Sabrina, uma Boneca com "C" maiúsculo...

Um conto erótico de AlWolf3D
Categoria: Homossexual
Data: 10/05/2011 12:58:14
Última revisão: 10/05/2011 13:18:02

Sabrina, uma Boneca com C maiúsculo...

Meus prezados, meu nome é Alberto, tenho 40 anos, olhos azuis, cabelos castanhos, corpo malhado de academia e sou casado com Camila, uma balzaquiana, morena, tarada e muito putinha entre quatro paredes. Nos conhecemos há muito tempo, nos casamos e na busca de prazeres que apimentassem e perpetuassem nosso casamento, ela, por acaso e seguindo um impulso, talvez vingativo, talvez instintivo, me estuprou e me iniciou na arte da inversão, despertando um prazer oculto dentro do meu lado hétero e masculino.

Conforme relatei em meu conto Um delicioso Travesti me deixou todo arregaçado.... Eu tive uma experiência que me deixou com muito tesão ao ponto de querer conhecer e curtir cada vez mais essas deliciosas pessoas que tem o melhor dos dois sexos: a beleza, feminilidade e graça do sexo feminino e a voracidade do uso da ferramenta de seu lado masculino. Eu admiro cada vez mais os Travestis e me pergunto o porquê delas quererem efetuar a mudança de sexo. Para mim elas são perfeitas em seus mistérios e nos enfeitiçam com a sua capacidade de ocultar seu lado sexual, nos proporcionando surpresas incríveis. São lindas, perfeitas e devem continuar como são.

Como ja disse em outros contos, costumo viajar a trabalho e normalmente levo meu laptop. Já no hotel costumo fuxicar em sites eróticos. Desta vez eu havia ido à Brasília e vi um anúncio de uma boneca, cujo nome fictício é Sabrina, onde em seu perfil constava seus atributos e seu dote. Daí surge o título deste conto que é o C maiúsculo. O C é de Cacete, uns 23 x 5,5cm e de Cú, pois tinha uma bunda maravilhosa e engolia com maestria minha rola. Os detalhes contarei a segur.

Eram cerca de 20h00 e eu já havia me banhado, tomava uma dose de whisky enquanto navegava pela internet. Vi o anuncio de Sabrina e anotei o telefone. Afinal a minha primeira experiência com uma boneca, no Rio de Janeiro em deixara com vontade de quero mais.

Havia passado 4 meses que somente minha esposinha abusava de mim, sendo este ritual realizado pelo menos uma vez por mês. Ela sabia que quanto mais demorasse mais eu me entregava aos seus caprichos.Ela ficava mais eufórica no dia que escolhia para me comer e desde cedo me olhava com tesão, passava a mão em minha bunda e me puxava em um canto da casa para lamber meu mamilo, descer até minha pica e dar umas chupadinhas para me deixar totalmente entregue a ela.

Com todo esse tempo sem levar algo no rabo, você fica carente e consequentemente em uma situação como essa, meu anel piscava incontroladamente pensando nos prazeres que Sabrina poderia me proporcionar. Fiquei muito tesudo quando liguei para ela e marquei um encontro em seu privée. Cheguei perto do endereço, no ponto de encontro combinado e retornei a ligação. Ela me atendeu e me passou o número de seu prédio e apartamento. Toquei a campainha, minhas pernas tremiam, e minha respiração ofegante, junto com meu coração acelerado. Parecia minha primeira vez. A porta se abriu, subi e fui recebido por uma mulata, com cabelos castanhos lisos que iam ao meio das suas costas, batom rosa brilhante, olhos castanhos claros, maqueagem, cílios alongados e um perfume delicioso. Ela estava usando um vestidinho curto, azul transparente que percebia-se sua minúscula calcinha de renda vermelha por baixo e os bicos de seus seios, que eram de tamanho médio. Era puro charme e sensualidade, a visão do paraíso na terra. Ela me cumprimentou, nos demos tres beijinhos e entrei.

- olá, tudo bem, seja bem vindo, entre e fique à vontade...quer aguardar aqui na sala eu me trocar para você?....quer beber algo?. (trocar? se estava perfeita assim, imagina depois...)

- obrigado, eu não quero nada...aguardarei você se vestir

Ela se fechou no quarto e demorou uns 5 minutos. Abriu a porta e me convidou a entrar.

O quarto era bem transado, cama de casal, televisão com filme erótico (dois travestis e um rapaz em cenas bem calientes), meia luz, espelho sobre a cômoda, no teto e na cabeceira da cama, permitindo uma visão de vários ângulos. Ela estava vestida com uma camisola, calcinha com abas laterais tipo mini saia, cinta liga e meias vermelhas. Estava sobre a cama com um pirulito na boca. Chupava e lambia de uma forma que somente em filmes eu já havia presenciado. Um tesão, um colírio aos olhos.

- Alberto é o seu nome?...o que você gosta de fazer, Alberto?...o quê você espera de mim?..o que lhe dá mais prazer?

- Esse é o meu nome sim...(minha voz estava trêmula)...eu já estou sentindo prazer com o que estou vendo, mas espero que você me faça gozar e sonhar todas as noites com você. Quero foder minha esposa pensando em você. Espero querer voltar sempre aqui.

Ao ouvir isso seus olhos brilharam. Estampou um sorriso maroto de canto de boca. Em seguida ela me puxou pela mão, me abraçou e enfiou a língua em minha boca, me beijando alucinadamente e me sufocando. Passava a mão pelas minhas costas, descendo até a bunda, apertando minhas nádegas, subindo, pegando em meu pescoço e fazendo-me descer até seus seios. Chupei cada bico vagarosamente, arrancando suspiros. Ela passou seu pirulito nos bicos e me guiou até eles. Que delícia. Minha mão descia até sua calcinha e pude notar que um volume se fazia crescer lentamente. Ela acariciava meus cabelos, sussurrava que eu era gostoso e que me faria gozar muito.

- chupa meu peitinho, chupa....chupa para eu ficar bem tesudinha para dar pra você e depois vou arregaçar esse seu bundão sarado, que deve ser uma delícia.

Eu lambia gostoso e ela forçou minha cabeça para baixo. Fui passando minha língua por seu abdômem, umbigo e até eu chegar em sua virilha. Nesse momento a cabeça de sua rola saía pela parte de baixo da calcinha, entre as pernas. Lambi o contorno de suas coxas e cheguei até ela. Era roxa e inchava a cada instante. Lambi o meio e sorvi os primeiros sinais de seu tesão. O líquido era adocicado e cheirava à tesão. Puxei a calcinha para o lado e liberei sua rola que chicoteou em direção ao meu rosto. Abocanhei o que pude. Passei a língua por toda a sua extensão, seguindo até o seu saco. Chupei suas bolas alternadamente e depois ousei enfiar as duas ao mesmo tempo. Minha boca estava completamente cheia. O cheiro de sua pica me inebriava, era uma mistura de fêmea no cia, perfume adocicado e d rola mesmo. Lambi abaixo de seu saco atingindo toda extensão até o anus. Quando aí depositei minha língua ela começou a dar gritinhos...

-vai gostoso, assim você me mata, lambe meu buraquinho vai.....

-você é uma delícia, vou te fuder todinha.

-chupa tudo, vai, lambe meu rabo, meu saco, minha pica.

Caí de boca babando tudo, preparando ela para receber minha pica. Ela me puxou para cima e em posição de 69 retribuiu minhas carícias. Sua rola mal entrava e eu sufocava, mas mesmo assim deixei ela bem babadinha e sorvia todo o seu sabor.

Gemíamos sem pudor e sem preocupação. Ia na lua e voltava com suas chupadas experientes. Quando estava prestes à gozar, pedi para parar e mudarmos de posição. Assim eu acalmava a rola e ganhava mais tempo de transa.

-Quero te comer toda, quero foder esse rabão gostoso.

Ela pegou uma camisinha na cômoda, abriu a embalagem e colocou com a boca em minha rola. Passou um lubrificante daqueles que esquentam a relação e ficou de quatro, empinando bem a bunda.

-gostosão, enterra tudinho aqui, vai com carinho até encostar suas bolas no meu anel guloso.

Coloquei a cabeça e fui forçando lentamente. Passou a cabeça e senti uma contração de eu anel, esmagando e depois relaxando. Ora travava minha pica, impedindo de eu enterrar mais, ora relaxava, repetindo esse movimento até eu encostar meu saco em sua bunda.

-fica paradinho, deixa que eu vou mexer bem gostosinho até você se acabar dentro de mim.

Dizendo isso ela iniciou um rebolado ora lento ora rápido. Ela parecia seguir mentalmente uma variação da dança do créu, pois após cada período de movimentos ela parava, se afastava até a cabeça ficar no seu anel, contraía seu anus, apertando com força a base de minha cabeça, segurando alguns segundos. Enterrava tudo novamente e acelerava para uma velocidade maior. Eu respirava fundo, pensava em tudo que era desgraça (contas para pagar, Imposto de Renda, sogra, cunhado, salário mensal e etc) para segurar meu gozo. Eu suava em bicas. Sua performance controlava minha vontade de gozar, com as paradas e apertos na cabeça e ao mesmo tempo ia minando minhas forças. Esse movimento durou uns 25 minutos. Seu cú engolia, apertava, expulsava, rebolava, prendia, era uma loucura...

-delicioso ....chega de brincar, você vai gozar agora....

-você é muito gostosa, vai, mexe e não pára

Ela aumentou até a máxima velocidade, fazendo sua bunda tremer toda e minha pica explodir em um gozo alucinante, enchendo a camisinha. Eu me agarrei em seu quadril e caí por cima, beijando seu pescoço e sentindo o seu suor misturado com seu perfume.

Tombei para o lado e ela veio tirar minha camisinha, com um papel toalha. Tirava e punhetava ordenhando até sair a última gotinha. Deu uma lambida em toda a cabeça e sorriu.

-descansa um pouquinho pois ainda não gozei....você vai ter tudo o que pediu.

Deitado na cama, ainda tonto pela gozada, olhava o teto e percebia sua movimentação pelo quarto. Ela pediu para eu virar de lado e se posicionou atrás, encoxando-me.

-gostoso, empina bem essa bundinha, você agora vai ter 23 motivos para sonhar comigo.....

-vai devagar, não sei se aguento tudo.

-pode deixar, eu tenho certeza que você vai pedir mais.

Ela passou o lubrificante em meu anel e na sua rola. Encostou a cabeça na portinha e colocou um poquinho, iniciando o alargamento de meu anel.

-tesudo, você é quem vai jogar essa bundinha para trás até engolir toda a minha pica.

Sua fala no meu ouvido era seguida de lambidas em meu pescoço e virando o meu rosto, beijos em minha boca. Com a outra mão ela acariciava meu mamilo e sequer tocava em minha rola.

-joga essa bundinha para trás, vai.

Eu tentei e senti a cabeça entrar toda. Parei e recuei pois doía muito. Respirei e tentei novamente.

-vai de novo, você consegue.

-tua pica é muito grande, tá doendo.

-joga a bundinha e faz força como se quisesse ir ao banheiro, seu anel vai dilatar e engolir minha rola.

Tentei da maneira que ela falou, pois como eu estava nervoso e apreensivo com o tamanho de sua ferramenta, meu cú estava instintivamente fechado. Senti a cabeça entrar, dessa vez sem a dor inicial. Parei, respirei ofegante e ela me incentivava.

-continua assim, você está quase lá....depois que a cabecinha passar, o resto é mais fácil.

Eu gemia, suava e forçava como ela me ensinou. Percebi que aquele monstro de pica estava escorregando para dentro de mim. A sensação de ser empalado aos poucos era estranha e ao mesmo tempo me deixava em estado de euforia. A rola estava entrando e quando percebi, seu saco encostava em minha bunda.

-viu, eu falei que você conseguia...agora mexe para alargar seu rabinho.

Comecei um movimento lento e ainda com receio. Ela ficou parada um tempo vendo meu desespero se transformar em prazer. Quando comecei a gemer dengoso ela pediu para mudar de posição, me girando de bruços e vindo por cima. Ela me imobilizou e começou a ditar os movimentos. Ia e vinha até quase a rola saltar para fora e enterrava novamente. Eu mordia o lençol, dava socos na cama, e ela sequer ligava. Socava, agora gostoso, tudo dentro de meu rabo. Passamos uns 5 minutos nisso até ela me pedir para ir empinando a bunda e ficando de quatro. Obedeci e o que se sucedeu foi algo entre mágico e inacreditável. Ela iniciou movimentos, socando cada vez mais rápido e forte, falando palavras desconexas, dando tapas em minha bunda e me puxando pelos quadris como se eu fosse um simples objeto de prazer. Eu estava perdendo as forças e os sentidos quando ela anunciou entre gritos e urros o seu gozo.

-Gostoooosooooo, vou encher teu rabo de porraaaaa.

Eu senti sua pica inchar mais um calor me tomar conta do corpo.....eu gozei junto sem tocar na pica. Gozei tanto que nem acreditei, fiquei totalmente entregue aos seus movimentos. Me soltou e eu tombei desfalecido sobre minha porra, na cama. Ela gozou e pude notar que encheu o preservativo, tirou a camisinha e colocou a cabeça de sua rola em minha boca, passando o seu meladinho como se fosse batom. Só tive forças para abrir e alojar parte de sua cabeça e sugar o que restava se seu suco de prazer.

Acordei mais tarde e ela me perguntou se eu queria dormir com ela. Agradeci e disse-lhe que adoraria, mas eu tinha de recuperar o estrago que fizera em meu rabo. Ela perguntou se eu ficaria mais tempo por lá e eu disse que sim, então, de forma eufórica sorriu e disse:

-gostoso, então vai para casa descansar, mas hoje à noite você vai sonhar comigo e pensará em mim o dia todo. Você voltará amanhã, independente de eu ter arregaçado seu rabo. Quem prova dessa rola volta sempre..

A princípio eu não entendi, me arrumei, paguei o combinado e saí cambaleante até o hotel.

Acho que ela é vidente....rsrsrs....adivinha onde fui na noite seguinte????

Contarei detalhes depois.....


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Comentários

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18/12/2011 22:48:47
Gostei muito
04/12/2011 22:22:16
Muito bom! Não conhecia este conto. Tive uma experiência parecida com essa. Realmente, é algo fora de qualquer norma. Uma loucura. Mas pode viciar. Cuiadado. Rola vicia. Ótimo conto.
05/11/2011 00:19:49
Nossa cara, fiquei tesudo demais, pqp, estava sentindo em mim essa rola gostosa.....
24/10/2011 22:00:45
Fantastico,uma bela boneca roluda,quando sabe fazer gostoso é gratificante e prazeiroso hehe adorei.
02/08/2011 20:23:06
Amigo, não tenho experiência com travestis mas você está tão bem neste conto (como em outros) que chego a acreditar ser uma experiência no mínimo muito interessante.
05/07/2011 15:04:14
Delicioso
23/05/2011 13:28:08
Obrigado, Felizmente temos pessoas de bom gosto por aqui.
23/05/2011 12:28:28
Alucinante!
13/05/2011 10:17:29
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