confie em mim, o teu marido vai aceitar sem reclamar...Depois inventamos uma boa desculpa.

Ela ficou meio insegura, mas se conformou. Com certeza queria mais pau dentro dela, então a tesão venceu a razão. Mas eu fiquei atento e assim que o celular dela chamou pela vigésima vez eu tirei ele da mão dela:

-Alô...Sim?

O marido, o enfezado Waldemar foi pego de surpresa, esperava é claro ouvir a esposa e um homem atende. Suely simplesmente ficou paralisada, olhos arregalados e suas feições caíram na hora em preocupação. Todo desconcertado e nervoso o corno:

-KOF...KOF...Qu...Quem está falando??? Onde está a Sue...MINHA ESPOSA????

Eu então uso toda minha auto confiança, minhas habilidades profissionais como empresário e minha simpatia:

-Olá Waldemar, que prazer...Seguinte, eu encontrei hoje a NOSSA Suely num dos meus shoppings e a convidei para jantar, ela não queria, mas eu não aceitei a recusa, só não ligamos para você avisando porque os celulares estão péssimos hoje, não se consegue completar uma ligação, esta agora foi a única que consegui completar na tarde de hoje...

É preciso dar algo para o marido traído se agarrar, ele precisa disso. O corno quer acreditar na inocência da esposa até o fim, entra em negação ao descobrir e depois se esforça para perdoar. Isso não funciona sempre, apenas em oitenta por cento dos casos. Para mim é um bom número...O marido retorna mais irritado ainda:

-Jantar? Com você..Mas o que estão pensando? Me passe para ela!

Então eu desliguei o telefone. É preciso ser audaz e muito firme ao lidar com cornos. Eu além de colocar o marido traído em posição de inferioridade a esposa fica geralmente fascinada comigo vendo um macho alfa empurrando seu marido assim. Elas querem se vingar dos caras que não cuidaram bem delas, é tudo muito simples...

A noite avança, eu a a Suely jantamos, fomos nos divertir e dançamos muito. Eu ainda a levei para um motel e novamente comi ela no capricho. Quando eu a levei para casa, ela não queria mas eu forcei a situação, já eram duas da manhã! Eu ainda fiz questão de entregar ela para o marido que abriu a pota para nós meio bêbado e com cara de poucos amigos. Parecia não acreditar na minha petulância. A Suely estava muda, branca e visivelmente desconfortável. Eu sorridente:

-Grande Waldemar! Aqui está sua esposa entregue e intacta. Bem ela deve estar muito cansada, nos acabamos hoje...dançando é claro! Ela dança muito bem Waldemar, você é um cara de sorte meu amigo!

Ele resmungou algo que eu não percebi e fulminou a esposa com um olhar de ódio. Hora certa para eu me mandar:

-Bom eu vou indo Waldemar, desculpe qualquer coisa, a Suely estava muito preocupada com você, mas eu me empolguei e quando vimos a horas já tinham passado. Precisamos marcar algo qualquer dia...BOA NOITE!

Virei as costas para ele e dei um beijo rápido na boca da Suely, ela não se mexeu e só conseguiu balbuciar:

-Tc...Tchau...Shamir....

Me mandei, sorrindo e pensando como sou um cafajeste da pior espécie. Mas eu tenho realmente culpa? Que esposa bem cuidada, amada e respeitada procura outro homem? De quem é a culpa senão dos maridos FDP???

No outro dia, quando geralmente recebo telefonemas das minhas vadias agradecendo a foda do dia anterior e me confirmando que os corninhos as perdoaram, sempre é assim, eu recebo outro tipo de telefonema da Suely...Ela chora e está desesperada, diz que o Waldemar quase bateu nela e a expulsou de casa, vai pedir divórcio e jogar ela na rua da amargura:

-Por favor Shamir, eu estou na rua com minhas coisas, o que consegui meter nas malas. Por sorte ainda peguei o carro que está em meu nome, mas não tenho para onde ir...Me ajude Shamir.

Bom realmente isso não é o que acontece normalmente comigo. Já estive envolvido em separações, brigas e até agressões entre casais onde a esposa era minha amante. Com a vida que levo e minha tara em destruir casais roubando acesposa isso é para acontecer, mas raramente acontece comigo. Agora vivo uma dessas situações e felizmente estou preparado. Primeiro acalmo ela, depois marco encontro em um lugar neutro na hora do almoço. Ao chegar no local no horário marcado la´está ela impaciente, acabada e muito nervosa:

-Shamir...meu Shamir, ainda bem que você veio! O que eu faço da vida agora, eu não tenho para onde ir, não tenho ninguém aqui minha família é do interior, minha vida era só o Waldemar...e agora???

Eu mostro compaixão, acalmo ela e abraço a criatura que chegava a tremer desesperada. Ela vai acalmando e uns beijinhos meus são mágicos, ela recupera a razão e fica mais racional:

-Me diga Shamir, você vai me ajudar...Posso ficar com você? Nem que seja por pouco tempo, hoje, dois ou três dias...por favor!

Eu agora tenho que ser prático, evitar confusões e mostrar um mínimo de boa vontade para ela, afinal a foda foi muito boa! Mas não, Eu não me sinto com culpa ou remorso pelo que aconteceu, ela me procurou, ela quis foder comigo, ela que era casada, não eu. Então eu ajudo ela:

-Olha minha querida Suely. Eu tenho onde você ficar. Tenho um amigo, um verdadeiro irmão, que me deve favores, ele vai cuidar de você, vai te instalar em um apartamento confortável e ainda vai arrumar um bom emprego para você viver muito bem...

O rosto dela se ilumina, parece que um caminhão de cimento saiu na hora dos ombros dela:

-Shamir!!! Eu sabia! Sabia mesmo que podia contar com você.

Ela pula no meu pescoço, me beija apaixonada e agradece sem parar. Eu dou o cartão do meu amigo, só nome, endereço e telefone. Escrevo no cartão:

Querido Thor,

Essa é a Suely, uma amiga muito querida. Cuide dela para mim.

Shamir

Ela pega o cartão e sai toda animada, digo que mais tarde vou telefonar para ela, mas sei não vou, quem sabe daqui a alguns meses pode ser que role alguma coisa, quando ela estiver adaptada à nova vida...O meu amigo Thor tem um serviço de escorts Coisa de luxo sem baixaria e só para clientes muito especiais. As meninas dele ganham bem e vivem melhor ainda, como rainhas que são de fato! A Suely vai se acostumar, ela não tem outra alternativa e pensando bem pode ser que ela se encontre assim. Espero que ela seja feliz...


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Comentários

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21/03/2018 09:26:22
Você é o canalha que queria conhecer...delicioso canalha!!!
10/09/2017 23:24:30
Adorei
22/04/2017 18:54:00
Ta aí. Gostei.


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