AHHHHHHHHHHH, NÃO QUERO GOZAR!!!

Um conto erótico de Ehros Tomasini
Categoria: Heterossexual
Data: 12/12/2015 01:42:36
Última revisão: 12/12/2015 01:52:53
Assuntos: Heterossexual, Anal, Oral

O CRIME DOS VIEIRA DE MELO - Parte 24

Só depois dele gozar é que Violeta pode ver seu estuprador. Espantou-se com o negro Malaquias vestindo as roupas novas e caras do sinhozinho. Percebeu que elas estavam sujas de sangue. Perguntou, assustada:

- O que vosmecê está fazendo vestido nessas roupas, negro infeliz? Por acaso matou o filho do nosso patrão?

- Não, preta. Não matei nosso sinhozinho. Mas matei o desgraçado que atirou no nosso irmão de cor. Acabei com ele a cacetadas, como se mata um porco. E ele estava vestido com essas roupas.

- Cruz e Credo, homem. E porque vosmecê voltou para cá? Os feitores estão doidos pra te pegar. Acham que tu arribasse lá pras bandas dos quilombos!

- Voltei porque tinha prometido a tu, preta, que te libertaria daqui. Voltei pra te levar comigo - Malaquias tinha uma expressão apaixonada no rosto.

- E o que faríamos nesse mundão afora, sendo perseguidos e sem dinheiro, homem de Deus?

O negro meteu a mão numa bolsa de couro que trazia dependurada na cintura, abriu-a e mostrou seu conteúdo à escrava.

- Veja, dinheiro nós temos muito. E não precisamos fugir. Compramos nossa alforria ao nosso patrão.

Violeta esteve por uns segundos de olhos arregalados a ver tantas moedas juntas. Mas logo balançou a cabeça negativamente:

- Não. Vosmecê está sonhando. Nosso patrão é bem capaz de aceitar esse dinheiro e depois mandar nos seguir e nos matar.

- Eu voltei também para roubar mais armas e mais munição. Sou um guerreiro e posso muito bem cuidar de nós dois.

- Eu tenho muito medo, Malaquias. Estou acostumada aqui na senzala, mais agora que fiz amizade com Donana.

- Donana é uma pessoa boa. Mas não é capaz de peitar nossos senhores. Então façamos assim: eu deixo dinheiro bastante pra tu pagar tua alforria. Quando vosmecê se decidir, vai ao meu encontro no Quilombo dos Palmares, está bem?

A negra esteve pensando por algum tempo, depois disse:

- Eu corro o risco de ser apanhada com esse dinheiro comigo e vão dizer que roubei dos patrões. Não quero. E também não sei porque voltou por mim. Nunca demonstrou interesse por esta negra, mesmo.

Malaquias a beijou de forma afetuosa. Apenas tocou seus lábios com os dele. Então, confessou:

- Eu sempre tive interesse por vosmecê, mas demorei a aceitar teu segredo. Ademais, quando soube que essa negra estava de rabo virado pro sinhozinho, juro que fiquei enciumado. Mas se fugirmos juntos, teríamos apenas um ao outro.

- Eu... sou apaixonada por outro homem - disse cabisbaixa a escrava.

- Ele é desta senzala? - perguntou com raiva o negro.

- Não. E eu nem sei de onde ele é. Eu o vi apenas uma vez, mas bastou para tocar meu coração.

Malaquias levantou-se e guardou o pênis lambuzado dentro das calças. Apanhou a bolsa com o dinheiro e jogou umas moedas no chão.

- Tome. Pague sua alforria ou guarde para gastar com teu homem. Não mais me importa. Espero que seja feliz com ele.

O negro deu meia volta e dirigiu-se em direção à casa grande. Pouco depois Violeta o viu saindo com dois bacamartes e uma garrucha, além de uma bolsa de couro onde deveriam estar guardadas a pólvora e as bolinhas de chumbo. Foi embora sem se voltar para Violeta. Esta ficou na dúvida se ia ou não com ele. Quando decidiu-se a correr em sua direção, o negro já havia desaparecido de suas vistas. Ela caiu ajoelhada no chão e se pôs a chorar. Depois voltou depressa para onde tinha deixado as moedas espalhadas no chão, juntou-as todas e foi enterrá-las ao pé de uma árvore perto. Em seguida, voltou para a esteira onde foi fodida pelo negro e continuou seu pranto.

*************************

Três noites depois, Ana ouviu tropéis de cavalos se aproximando em disparada da casa grande. A lua nova brilhava bonita lá no céu e ela pode ver quatro cavaleiros se aproximando em disparada. Reconheceu Bernardo Vieira na dianteira. Um negro e um branco os seguiam. O branco puxava uma montaria com um homem arriado sobre ela. O coração de Donana quis sair pela boca.

Desceu até a sala e já encontrou D. Catarina lá, procurando armas. Perguntou se Ana sabia onde estavam os bacamartes que viviam dependurados na parede. Com a negativa da moça, olhou para ela toda desconfiada. Donana não lhe deu atenção e voltou para o seu quarto. Lá, pegou a arma que usara para enfrentar Ortega. Dessa vez muniu-se de pólvora e balas. Voltou às carreiras a tempo de ver os ginetes acercarem-se da residência. Quando viu seu marido ensanguentado sobre a sela, correu para ele.

- Depressa, precisamos estancar a hemorragia - disse uma voz conhecida.

Quando Donana encarou o dono daquela voz, ficou lívida. Até gaguejou:

- Vo-vosmecê?

O jovem João Paes Barreto reconheceu sua amada no mesmo instante. Mtumba, que o acompanhava, também cumprimentou a sinhazinha:

- Como vai a senhorita? Faz bastante tempo que não a vemos.

Bernardo Vieira olhava para os três, incrédulo.

- Quer dizer que vosmecês se conhecem? Agora entendo a insistência em nos ajudar...

- Está enganado, senhor. Não sabíamos quem vosmecês dois eram. Nós apenas quisemos ajudar um homem ferido.

Mtumba retirou o sinhozinho da sela e levou-o nos braços para dentro da casa, sem se intrometer na conversa. Dona Catarina indicou a mesa da sala e ele deitou o jovem ali. O negro lhe rasgou a camisa e o colete de tecido fino, expondo o tiro na barriga. Dona Catarina assustou-se com a gravidade do ferimento, mas correu imediatamente para a cozinha, para ferver água. Bernardo Vieira, percebendo os olhares da moça para o forasteiro, mandou que ela entrasse imediatamente. Entrou também, sem nem se dignar a pedir que o jovem o acompanhasse.

Aldo Paes Barreto gritou por Mtumba. Logo o negro apareceu à porta com as mãos ensanguentadas.

- Vamos embora, velho amigo. Se fomos seguidos, não convém sermos encontrados aqui. Essa luta não é nossa e o dono da casa me tratou muito mal. Não merecem a nossa ajuda.

Dona Ana ouviu o barulho de cavalos se afastando da casa e correu para fora, ignorando a ordem de Bernardo e sua esposa para que ela não se atrevesse a sair. Mas a dupla de cavaleiros já estava longe. Viu quando a negra Violeta correu ao encontro deles.

- Leve-me consigo, meu rei - gritou a escrava, ao reconhecer Mtumba.

Mas o negro guerreiro não a ouviu, ou não quis ouvir. O tempo urgia e os dois se afastaram da residência a galope. Violeta caiu novamente ajoelhada ao solo. Seu pranto recomeçou. Os negros que a tudo assistiam de dentro da senzala, mas que estavam todos agrilhoados, não sabiam o que estava se passando. Ana de Faria caminhou até a escrava e ajudou-a a se levantar. Disse baixinho ao ouvido dela:

- Eu sei que vosmecê quer fugir desse engenho, mas não fique triste: eu mesma prometo um dia libertá-la daqui.

Violeta agarrou-se com a sinhazinha e seu pranto tornou-se soluçante. Disse frases inteligíveis para a moça. Aí Ana lembrou-se de que seu marido estava agonizante sobre a mesa. Voltou às pressas para lá, mas D. Catarina já havia retirado a bala com uma pinça e estava a enfaixar a barriga do rapaz. Pediu ajuda a Donana, que acudiu rápido.

- O que foi que aconteceu? - perguntou a moça dirigindo-se ao Vieira pai, mas sem olhar para ele.

- Isso é assunto de homens. A senhorita termine de ajudar minha esposa e depois retire-se para o seu quarto. Amanhã conversaremos.

Donana olhou para o marido e constatou que este estava desacordado. Sem pedir licença, fez o caminho em direção ao seu dormitório. Lavou as mãos sujas de sangue e deitou-se na cama, de costas. Ficou pensando no jovem Aldo Paes. Bateu-lhe um fogo repentino, ao recordar as fodas gostosas com ele. Então, ouviu um barulho na janela. Era Violeta que transpunha o portal e adentrava no quarto.

- Eu vim me despedir de Donana - disse a negra triste.

- Não Violeta, vosmecê não pode me abandonar agora que meu marido está bem mal. Ajude-me a cuidar dele e prometo-lhe eu mesma libertar vosmecê.

- Donana conhece o moço que esteve aqui, não é mesmo?

- Sim. Foi o meu primeiro amante. Se bem que continuei virgem. É uma longa história que até me deixa excitada.

Violeta olhou para o ventre da sinhazinha e percebeu que ele serpenteava de tesão. Levantou a saia da jovem e arriou suas roupas de baixo. Donana suplicou:

- Não, Violeta. Eu não consigo. Meu marido está entre a vida e a morte, lá embaixo.

Mas a escrava não ligou para as súplicas da moça. Meteu a boca na boceta dela, lambendo-a ali. Ana de Faria tentou afastar-lhe a cabeça, lutando contra o prazer que a chupada lhe proporcionava. Depois não resistiu mais. Abriu bem as pernas e pediu que a negra lhe fodesse gostoso. Violeta lhe introduziu um, depois dois dedos no ânus, continuando a chupá-la. A sinhazinha gemeu alto. Ela mesma tapou a própria boca para não ser ouvida. A escrava começou a mexer com os dedos introduzidos no cu de Ana, causando-lhe enorme prazer. Ela lembrou-se do enorme caralho do moço quando este lhe invadiu as pregas pela primeira vez. Deu vontade de defecar, como acontecera à beira do rio, e ficou com vergonha perante a escrava. Pediu que ela parasse. Aí a negra enfiou-lhe mais um dedo no cu e Donana não se conteve mais. Voltou a tapar a boca e gozou convulsivamente, expelindo um forte jato de líquido esbranquiçado no rosto na negra. Tentou contrair o ânus, mas Violeta enfiou-lhe mais um dedo, invadindo com eles o seu cu. A negra fez um bico com as falanges e adentrou o rabo de Ana com os quatro dedos.

Então a escrava retirou a mão de uma só vez. Ana de Faria teve novo orgasmo, dessa vez pelo ânus. Expeliu um jato de fezes sujando a cama e a mão de Violeta.

FIM DA VIGÉSIMA QUARTA PARTE


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