DESCOBRINDO MARCIA – MINHA EX-ESPOSA RUIVA E OS NEGROS - 07

Um conto erótico de Marjr
Categoria: Heterossexual
Data: 19/01/2016 16:21:20

/...Continuação:-

...Dentro dos meus questionamentos íntimos, adormeci acavalada no pau preto que já mole ainda era monstruoso de enorme. Não sei por quanto tempo fiquei daquele jeito, mas quando fui acordando aos poucos pelo reflexo do espelho dentro de uma cristaleira, me vi o quanto minha cor contrastava com aquele negro. Não sabia definir naquele instante se ficava horrorizada ou se começava a ficar novamente excitada com a minha condição de escrava sexual daquele tição. Vejo que ele também sonolento vira meu rosto para ele e me dá um demorado beijo na boca, com muita paixão e eu retribuí com o mesmo furor.

- Marcia, como você é gostosa. Estou mesmo fascinado por você. Bendita hora que eu achei a solução para ter você desse jeito aqui comigo, me dando uns dos maiores prazeres que poucas mulheres conseguiram dar até hoje.

- Não lhe disse nada, só lhe ouvia, num misto de submissão e vergonha.

- Ele então me fala que ligaria para casa dele para avisar que não eram para lhe esperar para almoçar e que enquanto eu fosse tomar um banho ele ligaria para um restaurante para que nos mandassem uma pizza. Me indicou o banheiro e que logo me levaria uma toalha. Sai de cima dele, mais uma vez verteu uma grande quantidade de esperma da minha buceta, escorrendo pelas pernas e caindo sob o púbis dele. No chuveiro, fechei meus olhos e deixei a água cair de morna para quente sobre o meu rosto e meu corpo, como que querendo não limpar o suor ou os fluídos emanados durante a hora da luxúria, mas para ver se tirava de mim aquele sentimento de que tinha feito algo de pecaminoso, para ver se tirava de mim aquele peso na consciência que querendo ou não estava ali encravado em mim. Após alguns minutos, sinto nos meus ombros as mãos grandes e fortes do Dr. Joaquim me segurando e me passando uma grande esponja ensaboada. Fiquei do jeito que estava, imóvel, com os olhos fechados, apenas deixando a água me banhar. Senti as mãos deles, uma hora uma, outra hora a outra, com movimentos circulares massagear inicialmente meus ombros, meu pescoço, depois meus ombros novamente e foi descendo até minha cintura, então pulou direto para o tornozelo de uma das pernas, e foi subindo suavemente. A medida que ele subia, instintivamente fui abrindo as mesmas, quando ele chegou na minha virilha, senti um choque, fazendo que tivesse uma reação espasmódica em meu ventre, abri meu olhos e olhei para ele que estava ajoelhado ao meu lado, com um grande sorriso. Aquele espasmo denunciou novamente o meu grau de excitação. Com uma mão me firmei na cabeça dele e com a outra me escorei na parede do Box, enquanto isso, ele ao mesmo tempo que passava a esponja em mim, brincava com os grandes lábios da minha buceta, uma vez ou outra enfiava um ou dois dedos nela e fazia movimentos circulares. Eu de fato me desconhecia, fazia poucos minutos que tinha tido orgasmos seguidos com aquele enorme pau dentro de mim e ali estava novamente excitada. Então ele se levantou e se colocou atrás de mim, me encoxando tal como fez anteriormente junto à estante, mas agora, ambos completamente nus. Seu pau, espantosamente, novamente ereto entre minhas pernas, como se eu estivesse numa gangorra. Ali dava para ver o quanto aquele mastro negro era grande, pois dava para ver que a cabeça dele passava na minha frente, parecendo que era meu, era de fato muito grande. Nessa posição eu praticamente sentada no tronco do pau dele, ele enchia meu pescoço e orelhas de beijos, lambidas e mordiscadas, enquanto suas mãos com a esponja ao mesmo tempo que me contraia contra seu corpo, me ensaboava meu púbis, meu abdômen meus seios. Eu estava novamente entregue ao tesão. Ele disse:

- Lembra antes de ontem na estante quando te pedi para apanhar um livro? Naquele momento, eu sonhava estar justamente assim com você ruiva, aqui nesse chuveiro.

Falando isso, pegou as minhas mãos e as colocou abertas contra a parede de braços esticados um pouco para cima, pegou meu quadril, puxou ele um pouco para trás, deixando meio arrebitado, abriu minhas pernas, no mesmo ângulo da abertura dos meus braços, eu estava na forma de um “X”, fechou o chuveiro, massageou os lábios da minha buceta com seus dedos para certificar-se que eu estava lubrificada pelos meus fluídos e com uma das mãos auxiliou a cabeça do seu pau a encostar na entrada da minha buceta. Mesmo tendo recebido aquela vara enorme há alguns minutos atrás ainda podia sentir o quanto era grande e como seria ainda difícil recebê-la dentro de mim. Firmei minhas mãos contra a parede, ao mesmo tempo que sentia a pressão daquele pau para me invadir a buceta. A medida que aquele mastro negro me invadia, a dor diminuía e em seu lugar, aumentava o prazer, mais lubrificada eu ficava, eu sentia a facilidade que aquela benga já trabalhava dentro da minha buceta. Eu, em determinado momento já sentia ela atingindo meu útero, eu sentia o escroto dele bater contra a minha bunda. Com tudo lá dentro, ele me puxa um pouquinho para trás, me mantendo com as mãos na parede e coloca as suas sobre as minhas, exatamente como no dia em que me encoxou na estante. Eu sentia a sua respiração no meu pescoço e agora com mordiscadas leves e arrepiantes nele e nas minhas orelhas. Sentia-o tirar todo o seu pau e colocar tudo de novo, quase me jogando contra a parede. Ele abriu novamente o chuveiro, deixando a água cair sobre a gente, e mantivemos aquele ritmo por um bom tempo, estava muito gostoso.

- Marcia, aquele dia na estante eu me segurei para não te estuprar ali mesmo, estava louco para te pegar, te trazer até aqui para o chuveiro com o meu pau cravado na tua buceta e te comer aqui desse jeito que estou fazendo agora! Ahhhh..., que tesão que você é.....que gostosa...você me mata de tesão assimmmm...tua buceta já assimilou o tamanho do meu cacete sua ordinariazinha..., você tava precisando do pau de um macho..., né sua putinha?...teu noivinho...nunca poderá dar o que tu precisa..., pau grande, negro e de macho...não é?

- Enquanto ele falava isso, aumentava as suas estocadas e mais fluídos eram emanados das minhas entranhas. As palavras dele além do entre e sai do seu pau, entorpeciam minha mente, me deixavam mais louca para que ele me comesse com toda a sua voracidade, na verdade, nós dois estávamos vorazes pelo que um poderia proporcionar ao outro.

- Vai Dr. Joaquim, me estupre...isssoooo...meetee esse nervão grosso...meeeete, assimmmm, não tenha dó dessa pobre noivinha....meete mais....uuuurrrrhhgggg...meeete....faz....de mim...uma...noivi....vinhaaa loouca por...pau...por seu...pau...., arrhhh...me commma...meu...verdadeiro macho...

- Eu já estava à beira de outro orgasmo e, ele embora também estivesse com as suas estocadas bem aceleradas, demonstrava que estava longe para gozar novamente, então, uma ducha fria fez com que interrompêssemos nosso deleite. Era a companhia dos fundos. Tocou uma vez, tocou outra e mais outra, quando o Dr. Joaquim voltou à realidade e lembrou da pizza que havia pedido para nós. Com toda a calma ele parou e tirou seu pau de dentro de minha buceta, me causando uma certa frustração pois eu já estava a mil.

-Calma minha noivinha safada, temos o dia inteiro, você ainda vai levar muito desse pau hoje. Eu combinei com o dono do restaurante para ele tocar a campainha 03 vezes e aguardar um pouco que eu o receberia. Não posso dar furo, pois já sou cliente antigo. Falando isso, apanhou um roupão que estava no lado de fora do Box e saiu. Eu fiquei me contorcendo de tão excitada ali do mesmo jeito que ele me deixou, com as mãos na parede, pernas abertas e bunda arrebitada, mordendo os lábios e torcendo para que ele voltasse logo e terminasse o que tinha começado. Uma eternidade até eu sentir uma palmada forte na minha bunda acompanhada de um forte estalido causado por ela. Então eu senti as mãos grandes e fortes do Dr. Joaquim abrir minhas pernas segurando as polpas da minha bunda com gana ao mesmo tempo que levou a cabeçorra do seu pau novamente na entrada da minha buceta, totalmente encharcada pelos meus fluídos e não pela água do chuveiro, foi como se não tivéssemos parado, o tesão de ambos estava na plenitude. Gemidos, urros, palavras de luxúria. Eu não estava agüentando mais, estava tendo um outro poderoso orgasmo e, aos gritos estava anunciando isso. Ele então fala para eu agüentar mais um pouco porque queria me encher de porra ao mesmo tempo, foi quando não sei de onde eu tirei forças, fechei minhas pernas, tornando minha buceta mais apertada em volta do seu pau enorme e ele veio junto comigo.

- Safada..., noivinha safada..., eu...eu... não vou agüentar..., tu...tu...vai levar porra agora...vai...goza cadela...goza junto comigo....agora...arrhhhggg...uuuurrrrhhhhggg...

- Maisss...funndo...maisss fundo....Dr...Dr....mete...me ennchhe Dr... me ennnche de Leite Dr....Aaaaarrhhhh...

- Muitos espasmos e contrações de prazer depois, ambos deixamos nossos corpos descer, até ficarmos de joelhos no piso do box, ele com aquele monstro ainda inteiro dentro da minha buceta e repousando sua cabeça nos minhas costas, e, ficamos assim por muito tempo. Depois de muito e muito tempo, senti que o pau dele estava ficando mole, mas mesmo assim volumoso dentro de mim, até que ele tirou tudo, e da minha buceta, novamente escorria muito esperma. Então, ele levantou e me ajudou a fazer o mesmo. Apanhou um sabonete e uma esponja e começa a me banhar com muito carinho. Eu exausta, de frente para ele, apenas me apoio em seus ombros, meio envergonhada pelo modo que agi e me expus, evitava olhar ele nos olhos.

- Marcinha, como eu te falei antes, valeu apena eu fazer o acordo com o Alberi. Vou pagar uma fortuna para ele, mas pelo que está acontecendo aqui, estou vendo que vou ser bem compensado. E você hein? Aquela mocinha ingênua, noivinha pura, cheia de pudores, respeitadora dos preceitos morais impostos pela sua educação e pelo burro do seu noivo..., você na verdade é muito sem vergonha, muito safada, que não sei de onde, depois que pega fogo, sabe muito bem como tratar um caralho e como...

-Dr. Joaquim, eu não permito que fale assim comigo! Se estou aqui desse jeito foi porque...não tive escolha..., foi o único jeito que encontrei de livrar Lúcio e a mim da grande enrascada que ele infelizmente nos meteu e o senhor está se aproveitando disso.

-Falei isso novamente com os olhos cheio d’água, soltando os ombros dele, baixando minha cabeça e de alguma forma como se fosse cobrir minha nudez, coloquei meus braços sobre meus seios e o meu púbis. Dr. Joaquim, levanta meu queixo com uma das mãos e faz olhar para ele e me diz.

- Marcinha eu falei isso não para humilhá-la, pelo contrário, foi para elogiar o quanto de mulher tem dentro de você. Uma mulher que estava presa às regras mais absurdas e hipócritas que pode existir. Essa mulher existe dentro de você e se permitiu liberar, longe, me desculpe, do idiota do seu noivinho que com certeza não sabe tratar da mulher mais gostosa que já comi, que ele nem sabe que tem. Se você soubesse de como ele é burro e que você merece coisa melhor, um dia vou te provar isso. Eu quero que você se solte cada vez mais, que seja uma mulher sem limites na busca do prazer que o sexo pode proporcionar. Falando isso, me deu um beijo carinhoso, quase que um selinho, mais demorado.

- Ainda constrangida, terminamos nosso banho, ele fez questão de me secar, passando a toalha com todo o carinho sobre meu corpo e minhas partes íntimas. Depois se dirigiu até o balcão da pia, tirou de uma sacola de papel um frasco de creme hidratante, que não recordo o nome, pediu para que eu me aproximasse dele, despejou uma porção do creme sobre a suas mãos, esfregando uma contra a outra e de leve passou nas minhas faces, desceu pelo meu pescoço, meu tórax, meus seios; despejou mais creme nas mãos e continuou pelo resto do meu corpo. As grandes mãos dele tinham pegada na hora do sexo, mas naquele momento eram suaves e até relaxantes, não sei se era pelo meu cansaço acrescido do banho quente, mas aquela massagem feita por ele com o creme foi muito gostosa. Terminando de passar o creme em mim, se dirigiu novamente ao balcão da pia e de uma outra sacola, tirou de dentro uma minúscula calcinha fio-dental preta, com umas pedrinhas de cristal na parte de trás, me entregou e disse para mim ficar só com ela, que não vestisse minhas roupas, que aquele fio-dental seria a única coisa que eu poderia vestir enquanto estivesse ali com ele. Eu calada, apenas acenei com a cabeça, concordando. Ele me apanhou por uma das mãos e me conduziu até a mesa de reuniões, que ele havia preparado enquanto eu estava esperando por ele no chuveiro. Nela estava a pizza, uma garrafa de vinho e duas taças. Almoçamos e tomamos o vinho devagar, sob muita conversa por parte dele. Eu me limitei apenas a ouvir. Além dos elogios a mim e a minha desenvoltura na hora do sexo, ele também conversou sobre assuntos diversos, sobre sua vida sobre seu trabalho, sobre suas aventuras inclusive com mulheres. Até que achei algumas coisas interessantes. Depois que terminamos, ele me perguntou se eu estava cansada, o quê respondi que sim, muito cansada e o pouco que tomei de vinho estava ficando meio sonolenta. Mais uma vez, me apanhou por uma das mãos e me pediu para acompanhá-lo.

- Marcia me acompanhe, vou te mostrar um lugar super privado, o meu lugar secreto nesta clínica. Só entra nele quem eu quero, ou melhor, as mulheres que eu quero. Lá podermos descansar mais confortadamente.

- Fomos em direção ao famigerado laboratório de fotografias. Ao abrir a porta, ele avisou que não acenderia a luz, pois tinha fotografias em processamento. Dava para ver pelas sombras que tinham algo parecido com cartazes pendurados em varais que cortavam a pequena sala. Entramos, ele fechou a porta e me falou para segui-lo sem soltar da minha mão, até chegarmos a uma porta no outro lado do laboratório. Passamos por ela e após fechá-la, acendeu uma luz não muito forte. Fiquei boquiaberta com o que vi. Era um pequeno quarto. Devia ter uns 5 X 5 metros. A parede em que ficava a porta, bem como a outra que fazia ângulo com ela eram de cor verde musgo, da cor desses abajures; numa delas, tinha com certeza o que parecia uma entrada e saída de ar, mas sem janelas. Numa dessas paredes, havia, não sei o nome, mas vamos dizer que eram pulseiras fixadas à parede por correntes, e abaixo delas tornozeleiras também fixadas à parede, pareciam com aquelas salas de torturas medievais. A frente dessa parede também havia algo parecido com um balanço fixado ao teto por quatro correntes muito grossas e em cada corrente, havia com um espaçamento entre uma e outra, tornozeiras ou pulseiras de velcro. O Assento tinha a forma quadrada, na verdade, na tinha nada no centro, apenas as bordas e estofadas. Muito estranho, nunca tinha visto nada igual. Ainda próximo à mesma parede, tinha uma espécie de cadeira de ferro estofada, mas que parecia uma daquelas cadeiras em que nós mulheres fazemos exames ginecológicos, com lugares para nos colocar com as pernas abertas. Tudo muito estranho para mim na época. Além de tudo isso, me deparei na minha frente, com uma não muito grande cama de forma arredondada, toda estofada também em verde nas suas bordas, tendo sobre ela uma linda colcha de seda vermelha e, sobre estas 6 grandes almofadas em seda, vermelhas, verdes e brancas. Formando um ângulo de 90 graus, ocupando totalmente as outras duas paredes, por trás da cama, dois espelhos, que, com o grande espelho no teto, sobre a cama, refletiriam tudo que se passasse sobre ela para quem estivesse nela.

- Entre..., disse ele me trazendo à realidade.

- Aqui é o meu lugar secreto, aqui é o lugar do verdadeiro amor, minha área de escape. Aqui poderemos descansar um pouco meu anjo.

- Ele me conduziu pela mão até a cama, ajeitou duas almofadas como se travesseiros fossem junto a uma das partes da cama que encostava num dos espelhos, se deitou e barriga para cima e me puxou para o lado dele. Meu Deus, pelo espelho do teto, tive uma noção real de como era grande o contraste de cor entre eu e ele, bem como do tamanho de um em relação ao outro. Ele era tremendamente escuro e enorme. Acho que dava para ver só o branco dos seus olhos naquela fraca luz que estava no quarto. Como a minha cabeça ficou ao lado da dele, meus pés ficavam na altura dos seus joelhos, sem falar que ele bastante obeso. Outra coisa que não pude deixar de reparar que seu pau negro era muito grande. Mole entre suas pernas, sua cabeça passava da metade de suas coxas. Ele não me disse nada, mas pelo espelho, podia ver também seu olhar que deveria estar pensando a mesma coisa que eu. Percebi que ele dormiu primeiro que eu. Embora cansada por tudo que havia feito, demorei um pouco mais para fazer o mesmo, talvez impressionada pelo que estava venda. Ele estava quase que roncando, e, por curiosidade, coloquei minha mão no seu pau e tentei abraçar com os meus dedos. Estava curiosa para sentir ele mole na minha mão. Era mesmo muito grosso, grande e pesado. Não consegui, mesmo mole, envolve-lo com uma mão. Dava prá sentir o sangue pulsando nele e antes que o despertasse, soltei ele e finalmente adormeci.

- Sinto algo quente e úmido em meus lábios e vou abrindo os olhos vagarosamente e sinto uma certa surpresa ao ver aquele rosto negro junto ao meu, me beijando os lábios e aos poucos vou me lembrando da minha situação.

- Acorde minha branca de neve, já descansamos o bastante. Venha, enquanto você dormia, eu preparei a banheira de hidromassagem para a gente, vamos.

- Me espreguicei, não falei nada, e atendendo seu gesto dei minha mão para ele e fomos novamente em direção ao banheiro. Chegando junto a hidro, ele tirou minha calcinha, entrou primeiro nela, sentou-se e me fez sentar ao seu lado, para logo em seguida dirigir novamente sua boca contra a minha, me beijando com paixão, de forma demorada, sua língua invadindo a minha, procurando pela minha. Enquanto ele sorvia a minha língua, apanhou a minha mão e levou até seu pau negro que novamente estava mais duro que pedra. Se mole minha mão não conseguia envolvê-lo, duro do jeito que estava naquele momento era impossível. Com minha mão sob a dele, ele começa a massagear o seu pau, me mostrando o que estava querendo e como estava querendo. Captei o que ele queria e sem desgrudar nossas bocas, comecei a massagear seu pau devagar. Ele tira sua mão da minha e começa a brincar com seus dedos na minha buceta. Mesmo com a água, no início estava um pouco desconfortável, mas, pouco tempo depois com uns três dedos lá dentro massageando minha vulva; ele sugando minha língua, a sensação de desconforto passou. Um calor foi tomando conta do meu corpo e eu já estava entregue mais uma vez ao prazer da carne. Ele tira os dedos da minha buceta e senta na borda da hidro. Volta a segurar a minha mão sobre o seu pau, ditando o ritmo da massagem que eu fazia no seu longo tronco negro. Também sai d’água, ficando de quatro sobre a borda da hidro sem parar de masturbá-lo. Aos poucos, aquele pau negro passou a expelir um líquido incolor e melado, que aumentando a medida que eu continuava com os movimentos da minha mão. Como que hipnotizada com aquela monstruosidade de pau, aproximei minha boca e engoli a sua glande de uma vez só, comprimindo meus lábios em sua volta e sugando-o com fervor, arrancando do Dr. Joaquim um gemido alto de tesão, seguido por outros provocados pelas ações da minha mão e da minha boca na sua ferramenta preta. Eu estava com certeza desempenhando o papel de uma escrava sexual. Ele em dado momento interrompeu a minha tarefa e enfiou dois dedos de sua mão na sua boca, pedindo para mim que os sugasse e lambesse, assim o fazendo por alguns instantes, depois, ele me fez voltar a chupar seu pau ao mesmo tempo que começou a massagear a entrada do meu cuzinho com os dedos que eu acabara de lamber. Ele repetiu isso por algumas vezes, uma hora enfiando os dedos na minha boca, outra hora acariciando a entrada mo meu rabo com eles. Fiquei preocupada com isso, com a intenção dele em brincar com o meu rabo, ali eu era totalmente virgem e pretendia ficar assim, ainda mais imaginando o quê ele poderia pretender além de só massagear meu rabo com seus dedos. Essa brincadeira foi aumentando, ele também começou a enfiar os dedos na minha buceta, lubrificando eles com os meu fluídos que já eram intensos, e voltava a massagear meu ânus, o quê apesar do receio já me dava arrepios de tesão, provocando em contrapartida, gulosas mais intensas de minha parte na glande daquele pauzão.

- Dr. Joaquim, em dado momento se levanta sem falar nada, num gesto brusco, faz eu ficar em pé, me apanha no seu colo e sem nos secar, me leva novamente para sua sala me deitando suavemente sobre o mesmo divã em que eu sentei sobre ele enquanto conversava com Lúcio ao telefone. Então ele se dirigiu até sua mesa e apanhou um pequeno frasco que tinha em uma das gavetas, voltando até mim, se ajoelhou ao meu lado, me deu um beijo muito quente na boca, voltou a ficar de pé ainda ao meu lado e com suas mãos na minha cintura, fez com que eu ficasse de quatro ao mesmo tempo que enfiou novamente seu enorme pau na minha boca. Voltei a sugar aquele mastro preto com a mesma intensidade de antes. Ele com suas mãos, ajeitou minha bunda, de forma que ela ficasse um pouco empinada e minhas pernas um pouco mais abertas, voltando a enfiar seus dedos na minha buceta e depois com eles massagear meu rabo. Isso estava mesmo me causando uma sensação gostosa eu já estava mais tranqüila, achando que ficaria só nesse tipo de brincadeirinha, até que ele para de repente, se abaixa, apanha o frasco e espalha um pouco do seu conteúdo pelos dedos, me dizendo para eu não parar de chupar seu pau. Continuei então a chupá-lo, quando senti que algo pressionava a entrada do meu ânus, extintivamente, cheguei meu corpo para frente ao mesmo tempo que segurei o braço dele, lhe pedindo que não fizesse aquilo, tal qual fiz quando ele pediu naquela manhã para eu chupar o pau dele pela primeira vez. Desta vez, ele simplesmente me disse para eu relaxar, que ele comeria meu cuzinho de qualquer jeito e, que eu relaxada, sentiria apenas dor nos primeiros momentos, até que meu esfíncter se acostumasse com o pau dele. Que depois disso, fazer sexo anal com um pau grande e negro passaria a ser uma necessidade para mim. Que ele tinha muita experiência em desvirginar rabos de mulheres, principalmente de mulheres brancas. Que ele saberia fazer com todo o cuidado e carinho, mas precisaria de mim totalmente calma, que eu me entregasse sem medo. Falando isso, voltou a enfiar o pau na minha boca e voltou a penetrar meu ânus com um dedo, que, mesmo muito lubrificado encontrou muita resistência. A medida que entrava, além de doer um pouco, foi me causando uma sensação de calor. Ele me dizia para relaxar e para continuar sugar seu pau. Senti quando seu dedo penetrou totalmente na minha bunda. Talvez por ele estar bem lubrificado, a dor se estabilizou, mas o calor tinha aumentado, afinal o dedo do Dr. Joaquim era bastante grosso também. Passados alguns segundos, ele iniciou a tirar vagarosamente seu dedo para fora, ao mesmo tempo que movimentava ele forçando as minhas pregas para os lados, procurando alargar as paredes do meu ânus. Ao chegar a ponta do dedo na entrada do meu cuzinho, ele voltava a enfiar de novo, sempre forçando minhas para os lados. Ele repetiu isso muitas vezes, enquanto eu permanecia chupando seu pau que fervia na minha boca. Meu rabo já estava acostumando com aquela brincadeira nova, pois não sentia mais dor. Eu sentia minha buceta também piscar de tesão pelo que estava acontecendo. Eu já estava gemendo de prazer, já estava relaxada, até que senti meu ânus voltar a arder novamente. Senti também uma das Mãos do Dr. Joaquim segurar minha cabeça no seu pau, enquanto me falava para eu ter calma e continuar, que agora este estava enfiando dois dedos, o indicador e o médio ao mesmo tempo. A dor foi forte no começo e aumentou à medida que ele me penetrava. Tal como antes, ao seus dedos estarem totalmente lá dentro, ele deu uma parada, com certeza para me acostumar e quando percebeu que eu estava mais calma, foi retirando com o mesmo movimento de forçar as paredes do meu esfíncter. E da mesma forma como foi feita com o primeiro dedo, chegou a vez do terceiro dedo, o anelar e, mais um tempo depois, o quarto dedo, o minguinho. Não acreditei quando ele, até certo ponto eufórico, anunciou que meu rabinho virgem, estava com quatro de seus dedos enterrados nele. Acreditei menos ainda quando senti meu quadril rebolando de tesão com rabo preenchido pelos dedos enormes daquele negão. O tesão que tomou conta de mim era indescritível, me fazendo quase engolir por inteiro aquela benga preta, mesmo engasgando por várias vezes. A certo ponto, o Dr. Joaquim já não resistindo ao que queria fazer comigo, tira seu pau e seus dedos de mim, vai até o quarto secreto e volta com um almofadão, colocando-o na beirada do divã, me pedindo que eu me debruçasse com meu púbis sobre ele. Eu entorpecida pelo tesão, embora com muito medo, deixei as coisas irem em frente. Sabia o que ele faria, mas naquele momento, já não me importava mais, eu estava querendo saber dos meus limites. Me ajeitei sobre o almofadão, minhas pernas firam para fora do divã, minha bunda empinada para cima e meu rosto deitado sobre o divã. Olhei para ele e disse chorosa:-

- Dr. Joaquim, por favor, faça com cuidado, se doer muito e vou pedir para o senhor parar, pode ser? Eu nunca fiz isso!

- Fique calma meu bem, relaxe, eu sei fazer com muito carinho. Até pode ser que doa um pouquinho no começo, mas se você estiver bem relaxada, como estava acontecendo com meus dedos, logo, logo você vai estar pedindo mais, confie em mim querida!

/...Continua:-


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Comentários

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17/09/2019 22:25:29
Adorei
09/02/2016 10:32:24
Show
20/01/2016 23:45:29
Nossa que tesão de conto , não tem como não ficar com o pau duro, em imaginar a cena da ruivinha engatada com o negão.


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