Eu, minha esposa e sua amiga

Um conto erótico de sclavos
Categoria: Grupal
Data: 22/02/2007 16:41:25
Assuntos: Grupal

Eu, minha esposa e sua amiga

No começo do mês de Junho, como fazíamos todos os anos, programavamos uma festa junina no nosso sítio e como sempre minha esposa encabeçava a coisa toda, porém naquele ano minha esposa estava muito atarefada, com a abertura da clínica, e pediu a Helena, nossa amiga de muito tempo, que encabeçasse os preparativos da festa.

Tudo combinado, dia marcado, todos convidados, seriam umas 100 pessoas entre parentes e amigos etc.. A festa começaria no Sábado com um churrasco e terminaria na Segunda após o almoço já que no mês de Junho, temos um feriado e naquele ano caía em uma segunda feira.

Na quinta feira antevéspera da festa, minha esposa perguntou se eu poderia levar a Helena para fazer as compras necessárias pois, ela estaria sem carro o que dificultaria muito, eu respondi que sim.

Na sexta feira após o almoço fui à casa de Helena peguei-a para ir ás compras.

Fomos a vários lugares e quando estávamos terminando, lá pelas 18 horas, minha esposa ligou, querendo saber como estava indo as compras, Helena disse que faltavam poucas coisas e depois levar para o sítio. Minha esposa respondeu que não nos preocupássemos porque logo sairia da clinica e levaria as crianças para nossa casa e a empregada providenciaria jantar e tudo que fosse necessário.

Terminamos as compras e fomos para o sítio, lá chegando descarregamos o carro, Guardamos o que era preciso e quando terminamos resolvi tomar uma cerveja para relaxar no que Helena me acompanhou, enquanto bebíamos, ela falava que apesar de se sentir só, a melhor coisa que tinha feito na vida era ter se separado de Carlos seu ex-marido, um cara realmente insuportável, egoísta, até mesmo estúpido. Argumentei que ela era uma mulher jovem (32 anos), bonita e que logo arranjaria uma pessoa que a completasse , ela continuou dizendo que teria que ser uma pessoa muito especial, assim como eu!! Levei um baita susto e disse que não era bem assim que eu também tinha meus defeitos. Helena falou que não, e que sentia uma enorme atração por mim ..., dito isto me pegou de surpresa e me deu um beijo na boca,.

Não consegui pensar em mais nada, apenas naquele beijo que estava me incendiando.

A mente estava a mil, tudo acontecia rápido, de repente me vi pensando só em Helena, uma mulher jovem, alta ( 1,74m), corpo bonito, apesar de dois filhos, seios médios, durinhos, quadris largos, uma bela bunda, mandei tudo pro inferno e retribui o beijo e logo retomei o controle da situação, comecei a passar a mão por aquele belo corpo, tenro e sedento de caricias, sentindo cada pedacinho.

Helena começou a ofegar revelando a sua excitação, nisso começou a falar palavras como : continua, me beija, etc... enquanto eu beijava sua nuca, seu pescoço e logo em seguida ela estremeceu e denunciou seu orgasmo.

Helena não deu tempo logo atacou (literalmente) meu cacete que estava duro como pedra, abriu o fecho, enfiou a mão macia pela abertura da cueca e o libertou, quando ela o viu exclamou: Que maravilha, é disso que preciso!! E caiu de boca, iniciando um gostoso boquete.

Ela chupava, lambia como se fosse um belo picolé e com uma vontade incrível, parecia que era o ultimo e único do mundo, ora chupava a glande, ora enfiava todo na boca, chupava o saco, passava no rosto, nos lábios e voltava a enfiar na boca até a garganta , desta forma eu sabia que não iria resistir muito tempo e tentei retira-lo de sua boca, foi aí que Helena prendeu-o com mais força e aumentou o ritmo da chupada.

Passado alguns minutos, eu não agüentei e comecei a gozar na sua boca, ela sentindo o primeiro jato apertou mais ainda o que me fez ter espasmos e ter um fenomenal orgasmo, enquanto isto ela também tinha o seu segundo gozo e engolia todo o semem despejado em sua boca.

Relaxamos, Helena foi ao banheiro, enquanto isto começou a bater o arrependimento, afinal era amiga da minha esposa desde a infância e eu a conhecia a uns 12 anos , já pensava como falar sobre o assunto com ela, mas nisso Helena retornou completamente nua, com aquele corpo sensual, a cabeça girou, o cacete endureceu e não resisti, nos abraçamos e logo estava caindo de boca naquela xoxota bonita, bem cuidada, com os pelos bem aparados , com aquele suco delicioso escorrendo e um grelo grande saindo entre os pequeno lábios , chupei, lambi, bebi , saboreei aquela xota como um manjar dos deuses e acabei levando-a a outro orgasmos, mas eu estava louco para penetrá-la e logo o fiz sem dar tempo para recuperação, Helena gritava, gemia, falavas coisas desconexas.

Helena tinha uma xoxota apertada, com lubrificação abundante, meu pau entrava e saia de forma deliciosa, dava para sentir as contrações dos músculos vaginais apertando meu pau , estava quente uma loucura, acelerei os movimentos, ela tinha espasmos, começou a falar palavrões e coisas desconexas, anunciando outro orgasmo, aumentei o ritmo, Helena deu um grito e soltou o corpo, prostou e parece-me que teve um leve desmaio.

Lentamente sai de dentro dando um tempo para que sua respiração voltasse ao normal, se recuperasse e pudéssemos recomeçar, afinal não tinha gozado e estava de pau duro.

Ela abriu os olhos e me viu ainda em plena ereção, falou que era uma maravilha e tomou-o na mão e começou uma leve punheta por uns minutos e em seguida subiu em cima de mim e foi descendo lentamente sobre meu cacete que foi lhe penetrando gostosamente e depois de sentir tudo dentro, iniciou uma cavalgada alucinante, neste instante penetrei o seu ânus com meu dedo, Helena sentido isso deu um berro e disse: É assim que você faz com minha amiga seu filho da puta, cachorro, isto me encheu de raiva acelerei as estocadas e acabamos gozando juntos, Helena caiu em cima de mim enquanto meu pau amolecia dentro dela e recobrávamos o fôlego.

Depois de um tempo Helena escorregou para o lado e fui ao banheiro, tomei um banho e quando retornei a vi deitada de bruços com aquela bundinha bonita virada para cima com a marca do biquíni, não era fio dental, mas uma marca sensual, que realçava as nádegas tenras de um corpo bem feito.

Aquela visão me enlouqueceu, o pênis reacendeu, o tesão foi a mil.

Fui até a cama, inclinei sobre Helena e comecei a beija sua nuca, senti seu arrepio e contorções, revelando a excitação, continuei e fui descendo pelas costas até chegar às nádegas, eram durinhas, com a carne firme sem marcas de celulite ou outra qualquer.

Continuei beijando, intercalando com chupadas e mordidas leves, Helena se contorcia e tremia, levei a mão a xoxota e senti a umidade crescendo, quase escorrendo, o clitóris estava intumescido, uma delicia. O silencio só era quebrado pelos sussurros, ora gemidos de Helena. Ela aumentava os movimentos, denunciava o tesão que estava sentindo, resolvi ir além, abri as nádegas e vi o anus, lindo, rosado, levei a língua e lambi, Helena pulou e gemeu alto, eu estava acariciando a xoxota e senti sair um liquido espesso, bem viscoso, simultaneamente Helena prostou- se na cama, ela havia gozado. Resolvi penetrar, pequei um travesseiro coloquei sob seu ventre, a bundinha ficou empinada com as nádegas entreabertas, dei mais uma linguada e quando ela sentiu a glande encostar no anus disse apenas que era para eu ir devagar, pois nunca tinha feito sexo anal, eu respondi que teria todo cuidado e ... , de repente escuto uma voz dizendo: Você não vai fazer isto a seco, vai? Virei assustado e para meu espanto minha esposa Helen, estava em pé na porta, brochei, a voz sumiu, parecia que eu iria desmaiar, minha cabeça girava, eu estava em choque, não sabia o que dizer, o que pensar, os pensamentos estavam desordenados, confusos, e neste instante vi que minha esposa caminhava em nossa direção, mas havia algo diferente nela, e foi aí que reparei, ela estava só de calcinha, não era uma calcinha qualquer era a calcinha amarelo claro de rendas que tanto gosto, comecei a me acalmar.

Quando ela chegou na beirada da cama, tomou o rosto de Helena nas mãos e beijou-lhe a boca, não um beijo fraternal, mais um beijo de amantes, onde as línguas se entrelaçavam em um balé erótico que durou uns 2 minutos, terminado o beijo, Helena falou para minha esposa: Você demorou? Já estava pensando que você não viria mais? Helen respondeu que não perderia isto por nada, pois assim como havia deixado Helena ver a nossa primeira transa, onde tínhamos feito sexo de todas as formas e tinha perdido toda sua virgindade, não queria só ver, mas participar também e não ficar se masturbando como ela tinha feito.

Dito isto, eu ainda estava meio tonto, Helen disse para mim: Gostou? Sabe amor, desculpe termos feito assim, mas, tínhamos medo que você não concordasse, por Helena ser minha nossa amiga intima, como você reparou somos cúmplices há muito tempo e descobrimos o amor juntas.

Respondi que estava assustado, porém se ela queria assim por mim tudo bem.

Em seguida, Helen pegou meu pênis, como só ela sabe fazer, botou na boca e começou chupar como gosta, chupadas fortes e babadas, deixando saliva no pênis para lubrificar a próxima engolida.

Comecei a reagir, o pênis a endurecer e logo fico como pedra, Helena acariciava e beijava o corpo da amiga com intimidade, demonstrando que já tinha feito aquilo.

Helen se delirava com os beijos e as chupadas que dava no meu pau, enquanto isso Helena foi se ajeitando até chegar a xota de Helen e começou a dar uma bela chupada, ora lambia ora enfiava a língua, ora sugava o clitóris, o que levou minha esposa a um orgasmo muito gostoso. Enquanto ela gozava aumentava a pressão da chupada no meu pau, isto me provocava sensações indescritíveis.

Após ter gozado Helen, parou a chupada que me dava, virou para Helena e disse: Vem meu amor, agora é sua vez de perder o cabaçinho desse cú. Estranhei a linguagem, pois minha esposa quase não fala palavrões, mas na guerra e no amor vale tudo!

Pegou Helena fez ela deitar de bruços sobre dois travesseiros, o que fez com que ficasse com a bundinha empinada, então começou a lamber as nádegas de Helena e entre lambidas e beijos chegou no anus rosado e delicioso de Helena que se contorcia mediante os carinhos recebidos. Eu ao lado com o pau duro como pedra aguardava só o comando de minha esposa para entrar na festa.

Helen se levantou, foi até a sala e eu aproveitei para lamber aquele lindo anus e também aquela xota da qual escorria uma cascata de néctar cheiroso e delicioso. Passado um breve tempo Helen retornou trazendo um lubrificante, untou meu pau e o anus de Helena.

Em seguida direcionou o pau para aquele buraquinho virgem. Ao sentir a cabeça encostar no cuzinho, Helena deu um pequeno pulo para a frente, Helen imediatamente deu um tapa na nádegas de Helena, fazendo com que ela ficasse quieta e relaxasse para que a penetração fosse lenta e prazerosa. Então comecei a forçar o pau que foi abrindo caminho e entrando, pedacinho por pedacinho naquele buraquinho apertado. Helena suspirava e gemia como uma gata, minha esposa ao mesmo tempo em que tocava uma siririca , também dedilhava o grelo de Helena, eu por minha vez enfiava cada vez mais o pau naquele cú que estava sendo desvirginado.

Helena dizia que estava bom , que ardia , que estava gostoso, que era bom demais.

Quando sentiu encostar os meus pelos nas nádegas Helena começou a gritar para eu fodê-la com força, que queria se sentir uma vadia, arrombada, que era para eu tirar suas pregas sem dó. Helen aproveitando a situação sentou na frente de Helena e guiou a cabeça dela para sua xota e fez com que ela lambesse o grelo enquanto eu acelerava o vai e vem naquele cuzinho. Helena entre uma lambida e outra dizia que não acreditava que tava tomando no cú pela primeira vez, um pau grande e grosso como o meu até o fim, que estava uma delicia e que ia me dar sempre. De repente começou a empurrar o corpo par trás de encontro ao meu pau fazendo com que entrasse com mais força e a dizer que estava gozando. Helen mudou de posição indo para atrás de mim, abaixou e começou a lamber a xota de Helena, minhas bolas e também meu cú, o que fez acelerar ainda mais os movimentos, fazendo-me gozar junto com Helena, esta por sua vez quando sentiu meus jatos no anus gritou: Goza filho da puta na tua vadia, acaba de arrombar este cú que sempre quis te dá, arromba tudo, me tira as pregas, me fode cachorroooo!!!

Após isto desabou na cama, ainda tendo pequenos espasmos de gozo. Helen que não tinha gozado ainda me fez sair lentamente daquele cuzinho e deitar ao lado, estava querendo ser penetrada, mas como meu pau tava amolecendo ela posicionou a xota na minha boca e caí de língua nela bem gostoso, chupei-a até ela ter dois orgasmos seguidos e ela me fazendo gozar mais uma vez agora com uma punheta.

Exaustos, dormimos e acordamos só no dia seguinte cedo, fomos tomar banho os três juntos, onde ainda dei mais uma trepada com elas e depois fomos preparar a festa.

Isto durou dois anos, até que em um trágico acidente as duas se foram me deixando saudades e boas lembranças.


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Comentários

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22/02/2007 18:39:15
Caros, muito obrigado pelos comentários e os fatos aqui relatados são verídicos e foram narrados fielmente. Isto ocorreu entre 2001 e 2003 e mudou profundamente minha vida.
22/02/2007 17:33:40
Interessante, não sou mulher de partilhar o meu precioso marido, sem que ele me partilhe, mas compreendo o vosso caso: vocês deixaram as emoções fluir e o amor quebrador de barreiras. Bom conto! Tirando as partes das mortes ou algo diferente (acidente é ambíguo), tomara que fosse real!


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