A dama na sociedade a puta na cama

Um conto erótico de Gland
Categoria: Heterossexual
Data: 10/04/2012 20:17:32

A dama na sociedade e a puta na cama

Sábado de tarde. Abril, ainda fazia calor. Eu estava bem à vontade. Com uma bermuda de algodão sem cueca. E uma velha camisa de malha, bem fresquinha — daquelas, de estimação — e tênis. Sou divorciado, cinquentão, em forma, moro sozinho e ia fazer uma caminhada pelo bairro. A cidade é do interior mineiro.

Quando estava abrindo o portão da rua escutei barulho de derrapagem de moto e um grito. Em frente minha casa a mulher estirada ao chão gemendo. Ah... ...e motoqueiro, já distante, saindo em disparada, sem prestar devido socorro.

A vítima era loura, tinha pele clara, lisa e bonita. Ela estava com algumas escoriações. A saia curta suja do tombo. A blusa rasgada no decote punha à mostra seus seios grandes.

Quando me aproximei vi que nós nos conhecíamos, já havíamos conversado algumas vezes e trocávamos sempre cumprimentos simpáticos. Era Luisa uma famosa professora de Faculdade, diretora de escola, palestrante renomada, cheia dos cursos e de prestígio naquela região.

Que mulherão! Porém casada. O marido empresário era um galinhão, que bebia demais, se achava e aprontava todas, vivia a botar-lhe chifres e a desfilar com garotas novas para se exibir.

A Lu tinha lá uns quarenta e tantos anos, filhos casados e netinho. Havia sido linda e gostosa e conservava ainda esses traços. Moderna, vestia-se bem. E sem o menor constrangimento de mostrar as grossas e bem torneadas pernas e os fartos seios. Isso para delírio de alunos. E olhares furtivos de homens até respeitáveis, entre os quais me incluía. Mas ninguém ousava cantá-la, devido à austeridade que sua forte personalidade impunha.

De fino trato, Lu era socialite e superelegante. Daí seu constrangimento de estar — e o pior, de ser vista — rolando na rua e de pernas pro ar! Que situação, coitada! Algo inimaginável. Para quem a conhecia podia supor que a cena lhe representava um vexame. E esse fato, em sua cabeça, era mais grave do que o próprio acidente. Ainda bem que somente eu testemunhei... ...e a bela vítima me tinha na conta de homem discreto.

Eu a ajudei a se levantar. Prontifiquei-me leva-la ao hospital. Ela sem graça, agradecia e recusava. Aí, convidei-a a entrar. E a mulher ainda triste, esboçou um sorriso dizendo da satisfação por encontrar uma pessoa conhecida. Relutou e acabou aceitando. Explicou o acidente. Seu carro deu defeito. E quando ela saía dele e se encontrava sob a sombra de uma árvore, na beira da rua, acionando o telefone celular para pedir socorro ao mecânico, foi colhida pela moto.

Lu não havia sofrido nada de grave. Como ela estava um pouco zonza passei os braços sobre seu ombro e a conduzi para minha casa.

— Charles, por favor, gostaria de ir ao toalete — disse-me.

Busquei sua bolsa no carro dela e juntamente com a toalha mais bonita que eu tinha em casa, bati levemente na porta do banheiro e lhe entreguei. Nesse ínterim liguei para o mecânico pedindo-lhe reboque. Logo, logo ela saiu. Dei-lhe água e uma caixinha de primeiros socorros. A mulher passou methiolate nos braços e nas pernas que ardiam. Ela me pediu licença e deitou-se no sofá. Estava exausta, dizia. Fechei as cortinas das janelas e deixei o ambiente na penumbra para que ela se descansasse. Seu rosto no escurinho, sob seu corpo uma facho de luz. Preparei-lhe um suco de maracujá bem geladinho, dizendo-lhe que era para ficar mais tranquila.

O mecânico se anunciou no interfone. Fui a seu encontro e dei-lhe as chaves do carro. Disse à mulher que não se preocupasse que eu a lavaria mais tarde. Ela deu um largo sorriso de alegria por tanta presteza.

— Gosto de homem assim, decidido. Você é mesmo especial... Chegue até aqui, agache-se próximo de mim. Quero lhe dar um beijo no rosto em agradecimento por tanta amabilidade — disse-me Luisa.

— Você é uma mulher educada e bonita, merece ser tratada na palma da mão — eu respondi enquanto me curvava para receber seu beijinho.

Ela dependurou-se em meu pescoço, levantou o rosto, beijou-me a face. E soltando-se abruptamente de mim, como se escorregasse lambeu meus lábios os umedecendo com sua língua molhada.

— Hummmmmmm, desculpe-me quase beijo sua boca — ela disse com voz sacana.

— Fique à vontade, não precisa se desculpar senti-me premiado — eu respondi.

Luzia perguntou-me se eu podia passar o remédio em suas costas. Para atendê-la prontamente, sentei-me no sofá ao seu lado, relando-me ao seu corpo quente.

— Minhas coxas é o lugar onde mais dói, olhe os machucados... — ela esticou as pernas levantando mais a saia insinuando que eu olhasse.

— Pôxa, que hematoma! — Eu lhe disse me curvando-me e colando o corpo sobre o dela.

Em ato contínuo eu assoprei os ferimentos de suas coxas. Ela sentindo-se o alívio deu um suspiro de satisfação, agradeceu e disse-me que eu era muito gentil e carinhoso. E que naquele momento estava ainda muito assustada. Começamos uma conversa descontraída, inteligente e simpática.

— Eu me sinto carente, necessitando de atenção. Gestos carinhosos assim como o seu assopro me fazem bem psicologicamente. Preciso de um bom colo — disse-me Luisa com um sorriso e uma piscadinha de olho marota.

— Quer colinho? — sorri e continuei — então venha pro meu — eu disse-lhe, batendo a palma da mão sobre a coxa.

— É o que mais quero! E você caiu do céu para mim. Está me dando atenção especial e um carinho que me comove. Você é um gentleman — Lu falou olhando-me nos olhos.

Alisei vagarosamente seus cabelos louros e macios. A mulher de provocante blusa decotada e saia justa e curta, como uma gatinha remexeu-se. E mansamente pôs a mão sobre meu joelho e a deslizou sobre a perna. O toque me deu doce e incontrolável sensação acelerando as batidas do coração

— Ah que bom! Há quanto tempo homem nenhum me encosta. Estou carente de tudo. Quero literalmente seu colo — Lu simulou um tom safadinho.

— Venha, deite-se no meu colo, quero lhe fazer cafuné... — falei-lhe enquanto deslizava a mão sobre seu ombro.

— Estou até arrepiada de tão carente e emocionada — ela disse enquanto escorregava a nuca sobre minhas pernas.

— E seu marido? — perguntei-lhe.

— Há mais de ano não temos relações. Ele me esnoba e só quer menininha — Lu se lamentou.

E simultaneamente ao que falava, agia. Sua mão branquinha se agarrou à minha perna moreno-clara. Ali se escorou para pousar a cabeça sobre minha coxa. Senti o abdômen coberto pelos cabelos esvoaçados. Em gesto felino, Lu espreguiçou-se e se acomodou como se estivesse no ‘travesseiro’ de estimação. Ficou enconchada. Suas pernas roliças, grossas, de pele clara, contrastavam com a saia preta e com a calcinha de lingerie também preta. Via-se em destaque o bumbum arrebitado, no sinuoso corpo deitado sobre o sofá.

— Ah, que colinho gostoso. É tudo que quero meu amor! — Lu em voz docemente melódica completou com um suspiro de quem se sente em casa.

Comecei a fazer-lhe um cafuné. Ela seguidamente respirava profundamente e soltava o corpo. Alisei-lhe as costas peladas, a nuca e os seios. Seus mamilos ficaram enrijecidos, sua pele arrepiada e sua respiração ofegante! E incontinente meu pau ficou duro.

Em busca de posição mais confortável, ela mexeu com o corpo. E empinou mais a estonteante bunda a oferecendo-me. Eu a alisei e ela rebolou em minha palma. Sua mão segurava minha perna, apertando-a e soltando-a rapidamente. Com a nova posição sua boca relou em meu pênis sob a roupa. Sentia sua respiração sobre ele. Em seguida seus lábios o tocaram e o beijaram. O pau deu umas estocadas e ela lhe deu umas mordidinhas sobre a calça, cujo tecido senti gostosamente úmido de babado.

— Nossa! Que pau gostoso você tem! — Lu exclama.

Enquanto eu passo as mãos sobre sua bunda e desço-lhe a calcinha, alisava seu reguinho ela piscava o cuzinho em meu dedo e abaixava minha calça para lamber meu pau.

— Delícia de cacete! Totalmente ereto, sem nenhuma curvatura, liso, perfeito, obra de arte: escultura, perfume francês... ...vou chupá-lo e admira-lo — a mulher estava em transe.

Eu tirei sua roupa, ela tirou a minha. E nus, deitamo-nos na posição de 69. Lambi seus lábios vaginais e em seguida introduzi a língua em sua bocetinha quente e molhada. Enquanto isso ela mamava meu cacete com maestria. Meu pau entrava e sai, deslizando-se sobre sua língua que o babava freneticamente em som característico e que me causava êxtase.

— Chupa meu clitóris, meu bem. Faça-me gozar! — Lu, grita.

— Lamba e saboreia meu caralho, ponha-o inteiro na boca e engula o melzinho que sai, minha putinha — eu lhe falei.

Seu grelinho que estava duro e ereto era lambido e sugado. A boceta encharcada.

Eu pus camisinha ela abriu as pernas e o cacete entrou xoxota adentro. Ela mexia, remexia, gemia de prazer. Eu dava-lhe estocadas e ela as sentia movimentando-se. Pedia mais, mais.

— Mete, mete, ponha tudo em minha boceta, amor! — ela pedia.

Ficamos alguns minutos gemendo, sussurrando, suando até gozarmos.

Fomos tomar um banho e voltamos. Combinamos de descansar, tirando um cochilo. E assim fizemos.

Ela deitou-se em posição fetal e eu a abracei pelas costas. Fiquei alisando seu rosto e seus cabelos. Ela relaxou-se. Fizemos silêncio e adormecemos.

Acordei com sua bunda relando em meu pau. Ela peneirava as nádegas sobre meu cacete que ficou duro.

Passei os dedos em sua boceta que estava transbordando de mel e untei bem meu caralho e também a porta de seu cuzinho. Ajeitei bem. O cacete deslizava no reguinho se molhava na boceta e se posicionava no rabinho adentrando o anel que se abria e fechava num pisca-pisca eletrizante.

— Rebole meu bem, meu pau está entrando em seu cuzinho enquanto eu vou tocar-lhe uma siririca — eu disse-lhe com voz ofegante.

— Coma meu cu, meta, meta, meu macho! — ela respondeu enquanto mexia os quadris.

Foi uma das grandes fodas que tirei. Uma grande mulher, quente, sexy, carinhosa e que gostava de meter.

Na manhã seguinte encontrei-me com seu marido no supermercado. Comentei com ele sobre o acidente da esposa. Ele com um riso desinteressado deu de ombros e respondeu-me:

— Ela se encontrava em boas mãos. Naquela hora eu estava com a namoradinha — e completou com uma gargalhada irritante.

Telefonei para Luisa e marcamos novo encontro. Com discrição eu e ela mantivemos um relacionamento a partir daí. Saía até faísca.

Enquanto escrevo o texto ela está me chupando, gemendo e babando em meu pau...


Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Gland a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Parabéns pelo conto nota 10

0 0
Foto de perfil genérica

Adorei, parabéns. Obrigada pelo comentário no meu conto. Bj

0 0
Foto de perfil genérica

O conto é excitante pela realização da fantasia e pelo inesperado. Um cenário propício e convidativo. minha mulher ficou com inveja. dez, com louvor.

0 0
Foto de perfil genérica

Caralho que delicia de conto tire fotos dela e mande pra nós. Sigilo

0 0
Foto de perfil genérica

Parabéns pelo conto,e nota mil por vcs dois,boa sorte pra vcs...bjss

0 0


mulher dá o pintinho para o homem e mulher gostosinha peladinha gostosinha gostosinha cheirosinha da bundinha gostosinhaxvideos calibrosaso velho me comeu conto eroticosexo com tapas na cara.puxau de cabelosmulher com caucinha supe fio dentau /texto/201806272achei as calcinhas da cunhadinha no cesto.comfiho pego mae rabuda dormindo sem cauzinha incestoconto erotico mae e filho parte 5bomtuda pornopegol oirmao batendo puhentaconto mulher tarada oooh como é gostoso da o cu para varios homensnora safadas descobri que sogro tem a pica enorme/texto/201805472/tema/saudade/melhorescontos podolatria/texto/201102662contos erotico gay com meu afilhado/texto/2015021514contos eiroticos leilaporncomendo meu melhor amigoMeus amigos me foderam bebada contosporno com mae mae tentando risis tirconto chupou minha bucetinha e pigou vela Conto erotico minha esposa ruiva 8xvidio minha esposa na zoofeliaconto maconheiro loirinhoamiguinhos emos loirinhos fazendo sacanagemcontos.porno gay um.namoro americano cap 29xvideos gays hot boys porteiro comedo o morafoconto erogico cabaco perdido com profesor caralhudoContos podolatras-2019ler contos eroticos de padres reaiscontoerotico eu,namorada, minha mae e tio jorgexvideo pau pesado na sunga marcado direitinhopadato estpado aentiaddaan american tales conto eroticoxv metendo com olho liso so empurra xvideosopa escurreguei na pica gayContos eroticos fui fodida feito vadia e chingada de puta pelo meu sogroPeguei minha prima usando uma lingerie branca transei com ela gostoso até gozar na bocatranquei o quarto comi minha irmã 1minuto xvideosContos eroticos comendo o cuzinho do guripassando a mao no decote e chupando os peitosNa china rapta crinhaça para foder com elas porncontos eróticos dermatologistas safadasnovinhas e mulheres de blusinha degotada sem sutiã aparecendo os peitosxxx bucetas família sacanafodendo atia demadrugada quando todo mundo dormiHESTORIAS DE VIDA DE TIAS QUE FODEM COM SEUS SUBRINHOcontos inversaoxxvideosamoSogra impatando foda xvideodei de mamar pra meu marido e pro meu cunhado amamentaçao adulta conto eroticocontos eiroticos leilapornminha tia mandou eu esfrega no banheiro tomando banho ela e eu comi ela a forsa ja que nao tinha ninguem e casa contos herotconto erótico depiladora travesticontos eroticos gordinha foi provocar macho se deu mao ele com baita dum pau socou na buceta dela ela chorava ai minha bucetinhaxxx18porno lubrificando o cu com manteiga e socando a mao infeira dentro deleConto erotico casada polpinha bundaonem te conto anal em motelhomem de canastrão chegando em casa de mulher querendo dar a b***** delaesposa gostosa de chorte cortinho seesfregando em outro machosnegro enraba minha mulher contospai do pau cabesudo atlando na buceta da filhaconto erodico manege mae paecontos eroticos proibidos menininhanegao pega a loira gostosa de conchinha e corno adoraconto erotico noiva bebadaxisvido filha passando a mao/texto/2023011533filiho afuder amaiconto picante com a madrinha e noivatarada nuonibuConto de incesto pai tranzano com filha de doze anocontos eróticos menina 25 anos transando com cachorro Calcinha Preta com lacinho vermelhobucetinhasequinhapornodoido ela prguntou se doi dar o cuzinho.delicia de cunhada mas nao me da xanse de comela contos eroticosesposa comenta da grossura da picacontos eroticos namorado de mamãe tem piça ggpais prende filha no quarto com irmão ele mete e gosa dentro da bucetadepravadacaoaenchi for anel sex